Artigos publicados na Tag ‘Consumo’

Especial Caminho das Índias e Editorial Daslu Índia

Publicado em 06 Jan 2009 at 5:42pm

Caminho das Índias, nova novela da rede globo, traz a exuberância da cultura indiana em sua trama.

E como as novelas estão entre os principais divulgadores de tendência no Brasil, segue um editorial da Daslu, já com influência oriental para que você vá se acostumando a estética, que com certeza será moda em 2009.

“O desafio de aceitar as diferenças e não se curvar diante da injustiças. Em Caminho das Índias você vai acompanhar a história de Bahuan (Márcio Garcia) que vive um amor impossível por Maya (Juliana Paes). Ele é um intocável, a poeira dos pés de Brahma, segundo crenças hindus. Ela é pertencente à casta dos comerciantes, e sua família jamais permitiria seu casamento com um dalit. E agora? Será que os dois vão enfrentar tudo e todos para conseguir viver este romance?

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Resignificando o consumo

Publicado em 02 Dec 2008 at 12:36pm

Nos últimos séculos, a sociedade moderna transformou pessoas em indivíduos, depois as colocou na condição de cidadãos e hoje, os diferenciam ou identificam como consumidores ou clientes. O ato de ter acesso ao mercado e ‘ir às compras’, de certa forma, se tornou mais democrático.

A pós-modernidade gerou uma sociedade de hiper consumo, gerou simulações, excessos e fragmentações, mas também gerou mesmices comerciais e modismos coletivos.

A comunicação publicitária insidiosa e sedutora tornava o ato individualizado da experiência de compra, em uma repetição do sempre igual. A moda cumpria seu papel de tornar uma coisa comum, e a condição comercial do industrialismo de escala gerava a ditadura do mesmo. Um rígido excesso de massificação.

Mas, na verdade, o que nos diferencia não é o ato livre da escolha. Ninguém pode garantir que um objeto ou roupa não seja reproduzido e copiado. A criatividade está na forma inovadora como usamos os produtos e os transformamos em objetos pessoais, únicos e originais.

Não precisamos fazer compras e escolhas para nos afirmarmos como diferença, temos que exercer nosso livre arbítrio e usar, refuncionalizar e resignificar os ambientes e momentos, objetos e coisas em nossas vidas. Continue

Comunicação: Conteúdos Relevantes e Criação de Valor

Publicado em 17 Nov 2008 at 1:04pm

Entre os diversos objetivos do chamado “mix” de comunicação, a criação, reforço ou mudança de atitudes e padrões comportamentais precisa ser estrategicamente elaborado. Hoje a comunicação precisa desenvolver conteúdos relevantes e criar histórias e valores que preencham de sentido a vida dos consumidores.

O mix de comunicação é a ferramenta ideal para construção de uma percepção favorável e aceitação de novos estilos de vida hábitos de consumo. Ela pode conscientizar as mulheres a serem mais independentes, incentivar homens a cuidar mais da aparência, motivar jovens a aderir a uma nova tendência, criar atitudes e valores favoráveis a temas, até então, polêmicos e de difícil compreensão, sensibilizar as pessoas a cuidar com responsabilidade do meio ambiente.

Comunicação muda atitudes e atitudes transformam comportamentos. Todo mundo hoje sabe da importância de uma vida saudável, muitos consumidores passaram a modificar seus hábitos de higiene, acreditar em novas filosofias e estilos de vida.

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Transformando Atitudes e Comportamentos de Consumo

Publicado em 23 Oct 2008 at 3:47pm

A moda utiliza dos meios de comunicação (editoriais e campanhas) para gerar consumo

A intervenção da comunicação no desenvolvimento da opinião pública e no comportamento social é um fato do cotidiano atual. Mas mudar atitudes ainda parece ser um desafio dispendioso e infrutífero para muitos profissionais de publicidade e marketing, que diversas vezes naufragam sem atingir suas metas, traídos pelas tradições e costumes arraigados, que nem as mais criativas e caras estratégias de comunicação conseguem superar.

