E, então, mais um Dia dos Namorados passou… Espero que os casais tenham sobrevivido. Sim, porque esse é um dia cheio de armadilhas que podem detonar ondas de amor e/ou ódio em muitos relacionamentos, né?
Acho fofa essa coisa de comemorar namoro, dar presente etc. Mas ter um dia específico pra isso é um perigo. Pra mim, meio que parece uma entrevista pra emprego: você está sendo avaliado. Em tudo: comportamento, gestos, palavras, roupa. Como é que a gente pode ser espontâneo numa situação dessas?
Se tem reserva no restaurante, precisa ser pontual pra não perder a mesa. Se chegou na hora, se sente pressionado pra comer logo – afinal, o povo da fila de espera está te encarando e te odiando. Até seus momentos mais íntimos com o ser amado precisam ser agendados, principalmente se você quer ir num motel. Uma amiga me contou que, certa vez, o povo da fila ficava buzinando pra apressar os casais que já estavam no quarto. Imagina! Mais brochante que isso, só ser pego pelos pais em pleno ato!
O Beijo (original Le Baiser) – de Henri De Toulouse-Lautrec – 1982
Dia dos Namorados chegando e aquela bomba de propagandas no ar, como em todas as datas comemorativas, é extremamente comercial. As lojas tentam transformar qualquer calça jeans em símbolo romântico e ideal para presentear.
Na Europa o Dia dos Namorados é dia 14 de fevereiro, e menos comercial. Não existe muito mais que vitrines decoradas e pacotes especiais de restaurantes, como neste ano quando meu marido me levou para jantar em um e, junto com a sobremesa, você escolhia um coração de chocolate. Dentro do coração poderia conter entre outros prêmios, um colar de diamantes Cartier. Não preciso dizer que além de não ganhar, foi a mesa do lado que tirou o coração mais que premiado, e logo após o meu!
De qualquer forma, o que vale é o romantismo (bom, apesar de que um colar Cartier não seria nada mau), e acho que às vezes os homens se preocupam demais com o presente perfeito ao invés de criar o ambiente ideal.
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In my life
( Lennon / McCartney ) Sean Connery
Há lugares de que me lembro
Toda minha vida, apesar de alguns terem mudado
Alguns para sempre, não para melhor
Alguns se foram, e alguns permanecem
There are places I remember
All my life though some have changed
Some forever not for better
Some have gone and some remain
Eros e Psique, escultura de Antônio Canova, no Museu do Louvre, em Paris
O dia dos namorados nos remete a tantos questionamentos que nos afetam do bolso (consumo), ao coração (o par perfeito). Já fui testemunha de muita gente (sovina) que rompeu relacionamento às vésperas de datas como esta e dizem não saber o porquê de tal decisão.
Outras pessoas reafirmam que vivem melhor sozinhas e dizem não querer mais perder tempo namorando, entretanto ao serem tocadas pelas propagandas, vitrines e eventos com motivos desta data, que já é comemorada mais de uma vez por alguns – Valentine´s Day e Dia dos Namorados – se cobram por não ter alguém para amar, celebrar ou dividir suas vidas.
Cupido e Psiquê
Para pensar o tema – dia dos namorados – eu fui buscar na mitologia uma história interessante de amor: Cupido e Psiquê, na qual identificamos os encontros e desencontros das vidas amorosas.
Psique era a mais bonita das três belas filhas do rei. Todos os dias, ela recebia cortejos de pessoas para admirar sua beleza que era tamanha, que muitos a comparavam com a beleza da deusa Vênus, como se tivesse decidido viver entre os humanos.
Esta comparação parecia ser uma homenagem a deusa, entretanto seus templos estavam vazios, por causa da atenção dedicada a Psiquê.
Vênus decidiu vingar-se daquela mortal insolente e por não tolerar tal afronta, pediu a seu filho Cupido (arqueiro divino) que investisse uma de suas setas em Psiquê para torná-la um ser monstruoso, e que sua infelicidade fosse maior do que a mulher mais desgraçada do mundo. (Quem se atreveria a querer Vênus como sogra?)
Cupido, sendo muito obediente a sua mãe foi ao encontro de Psiquê, se aproximou invisível de sua presa e prestes a lhe apunhalar uma seta no peito, ficou encantado com a beleza da jovem e, atrapalhando-se, acabou por ferir-se com a própria flecha.
