Imagem da Galeria Uol
“A marca Lino Villaventura foi registrada em 1982, quando o estilista abriu a sua primeira loja em Fortaleza, em parceria com Inez Villaventura. Sua carreira profissional, entretanto, começou em 1978 com pequenas produções de tiragem limitada.” Leia mais no site da marca.
“Lino Villaventura foi um dos primeiros estilistas brasileiros a voltar os olhos para o mercado internacional. Em 1989, já com pouco mais de dez anos de carreira e referência na moda brasileira, o paraense, então radicado no Ceará, foi convidado pelo Itamaraty para representar o Brasil em uma feira internacional em Osaka, no Japão, a “World Trade Fashion”. A participação rendeu visibilidade, com um destaque no jornal britânico Financial Times. Lino não perdeu as oportunidades e logo estava com roupas em lojas de Tóquio, Osaka, Londres e Nova York. (…)
E em 1995, os trabalhos de Lino integraram a exposição “Art do Wear – Lunst als Kleidung”, na Alemanha. Participou, ainda, da exposição “A Arte do Brasil em Beirute”, no Museu Sursoak, no Líbano. Em 1996, quando foi lançado o Morumbi Fashion Brasil, embrião do São Paulo Fashion Week, Lino integrou a primeira equipe de estilistas que desfilaram. E até hoje, lança coleções nas duas edições anuais do evento.”
Leia esta matéria completa na site Uol Estilo.
Inverno 2009 por Lino Villaventura
Imagens do Terra Moda e Galeria UOL.
“Ronaldo Fraga é um estilista brasileiro. Nascido em Minas Gerais e graduado em estilismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, estudou em Nova York, cursou a Parson’s School com a bolsa que recebeu por ter vencido um concurso da empresa Têxtil Santista.
Em Londres, aprendeu chapelaria na Saint Martins e, junto com o irmão, abriu uma pequena produção de chapéus, vendidos nas famosas feiras de Camden Town e Portobello.
Em 1996, participou do Phytoervas Fashion, em São Paulo. Em 1997, ganhou o prêmio de estilista revelação. Logo em seguida lançou a sua marca própria. Após participar da Semana de Moda – Casa de Criadores, Fraga foi convidado a entrar no São Paulo Fashion Week e desde então desfila nas duas edições anuais do evento. Logo na segunda participação, as roupas para o verão 2001-2002, inspiradas em Zuzu Angel, foram indicadas como melhor coleção feminina de 2002 para o prêmio Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil.
As roupas de Ronaldo Fraga são vendidas em duas lojas próprias, uma em Belo Horizonte e outra em São Paulo, e em 30 multimarcas espalhadas pelo Brasil.”
Via Wikipédia. Conheça o blog do Ronaldo .
Inverno 2009 por Ronaldo Fraga
Imagem da galeria UOL Estilo
“Em quatorze anos de carreira, o estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch testou todos os seus limites e não tem problemas em encontrar idéias frescas para se superar a cada temporada. Do seu desfile de graduação às apresentações do São Paulo Fashion Week e na concorrida semana de Prêt-a-Porter em NY, sua moda ganha novas experimentações e muito rigor no corte, na modelagem e na escolhe de matérias-primas. Sua evolução pode ser conferida desde a camiseta com estampa de caveira – ícone do underground paulistano do início dos anos 90, quando o estilista se projetou ao assinar looks de prostitutas e travestis, ao festival de volumes e dobraduras, que contrasta com a silhueta seca, algumas vezes temperadas com formas em linha A.”
“Alexandre Herchcovitch atualmente desenvolve 4 coleções por ano para sua própria grife. Sua grife desfila em NY e não mais em Paris. E ele exporta sua marca para todo o mundo, sendo vendido da seguinte forma: Herchcovitch;Alexandre em NY e Herchcovitch;jeans no Japão, porém isto não impede que uma loja japonesa venda a linha prêt-a-porter ou vice-versa. Ele tem 4 lojas no Brasil e uma loja no Japão, além da loja virtual.”
Saiba mais sobre Alexandre Herchcovitch no site da marca e conheça sua biografia na Wikipédia.
Imagens do Terra Moda
Inverno 2009 por Alexandre Herchcovitch
Imagens do site da Revista Elle e do Terra Moda
A Osklen foi criada em 1989 por Oskar Metsavaht, é uma marca de lifestyle desenvolvida em Ipanema, Rio de Janeiro, Brasil. Posicionada entre as marcas premium, as de sportwear e as ecobrands, marca é considerada como casual chic por misturar urbano e natureza, global e local, orgânico e tecnológico com sofisticação.
