Nova vida em 2008 ?

Nova vida em 2008 ?

Aproveite o ano novo e reorganize-se. Ponha as contas em dia, a casa em ordem, reestruture o guarda-roupa e a imagem, modifique hábitos ou encare uma mudança de fundo na sua vida. Para começar bem o ano.

Fazemos a contagem regressiva. Saltam as rolhas das garrafas de champanhe. Comemos as 12 passas e abraçamos aqueles que mais amamos.

Temos a alma carregada de esperança. E mesmo os puramente racionais, que vêem o último e o primeiro dia do ano como dias como quaisquer outros, dificilmente não se contagiam com o clima de entusiasmo frente a um novo ano que começa.

Quantos de nós, entre pedidos e desejos, não pensamos também naquilo que esperamos concretizar a partir desse dia? Há sempre algo a melhorar, ou coisas pequenas ou grandes que realmente gostaríamos de mudar. É a casa que está uma confusão, o guarda-roupa que precisa ser limpo.

São as finanças que não estão como gostaríamos, o peso que ultrapassou o limite do saudável ou mesmo aspectos mais complicados, como uma relação amorosa, a vida profissional ou algumas atitudes que sabemos que não nos fazem bem.

A passagem do ano tem o poder mágico de nos dar força para encarar estas situações e anima-nos a mudar. (…)

Para mudar é preciso, em primeiro lugar, querer”, refere a psicóloga. Seja qual for o tipo e a dimensão da mudança pretendida. “A mudança implica esforço.

O querer mudar alguma coisa implica a pessoa ser capaz de perceber primeiro, e de forma clara, o que quer mudar. Depois, é preciso criar espaço para esta mudança. E isso muitas vezes não é claro. Ou seja, para ganhar alguma coisa, eu tenho de perder outras. Para ser capaz de me impor uma nova rotina, um novo hábito, uma nova relação, tenho de criar espaço para isso acontecer, o que significa perder coisas antigas.”

O problema é que o que nós conhecemos nos dá segurança, mesmo sendo padrões ou rituais que sabemos que não nos fazem bem ou não nos vão deixar muito felizes.

Nessa altura, o importante é fazer um balanço entre o que pretendemos alcançar e aquilo de que vamos ter de abrir mão. Quando acreditamos que aquilo que vai vir de novo é suficientemente positivo, aceitamos melhor ou conseguimos conviver melhor com a perda que isso implica.

“É como quando as pessoas decidem terminar uma relação. Habitualmente, não se termina uma relação amorosa de uma hora para a outra. É uma coisa pensada. É uma decisão difícil de tomar, mas as pessoas acreditam que, apesar da dor e da dificuldade inerente a essa decisão, vão criar espaço para ter uma vida diferente e possivelmente melhor. É isso que faz com que as pessoas sigam adiante. E só conseguem terminar quando acreditam que é possível que a vida seja melhor. Porque, senão, mantêm-se em relações infelizes para o resto da vida.”

(…)

Por Mariza Figueiredo

Leia matéria completa no site da Revista Máxima.

Publicação: 26 de dezembro de 2007

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