Mamma Mia – O Filme foi considerado brega ao extremo. O filme é uma ode à alegria e à informalidade, baseado no musical da Broadway de mesmo nome que é pura diversão.
Vale a pena conferir!
Mamma Mia! – Trailer
http://www.mammamiaofilme.com.br
A trilha sonora foi composta por canções do grupo ABBA – quarteto de grande sucesso nas décadas de 70 e 80.
Para saber dicas sobre o que usar em festas temáticas leia Dancing Days – Moda Anos 70, Dicas para festa dos anos 50, 60 e 70 – decoração, roupas e fantasiase Festa dos anos 50, 60, 70 e 80 – O que usar??
Década de 70
O Milagre Brasileiro desencadeia uma atividade econômica acelerada e um mercado de consumo excitado que foram fundamentais, segundo Edgard Luiz de Barros, para a efervescência das representações da moda no Brasil dos anos 70.
No início desse período, vemos o ufanismo alimentado pela vitória na Copa do Mundo, o “Brasil ame-o ou deixe-o”, o consumismo e a euforia que não demoraram a entrar em choque com a censura e perseguições políticas.
Leia também Tribos Urbanas – O Movimento Hippie (Parte 1/4)
Wilhelm Reich, psiquiatra austríaco, que havia sido perseguido por Hitler, foi expulso do partido comunista, preso na década de 50 pelo macartismo, vindo a morrer na prisão em 57 com parte de seus escritos queimados.
Reich foi considerado maldito e proscrito dos círculos oficiais, criou a sexpol, fincada na idéia de que há uma necessária ligação entre a saúde psíquica, a vida sexual e a consciência de classe. Não acreditava na possibilidade de saúde e liberdade num quadro sufocante como o do capitalismo das sociedades industriais de consumo. Pregava que sexo é corpo e mente. Como para o psiquiatra, o capitalismo escraviza o corpo e condiciona a mente, acaba sendo um entrave para a saúde psíquica plena. A revolução seria necessária para uma profilaxia eficaz das neuroses.
Leia também: O Movimento Hippie e a Influência do LSD (Parte 2/4).
Movimento de juventude que nasceu na Califórnia, na América do Norte em 1966. Hip significa zombar e melancolia. Pacifista, pregava a filosofia do amor (filosofo significa amigo do saber). Jovens estudantes reuniram-se para expor ao ridículo a guerra do Vietnã. Foi um ato de zombaria que revelou o desencantamento de uma juventude sem ideal.
O traje desse movimento era composto de calças de jeans, pantalonas com boca de sino, e no lugar de camisas e blusas, ambos os sexos usavam batas indianas, como apego a culturas distantes deste mundo massificado e corrompido pela guerra e pela sociedade de consumo. A estética hippie é também conhecida como a estética da flor e do amor.
O musical Mamma Mia, com músicas do ABBA, é uma das coisas mais engraçadas que eu já vi. Uma moça vai se casar e quer como presente de casamento conhecer o pai. O problema é que a própria mãe não sabe qual entre TRÊS caras pode ser o pai, porque na loucura dos anos 70 ela transou com os três no mesmo dia! É uma história bem absurda, passada na Grécia, ao som do ABBA – precisa de algo mais cafona e divertido?! Já está em cartaz na Broadway e West Wend há uns oito anos e é sucesso absoluto.
Agora está para sair o filme, estrelado pela Meryl Streep no papel de uma hippie mãe-solteira meio velhusca. A gente nunca sabe o que pode virar um filme, mas este parece que é diversão garantida! A trilha sonora é fantástica e as imagens da Grécia estão estonteantes.
Veja a seguir alguns stills e o trailler oficial.
LEVI’S
Colocado por New_From_The_Original
Interessante comercial da Levi’s, que vai mostrando as transformações na moda através do jeans pelas várias décadas: o platinado dos anos 50, o look hippie, o cabelo tipo Cindy Lauper dos anos 80, a cintura baixa dos 90… Muito legal!
