O interessante do amigo secreto é que ao descobrirmos o nome sorteado ficamos instigados a conhecer mais sobre esta pessoa. Observamos, no caso do blog, seus textos, suas preferências. E nestas buscas descobri o quanto meu amigo secreto adora “mergulhar” por culturas e países.
Já vi suas narrações apaixonadas por Buenos Aires, Dubai, ouvi algumas outras nas conversas que temos nos encontros do blog e resolvi presenteá-lo com algo genuinamente brasileiro: a Amazônia.
O Marcos Augusto me transmite essa inquietação pelo novo, pela vida e aqui entrego um pouco dessa reflexão por meio das imagens.
São fotos amadoras tiradas por mim, mas que expressam a beleza do natural, a beleza da natureza em seu despertar ou em seu adormecer. Cenas de mais de um mês de viagem à barco que começa em São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira com a Colômbia, e vai até a Ilha de Marajó ….. O povo, sua cultura, as construções, o verde ainda não tocado… Boa viagem…
E o desejo de que seus caminhos lhe traguem sempre boas surpresas.
Excelente 2009!
Se você ainda não entendeu direito o que provocou essa crise, não se desespere – você não é o único/a! Eu não sou economista, portanto o que segue é a minha visão pessoal dos fatos.
Tendemos a super-valorizar as nossas expectativas. Quando as coisas vão bem, esperamos que elas irão ainda melhor. E foi isso que vinha acontecendo nos últimos dez ou quinze anos, quando praticamente desde os anos 1970 o Brasil não experimentava tamanho crescimento econômico – resultado: otimismo ingênuo que inflam as bolhas especulativas. Quando as coisas começam a ir mal, esperamos que piorem – resultado: pânico, como o que vimos nas últimas semanas.
As bolhas especulativas, assim como os ciclos econômicos, fazem parte da essência do capitalismo, mas sua principal característica é que ninguém consegue prever com exatidão quando a bolha vai estourar, nem os bancos centrais conseguiram desenvolver ferramentas macroeconômicas para “esvaziar” a bolha, quando esta é detectada, sem que a mesma exploda sem causar tanto estrago. Continue
“Entre os dias 5 a 8 de novembro, o Brasil deve subir alguns degraus na moda internacional. A data está reservada para o primeiro Rio Summer, evento organizado por Nizan Guanaes e que pretende reunir as melhores marcas de moda praia brasileiras no Rio de Janeiro. Para ser mais precisa, no Forte de Copacabana, no Hotel Fasano e no Copacabana Palace.
Não só a moda praia vai ser o carro chefe do evento, o lifestyle brasileiro é o chamariz para patrocinadores, imprensa nacional e internacional, celebridades de projeção mundial e, claro, muitos compradores de todas as partes do mundo interessados no “samba” brasileiro na hora de apresentar suas criações, aquele DNA que criou a Bossa Nova, a Tropicália e até a ginga do futebol – aquele mesmo apelo que faz com que o mundo se renda às tops brasileiras.” (Por Camila Tavares)
A História da Imigração Japonesa no Brasil, a chegada no Kasato Maru, os primeiros imigrantes, a cultura japonesa no Brasil, as dificultades e as contribuições culturais para a formação da cultura brasileira
“No ano de 2008, vamos comemorar, aqui no Brasil, 100 anos da imigração japonesa. Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao porto de Santos o Kasato Maru, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. A grande parte destes imigrantes era formada por camponeses de regiões pobres do norte e sul do Japão, que vieram trabalhar nas prósperas fazendas de café do oeste do estado de São Paulo.
No começo do século XX, o Brasil precisava de mão-de-obra estrangeira para as lavouras de café, enquanto o Japão, passava por um período de grande crescimento populacional. A economia nipônica não conseguia gerar os empregos necessários para toda população, então, para suprir as necessidades de ambos países, foi selado um acordo imigratório entre os governos brasileiro e japonês.
Nos primeiros dez anos da imigração, aproximadamente quinze mil japoneses chegaram ao Brasil. Este número aumentou muito com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Pesquisas indicam que de 1918 até 1940, aproximadamente 160 mil japoneses vieram morar em terras brasileiras.