Atitudes são avaliações próprias duradouras – favoráveis ou desfavoráveis –, sentimentos e opiniões em relação a algum objeto ou informação. Por serem desenvolvidas ao longo do tempo, através das experiências individuais e contatos de grupo, seriam altamente resistentes a mudanças.

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Uma ‘Coca-valli’ – Coca-cola por Roberto Cavalli

Publicado em 23 Oct 2008 at 2:00pm

Ok, então na Itália até a Coca-cola agora tem estilo! Roberto Cavalli, o glamuroso estilista italiano, aceitou o desafio de fazer ‘roupas’ para a garrafa da Coca-cola Light (é, isso mesmo, somente a light!).

Ele primeiro desenhou croquis de vestidos para mulheres e após isso transformou os croquis em design para as garrafas tamanho ‘piccolo’ (pequeno).

São apenas 300 mil garrafas vendidas somente na Itália nos melhores bares e restaurantes do país. As vendas terminam em dezembro ou até que acabem os estoques.

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Varejo: O cliente, centro de nossas atenções

Publicado em 10 Oct 2008 at 1:28pm

O centro da preocupação de toda empresa, hoje, é o compromisso com a satisfação do seu cliente. Todos os profissionais e colaboradores de uma marca têm como foco a geração de valor para seus consumidores. É crucial compreender a importância de atender bem e satisfazer as necessidades e, sempre que possível, superar as expectativas de nossos clientes. Firmamos um compromisso com cada cliente, garantindo qualidade superior no atendimento que oferecemos aos nossos consumidores. Mas isso só não basta: precisamos oferecer um serviço de excelência. Nossa liderança em vendas será resultado de nossa paixão, empenho e profissionalismo. Os promotores são um dos principais elos de relacionamento com os clientes. Eles são os porta-vozes da empresa, os promotores da marca, os profissionais de contato e interação constante com aquilo que temos de mais precioso: nosso cliente.

Para melhor atender as expectativas e necessidades dos consumidores no ponto de venda – os shoppers – precisamos conhecê-los um pouco mais; saber quem são e como gostam de ser tratados, como se comportam no ponto de venda, como se informam, avaliam as ofertas e como tomam suas decisões de compra. Para entender as engrenagens do comportamento humano é importante recorrermos a psicologia e as ciências sociais. Elas têm muito que nos ensinar sobre o comportamento dos consumidores.

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Consumo de Moda: Agora nas Livrarias

Publicado em 08 Oct 2008 at 11:47am


Capa de Ronaldo Fraga

A Editora Estação das Letras e Cores, responsável pela publicação da revista dObras e de vários títulos ligados à moda e ao design, está lançando “Consumo de moda – a relação pessoa-objeto”. O livro é resultado da investigação científica da consultora Ana Paula Celso de Miranda, que se debruçou sobre as relações entre as mulheres brasileiras e as marcas de moda durante seu doutorado em Administração de Empresas na Universidade de São Paulo.

Ana Paula entrevistou centenas de mulheres de distintas classes sociais e, mediante análises qualitativas e quantitativas, apresenta um cenário inédito para os estudos de consumo focados no fenômeno da adoção de moda. Para tanto, a pesquisadora realizou estudos na prestigiosa Manchester Metropolitan University, na Inglaterra, instituição que é referência para os negócios da moda no mercado internacional. Diretora da Modus Marketing e Semiótica, que atende clientes como Ronaldo Fraga, Plaza Shopping e Santana Textiles, a especialista tem uma larga trajetória ligada à investigação do consumo de moda, incluindo pesquisas publicadas em países como Estados Unidos, Chile e Venezuela. Atualmente, é também professora do mestrado em Administração das Faculdades Boa Viagem, em Recife, e coordenadora do MBA em Negócios da Moda na mesma instituição. “Consumo de moda – a relação pessoa-objeto” é seu terceiro livro.