Temas para a Primavera-Verão 2008/2009
1)Moda dos anos 70 2)Primavera - Verão 2008/2009
Quem presenciou a década de 70 e o final dos anos 60, pôde ver ou até mesmo participar de algumas transformações sociais, tais como: o movimento “anti moda” hippie”, a discoteca, a revolução sexual feminina, a era punk, o surgimento da androginia, e especialmente uma grande transformação na moda.
Até então, a moda era denominada de alta costura, onde as maisons e a figura dos costureiros eram responsáveis pelas “tendências”. Entretanto, nesse período surgiu um novo conceito – o prêt-à-porter parisiense (pronto para vestir), comandado pelo criador de moda e sua grife, palavra francesa que significa marca comercial. A partir daí as tendências não são mais exclusivamente ditadas por costureiros, a alta costura começa a sofrer influência da moda de rua, processo que aliado à mudanças sociais desencadeia uma das mais profundas transformações culturais – o surgimento do conceito de Moda Jovem, que se mantém predominante até hoje.
Os movimentos musicais também tiveram um papel fundamental para as transformações sociais desse período. Por aqui, tivemos ainda as novelas (Dancing Day’s, As Locomotivas, Malu Mulher, etc), que sem dúvida inspirou a população feminina e feminista no processo de mudanças comportamentais.
Há algo em comum entre os anos 70 e os 2000?
Esta é a moda que caracteriza os anos 70: hippies e românticos. Os revolucionários dos anos 60 começaram a se acalmar nos anos 70. O “hipismo” teve início em uma comunidade idealística que vivia em Haight-Ashbury, distrito de San Francisco, se esquivando da convocação militar para lutar no Vietnã.
Originalmente concentrada em um estilo de vida ideal, sem guerras e competições de ego, o hippie acabou virando modismo. O estilo hippie teve uma exposição global em 1969 durante o festival de Woodstock, em Nova York, influenciando milhares de pessoas a adotar o visual.
Silhueta
Moda
Cores predominantes
Homens
A moda que identifica os anos 70
Estilo hippie
Por Xico Gonçalves
Saiba tudo sobre as festas temáticas – roupas, decoração, maquiagem:
Veja também Como se vestir para uma festa anos 70 – Parte 2 – Fashion Bubbles.
Atendendo a pedidos aqui vai uma pesquisa com dicas e sites sobre o que usar e como usar em festas de cada década. Começaremos com os anos 70, pois foram os mais requisitados.
Anos 70
O visual mais popular e fácil de reproduzir dos anos 70 é o hippie. Além disso, é fácil adaptar peças atuais, já que muitos looks dessa época estão de volta. São calças boca de sino, batas indianas, vestidões, lenços, franjas nas bolsas e cintos, camisetas coloridas ou manchadas, óculos redondinhos e faixas nos cabelos.
Ilustração de Janis Joplin, maior influência hippie e musical do início da década de 70.
Os hippies nos anos 70 se vestiam com calça de patchwork, bata indiana, franjas e óculos redondinhos.
Leia também Músicas para festa dos anos 50 e 60 .
Os anos 50 transpiram feminilidade e romantismo: colares de pérolas, roupas bem estruturadas e tecidos nobres fazem parte do glamour desta época.
Claro que tem o outro lado. Nesta época as indústrias têxteis renovaram-se criando os materiais sintéticos, como o náilon, que passa a fazer parte de lingerie e malhas.
Se você foi convidado para ir a uma festa dos anos 50 (ou estilo Anos Dourados), pode abusar de vestidos rodados, cintura marcada, rabo de cavalo, meias soquetes com aquele sapato que lembra um “ked’s”, um “look de colegial”.
Foi nos anos 50 que a juventude americana lança a moda “Rock’n roll”. Lembre-se! O comprimento das saias sempre batendo no meio da batata da perna, se tiver alguma dúvida, assista ao filme “Nos tempos da brilhantina”
E olha que boa idéia de decoração!!!!