A maioria dos imigrantes preferiam o estado de São Paulo, pois nesta região já estavam formados bairros e até mesmo colônias com um grande número de japoneses. Porém, algumas famílias espalharam-se para outros cantos do Brasil como, por exemplo, agricultura no norte do Paraná, produção de borracha na Amazônia, plantações de pimenta no Pará, entre outras.”
O Fashion Bubbles adora viajar, mas temos um caso de amor com Buenos Aires!!! Umas poucas horas de vôo e mais barato que férias no Nordeste – e você está em outro país! Com todo o charme do tango, da carne e do vinho argentino.
Os argentinos são super-simpáticos e adoram os brasileiros. Vc pode falar de tudo, inclusive de futebol e Maradona; o único assunto tabu ainda é a Guerra das Malvinas. Nunca mencione, afinal vc está de férias!
Como nossa moeda está valorizada em relação ao Peso Argentina, Buenos Aires virou um verdadeiro paraíso para compras. Um peso argentino está valendo R$0,55 (cinquenta e cinco centavos) de real o que vale dizer que tudo custa praticamente a METADE do preço em reais!!! Não contente, você ainda pode receber devolução dos impostos pagos na compra de determinadas mercadorias (saiba tudo sobre a Devolução de Impostos na Argentina).
Para não perder nada de Buenos Aires, leia este guia que preparamos para você:
O IED (Istituto Europeo di Design) deu início ao processo seletivo para os cursos trienais nas áreas de moda, design e artes visuais.
A instituição vai conceder 42 bolsas de estudo de até 50% aos melhores alunos classificados na seleção e seis bolsas integrais, uma para cada um dos cursos oferecidos.
O processo terá duas etapas –uma prova agendada de redação e, caso o candidato seja aprovado, será convocado para realizar uma prova de criatividade.
Com duração de três anos, os cursos oferecidos pelo IED são Fashion Design e Design de Jóias e Acessórios (Moda), Interior Design e Industrial Design (Design) e Graphic Design e Digital & Virtual Design (Artes Visuais).
Para cursar, os candidatos precisam ter no mínimo o certificado de Ensino Médio.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0/XX/11/3660-8000 ou por meio do site www.iedbrasil.com.br. As vagas são limitadas.
Fonte: Folha Online
Um dos maiores e mais renomados sites de tendências mundiais de consumo, o Trendwatching, revela os principais tópicos para os próximos 12 meses.
1- Status Sphere
Reavaliar o conceito de status.
Para entendermos esta primeira tendência de consumo, vamos falar sobre a décima primeira edição do relatório anual de riqueza, publicado pelas empresas Capgemni e Merryll Lynch:
O número de indivíduos com mais de um milhão de dólares investidos em ativos financeiros, os chamados High Net Worth Individuals (HNWIs), cresceu 8,3% de 2005 para 2006, atingindo a marca de 9,5 milhões de pessoas. No Brasil, foram contabilizados 120 mil HNWIs, o que representou um crescimento de 10,1% em relação a 2005. Já os Ultra High Net Worth Individuals (Ultra-HNWIs), ou pessoas com um ativo financeiro superior a US$ 30 milhões, representam 94.970 pessoas espalhadas pelo mundo.
O Brasil, a Rússia, Índia e China (BRIC) grupo dos países emergentes continuam em 2008 a ter importância na economia global. Além do número de milionários ter crescido a classe média, principalmente nestes países, cresce muito.
Diante deste cenário, o Trendwatching sugere que é primordial reavaliarmos o que é status e o conceito de luxo. Com toda essa nova riqueza no mundo, milhões de pessoas com acesso aos mesmos produtos premium, às mesmas marcas Premium, vemos que as ofertas ditas Premium, estão perdendo seu valor, justamente por seu conceito ser “acessível a poucos”. Portanto, podemos sugerir que produtos de luxo, hoje, devem ter formas exóticas e também preços mais altos e realmente edições muito limitadas.
Notem um exemplo: o príncipe da Arábia Saudita, Alwaleed bin Talal, comprou para uso próprio um Airbus de US$ 320 milhões com outros US$ 100 milhões transformou o avião em um palácio voador com 3 quartos, lounges, banheiros, escritórios e academia. Apesar dos valores altíssimos, a Airbus espera vender mais 20 exemplares do avião super VIP. Continue
A moda brasileira vive um momento histórico. Investidores começaram a adquirir no final do ano passado algumas das principais grifes do país, a fim de formarem grupos de gestão de marcas, nos moldes dos que existem na Europa e nos EUA.
