Artigos publicados na Tag ‘Cenografia’

Cursos Livres: Cenografia e Moda

Publicado em 18 Jun 2009 at 6:30pm

Professor : José Marton

O objetivo deste curso é apresentar o panorama do mercado de cenografia de moda no Brasil e no mundo, ensinar o aluno a trabalhar o briefing do cliente, apresentar o projeto e abordar a questão da imagem de moda na passarela.

Período: de14 a 23 de julho.
Ás terças e quintas, das 19 ás 21 horas, e aos sábados, das 9 ás 11 horas.

Saiba mais informações no site: www.belasartes.br/cursoslivres
Telefone: (11) 5576-7170

Um pouco da história dos objetos na cenografia

Publicado em 14 Apr 2009 at 5:39pm

Os objetos de cena sempre foram definidos pelo diretor em união com o trabalho do cenógrafo que então vai definir volumes e cores e, sobretudo locais onde estes deveriam estar.

Foi Antoine no século XIX quem recusou objetos pintados e truques ilusionistas exigindo objetos reais, materiais trazendo sinais de sua existência anterior, de um passado reconhecível e táctil.

Efeitos sim, mas verdadeiros. Antoine nos revelou a teatralidade do real. Entretanto em grandes escalas isso não é possível. Por exemplo, as ondas fictícias do rio Reno em encenação de Bayreuth sob a direção e a cenografia de Wieland Wagner. Foi a luz que fez o rio mover-se. Nem uma gota do próprio entrou no palco, naturalmente.

Leia mais no blog do Cyro del Nero.

Os Fogos de Artifício

Publicado em 29 Dec 2008 at 10:50am

Os fogos de artifício na passagem do ano em Copacabana têm um resultado surpreendente quando refletidos nas águas do mar. Os fogos de artifício necessitam de um espelho para multiplicar-se e os rios do mundo têm feito isso, assim como, as praias.

O Rio Tâmisa e o Rio Sena foram palco desse reflexo das luzes mágicas que nos chegaram da China. Eles serviram de cenografia para espetáculos teatrais. Sim, por que era uma encenação teatral o desfile de barcos nesses rios. Ou no mar na frente da Catedral de São Marcos, quando o grande barco do Dodge de Veneza desfilava seguido por dezenas de outros barcos.

As vestes da corte, a decoração riquíssima dos barcos encenava a pompa que aquela cidade merecia, por ser dona de parte do Mar Mediterrâneo. Louis XV não dispensava o trabalho dos químicos de Bologna, os irmão Ruggieri e os fogos de artifício que eles forneciam para as festas de Versalhes. Enquanto os fogos coloridos explodiam estrelas nos céus, atores, dançarinos, músicos e cantores realizavam o espetáculo de regozijo nos palcos dos jardins às margens de rios, lagos, e praias.

Por Cyro del Nero

A relação hierárquica e harmoniosa de elementos de encenação

Publicado em 30 Sep 2008 at 3:21pm

A encenação não é sempre a união de todas as artes, como na tragédia grega ou na ópera, mas uma justa relação hierárquica entre os diferentes meios de expressão.

O elemento primeiro e fundamental é o ator, pois sem ele o drama não existirá. É sua ação que deverá modelar o espaço teatral em torno e em função dele. Um espaço tridimensional – é isso o que substitui os fundos pintados, quando já eliminados juntamente com os vícios do palco italiano. E os volumes que substituem a superfície plana. Afinal o ator é tridimensional como deve ser seu universo do palco.

Leia artigo completo no blog do Cyro del Nero.

Por Cyro del Nero

A ousadia de Wieland Wagner

Publicado em 18 Sep 2008 at 11:51am

Wieland Wagner era neto do compositor Richard Wagner e após a Segunda Guerra Mundial conseguiu autorização das tropas de ocupação na Alemanha, para reabrir o Festival de Bayreuth e encenar novamente as óperas de seu avô. Foi uma longa luta de cerca de oito anos para a reabertura de Bayreuth que tinha sido durante o período nazista, um santuário do nacional socialismo que identificava sua doutrina com a mitologia germânica transformada em espetáculo pelas óperas de Wagner.

