Artigos publicados na Tag ‘Anos 60’

O Movimento Hippie e a Influência do LSD (Parte 2/4)

Publicado em 20 May 2008 at 2:32pm

Leia também Tribos Urbanas – O Movimento Hippie (Parte 1/4)

Wilhelm Reich, psiquiatra austríaco, que havia sido perseguido por Hitler, foi expulso do partido comunista, preso na década de 50 pelo macartismo, vindo a morrer na prisão em 57 com parte de seus escritos queimados.

Reich foi considerado maldito e proscrito dos círculos oficiais, criou a sexpol, fincada na idéia de que há uma necessária ligação entre a saúde psíquica, a vida sexual e a consciência de classe. Não acreditava na possibilidade de saúde e liberdade num quadro sufocante como o do capitalismo das sociedades industriais de consumo. Pregava que sexo é corpo e mente. Como para o psiquiatra, o capitalismo escraviza o corpo e condiciona a mente, acaba sendo um entrave para a saúde psíquica plena. A revolução seria necessária para uma profilaxia eficaz das neuroses.

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Tribos Urbanas – O Movimento Hippie (Parte 1/4)

Publicado em 13 May 2008 at 8:28am

Leia também: O Movimento Hippie e a Influência do LSD (Parte 2/4).

Movimento de juventude que nasceu na Califórnia, na América do Norte em 1966. Hip significa zombar e melancolia. Pacifista, pregava a filosofia do amor (filosofo significa amigo do saber). Jovens estudantes reuniram-se para expor ao ridículo a guerra do Vietnã. Foi um ato de zombaria que revelou o desencantamento de uma juventude sem ideal.

O traje desse movimento era composto de calças de jeans, pantalonas com boca de sino, e no lugar de camisas e blusas, ambos os sexos usavam batas indianas, como apego a culturas distantes deste mundo massificado e corrompido pela guerra e pela sociedade de consumo. A estética hippie é também conhecida como a estética da flor e do amor.

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Músicas para festa dos anos 50 e 60

Publicado em 21 Feb 2008 at 2:36pm

Beatles

  • Twist and Shout
  • I Want Hold Your Hand
  • Help
  • She Loves You

 

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O jeans através das décadas by Levi’s

Publicado em 17 Feb 2008 at 12:28pm


LEVI’S
Colocado por New_From_The_Original

Interessante comercial da Levi’s, que vai mostrando as transformações na moda através do jeans pelas várias décadas: o platinado dos anos 50, o look hippie, o cabelo tipo Cindy Lauper dos anos 80, a cintura baixa dos 90… Muito legal!

Ilustrações Antigas – Paperdoll Review

Publicado em 08 Feb 2008 at 4:12pm

 

No site Paperdoll Review você encontra um rico material de história da moda. São belas ilustrações com acessórios de época, moda infantil, trajes históricos, divas do cinema e até a Lady Dy.

   

Cabelos e chapéus usados nos anos 20

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Como se vestir para uma festa dos anos 50

Publicado em 28 Jan 2008 at 9:51am

Leia também Músicas para festa dos anos 50 e 60 .

Os anos 50 transpiram feminilidade e romantismo: colares de pérolas, roupas bem estruturadas e tecidos nobres fazem parte do glamour desta época.

Claro que tem o outro lado. Nesta época as indústrias têxteis renovaram-se criando os materiais sintéticos, como o náilon, que passa a fazer parte de lingerie e malhas.

Se você foi convidado para ir a uma festa dos anos 50 (ou estilo Anos Dourados), pode abusar de vestidos rodados, cintura marcada, rabo de cavalo, meias soquetes com aquele sapato que lembra um “ked’s”, um “look de colegial”.

Foi nos anos 50 que a juventude americana lança a moda “Rock’n roll”. Lembre-se! O comprimento das saias sempre batendo no meio da batata da perna, se tiver alguma dúvida, assista ao filme “Nos tempos da brilhantina”

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Mídia Impressa – a Imagem Texto da Revista de Moda / Parte 1

Publicado em 26 Nov 2007 at 11:45pm

O traje elegante, como fenômeno popular de massa e como atividade de lazer de direito próprio, foi influenciado pelas outras atividades de lazer da idade da máquina: o esporte, a música, o cinema e a televisão, que produziram novas maneiras de vestir.O jornalismo, a publicidade e a fotografia agiram como eixos da comunicação de massas, que ligou a moda à consciência popular.
Elisabeth Wilson, Enfeitada de Sonhos,(1989:202)

Moda e Urbanidade

Moda é o fenômeno pelo qual se manifesta a presença do novo na cultura. A palavra moda vem de moderno, aquilo que nunca foi visto antes. Esse novo tem dois caminhos, o novo que confirma o presente como nova ordem social, e o novo que repudia essa ordem, propondo novos cenários de vida, com um universo de imagens capaz de orientar e encaminhar os diferentes modos sociais de ser e estar.