Hoje, a Osklen tem 41 lojas no Brasil, 3 lojas em Portugal, duas lojas em Milão, uma em Nova York, Tóquio, Roma e Genebra, além de showroom na Itália, Espanha, Grécia, Portugal e de exportar para Bélgica, Chile e Oriente Médio.
Se no início a marca foi reconhecida por sua qualidade internacional e pelos novos conceitos de esportes de ação e aventura somados a estilos urbanos, logo a Osklen seguiria um caminho natural na busca pelo design inovador. Nascia assim, a Osklen Collection, com peças conceituais confeccionadas em seu ateliê de estilo com materiais sofisticados, acabamentos especiais e em séries limitadas. Desde 2003, a Osklen apresenta suas coleções no São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda da América Latina.
Saiba mais sobre a Osklen no site da marca.
Inverno 2009 pela Osklen
O que disseram sobre o Desfile da Osklen na SPFW
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Imagem do site G1 – Globo.com.
“Alessa Carioca de nascimento e no espírito, a estilista e designer Alessa inaugurou em 2002 a Casa da Alessa, uma combinação de lar/ateliê-loja/usina de criatividade em Ipanema. Alessa é tataraneta do alfaiate do Papa e fez mestrado dem Design na Central St. Martins em Londres. Se formou na ESDI – UERJ em Desenho Industrial (Design) e Comunicação Visual. Coleções de roupas, calcinhas e acessórios usam humor como matéria-prima e celebram uma identidade muito brasileira.
Irreverente, a marca Alessa é famosa por explorar espaços inusitados para seus desfiles no Fashion Rio. As coleções Alessa traduzem uma mulher de espírito divertido, ousado e sofisticado. (…)
Alessa está em 60 multimarcas no Brasil e em 22 países (Japão, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha, Emirados Árabes, Dinamarca, Australia).Participou de eventos internacionais, como Brasil 40 Graus na Selfridges em Londres, na Printemps e Galerie Lafayette, em Paris; Coin na Itália, Bread & Butter e SIMM na Espanha, “Brazil Fashion Now” em Tóquio, Pure em Londres. Alessa tem um showroom permanente para atender os clientes em Paris.”
Leia esta matéria completa e saiba mais sobre a grife Alessa no site da Fashion Rio.
Inverno 2009 por Alessa
Um inverno quente e vibrante que traz a energia das flores para combater o pessimismo em tempos de crise. Irreverente e alegre, às vezes, um pouco irreverente de mais, Alessa provoca e brinca com as formas, traz um ar de lingeries e abusa das sobreposições.
Colagem comemorativa dos 10 anos da Casa de Criadores
A Casa dos Criadores já tem nomes consagrados entre seus lançadores, porém, aqui vamos ampliar nosso olhar para o novo.
O Fashion Bubbles tem um compromisso com os estudantes de moda que, durante todo o ano, nos procuram para resolver suas dúvidas, entre elas, como ter acesso à Casa Dos Criadores e quais as maneiras de se introduzirem neste universo dos novos talentos.
Neste ano, a Casa lançou um novo projeto, o Ponto Zero, que, em parceria com a ABIT, apresentou as coleções de alunos das quatro maiores escolas de São Paulo, Santa Marcelina, Senac, Anhembi Morumbi e Belas Artes.
Desfile André Phergon
Entre os alunos que apresentaram suas coleções, estava um ex aluno meu, Ivano de Paula, desfilando pela Belas Artes. Não é o primeiro aluno que tem apresentando seu trabalho na Casa: André Phergon apresentou neste evento sua sexta coleção.
André Phergon
Como a confecção paulista Cris Barros está combatendo um mal muito comum entre as pequenas e médias empresas de seu setor — precariedade na administração e custos nas alturas
Em apenas cinco anos, a ex-modelo Cris Barros, de 36 anos, conseguiu se estabelecer como uma das estilistas mais procuradas pelo público que freqüenta endereços chiques da moda paulistana. A manequim, que saiu da adolescência estampando capas de revista, acabou virando empreendedora de uma grife que produz 50 000 peças ao ano e que leva seu nome. Segundo estimativas do mercado, a empresa fatura cerca de 10 milhões de reais por ano, e as vendas vêm crescendo a uma média de 30% a cada coleção. Hoje, suas roupas estão presentes em 60 pontos-de-venda em todo o Brasil e em lojas de luxo de 12 países, entre os quais Estados Unidos, Líbano e África do Sul.