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Todo Poder aos Consumidores Pró-Ativos

Publicado em 25 Sep 2008 at 5:00pm

Nunca falamos tanto de planejamento. Nem mesmo discutimos tanto as demandas dos consumidores. Indiscutivelmente, nunca fomos tão bem informados e exigentes nas nossas expectativas. As necessidades e aspirações dos consumidores modernos mudam constantemente e seus desejos são reativados a todo instante.

Hoje as empresas sabem disso e não dormem mais no ponto. Sabem que seu sucesso depende de noites de vigília, muito foco em pesquisa e projetos inovadores. Sabem que a inteligência de marketing é fundamental para novas proposições e sabem que a ousadia e a vontade de inovar é o espírito da mola concorrencial.

Observar e monitorar a experiência de consumo se tornou essencial. Eles são estratégicos, pois eles são as fontes de inteligência viva do marketing. Antes, as empresas se colocavam como criadoras de valor. Seu papel, hoje, é mais específico; elas entregam valor em forma de conveniência. Os consumidores tomaram as rédeas da criação e design de produtos.

Atualmente se usa novos conceitos para entender e catalogar estes consumidores: trendsetters, cool hunters, early adopters, tryalist transumers, consumidores 2.0, excursionistas camaleônicos, mavens e uma infinidade de termos por vir.

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O Simbolismo das Marcas

Publicado em 15 Sep 2008 at 3:01pm

Já sabemos que as marcas são responsáveis, hoje, por demarcar coisas e pessoas. A própria origem do conceito está relacionada a esta antiga prática de marcar objetos, animais ou pessoas com sinais de ferro quente datada do início do século XVI. Apenas no final do século XIX que este conceito ganha uma nova definição dentro do universo da economia.

Com a industrialização, muitos produtos já deixavam as fábricas com uma logomarca que servia para atestar procedência e diferenciar os novos produtos dos que já eram referências da população. As embalagens com nome rapidamente se tornavam conhecidas e o “nome fantasia” ilustrava a nova identidade dos produtos.

Pouco a pouco, a cultura material de objetos se viu confrontada por uma nova e poderosa cultura imaterial das marcas. Os antigos valores funcionais do produto cediam espaço para valores cada vez mais intangíveis e abstratos. Os produtos não perdiam sua natureza utilitária e concreta, mas eram inflados de valores estéticos, emocionais, simbólicos e auto-expressivos. Novos valores imateriais eram agregados ao estofo e superfície dos bens industriais. A estetização da mercadoria ganhava terreno e os produtos revestidos de um projeto de marca tornavam-se lúdicos e estilizados, sendo condutores de prazeres, sentimentos, experiências, histórias, valores e comportamentos.

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Transumers e Multivíduos: O Consumo de Auto-Imagem na Pós-modernidade

Publicado em 02 Sep 2008 at 3:23pm

Cada vez mais os significados do consumo, dentro do imaginário contemporâneo, são inflacionados e se tornam mais complexos. O consumo passou a ocupar um lugar central no mundo em que vivemos e em nossas vidas pessoais. Ele estrutura valores e idéias, constrói identidades, regula relações e define hierarquias, define gostos e estilos de vida. Os produtos e serviços são investidos de significados socialmente compartilhados usados para expressar categorias e princípios, construir e sustentar estilos de vida, enfrentar mudanças e criar padrões de comportamento. O consumo é a arena definidora de questões ligadas à identidade, pertença, poder, status e diferenciação.

As relações dos consumidores com produtos e marcas são impregnadas de significações simbólicas que formam uma complexa teia de sentidos e ‘regras’ que passam a animar, mas também regular o sistema de vida das pessoas. Esta teia de significados simbólicos do consumo cria um padrão de cultura, que constrói e anima as relações entre os homens. As promessas publicitárias se tornaram fonte essencial para a felicidade e realização pessoal, e apoiado pelas seduções publicitárias, os bens associam consumo com sedução, poder e sucesso.