A moda nasceu dentro de uma cultura urbana, tendo como função original diferenciar o homem do burgo de seu antecessor, o senhor do castelo. Portanto, na sua base, estão a condição burguesa e a demarcadora de diferenciação social. Por isso, carrega desde seu início, o discurso da transformação, que se faz sempre por meio de sinais de pertencimento e repúdio.

Ela é uma das linguagens do corpo, mas nunca houve nela uma fala universal. É feita de dialetos e, como as línguas neolatinas, tem um tronco comum, porém permite diferentes confluências grupais. Uma confluência não exclui a outra, enquanto margem do mesmo rio. Por essa razão, quando se fala em moda, deve-se falar no plural. As modas são sempre culturais e comportamentais e, com diferentes aparências, representam o espírito do mesmo tempo.

Os sinais que confirmam a ordem social presente apontam para o apropriação e a perpetuação da tradição: são as modas dos patrícios, os donos do território, os habitantes que se sentem seguros dentro de um determinado contexto social e cultural.

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Sobre a morte das Tendências

Publicado em 15 Oct 2007 at 10:57am

Outro dia coloquei um post do Oficina de Estilo sobre a morte das tendências ao que a Patrícia Miranda do Santa Mistura respondeu de forma muito interessante e completa, observando que na verdade não há a morte das tendências, apenas estão mais complexas e difíceis de serem identificadas!

“Eu acho que não existe morte das tendências, estamos vivendo apenas, como nos anos 60/70, anos de contestação, exatamente, como nos anos 70 … revisão de valores de consumo, é simples, porque levanta uma poeira de referências e, ainda, misturada a cultura pop, turva a visão das megatrends, associados a uma infinidade de “assuntos e preocupações + globais”… resumindo vivemos um período bem difícil.

Mas como inovação (megatrends) deste período (década) estamos sendo marcados pela associação de assuntos que antes eram antagônicos a moda, uso de novas tecnologias (estamparias digitais- aí observo uma evolução no desenvolvimento absurda… raport descontruídos e re-raportados, matérias primas inteligentes, organização do consumo (por idade mental), revisão das funções dos produtos…

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Tudo para sua Festa Anos 60 – Decoração, Cardápio e Roupas

Publicado em 14 Sep 2007 at 2:39pm

Leia também Músicas para festa dos anos 50 e 60 .

Alguns fatos que marcaram a década:

“Nos anos 60, sem dúvida nenhuma o reinado foi da minissaia. Mas, alguns fatos marcaram este período, tais como: o golpe militar de 64, o presidente dos EUA, John Kennedy foi assinado a tiros quando desfilava em carro aberto, o estilista Yves Saint Laurent abriu seu próprio atelier de moda em Paris, o programa musical “Jovem Guarda” da TV Record foi um enorme sucesso entre os jovens da época, a chegada do homem à Lua, entre outras curiosidades.”

Decoração

Para ambientar sua festa você pode usar a Jovem Guarda como inspiração, onde tudo é muito colorido e vibrante. Para saber informações sobre a música dessa época clique aqui.

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Fotos originais de roupas e cabelos dos anos 60

Publicado em 12 Apr 2007 at 5:41am

Como se vestir para uma festa dos anos 50, 60, 70, 80 e 90

Publicado em 12 Nov 2006 at 10:22pm

Ufa, finalmente completamos a série das festas temáticas – nosso maior sucesso de audiência!

Saiba tudo sobre as festas temáticas – roupas, decoração, maquiagem:

Como se vestir para uma festa dos anos 60

Publicado em 17 Apr 2006 at 11:07am

Os anos 60 foram o reinado da minissaia. Um modelo fácil de fazer é um vestido tubinho curto com estampas psicodélicas ou geométricas com botas de cano longo (as brancas são as melhores). Os cabelos eram armados com muito laquê. Não esqueça dos cílios postiços e faça uma maquiagem branca ou prateada. Para saber mais sobre os anos 60, dê uma olhada no nosso especial sobre essa época:

Sabrina e faixa no cabelo

Para dias frios: capa reta de plástico

Produção fácil e jovem: minissaia e botas; dupla imbatível: tubinho e botas de cano longo.

