Aluguel de bolsas de marca já é realidade no Brasil
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Se você assistiu o filme Sex and the City, com certeza vai se lembrar da Lousie – personagem de Jennifer Hudson - a simpática e eficiente assistente de Carrie Bradshaw, a famosa editora fictícia de moda da Vogue na trama.
Vai se lembrar, também, que toda semana ela aparecia com uma bolsa diferente – de marca, diga-se de passagem, até Carrie se convalescer e presentear sua fiel assistente com uma novíssima Louis Vuitton.
No filme, ela chega a dizer onde fez o “empréstimo” e a empresa responsável é a famosa Bag Borrow and Steal, que trabalha com quase 40 marcas de bolsas, 28 grifes de jóias e 10 marcas de óculos escuros, o que soma mais de 3 mil peças à disposição das clientes.
As famosas bolsas usadas por Louise (Jeniffer Hudson)
A empresa, que é uma das mais conhecidas nos EUA, também atende pela internet e faz até lista de espera para as bolsas que, de tão cobiçadas, nem esquentam lugar nas prateleiras. Para alugar por uma semana, por exemplo, há opções de bolsas por menos de US$ 15 (cerca de R$ 32) até US$ 400 (cerca de R$ 840).
Nos Estados Unidos é comum, na Europa também, mas o que você acharia de uma loja assim aqui no Brasil? A primeira cidade a ter uma loja especializada nas grandes marcas é São Paulo. A Feel Chic, resultado do investimento de quatro sócias e amigas, abriu suas portas e desde então, realiza o sonhos de todas as mulheres que gostariam de poder desfilar uma legítima bolsa de marca, como uma Hermès ou uma Prada.
Imagens da loja Feel Chic em São Paulo
Leia a matéria Paulistanas alugam bolsas de luxo por semana no site do G1.
Por Diego Carvalho






Acho esssa ideia maravilhosa pois ñ são todas que podem ter em casa uma bolsa da channel ou uma prada, o problema é saber quanto é esse alugeul porque se a pessoa não tem dinheiro para comaprar uma original tambem não tera para alugar uma por 800 reais.
Esse que é o caso ver se realmente compensa você alugar
Adorei Mônica!!!!!
Essa linha de pensamento eu concordo sem tirar nem por. É exatamente isso que ocorre com a pessoa. E sugiro mais: pode surgir aí certos vícios, adição mesmo pelo ato de ter, depois não ter e precisar ter de novo!
cabe a pessoa analizar em qual momento ela vai precisar de uma ‘rehab’, que também está tão na moda!
risos
bjus
eu tambem axei essa ideia otima bem diferente
rsrsr…
ate + fuui….
Acabei de ter um insight (ou seria uma viagem?):
Essa modalidade de auferir status é como uma operação com derivativos:
o sujeito paga um “prêmio”, imputa no ativo, marca ao mercado e, se suas expectativas se concretizarem, lucra.
Mas, como não tem capital para exercer, antes do vencimento, tem de se desfazer da posição.
É uma operação arriscada – o mercado bursátil confirma ;>)
PS: repetir, reciclar, repensar, reusar combinam com “eco-nomia”.
bjnhs
Acho muito legal para pessoas que gostam de exibir status e querem fazer uma boa aparição.
Inclusive, trabalho em um acervo de figurino para TV e cinema, muitas vezes aparecem artistas em busca de algo novo e diferente, mas que não seja preciso comprar, apenas alugar.
Leva-se em conta que pessoas que gostam de status, não são as mais prováveis à repetir peças de roupa e até mesmo bolsas.
Por isso, acho que isso pode ajudá-las…
Acho que concordo com a Mônica…
Se bem que um Gianne, ainda que alugado, não seria nada mal!
Jô
eu espero que tenha seguro. não ia ser nada legal ter que pagar pela bolsa roubada, imagina que situação! tem bolsas que valem praticamente um apartamento . risos
mas confesso que se essa moda pegasse para homens, eu acho que iria esbanjar com uma carteira Burberry…. É meu objeto de desejo há pelo menos 1 ano e ainda não consegui comprar!
risos
Um grande beijo
Depende do ponto de vista Monica.
A grande maioria quer status, quer se inserir de alguma forma, quer estar no contexto da moda. Muitos deixam de fazer mercado para ter a ‘it’ genérica e acredito que se tivessem grana, iriam sim comprar uma legítima.
Acho que o mercado da moda achou um jeito de expandir seus negócios através da sedução. Essa sedução dá a possibilidade de uma pessoa sem condições financeiras de pelo menos sentir o gostinho de fazer um burburinho com as amigas (e inimigas) para ter o ego massagiado e se sentir poderosa.
Se eu fosse mulher, acredito que iria me dar o gostinho de brincar com essa nova tendência de “alugue e leve”. Oras, acredito que seja só pontos de vista. Tem tanta gente que faz coisas tão piores e vexaminosas por aí pra conseguir um pouco de atenção.
Todos tem direito ao sol, principalmente quando falamos em moda! Já dizia Madonna: “Strike a pose!”
Nesta época de consumidores “cost-conscious”, quando americanos estão cortanto taxis, idas ao restaurante e até o consumo de remédios, esse negócio pode até fazer sucesso.
Mas, desfilar por aí com alguma coisa que não se pode ter é no mínimo quase tão “fake” quanto comprar uma “it” genérica, né?
Algo como alugar um “Gianne” para “matar suas amigas de inveja”!
;>)
Eu acho isso um luxo!!!Meu chefe tinha me falado sobre esse tipo de negócio e eu acho isso uma evolução para o Brasil. Mas espero que as brasileiras não comecem a roubar as bolsas alugadas, senão o negócio acaba. De qualquer forma achei ótima idéia!!!
ah que coisa!!! mas imagina se eh roubada? rsrs eh bom ter seguro extra neh? rs
bjs e valeu pela novidade!!