Tecnologia da Confecção – Etapas e Conceito – Parte 2

Tecnologia da Confecção   Etapas e Conceito   Parte 2 

Inovações nas estratégias de produção: A Subcontratação

Para melhor entender a dinâmica do processo de produção industrial engendrado no setor do vestuário, vamos dividi-lo em categorias: Produção interna, Facção domiciliar e Facção Industrial. A Facção industrial também é conhecida por sistema de terceirização ou Private Label.
Facção domiciliar

Se refere a um trabalhador a domicílio, ou seja, que trabalha na sua própria casa.

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Facção Industrial

É a prestação de serviços, ou seja, uma subcontratada, para outra indústria confeccionista. Os faccionistas recebem todos os aviamentos e os tecidos cortados na justa medida e são responsáveis pela montagem da peça do vestuário. Ao lado das confecções já consolidadas surgirão as prestadoras de serviços, executando apenas uma fase do processo da produção.

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Subcontratação

Quando o seu objetivo maior é a redução dos custos.
A subcontratação é de especialização, quando a empresa contratante busca um especialista, o qual dispõe de conhecimentos e de equipamentos adequados para efetuar a produção ou serviços que ela própria não pode ou não deseja executar, por razões de estratégia, ou ainda porque considera suas instalações insuficientes ou não competitivas para tal atividade.

A subcontratação é quando a empresa contratante embora equipada para efetuar determinado trabalho, busca outra empresa, para atender a sobrecarga de pedidos ou algum incidente técnico.

Leia também:Revolução Industrial, Tecidos e a Evolução da Indústria do Vestuário: Onde a Função Encontrou a Moda – Parte 1

Tecnologia da Confecção: da protótipo à confecção (etapas e conceito) – Parte 3 

Por Queila Ferraz

(Queila Ferraz Monteiro é estudiosa de História da Moda, é consultora de design e gestão industrial para confecção e Professora de História da Indumentária e Tecnologia da Confecção dos cursos de moda da Faculdade Belas Artes, Senac Moda e Universidade Anhembi Morumbi.)

queilamoda@yahoo.com.br

Data: 22 de novembro de 2007

AUTOR

Queila Ferraz, Coordenadora Geral do Curso de Design de Moda da UNIP, foi professora da Universidade Anhembi Morumbi e dos cursos de pós-graduação de Moda do Senac. É historiadora de moda, especialista em processos tecnológicos para confecção e consultora de implantação para modelos industriais para a área de vestuário.

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