Não estou falando de bolsa de valores, pois os investidores ainda estão chocados com essa crise financeira internacional sem precedentes. O tema é o mesmo apresentado pelo Edgard na matéria Bolsas Masculinas, onde ele apresenta as bolsas como utilitário dos homens modernos, metrossexuais e aqueles de atitudes, como alguns se apresentaram dentre os vários comentários.
Andando pelas ruas de Londres no mês passado, constatamos que as bolsas caíram no gosto popular e a adesão ultrapassa as fronteiras européias. Não há dúvidas que compramos as nossas e pudemos testemunhar como é um utilitário importante, principalmente para quem passa o dia inteiro fora de casa ou do hotel. Além de ser muito mais estilosa do que as mochilas de costas, as bolsas posicionam seus usuários na vanguarda do mundo da moda. Eu não resisti e tirei muitas fotos nas ruas, dos usuários de todas as idades e segmentos de mercado.
Jogador de futebol Cristiano Ronaldo usando bolsas
Um cadarço (português brasileiro) ou atacador (português europeu) é um cordão usado para prender os sapatos e ajustá-los ao pé. São compostos de um determinado número de fios longitudinais (urdume) e transversais (trama), além de possuir um acabamento chamado de ourela ou canutilho.
O termo cadarço ou “amarrilho”, também é a denominação técnica para artigos produzidos em teares planos, com inserção de trama por agulhas.
O cadarço é um sistema comumente utilizado para amarrar os sapatos. Desamarrado, ele se torna mais flexível, permitindo o sapato a se expandir para que o pé possa se acomodar, podendo então, ser reforçado e laçado em forma de nó. Ele não se tornou muito popular até o século 20. Anteriormente, os sapatos eram do estilo “slip-on” (do tipo em que escorrega o pé para dentro do sapato), amarrado ou abotoado. Para este último, era usado um instrumento especial que facilitava o fechamento por meio de ganchos.
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Vamos mostrar o processo de fabricação desta peça tão importante no vestuário, revelando também as características do metal utilizado na produção.
O zíper de metal que conhecemos hoje é o sucessor do inventado por Withcomb Judson há mais de 100 anos. Durante esse período, o zíper foi sendo aperfeiçoado quanto a utilizacão das mais novas matérias-primas e exigências de qualidade, para atender as necessidades de um mercado sempre em busca de inovações como é o segmento de peças confeccionadas em jeans.
Para conhecer melhor o zíper metálico, devemos começar pela nomenclatura ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – que nomeia as partes que o compõem, conforme mostra a figura abaixo:
Fonte: YKK
PROCESSO DE FABRICAÇÃO
Em ouro branco e diamantes, a Van Cleef & Arpels criou esta jóia. Aberto é um colar, fechado uma pulseira.
Foram lançados três modelos diferentes e a inspiração foi uma peça encomendada pela Duquesa de Windsor em 1939 ( Fonte: O escarrador de David Motta )
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Atualmente usado em larga escala, o zíper nem parece ser uma invenção centenária. Ele está sempre presente em calças, bermudas, jaqueta, saias, vestidos, bolsas, calçados, malas e numa variedade de produtos. Tem os requintes do design moderno e da tecnologia avançada, podendo até ser um dos principais detalhes nos artigos de moda. Mas não foi sempre assim. Criado em 1891 pelo americano W.Jadson que precisava resolver o incômodo de amarrar os cordões de seus sapatos, o zíper só passou a ser amplamente usado décadas mais tarde.
Renda-se!!!
A renda é um tecido com padrão de orifícios e desenhos feitos à mão ou à máquina. Os tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha. A renda de bilros é criada pela manipulação de numerosos fios, cada um deles presos a um bilro, sendo em geral trabalhada sobre uma almofada.
A de agulha é confeccionada dando-se laçadas com o fio (estando uma extremidade presa a uma agulha e outra presa a uma base) em pontos simples ou complexos, o que resulta num padrão ou desenho preestabelecido. Acredita-se que renda de bilros seja originária de Flandres (região belga) e a de agulha, da Itália.
Leia também Zíper: já tem cem anos e status de detalhe fashion – Parte 2/3 e Como é feito um Zíper? Parte 3/3.
O ZÍPER nasceu com a função de substituir os cadarços dos sapatos, mas logo passou a inovador e lançador de moda. Ajustou as cinturas no lugar, casou com o jeans e invadiu os salões do prêt-à-porter.
Foi criado pelo americano Witcom Jadson em 1891. Exibido em 1893 na Exposição Colombiana de Chicago, foi batizado como The 0riginal. A partir desta exposição, o advogado Louis WIalker solicita a seu inventor a construção de uma máquina que possa industrializar a invenção e surge assim a primeira fabrica de zíper, a Universal Fastern. Seu primeiro uso na indústria se deu em malas, porta níqueis e porta fumo. Em 1921, foi finalmente batizado como ZÍPPER pela empresa B. F. Godrich.
1)No canto superior esquerdo, Whitcomb L. Judson , que inventou, em 1891, o primeiro protótipo de fecho com ‘dentadura incluída’. No canto inferior direito, o sueco Gideon Sundback que pegou a idéia, em 1913, e melhorou-a significativamente . ( Do blog Socialíssimo)
2)Demostração de um Zíper se fechando. ( Wikipédia)
A primeira participação deste utilitário na indústria do vestuário acontece durante a I Guerra Mundial, quando os uniformes dos soldados, norte americanos são confeccionados com zíper nas calças.
Botões feitos em Portugal a partir de papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos têm sido procurados por estilistas e marcas de moda de todo o mundo.
Estes botões ecológicos biodegradáveis são fabricados no Louro, Famalicão (norte do país), pela Louropel, empresa portuguesa que detêm uma “tecnologia patenteada única no mundo” e é a maior fabricante mundial de botões.
“Os norte-americanos gostam muito dos nossos botões ecológicos. Compramos há quatro anos esta patente na Itália. É um processo de fabricação único”, disse o gerente geral da Louropel, Avelino Rego, em entrevista à Agência Lusa.
Leia matéria completa em Botões ecológicos lusos já são comuns na moda internacional.
Fonte: Agência Lusa
A seda indiscutivelmente encanta a humanidade há milhares de anos. Segundo, o livro Fio a Fio, (Gilda Chataignier, 2006) uma lenda Chinesa, conta que a seda surgiu entre os anos 2.500-2600 a.C, quando uma princesa descobriu um casulo caído de uma amoreira na sua xícara de chá e se encantou com o fio muito brilhante e fino que surgia deste casulo. Logo, este fato foi levado a estudo e também muito bem protegido. A China guardava o segredo da linda descoberta a sete chaves.
Já em 139 a.C., a maior rota de comércio mundial foi aberta desde a China Oriental até o Mediterrâneo, chamada depois de rota da seda. Seus segredos e beleza começaram a se difundir.
Uma das sedas mais cobiçadas da Antiguidade era a de Bizâncio, houve fatos até de espionagem! Comerciantes estrangeiros escondiam casulos do bicho-da-seda em bengalas ocas e levavam para o Ocidente.