O dia dos namorados está chegando, não deixe para a última hora a escolha do presente de quem você ama.
Afinal, quem é que não gosta de ganhar um presentinho? Não importa o valor, o importante é “lembrei de você”, o que é sempre melhor do que nada.
Se você é do tipo que fica perdido na hora de comprar, seguem algumas sugestões, preços e situações:
Comecei a namorar há pouco tempo, devo dar presente?
Como o namoro é recente, sugiro que o rapaz, se preocupe com flores e um jantar romântico, se quiser comprar chocolates, só faça isso se tiver certeza que ela realmente adora.
Para as mulheres: compre alguma coisa que não seja muito pessoal, mas que faça com que ele lembre de você. Pode ser um cd , dvd (filme ou show), evite comprar roupas, sapatos, cintos ou camisetas, ainda é cedo para dar presentes pessoais.
Algumas outras opções:
- uma caixa de bombom, por menos de R$30,00!
Fonte: Cacau Show
- Você também pode personalizar seu cd e gravar com as músicas que você mais gosta ou as que vocês costumam ouvir juntos.
Com que roupa eu vou??
Procure usar uma roupa que você se sinta bonita e segura. Se gostar de decotes, use, mas não exagere, para não dar passar a imagem errada, todo homem gosta de um pouco de sedução e mistério.
Um vestido é sempre feminino procure um modelo que valorize seu corpo.
Dependendo do lugar que vocês forem jantar, lembre-se que roupa branca não combina com comida italiana nem com comida japonesa (molho de tomate, e shoyu podem estragar o seu visual em caso de acidentes).
Algumas sugestões:
Veja também: Vitrines e idéias de decoração para o Dia dos Namorados
No Brasil comemoramos o dia dos namorados em 12 de Junho , véspera do dia de Santo António, nosso santo casamenteiro.
Uma data comemorativa que celebra a união amorosa não pode passar em branco.
Nesta data é bem comum a troca de presentes e é por isso que os shoppings e ruas ficam lotados de pessoas procurando o presente ideal para sua cara metade.
Passado o Dia das Mães, mais uma data comemorativa já se aproxima: o Dia dos Namorados, ou Valentine’s Day. No Brasil, a data oficial é 12 de junho. Já em grande parte do mundo, o dia é comemorado em 14 de fevereiro.
A data 12 de junho é explicada por ser véspera do Dia de Santo Antônio, padroeiro dos casais ou “santo casamenteiro”, comemorado em 13 de junho.
Já o dia 14 de fevereiro, explica-se pois foi o dia da morte de São Valentim, o Santo dos Namorados, que viveu em Roma, no século III.
Histórias a parte, separamos algumas imagens, dicas, fotos de vitrine e idéias de decoração.
Feliz Dia dos Namorados!
Veja mais imagens no Moda Revenda
Tenho uma amiga que está com grandes dificuldades (!!!) de terminar o namoro. Motivo não falta. O rapazola só apronta: sempre muita mentira, muito telefone na caixa postal, uma infinidade de desculpas esfarrapadas. É óbvio que tá tudo MUITO errado, mas ela insiste em encontrar as desculpas mais esfarrapadas para evitar o ponto final. A preferida tem sido o chefe do mancebo, grande culpado porque “tá fazendo a cabeça” do moço.
Longe de mim meter o bedelho no namoro alheio. Mas ela pediu minha opinião, então, eu vou dar. E nem vou falar de coisas como “falta de integridade”, “mentira”, “falta de respeito” etc. Ter valores é coisa de gente grande.
Pra avaliar gente tosca e babaca, é preciso abdicar de toda e qualquer sabedoria. Melhor ser rasa. Então, resolvi pinçar, de todo o circo de horrores, apenas quatro fatos suficientemente esdrúxulos para fazer qualquer uma sair correndo gritando “socorraaaa”. Mais claro do que isso, só desenhando.
Okey, gente. Prometo que este vai ser o último texto da “série” sobre o Dia dos Namorados. É que, pra finalizar minhas profundas – pero no mucho – reflexões sobre o tema, precisava dizer mais uma coisa.
