Lility – a marca (continuação)

Próximos passos

Fazer pesquisa de mercado para verificar o que realmente era interessante produzir naquele momento. Rodamos pela Oscar Freire em busca de algo que fosse uma oportunidade.

Biquíni o mercado já estava bastante saturado. Roupa precisaria de um capital bem maior que o que tínhamos. Acessórios não nos interessavam.

Até que fomos numa loja das mais famosas do bairro, que tinha acabado de abrir uma espécie de sex shop de luxo para mulheres. Tudo cheio de fetiche e glamour, nada vulgar, ficamos encantadas com aquilo, era algo parecido que queríamos fazer.

Fomos pesquisar o mercado de lingerie e descobrimos que estava em expansão, pois com o crescimento do poder aquisitivo das mulheres, elas também estavam mais independentes, poderosas e livres para descobrir o universo sensual.

Por onde começar

A experiência que eu tinha era do mercado de surfwear, eu não conhecia absolutamente nada de lingerie e minha sócia muito menos, pois ela também não era da área.

Precisávamos chegar num acordo do nome da marca, já que as duas tinham que gostar, optamos por Lility, oriundo de Lillith – personagem da mitologia judaica, mulher forte e gêniosa.

Agora precisávamos descobrir como se faz lingerie, achar oficinas, onde comprar matéria prima, como e onde fazer as etiquetas corretas.

Fazer pesquisa de tendência e desenhar os primeiros modelos, decidir quantas peças nessa primeira produção que era ainda meio teste; lembrar de guardar o capital de giro para poder fazer a próxima produção, em fim, tínhamos muito trabalho pela frente.

Publicação: 4 de janeiro de 2006

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Lility – Continuação 2

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