Quem nunca se incomodou com um cravinho ou uma espinha indesejada no rosto? Acne é uma doença que prejudica a maioria das pessoas, principalmente na adolescência. Em alguns casos, isso pode ser tão grave que faz com que o jovem não queira sair de casa, ou prefira perder aquela festa por que está com vergonha do seu rosto. Mas é comum ver também muitos adultos dos dois sexos enfrentando esse tipo de problema.
Existem diversos tipos de pele e de tratamentos especializados. E ao contrário do que muitos pensam, nem toda pele oleosa tem que ter acne, apesar de ser uma pele propícia para esse tipo de doença. As espinhas costumam aparecer na região T do rosto, onde está incluído a testa, o nariz e o queixo. Por isso, em qualquer tipo de pele, se você não cuida, pode aparecer o cravo.
Muitas pessoas acreditam que é preciso tirar o cravo para não virar uma espinha. Mas o que pode acontecer é um cravo mal tirado inflamar e ficar marcado, ou demorar ainda mais para sair. É importante evitar aquela tentação de espremer as espinhas, já que em aproximadamente uma semana ela vai desaparecer. Usar secativo pode acelerar um pouco mais esse processo, mas tem que lembrar de tratar.
A maquiagem é uma das mais antigas formas de ornamento do próprio corpo. Motivos religiosos, sedução, demonstração de status e posição social ou simplesmente, por pura diversão, pintar o rosto e até partes do corpo tem sido feito a milhares de anos.
O registro mais antigo do uso de produtos de maquiagem foi no Egito, onde as mulheres maquiavam os olhos de verde escuro logo abaixo da pálpebra de baixo e, com kohl, escureciam os cílios e as pálpebras superiores. Judeus e romanos também eram fãs do kohl… Na Renascença italiana, pós especiais eram usados para cobrir o rosto – um deles, a Acqua Toffana, era feito de arsênico! Aliás, não faltaram outros venenos na história da maquiagem: muitos produtos utilizavam mercúrio, chumbo e ervas venenosas. O resultado imediato devia ser fantástico, mas a longo prazo surgiam estragos na pele, dores e até a morte.
Com o passar dos tempos, a maquiagem se tornou um trabalho profissional e com o avanço de novas tecnologias industriais, a maquilagem ganhou uma gama de novas cores, texturas, cheiros, e virou um item indispensável a todas as mulheres de hoje.
Ediorial de Maquiagem
Pele excessivamente esticada, olhos muito puxados e lábios volumosos não são resultados da toxina botulínica tipo A.
Desde que foram descobertas suas funções rejuvenescedoras, a aplicação de toxina botulínica tipo A tornou-se um dos procedimentos estéticos mais realizados no mundo. Hoje, porém, ela – principalmente o BOTOX, marca produzida pela Allergan, é muitas vezes culpada por resultados que é incapaz de oferecer.
Personalidades como a primeira dama Marisa Letícia, Marta Suplicy, Donatela Versace e Sylvester Stallone, entre outras, são comumente criticadas pelo “excesso de Botox” ou por suas “caras botocadas”. Mas a dermatologista Carolina Feijó, de Porto Alegre (RS), afirma que em 95% dos casos, os maus resultados que as pessoas criticam não são decorrentes de aplicação de Botox. “No início, o tratamento era pouco individualizado e a substância era aplicada exatamente nos mesmos pontos, independente do paciente. Mas o procedimento evoluiu muito, está mais personalizado e os resultados, cada vez mais naturais”, explica.
Segundo a especialista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o que é apontado como resultado da aplicação de Botox é, na verdade, efeito de outros procedimentos, como liftings e preenchimentos definitivos, como o metacril.
Donatella Versace e Sylvester Stallone
A toxina botulínica age relaxando a musculatura e amenizando as rugas de expressão de forma natural. “O Botox não dá volume, não estica a pele, não é capaz de oferecer os resultados que muitas vezes são atribuídos a ele”, completa.
Tecnologias futuristas, fórmulas revolucionárias, performances extraordinárias, benefícios impressionantes – estes 10 tratamentos de rosto constituem a vanguarda do combate ao envelhecimento.
Os séruns
Sublimage Sérum, Chanel Précision
• O conceito: um processo inédito de extracção de activos permite aceder a todo o potencial cosmético de uma orquídea colhida em Madagáscar, para combater os sinais visíveis do envelhecimento cutâneo de forma global, relançando os processos metabólicos responsáveis pela vitalidade natural da pele.
• A tecnologia: obtido por polifraccionamento, um protocolo laboratorial exclusivo, o Planifolia PFA é mais puro e mais poderoso que os extractos vegetais “clássicos” e constitui o ingrediente-chave da fórmula. Apresenta propriedades regenerantes excepcionais aqui potenciadas, em sinergia, pela água botânica Eau Intense de Planifolia.
• A ação: uma redinamização poderosa do metabolismo celular e um rejuvenescimento cutâneo intensivo. A pele recupera tonicidade, suavidade e luminosidade.
• As recomendações: para peles desvitalizadas.
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