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Comunicação de Marketing: Modificando e Reforçando Atitudes e Comportamentos

Publicado em 18 Aug 2008 at 4:18pm

Ninguém pode negar: as mídias se fragmentaram e se multiplicaram, seu impacto sobre as atitudes e o comportamento social é cada vez maior.

Diversos pensadores já analisaram os efeitos dos meios de comunicação sobre as relações sociais e sobre a própria subjetividade. Na área específica de marketing tem se tornado comum estudos e experimentos para analisar a influência da comunicação nas atitudes dos consumidores.

A comunicação alcançou um patamar de poder de influência nas percepções, valores e nos padrões de comportamento humano difícil de diagnosticar, uma vez que a comunicação é onipresente em nossas vidas e se estendeu para todos os campos da vida social. Hoje tudo é cenário, plataforma e veículo de mídia.

A globalização das tecnologias, das telecomunicações e a revolução comunicacional, por sua vez, estabeleceram uma nova dinâmica nas relações interpessoais.

Todas as instituições, grupos e pessoas usam das estratégias e ferramentas de comunicação para se relacionar com seus públicos de interesse. Mas a comunicação mercadológica, mais do que qualquer outra, não apenas quer informar, mas persuadir, seduzir, chamar atenção, criar memória e reconhecimento, criar aproximações, fortalecer relacionamentos e reforçar ou alterar atitudes, comportamentos e imagens pessoais.
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Dicas de presentes para o dia dos pais – Parte 2

Publicado em 06 Aug 2008 at 5:59pm

Os Dias dos Pais está chegando e a correria para comprar o presente já começou. Se dar presente para os pais fosse simples, tudo seria maravilhoso, mas sabemos que não é, por isso seguem algumas dicas.

Antes de tudo, você sabe de onde vem a comemoração da data? Segundo o site Wikipédia, o Dia dos Pais teve origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu Moldou esculpiu em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Aqui no Brasil, o dia é comemorado no segundo domingo de Agosto. A criação da data é atribuída ao dia de São Joaquim, patriarca da família.

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Design e Consumo

Publicado em 05 Aug 2008 at 4:18pm


Hoje, boa parte das coisas que utilizamos, vestimos e até comemos são “designed”. O design faz parte do cotidiano de todos nós e está presente nas coisas mais triviais do dia-a-dia. Como afirmam os próprios designers: são objetos que entram em nossa existência para resolver problemas e apresentar soluções, para transmitir idéias ou para fazer as coisas parecerem mais bonitas e atraentes.

Quando uma pessoa diz “Eu gosto do design de tal objeto”, ela não está dizendo apenas que gosta ou concorda com as formas, cores, materiais, textura e estilo; funções ou praticidade do que vêem, mas estão expressando um juízo estético: estão demonstrando o impacto e os estímulos sensoriais, emocionais e estéticos que este “design” exerce em termos psicológicos sobre ela. Quando eu digo que gosto do design de algo, expresso que me identifico ou desejo “ser” ou “ter” as expressões de estilos e as características visuais ou signícas daquela coisa para mim. O design é um carregador de sentido e estilo, e também, convencionalmente, de bom gosto e estilo artístico. Usa-se o design para expressar o gosto pessoal, dizer quem se é, e para criar uma auto-expressão diferenciada, ‘original’ e particular.

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Terceira Turma do Curso de Criação e Gestão de Marcas da Faculdade Belas Artes

Publicado em 29 Jul 2008 at 1:52pm

O universo das marcas movimenta milhões. Cada vez mais é preciso saber desenvolver estratégias criativas e saber posicionar sua marca para o consumidor.

Cada vez mais o mercado busca profissionais especializados na criação e gestão estratégica de suas marcas.

Poucos profissionais ainda são especializados nesta área, que cada vez mais contrata e valoriza aqueles que tem em seu currículo este diferencial. Os profissionais que querem estar capacitados a trabalhar com branding, devem aprender técnicas e processos criativos aplicados a construção de conceitos e identidades de marca, estar amparados por uma sólida visão estratégica do mercado e equipados com as novas abordagens e ferramentas da comunicação e do marketing. Só assim, podemos construir marcas fortes e uma carreira de sucesso.