Com isso, empresas de moda que muitas vezes eram negócios quase familiares passaram para as mãos de gestores profissionais, com objetivos capitalistas ambiciosos.
A temporada do inverno-2008 da São Paulo Fashion Week, que começa hoje e vai até a próxima segunda, acontece sob o impacto do novo poder desses grupos recém-surgidos e de suas aquisições bombásticas –como a da holding I’M Identidade Moda, que comprou a Zoomp e arrematou neste mês as grifes Herchcovitch; Alexandre e Fause Haten.
Para discutir a situação atual da moda no país, a Folha convidou dois dos principais estilistas do país, Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer. O primeiro, após vender a sua marca, agora exerce três funções na I’M: diretor de criação da Herchcovitch; Alexandre e da Zoomp e curador geral das demais marcas da holding.
Sommer é dono da marca Do Estilista e atua como diretor de criação da Cavalera. Em 2004, ele vendeu a grife Sommer para o grupo catarinense AMC Têxtil, passou a atuar como diretor criativo da marca, mas, após uma série de mal-entendidos, saiu da empresa em 2006.
Hoje, ele está impedido de usar o nome Sommer em seus produtos. “Foi muito ruim que tivesse ocorrido esse problema, mas, por outro lado, foi bom para o aprendizado geral do que não se deve fazer com uma grife”, afirma Herchcovitch.
Leia o artigo completo e a entrevista na Folha Online.
Visagismo é um termo derivado do francês visage, que significa “rosto”. Essa técnica, radicada no Brasil pelo artista plástico Philip Hallawel, consiste em aplicar fundamentos da beleza para criar uma imagem adequada à personalidade do indivíduo, analisando os componentes do seu rosto.
Esse conceito nasceu da necessidade de se trabalhar a melhor imagem de uma pessoa, fundamentada nas suas características físicas e psicológicas, o Visagismo, portanto, é a arte de criar uma imagem própria, revelando qualidades internas e externas de uma pessoa, partindo do princípio da linguagem visual, como a harmonia e a estética. Utiliza para isso, a magia da maquiagem, o corte de cabelo adequado, a coloração ideal, o penteado perfeito, entre outros recursos estéticos.
Sua estrutura principal deriva de Hipócrates, o pai da Medicina, que divide a personalidade em quatro tipos: os coléricos, sanguíneos, melancólicos e fleumáticos.
Perfil Colérico
A Denise se jogando nos modelos!
Vanessa Cruz , a vencedora do ano passado. Continue
O Fashion Bubbles cobriu ontem o evento mais importante na seleção de novos talentos para as passarelas do Brasil e do mundo, o Supermodel Brasil 2007. Organizado pela Ford Models Inc. , agência de modelos fundada em 1946 por Eileen and Jerry Ford, já revelou ao mercado top models como Paris Hilton, Lindsay e Ashley Tisdale.
A premiação do concurso é bastante tentadora, mas não há dúvidas de que o sonho já se realiza no momento em que as concorrentes são consideradas finalistas e passam a ser bajuladas por todos e muitas portas se abrem. Entre o momento da seleção das finalistas e da ganhadora, todas vivem momentos de glória no imaginário da moda.
O traje elegante, como fenômeno popular de massa e como atividade de lazer de direito próprio, foi influenciado pelas outras atividades de lazer da idade da máquina: o esporte, a música, o cinema e a televisão, que produziram novas maneiras de vestir.O jornalismo, a publicidade e a fotografia agiram como eixos da comunicação de massas, que ligou a moda à consciência popular.
Elisabeth Wilson, Enfeitada de Sonhos,(1989:202)
Moda e Urbanidade
Moda é o fenômeno pelo qual se manifesta a presença do novo na cultura. A palavra moda vem de moderno, aquilo que nunca foi visto antes. Esse novo tem dois caminhos, o novo que confirma o presente como nova ordem social, e o novo que repudia essa ordem, propondo novos cenários de vida, com um universo de imagens capaz de orientar e encaminhar os diferentes modos sociais de ser e estar.
