Um pouco da história dos objetos na cenografia

Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar.

Foi Antoine no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado reconhecível e táctil.

Efeitos sim, mas verdadeiros. Antoine nos revelou a teatralidade do real. Entretanto em grandes escalas isso não é possível. Por exemplo, as ondas fictícias do rio Reno em encenação de Bayreuth sob a direção e a cenografia de Wieland Wagner. Foi a luz que fez o rio mover-se. Nem uma gota do próprio entrou no palco, naturalmente.

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Publicação: 14 de abril de 2009

AUTOR

Cyro del Nero é Professor Titular da Cadeira de Cenografia e Indumentária Teatral do Departamento de Artes Cênicas, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Cenografia, Indumentária Teatral, Ópera, Televisão, Moda e Artes Gráficas.

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