Sobre a moda nos anos 60:

“Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da própria Mary Quant: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”. Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo as idéias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes , foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de Londres ou Paris.”

Moda Almanaque

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Identidade Brasileira na Moda – Anos 60

Publicado em 11 Apr 2006 at 10:43am

Leia também Dicas para festa dos anos 50, 60 e 70 – decoração, roupas e fantasias e Como se vestir para uma festa dos anos 60.

Dener e a ex-primeira-dama Maria Teresa Goulart

A década de 60 começa em crise econômica, gerada pelo desenvolvimento rápido, sustentado através de grandes emissões de dinheiro e de empréstimos externos, o que desencadeou um processo inflacionário que levaria, somados a outros fatores, ao Golpe Militar de 1964.

Dener e a ex-primeira-dama Maria Teresa Goulart no Palácio das Laranjeiras (1963)

Fazem parte do panorama desta década o acelerado desenvolvimento tecnológico, sobretudo nos meios de comunicação. Mundialmente, segundo Gontijo, percebe-se uma internacionalização dos processos culturais e dos movimentos sociais, havendo uma busca por desarmamento, desenvolvimento e descolonização.

Para o pesquisador Carlos Dória, o futebol, a música e a moda fariam o espetáculo desta década.

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INFLUÊNCIA SESSENTINHA

Publicado em 06 Feb 2006 at 1:17pm

http://www.usefashion.com/use/news/mostra_rec.asp?vitemmenu=news&idnews=8896&temporada=11&segmento=news


A chegada das coleções de primavera-verão na high street londrina aponta, com clareza, para a tendência de incorporar o estilo “mocinha anos 60”: ultra-feminina, moderna nas composições e clássica na escolha de cores.As lojas Topshop, Miss Selfridge, Dorothy Perkins e New Look, na Oxford Street, inauguraram, há uma semana, vitrines com estilos bem parecidos. Listras e bolinhas são as estampas mais comuns, e o uso das cores primárias (azul, vermelho e amarelo) é predominante.

Os estilos valorizam, sobretudo, a cintura e as pernas. Os cintos grossos subiram a linha do cós e os shortinhos estarão com tudo. Para quem prefere disfarçar as formas, a saia lápis e as bermudas são uma boa opção.Os lenços aparecem como acessório indispensável para mulheres, podendo ser usado na cabeça, em forma de laço no pescoço e, até mesmo, no lugar do cinto de couro.

A influência dos anos 60 é tão forte que a Topshop batizou de “60´s Warhol” uma das linhas da sua coleção, em referência a um dos artistas mais influentes da década. Já a Miss Selfridge, utilizou manequins de “pele” bem branquinha e cortes de cabelo estilo chanel.Vale a pena conferir mais da tendência no site da Topshop, http://www.topshop.co.uk/.Por Aline Casagrande/LondresFotos: UseFashion

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Identidade Brasileira na Moda – Anos 30

Publicado em 31 Jan 2006 at 10:05am


Após uma década de euforia, a alegria dos “anos loucos” chegou ao fim com a crise de 1929. A queda da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma crise econômica mundial sem precedentes.

Em geral, os períodos de crises não são caracterizados por ousadias na forma de se vestir. Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias. (CLAUDIA GARCIA)

Nessa década, no Brasil continuam as revistas de moda feminina, vindas da França. Um fato importante na moda é o surgimento da abertura para os primeiros trabalhos de adaptação feitos por brasileiros (Durand). Há uma certa preocupação em adaptar as roupas ao clima.

No Rio de Janeiro, a Casa Canadá oferecia o que havia de melhor para elite nacional. Quase tudo importado. Paralelamente, surgiu em São Paulo o trabalho de Rosa de Libman, com sua loja Madame Rosita estabelecida no centro da cidade , na Rua Barão de Itapetininga. ( João Braga, 2003). Madame Rosita sempre foi a primeira a lançar toda e qualquer novidade que surgia na Europa nos importantes e badalados desfiles de moda que apresentava no Brasil.

(Este é um trecho do relatório final da pesquisa Moda e Identidade Brasileira, feito por Denise Pitta de Almeida, 2003, Faculdade de Moda da UNIP.)

Em relação ao material dos anos 30, vocês podem entrar no site Moda Almanaque que tem muita coisa interessante:

http://almanaque.folha.uol.com.br/anos30.htm

E no site Vintage Textile :
http://vintagetextile.com/gallery_1930s_50s.htm

Tem uma galeria com roupas originais de várias épocas.

Leia Mais:

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