A moda nasceu dentro de uma cultura urbana, tendo como função original diferenciar o homem do burgo de seu antecessor, o senhor do castelo. Portanto, na sua base, estão a condição burguesa e a demarcadora de diferenciação social. Por isso, carrega desde seu início, o discurso da transformação, que se faz sempre por meio de sinais de pertencimento e repúdio.
Ela é uma das linguagens do corpo, mas nunca houve nela uma fala universal. É feita de dialetos e, como as línguas neolatinas, tem um tronco comum, porém permite diferentes confluências grupais. Uma confluência não exclui a outra, enquanto margem do mesmo rio. Por essa razão, quando se fala em moda, deve-se falar no plural. As modas são sempre culturais e comportamentais e, com diferentes aparências, representam o espírito do mesmo tempo.
Os sinais que confirmam a ordem social presente apontam para o apropriação e a perpetuação da tradição: são as modas dos patrícios, os donos do território, os habitantes que se sentem seguros dentro de um determinado contexto social e cultural.
No Brasil uma Diesel nas pernas é como uma Vuitton verdadeira na mão! Para ter o famoso jeans italiano é preciso desembolsar entre R$800,00 e R$2.400,00.
Na Europa, a história muda, ou melhor, os preços! Aqui, nem tão cobiçados, você pode exibir o logotipo Diesel por muito menos, a partir de 120 euros (pasme – R$320,00), você adquire uma calça jeans, e, a partir de 100 euros (R$270,00), você compra um belo par de tênis.
Também existem ótimos Outlets como esse:
Uma vez li que no Brasil a Diesel só importa a linha mais sofisticada da marca, a lógica disso, dizem, que se tiverem produtos com preços baixos, não iriam vender.
Ah, para constar, a loja do Shopping Iguatemi localizado em São Paulo, está no primeiro lugar em vendas por metro quadrado, na frente das 220 filiais Diesel pelo mundo. Bom, parece que a tática do preço alto e marca exclusiva para poucos realmente funciona.
Por Josana Mendes
A CPMF, segundo a ministra, é um imposto interessante por ter característica claramente não regressiva. “Você cobra de 18 milhões de pessoas e beneficia 200 milhões de pessoas.” Mesmo tom alarmista adotou Mantega – ambos participavam da “2007 Brazil Economic Conference”, promovida pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. “Ninguém quer radicalizar”, disse.
“A radicalização significa perdermos dezenas de bilhões, aí estaremos em sérias dificuldades, que eu nem quero pensar em como resolver.”
”Oposição responsável”, vocês sabem, ou é aquela que sempre concorda com o governo ou, na versão benigna, é aquela que vota pensando no que é melhor para o país.
O PT jamais foi uma “oposição responsável”, certo? Votou sistematicamente contra o governo FHC e sempre pensou em si mesmo, na sua própria escalada. Dilma espera que o PSDB não faça com o PT o que o PT sempre fez com o PSDB. Dilma espera um PSDB responsável porque a irresponsabilidade, deve achar, tem de continuar como monopólio do seu partido.
É uma baba corrigi-la, quase exercício primário, mas tenho de fazê-lo. Essa história de que se cobra a CPMF apenas de 18 milhões de brasileiros é mentirosa. Todos pagam. Porque o imposto vai parar nos preços. E um mesmo dinheiro é tributado muitas vezes, daí a soma fabulosa que ele arrecada. Já demonstrei aqui. Acompanhem o destino de R$ 100, para ficar num número simples:
1) A empresa “X” recebe R$ 100 por um serviço prestado. A empresa Y pagou a fatura. Se foi “por dentro”, recolheu 0,38% para o governo: ou R$ 0,38.
2) Os mesmos R$ 100 entram na caixa da empresa B. Ela faz a folha de pagamentos e o deposita da conta do Seu Zé: recolhe mais R$ 0,38.
As brasileiras Alessandra Ambrósio, Adriana Lima e Izabel Goulart cruzaram a passarela com as lingeries da famosa grife americana Victoria’s Secret, nesta quinta-feira, no Kodak Theatre em Hollywood, na Califórnia. Isabeli Fontana também exibiu as luxuosas peças de moda íntima. (…)
Gloria Kalil, Walter Rodrigues, Lino Villaventura e Giselle Nasser estão entre os palestrantes da 4ª Semana de Moda e Cultura, realizada entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro na unidade do Conjunto Nacional da Livraria Cultura, em São Paulo.