A Belas Artes abre sua terceira turma agora com o curso reformulado e a presença de professores especialistas na área e profissionais de grandes agências e consultorias de branding. O curso tem início 06/09/2008, com aulas aos sábados das 9h as 14h e tem duração de 64 horas. Quem fez, avaliou o curso como ótimo e excelente.

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O pensamento capitalista, o futuro do consumo e o equilíbrio entre desejo e necessidade – Parte 2/2

Publicado em 25 Jun 2008 at 4:26pm

Importante retrocedermos um pouco na historia do pensamento filosófico capitalista e extrairmos daí algumas reflexões sobre o tema do consumo utilitário e do consumo do supérfluo e procurar entender como o pensamento mercadológico e a própria sociedade de consumo passou a interpretar o consumismo moderno.

O pensamento filosófico liberal estabelecia as bases para o desenvolvimento de uma sociedade baseada no livre interesse pessoal. O indivíduo é enaltecido e seus desejos, valores pessoais e escolhas refletem sua liberdade. Os indivíduos procuram satisfazer seus interesses privadamente, baseados na ação e escolha racional, agem sabendo o que querem e têm preferências pré-definidas que precisam ser satisfeitas.

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O pensamento capitalista, o futuro do consumo e o equilíbrio entre desejo e necessidade – Parte 1/2

Publicado em 24 Jun 2008 at 11:46am

Um perfume pode durar em média dois anos para ser criado: seis meses para definir o conceito, um ano para elaborar, selecionar e testar a fragrância, definir o design do vidro e embalagem, fabricar e testar o produto e mais seis meses para construir um plano de comunicação e testar a campanha. Muitas vezes o ciclo de vida do produto é menor que seu tempo de pesquisa e desenvolvimento, uma novidade persegue e substitui a outra e esta política de obsolescência programada determina a própria lógica do luxo e da moda.

A indústria criou inúmeros bens que facilitaram a vida das pessoas e solucionaram problemas da vida cotidiana. O que seria de nós sem as benesses da tecnologia e dos bens de consumo? O consumo não gera felicidade, mas com certeza está na base do hedonismo e da satisfação pessoal do mundo moderno.

Mas, neste momento o consumo passa por uma revisão ética e a necessidade de sermos mais responsáveis nas nossas decisões de compra e consumo é urgente. Não vamos deixar de produzir, comprar e consumir, mas certamente iremos mudar muitas de nossas atitudes e hábitos. A indústria ainda produz muita parafernália e ainda compramos muito por compulsão ou impulso.
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Lonely Sweet Home – Nanofamílias: Singles, Dinks e Cia

Publicado em 12 Jun 2008 at 4:56pm

Individuais, tecnológicos, dinâmicos e portáteis. Não se trata de um novo gadget ou uma nova marca de produtos hi-tech. São as categorias que definem os novos arranjos familiares, as novas nano-famílias, os novos domicílios contemporâneos.

Estas novas famílias exigem mais conforto, praticidade, personalização nos projetos e sofisticação nas suas escolhas. Uma nova sensibilidade estética mudou nossas motivações de consumo, e a demanda pela categoria de produtos básicos já se esgotou. Novos perfis de consumidores vão às compras. Não se trata de comprar algo novo, mas de substituir o modelo ‘antigo’. Grande parte de nossas necessidades de consumo já foram satisfeitas, agora chegou a hora de desejar o último lançamento superpremium. Não foi só a tecnologia que permitiu esta mudança na nossa escala de necessidades.

O consumidor se tornou mais exigente, escolhe com mais critério, valoriza estilo e bom gosto e leva em conta a satisfação pessoal. Estes novos perfis de consumidores são mais sofisticados, escolarizados, hedonistas e ‘boêmios’.

Compram menos itens, mas de melhor qualidade e com maior valor agregado. Esta é a tendência batizada de trading up. Fatores demográficos e culturais se combinaram para promover o trading up – o refinamento dos gostos e estilos de consumo.