Outro dia coloquei um post do Oficina de Estilo sobre a morte das tendências ao que a Patrícia Miranda do Santa Mistura respondeu de forma muito interessante e completa, observando que na verdade não há a morte das tendências, apenas estão mais complexas e difíceis de serem identificadas!
“Eu acho que não existe morte das tendências, estamos vivendo apenas, como nos anos 60/70, anos de contestação, exatamente, como nos anos 70 … revisão de valores de consumo, é simples, porque levanta uma poeira de referências e, ainda, misturada a cultura pop, turva a visão das megatrends, associados a uma infinidade de “assuntos e preocupações + globais”… resumindo vivemos um período bem difícil.
Mas como inovação (megatrends) deste período (década) estamos sendo marcados pela associação de assuntos que antes eram antagônicos a moda, uso de novas tecnologias (estamparias digitais- aí observo uma evolução no desenvolvimento absurda… raport descontruídos e re-raportados, matérias primas inteligentes, organização do consumo (por idade mental), revisão das funções dos produtos…
Leia também Músicas para festa dos anos 50 e 60 .
Alguns fatos que marcaram a década:
“Nos anos 60, sem dúvida nenhuma o reinado foi da minissaia. Mas, alguns fatos marcaram este período, tais como: o golpe militar de 64, o presidente dos EUA, John Kennedy foi assinado a tiros quando desfilava em carro aberto, o estilista Yves Saint Laurent abriu seu próprio atelier de moda em Paris, o programa musical “Jovem Guarda” da TV Record foi um enorme sucesso entre os jovens da época, a chegada do homem à Lua, entre outras curiosidades.”
Decoração
Para ambientar sua festa você pode usar a Jovem Guarda como inspiração, onde tudo é muito colorido e vibrante. Para saber informações sobre a música dessa época clique aqui.
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Matéria do site Fashion 224.
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Ufa, finalmente completamos a série das festas temáticas – nosso maior sucesso de audiência!
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Quando me refiro ao tempo, não é o mesmo tempo usado pela Denise Pitta na história da moda. Aqui, eu quero destacar um determinado tempo, época ou momento que algumas pessoas “congelam” suas vidas.
Tenho, curiosamente, observado que o look, a postura, o olhar, o modo de falar, e o estilo das pessoas nos contam histórias de suas vidas. Não só o corpo, mas o que o embala, como vestuário, acessórios, maquiagem e corte de cabelo – barba e bigode para homens -, nos revelam o momento que aquela pessoa está. Você nunca se perguntou? – esta pessoa é jovem mas é tão anos 80!!!
Olhando mulheres que ainda usam corte de cabelo pigmalião, por exemplo, nos reportam a experiências dos anos 70 que procuram reviver ou que nunca conseguiram deixar aquele tempo e lugar. A identificação pode passar por personagens de mulheres fortes como as Panteras (Charlie’s Angels), Katie Maloney, Mulher Maravilha, Mulher Biônica, sem esquecer She-Ra, que tem um grande fã clube! É curioso que somos testemunhas do quanto a revolução feminina mexeu na cabeça das mulheres, porém muitas não conseguiram mudar ao menos no corte de cabelo. Curto, longo, liso, alisado, ondulado, cacheado, crespo, chapinhado, loiro, preto, castanho, vermelho e muito mais, o corte de cabelo sempre foi e continuar a ser um marco revelador de uma era.
É intrigante ver “aquele” senhor que se orgulha tirar do guarda-roupa o terno que usou em seu casamento para ir a uma festa de formatura ou a um evento equivalente após 20, 30 ou 40 anos. Pare ele, o terno não mudou, apesar da revolução têxtil, transfomações no corte, cores, posições e quantidade dos botões. Provavelmente porque ele também não tenha mudado durante todo este período de vida…
As experiências se cristalizam e as pessoas e suas roupas também. O que ocorre é que muitos que se recusam a aceitar a moda como comunicação viva, não comprendam seu medo de mudar em um mundo que é novo a cada instante. Desta forma, observar o como as pessoas se vestem, sem o preconceito de que estão certas ou erradas, in ou out, fashion ou desajustadas, é sempre uma atividade interessante para o profissional da moda.