A programação discutirá a moda brasileira, sua identidade e relações com a criação artesanal, os jovens estilistas e a arquitetura.
A abertura do evento marcará também o lançamento do novo livro da consultora Gloria Kalil, “Alô, Chics!” (Ediouro, 2007), sobre etiqueta contemporânea.
A entrada é gratuita.
Serviço:
4ª Semana de Moda e Cultura
Quando: 30 de outubro a 1º de novembro
Onde: Livraria Cultura (Av. Paulista, 2.073, Consolação, São Paulo)
Quanto: entrada gratuita
Informações: 0/XX/11 3170-4041
Eu ADORO o Google, sou fã de carteirinha. Adoro todos os serviços: Google Earth?, Gmail, Gtalk, GCalendar… tudo G. rs
Se sair o Gphone eu compro, mentira, quero mesmo é um iPhone!
Também sou apaixonado por RSS, ô coisa boa! Uma invenção maravilhosa. Todo dia de manhã abro meu iGoogle e leio todas aquelas notícias, uma delícia! E ontem, vi um post no blog oficial do google ( http://googlebrasilblog.blogspot.com) falando sobre o Google Maps no Brasil!
Achei um espetáculo! Já testei o serviço e adorei. Bye bye “apontador”, “ondeestou” – a onda agora é Google Maps! Ainda não testei o serviço todo, mas acho difícil não gostar, google vicia! Ah! E ainda pode ser acessado pelo celular, um luxo né? Tecnologia é tudo!
E como um amigo meu, o blogueiro Leo Paiva diz: “O Google vai dominar o mundo!”.
E vai mesmo!!!
Google Maps: http://maps.google.com.br
LL’ Leo Lemos leolemmos@gmail.com
Leia também: Receitas de Halloween
Halloween – Dicas de decoração e fotos de festas decoradas/ Parte 2
Halloween / Parte 1- Maquiagem
“Cada vez mais estamos festejando o Halloween, um costume antigo dos povos celtas para festejar o fim do verão, o início do Ano-novo e as fartas colheitas. (…)
No Brasil comemora-se com muitas festas à fantasia. O ingrediente principal da festa é a abóbora, do tipo moranga e as casas costumam ficar todas enfeitadas com abóboras que eles cortam, fazem caretas e colocam uma lanterna dentro.
Vamos fazer um cardápio onde a abóbora entra como prato principal e como sobremesa para você festejar à altura. Não se esqueça de deixar sua mesa bem colorida, com toalhas e guardanapos de cor viva.”
Este não é um post sobre o último filme ou livro do Harry Potter, apesar de começar com o Lord Voldemort, vilão da série! Para quem não sabe, Lord Voldemort é tão temido pelo povo bruxo que é referido como “You-Know-Who” (”Você-Sabe-Quem” ou “Quem-Nós-Sabemos”) e ainda “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado” ou “Aquele Cujo Nome Não Deve Ser Pronunciado” em vez de seu próprio nome.
Este tabu – não se pronunciar um determinado nome – é recorrente na história da humanidade e está presente em todas as civilizações. Também varia de polaridade: ora quem não pode ter seu nome pronunciado é o Representante do Mal, caso do Lord Voldemort ou do Diabo, nas sociedades católicas; ora, é o Representante do Bem, por exemplo o nome de Deus na religião judaica primitiva (Aquele cujo nome nunca deve ser pronunciado porque o profano não compreenderia que o Deus Todo-Poderoso, o Deus dos Exércitos não pudesse ter nenhum outro nome a não ser o verbo Ser.). Continue
SÃO PAULO - ”Tente, se você puder, achar uma revista de moda que não tenha imagens de Gisele Bündchen”. É o que diz uma nota na versão online da revista Vanity Fair, antes de informar aos leitores a novidade: eles podem conferir um vídeo que mostra a modelo brasileira sendo clicada pelo renomado fotógrafo Mario Testino. A beldade será a capa da edição de setembro da revista.
Leia o artigo completo no Estadão e veja o Vídeo no site da Vanity Fair.