Consumidor, finalmente, saberá o seu real tamanho
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| O empresário André Apasse começou em 1993 fazendo roupas com tamanhos tradicionais, mas hoje é especializado em confecção até o tamanho 58 |
Já não era sem tempo, pois, a falta dessa padronização prejudica o setor têxtil e confundia o consumidor.
A falta de padronização das medidas começa a ser resolvida. No final desta semana, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) deverá receber do Comitê Brasileiro de Têxteis e Vestuário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a solicitação para edição da norma que fixa um prazo de 30 meses para as confecções brasileiras se adequarem ao Novo Regulamento Técnico de Etiquetagem de Produtos Têxteis. O regulamento - ou Lei das Etiquetas - foi revisto em dezembro de 2005.
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A falta de padronização do tamanho das roupas não apenas confunde o consumidor, mas cria a ilusão de que na moda só há espaço para tamanhos pequenos. Isso, em parte, é verdade. Nas lojas de grifes femininas que participam do São Paulo Fashion Week, por exemplo, é difícil encontrar peças que vão além do 44.
Felizmente, não seguir a ditadura da magreza tem se mostrado um negócio lucrativo. Marcas que se dedicam a fazer roupas em tamanhos grandes estão crescendo, apoiadas na falta de concorrência. É o caso de grifes como a tradicional Camisaria Varca, que existe desde 1939; André Apasse, com 13 anos de mercado, e Rechonchée - aberta há uma ano e meio.
Matéria Completa: Abit




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