A palavra moda carrega consigo um fetiche relacionado à elegância, porém, um aspecto intrigante e pouco comentado por aqueles que se encantam por sua magia, é sua capacidade gerar riquezas através do sistema de industrialização. Vamos olhar a moda como confecção e pensar no seu poder dentro da economia brasileira.
As dimensões atuais da indústria de confecção no Brasil impressionam, estamos no 4º posto entre os maiores produtores mundiais. O que mais chama a atenção nessa industria nascida a poucas décadas atrás, é que se alastrou por todo país, extinguindo mercados enormes como os de venda de tecidos a metro e o de máquinas de costura doméstica, substituindo quase que totalmente a confecção artesanal realizada por alfaiates, costureiras e pelas próprias “donas de casa”.
Aqui, com cem anos de distância no tempo, chegamos ao mesmo ponto que a fabricação de roupas prontas alcançou dentro na economia capitalista durante a revolução industrial, na Europa do século XIX.
A indústria de confecção desmantelou um modo de construir vestuários e uma ordem social que sobrevivia dele, porém, demarcou novas fronteiras no campo das economias nacionais ao gerar um sistema sólido de trabalho e de mercado.
Hoje, temos que pensar a indústria da moda como geradora de trabalho, de bens e principalmente, de um sistema comercial que alimenta tanto a própria cadeia têxtil-confecção, como as áreas da mídia, que vivem de gerar informação sobre a moda e os modos elegantes de se vestir e de consumir diferentes outros produtos, que pertencem ao mundo da moda, tais como as revistas, a indústria de cosméticos e a cultura da saúde voltada para a beleza.
Os anos 60 foram o reinado da minissaia. Um modelo fácil de fazer é um vestido tubinho curto com estampas psicodélicas ou geométricas com botas de cano longo (as brancas são as melhores). Os cabelos eram armados com muito laquê. Não esqueça dos cílios postiços e faça uma maquiagem branca ou prateada. Para saber mais sobre os anos 60, dê uma olhada no nosso especial sobre essa época:
Sabrina e faixa no cabelo
Para dias frios: capa reta de plástico
Produção fácil e jovem: minissaia e botas; dupla imbatível: tubinho e botas de cano longo.
Sobre a moda nos anos 60:
“Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da própria Mary Quant: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”. Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo as idéias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes , foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de Londres ou Paris.”
Após uma década de euforia, a alegria dos “anos loucos” chegou ao fim com a crise de 1929. A queda da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma crise econômica mundial sem precedentes.
Em geral, os períodos de crises não são caracterizados por ousadias na forma de se vestir. Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias. (CLAUDIA GARCIA)
Nessa década, no Brasil continuam as revistas de moda feminina, vindas da França. Um fato importante na moda é o surgimento da abertura para os primeiros trabalhos de adaptação feitos por brasileiros (Durand). Há uma certa preocupação em adaptar as roupas ao clima.
No Rio de Janeiro, a Casa Canadá oferecia o que havia de melhor para elite nacional. Quase tudo importado. Paralelamente, surgiu em São Paulo o trabalho de Rosa de Libman, com sua loja Madame Rosita estabelecida no centro da cidade , na Rua Barão de Itapetininga. ( João Braga, 2003). Madame Rosita sempre foi a primeira a lançar toda e qualquer novidade que surgia na Europa nos importantes e badalados desfiles de moda que apresentava no Brasil.
(Este é um trecho do relatório final da pesquisa Moda e Identidade Brasileira, feito por Denise Pitta de Almeida, 2003, Faculdade de Moda da UNIP.)
Em relação ao material dos anos 30, vocês podem entrar no site Moda Almanaque que tem muita coisa interessante:
http://almanaque.folha.uol.com.br/anos30.htm
E no site Vintage Textile :
http://vintagetextile.com/gallery_1930s_50s.htm
Tem uma galeria com roupas originais de várias épocas.
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