Hoje nos lares americanos e nos lares de milhões de famílias de classe média e média alta, pelo mundo, se tem mais riqueza discricionária do que no passado para ser gasta com produtos superiores. Nestes lares que tem particularmente mais mulheres, solteiras ou casadas com melhores empregos, salários mais altos e dispostas mais do que nunca a gastarem consigo mesmas.

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As Novas Fronteiras das Marcas

Publicado em 05 May 2008 at 11:21am

A inteligência de marketing não é mais um mero pensamento estratégico. Na área do comportamento do consumidor ele avançou e se tornou uma ‘quase-ciência’ do consumidor e das relações de consumo, amparadas pelo pensamento matemático estatístico, pelas neurociências e principalmente pelas ciências do comportamento humano e social.

O marketing não administra apenas o mercado, mas fecha seu foco e se especializa na gestão do consumidor. Estamos na era da gestão da comunicação, gestão do relacionamento e gestão da experiência do consumidor. Ele passa a ser observado e analisado de todas as formas e em todas as situações da sua vida cotidiana e os fenômenos do consumo identificados e diagnosticados.

A dinâmica social e cultural do século XX provocou sérias transformações nas atitudes e nos comportamentos do consumidor.

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Vivendo com Estilo – Os Novos Consumidores de Alta Renda

Publicado em 23 Apr 2008 at 4:30pm

“The taste for refinement in the arts (luxury) creates a community of cult consumers, of both sexes who flock into cities, love to receive and communicate knowledge, to show their wit or their breedin,, their taste in conversation or living, in clothes or furniture”
David Brooks – Bobos in Paradise.

Este é o padrão de consumo dos bourgeouis bohémes, baseado no princípio da livre disposição de si, apoiado numa base de consumo multiface, em que se recriam diferentes modelos para diferentes grupos, com objetivos e estilos particulares e exclusivos.

Estes novos modelos e estilos de consumo revelam uma nova ordem de emoções e sensações pessoais: um convite ao imaginário, ao deleite dos cinco sentidos – ‘festa privada dos sentidos’, experiência psicológica – a procura pelo vivido e pelo ‘aqui e agora’: a saúde, o corpo, a beleza, o emocional e a auto-estima. Parecer jovem e belo, curtindo a vida intensamente. Aqui, o indivíduo é sua medida, pontua Roux.

O consumo de luxo é este sinônimo de realização das aspirações do burguês médio: ambição de se viver bem, com classe e bom gosto. O consumo é fonte de auto-realização. A publicidade e o marketing celebram o discurso simulacional dos prazeres físicos e sensoriais de uma vida mais sensualista e de um compromisso com a beleza e a felicidade.

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Todas as tribos se encontram nos shoppings

Publicado em 17 Apr 2008 at 10:45am

Patricinhas, surdos-mudos, vestibulandos, evangélicos…Cada turma escolheu um shopping como ponto de encontro

 

SÃO PAULO - Meninas maquiadas, com shorts da última coleção da Miss Sixty, brincos H. Stern ou Tiffany’s, bolsa Louis Vuitton e sapatos italianos são o que mais se vê numa tarde de sábado no Shopping Iguatemi. Na maior parte das vezes, elas nem têm idade para tanta produção. Afinal, poucas ali já passaram dos 13 ou 14 anos. Mas o que importa mesmo é ser fashion. A tendência também persegue as mais velhas, com a diferença de que a concentração delas nos corredores do shopping não se restringe aos finais de semana.

As jovens patricinhas ainda estão presentes em grande número no Pátio Higienópolis. Mas elas têm algumas características próprias. Em vez de aproveitarem apenas os sábados no shopping, elas também freqüentam nos dias de semana, à tarde. E toda a produção das ‘primas’ do Iguatemi dá espaço para uniformes de tradicionais colégios do bairro, como o Rio Branco e o Sion. Sempre, é claro, com algum detalhe para fazer a diferença.

Leia o artigo completo no Estadão.

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