Em parte, a história de Cris não é muito diferente da de outros empreendedores do mundo da moda que saíram das passarelas ou dos ateliês de costura para criar marcas poderosas. A diferença é que, logo nos primeiros anos, Cris percebeu que o crescimento do negócio ia exigir bem mais do que a criatividade necessária para compor belos modelos — era preciso manter uma gestão eficiente e um rigoroso controle dos custos. “No lançamento da minha primeira coleção, em 2002, o estoque previsto para durar três meses foi vendido em apenas 15 dias”, diz ela. “Não demorou muito para perceber que, sozinha, eu não daria conta de acompanhar o crescimento da marca.”
Algumas pessoas quando assistem a desfiles de moda não entendem como um estilista pôde criar algo tão “ridículo”… Será que alguém vai sair pelas ruas usando “aquilo” ?! Calma minha gente, não é bem assim que funciona.
Os desfiles geralmente são conceituais. As tendências apresentadas nas passarelas – cabelos, maquiagens, calçados, acessórios e roupas – não devem ser seguidas a risca. Se você for às lojas, certamente encontrará peças comerciais que são feitas para serem usadas.
Mas… se você vir algo muito interessante e tiver coragem pra encarar, qual o problema, não é? Vai que “aquilo” combinou com o seu style. Nesse caso, só me cabe desejar boa sorte!
Os Desfiles Conceituais tem sua origem na Arte Conceitual que considera a idéia, isto é, o conceito por trás de uma obra artística, como sendo superior ao próprio resultado final. A aceitação desse conceito é tão importante que o resultado final dessa obra, algumas vezes, poderá até ser dispensado.
O estilista Ricardo Almeida, em parceria com a FranHolding, primeira holding brasileira de marcas de franquia especializada em educação e formação profissional, abre na próxima terça-feira, 15/04, a 2ª unidade do Instituto Ricardo Almeida, primeira escola livre privada do País voltada exclusivamente para a formação profissional de mão-de-obra para a indústria de confecção.
O Instituto Ricardo Almeida prevê, ainda para este ano, a abertura de 12 franquias ou unidades próprias em regiões paulistanas que apresentam demanda e carência em relação a cursos para formação de mão-de-obra especializada como Brás, Lapa e Osasco. O objetivo do empreendimento é suprir a necessidade das confecções brasileiras por mão-de-obra especializada e aumentar a competitividade dessas empresas frente aos confeccionados importados, principalmente da China.
A estilista Isabela Capeto criou uma coleção de roupas para ser vendida exclusivamente nas lojas Taeq, dentro de unidades dos supermercados Pão de Açúcar e Extra. Entre as 14 peças estão camisetas, leggings, jaquetas, macacões e bolsas, feitos a partir de material ecologicamente correto, como tecido sustentável e o tecnobambu.
Leia o artigo completo na Folha Online e veja mais fotos da coleção.
Ao abrir seu primeiro ateliê em São Paulo, quebrou um tabu, criando para socialites quando era moda mulher de bem vestir-se em Paris e quando no Brasil só existiam modistas que copiavam as criações francesas. Este foi o marco inicial da roupa brasileira com estilo próprio.
Dener foi o grande percursor da alta-costura brasileira: fugia da comodidade do copismo, desenhando para clientes de acordo com seu físico, idade, gosto e em consonância com o nosso clima tropical.
Por Deise Sabbag
Leia matéria completa aqui.
O Estado de SP
Matéria retirada do site Mercado Competitivo
| J.F.DIÓRIO/AE |
| ESTILO – Jum concilia os recursos da alta tecnologia à sofisticação de peças confeccionadas à mão< |
Para o estilista paulistano, ambas são ferramentas que têm como objetivo final a interação entre os seres humanos>
“Olá, você ligou para o Jum Nakao, mas no momento eu não posso atender. Por favor, NÃO deixe recado, e sim mande um e-mail para atendimento@jumnakao.com.br.”
Só essa gravação de secretária eletrônica, pra lá de diferente, já seria um indício de que o estilista Jum Nakao é um freak por tecnologia. Mas a obsessão vai além disso: a tecnologia é sua grande fonte de inspiração para criar moda.
Jum, que se considera um “estilista multifuncional”, já que às vezes também ataca de inventor, tem como característica de seu trabalho propor brincadeiras em torno da relação entre tecnologia e tempo.
Isso aparece em suas coleções, que, apesar de terem uma aparência bem retrô, são construídas com materiais supermodernos. É uma proposta de como o hi-tech pode ser ao mesmo tempo vintage, e vice-versa.
No site Uol Estilo tem uma categoria que é ótima para quem quer pesquisar sobre as principais marcas e estilistas brasileiros, onde encontramos informações biográficas, curiosidades e sites. Vale a pena conferir!