Afinal conseguiu e como encenador Wieland herdou também as teorias plásticas e de iluminação do suíço Adolphe Appia. Encenador, coreógrafo, diretor, cenógrafo, figurinista, Wieland só não se aventurou como regente de orquestra…

Leia matéria completa no blog do Cyro del Nero.

Por Cyro del Nero

Os primeiros camarins da história e a criação da Cenografia

Publicado em 27 Aug 2008 at 6:12pm

Bosques Gregos

No início, em 600 antes de Cristo, os atores iam trocar de indumentária no próprio bosque além do palco, atrás das árvores. Fato que distraia a atenção do público. Decidiu-se então construir uma tenda que seria o primeiro camarim da história. Tenda em grego é ‘skene’. Mas a porta desta ‘skene’ sendo no centro dela continuava a roubar a atenção do público.

O público continuava a tentar ver o que acontecia dentro da tenda enquanto o ator se vestia. Alguém sugeriu algo lógico: virar a tenda ao contrário de tal forma que a porta da mesma ficasse na parte posterior, invisível, portanto. O público ganhou com isso a visão de uma parede lisa no fundo da ação dos atores.

Leia matéria completa no blog de Cyro del Nero.

Por Cyro del Nero

Notícias do Cyro del Nero

Publicado em 07 Aug 2008 at 8:26pm

Exposição de  Maquetes

Visite a exposição de trinta maquetes dos alunos de Cenografia do Prof. Cyro del Nero na FUNARTE onde você pode assistir OS POSSESSOS de Dostoiévski, dirigido por Antonio Abujanrra com cenário e figurinos de Cyro del Nero.

De quinta a sábado 20 horas e Domingo 18 horas. Entrada gratuita.

FUNARTE – Alameda Nothmann, 1058 Campos Elíseos, travessa da Avenida São João.

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Ciclo de Conferências Sobre História da Antigüidade


A partir de 20 de agosto, na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, no projeto Interunidades, o Professor Cyro del Nero iniciará ciclo de conferências sobre História da Antigüidade.

Este ciclo semanal contará com temas como A FORMAÇÃO DO HOMEM GREGO, O RIO NILO, O TEATRO GREGO, ÉTICA NA PRÁTICA e outros.

Inscrições:

Procure o Blog do Cyro del Nero e deixe um comentário.

Cenografia, uma breve visita desvenda as grandes produções artísticas

Publicado em 11 Jun 2008 at 11:50am

Cyro del Nero, premiado cenógrafo e grande conhecedor do universo televisivo, teatral e cinematográfico, é autor do novo livro da coleção Saber de tudo da Editora Claridade: Cenografia, uma breve visita.

As grandes produções artísticas, através do cinema, da televisão, do teatro ou dos shows musicais, provocam grandes emoções no público. O motivo é o equilíbrio entre cenário, trilha sonora e enredo. Porém, muitas vezes, o espectador é motivado somente por um bom conjunto cenográfico.

Neste livro, Cyro descreve a origem da cenografia na Grécia Antiga – berço dos gêneros teatrais e de seus elementos constitutivos – além de demonstrar a presença do universo cenográfico em outros campos, como por exemplo, nos rituais religiosos, dos quais se originaram…

Para evidenciar a importância da cenografia nas produções artísticas e na vida diária, Cyro explica o significado do termo “cenário”, e detalha as funções dos elementos teatrais, como as estruturas da tragédia e da comédia (ao analisar peças como Édipo Rei, de Sófocles, e Lisístrata, de Aristófanes) –, investigando o mundo circense e suas relações com os adereços. Por fim, apresenta as relações contemporâneas entre moda e cenário.

Essa breve visita ao mundo fascinante da cenografia propicia uma melhor compreensão da arte e da técnica do cenógrafo, sem as quais os espetáculos, especialmente os teatrais, seriam bem menos atraentes.

Cyro del Nero é fotógrafo, cinegrafista e professor titular de Cenografia e Indumentária Teatral, na ECA na Universidade de São Paulo. Ao longo de sua carreira, participou de diferentes montagens teatrais, feiras e eventos em todo o mundo.

Breve história da cenografia / Cyro del Nero / ISBN 978-85-88386-65-5 / 96 páginas / R$ 17,00
Para maiores informações, falar com Janaina (Ass. Imprensa): 11 6215 6252.

Conheça o Blog do Cyro e se delicie com o fascinante mundo do teatro.

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