Leve trabalho delicado de patchwork em vestido desenhado de Zuzu Angel
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Anjinhos em bolsa divertida da exposição em homenagem a Zuzu Angel |
Galeria Terra Moda
(Folha de São Paulo, 31/3/06)
O designer da Calvin Klein é o primeiro brasileiro a ser indicado para prêmio do Conselho de Estilistas dos EUA
O estilista Francisco Costa, diretor de criação da Calvin Klein, foi indicado na terça-feira para os prêmios anuais do Council of Fashion Designers of America (conselho de estilistas dos EUA). Ele é o primeiro brasileiro a ser selecionado para a premiação -uma espécie de Oscar da moda americana. Costa, 40, concorre na categoria melhor coleção feminina, ao lado de Marc Jacobs e dos designers Lazaro Hernandez e Jack McCollough, da grife Proenza Schouler. O vencedor será conhecido em junho.
Mineiro de Guarani, Francisco Costa mudou-se para os Estados Unidos no início da década de 90. Estudou moda e trabalhou com Oscar de la Renta, Pierre Balmain e Tom Ford (na Gucci). Em 2003, foi contratado por Calvin Klein, que o indicou como seu substituto ao vender a grife.
A indicação da CFDA consagra o estilista brasileiro nos EUA. "Fiquei muito feliz, ainda mais que estou há apenas quatro anos na Calvin Klein", disse ele à Folha, por telefone. Na entrevista a seguir, Costa afirma que a moda "fica mais real quando parte da necessidade das pessoas" e sugere aos estilistas brasileiros apostarem mais numa simplicidade elegante e sem vulgaridade.
Trecho da entrevista
Folha – Para você, que já trabalhou com Oscar de la Renta e Pierre Balmain, qual é a diferença entre a moda americana e a européia?
Costa – Acho que a moda americana é mais fácil, pelo fato de ser menos elaborada. Isso ocorreu desde o início. Claire McCardell ia à Europa e recriava tudo da maneira mais simples possível, em tecidos mais baratos. Por quê? Porque era roupa para vender em supermercados e lojas de departamento. Agora, do ponto de vista estético, a moda americana é totalmente européia.
Folha – Esteticamente, a moda americana não tem uma personalidade própria?
Costa – A mulher americana tem. A moda na Europa é muito mais um "look" . Aqui é sobretudo um "lifestyle" . Mas, curiosamente, foi Chanel quem criou a idéia de lifestyle e sportswear, porque precisava de jérsei, que era mais barato no final da guerra, porque ela viajava muito para Biarritz… Ela buscou o que estava precisando e, coincidentemente, o mercado estava precisando também. Calvin Klein e Ralph Lauren foram inspirados por Chanel. Acho que a moda fica mais real quando parte da necessidade das pessoas. As modas francesa e inglesa são laboratórios. São roupas muito pensadas, menos espontâneas.
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Folha – O que falta à moda feita no Brasil?
Costa – Ela está bem forte, hoje. O que falta a ela é se posicionar melhor no mercado global, com mais vigor. Acho também que os estilistas têm que olhar mais para o país. Às vezes folheio umas revistas do Brasil e vejo uns tecidos tão pesados… Não é confortável para o nosso clima. Por outro lado, não é o caso de limitar a criação, pois é preciso competir internacionalmente.
Folha – Se você fosse fazer moda no Brasil, em que apostaria?
Costa – Acho que voltaria a uma simplicidade que existiu no Brasil nos anos 70. Seria muito interessante. Me lembro muito de fotos de mulheres fantásticas, como a Maísa, que tinha uma presença fortíssima e usava roupas muito simples e básicas. Eu apostaria mais nisso, nesta simplicidade forte, nos tecidos que são realmente para o nosso clima, leves e fáceis, e nas cores, pois é muito gostoso usar cores em países tropicais. Acho que o mercado mundial espera isso do Brasil, além de uma sensualidade discreta. As brasileiras são versáteis e criativas no modo de vestir -e são até bem seguras. Só acho que às vezes elas se expõem demais. Muita barriga de fora não fica elegante.
“Dona de um estilo irreverente e, acima de tudo, graciosamente inteligente, a estilista Thais Gusmão é o principal nome da cena brasileira quando o assunto é lingerie. Suas criações bem-humoradas, sexies e picantes fazem sucesso, especialmente, entre mulheres jovens, espirituosas e que curtem diversão.” (http://www.melissa.com.br/mww/ , no site tem também entrevista com a estilista).
Assim como os biquinis brasileiros construíram sua identidade e hoje ditam as tendências da moda praia no mundo, as lingeries brasileiras também podem virar referência e acredito que esta é uma forte tendência. Que o diga, nossa talentosa Thais Gusmão.