Na verdade, é um convite que faço a você, internauta. Apesar de eu ter algumas restrições ao “way of life” da terra do Tio Sam, vamos combinar: o Dia dos Namorados deles é bem democrático. Sim, porque no Valentine’s Day, os norte-americanos celebram não somente o amor entre casais (namorados, casados, enrolados, juntados, tico-tico-no-fubá etc). Eles celebram, acima de tudo, o amor pelo outro, o que inclui amigos e familiares.
Então, que tal a gente fazer o mesmo? Sabe aquele amigo que a gente ama de paixão, mas é só um amigo (como se isso fosse pouca coisa)? Então, por que não celebrar essa relação de carinho, respeito e afeto? Aquele primo companheirão, aquela tia que você tanto gosta, seus pais, seus irmãos… Por mais chato que você possa ser – o que é praticamente impossível, já que você é leitor deste site que só reúne gente bacana (que modéstia que nada: viva nóis!) – com certeza você ama alguém. E com certeza alguém te ama.
Não precisa comprar presente. A gente pode fazer esse dia ser especial de muitas outras formas. Mande um e-mail – ou melhor, um cartão! Putz, melhor ainda: telefone! Se estiver perto da pessoa, dê um abraço daqueles de enforcar leão: loooongo e bem apertado. Finalize com um beijão na bochecha.
São Paulo é uma cidade muito doida. É difícil pensar em algum lugar pra ir que não esteja abarrotado de gente. Tudo aqui tem mais alguém além de você – isso quando não está lotado e tem fila. Cinema, shopping, supermercado, restaurante, bar, danceteria, padaria, banco, médico, cabeleireiro, farmácia, locadora de DVD. Em todo lugar, pelo menos mais uma ou duas almas vivas você certamente vai encontrar.
Mas é incrível como, nesse mar de gente e coisas pra se fazer, a gente ainda, vez ou outra, se vê absolutamente sozinho. Aí você vai me dizer: claro, a solidão está dentro de nós e pulsa na veia mesmo quando estamos rodeados por pessoas. Além do mais, solidão é algo típico de grandes metrópoles. Sim, verdade. Mas numa cidade repleta de tantas possibilidades – e pessoas – devia ser mais fácil estar – de verdade – com alguém, não? Sei lá, por pura matemática…
Uma vez ouvi uma terapeuta dizer que ela tava com o consultório tão cheio de pessoas querendo achar a “outra metade”, que ela até tava pensando em fazer um evento pra reunir os clientes. Quem sabe, assim, não ajudaria a formar alguns casais… (Se bem que, aí, ela ia ficar sem clientes!)
Sei não, mas desconfio que, de todas as datas comemorativas, o Dia dos Namorados é a mais estressante. Pense bem…
Quem tá sozinho
1- Se sente um completo abandonado pelos deuses. Sim, porque até mesmo aquele jaburu do avesso já encontrou a outra metade (que, aliás, geralmente, é linda).
2- Por mais bem-resolvido que seja, corre o risco de chegar em casa, tomar banho, ir pra cama e se deparar com aquele sentimentozinho de… solidão.
3- Se joga numa daquelas festinhas de ode a solteirice. Quem sabe, de repente, rola? No fim da noite, conclui o que já era de se esperar: esse tipo de festa é um equívoco e você está mais solteiro do que nunca.
4- Nem festinha de solteiros, nem solidão na hora de dormir: você resolve jantar fora. Mas aí se depara com uma questão prática: com quem? Com ninguém! Afinal, o planeta está: (a) casado; (b) na-mo-ran-do.
5- Que sorte: você tem um (único) amigo solteiro como você, ou cuja metade-da-laranja está viajando a negócios. Oba, então dá pra jantar fora? Não, não dá. Não há mesas. Nem na padoca da esquina.
Quem tá “de rolo”
1- Se der presente, vai dar margem a segundas intenções, mesmo que não queira nada sério.
2- Se não der, vai ser pior.
Quem tá junto
E, então, o Dia dos Namorados tá chegando, né? Deve ser o único grande momento que mobiliza os “ômi” a irem ao shopping sozinhos pra comprar alguma coisa… Eu tava lendo uma matéria sobre dicas de presentes “para ele” e “para ela” e comecei a lembrar de alguns presentes que já ganhei de ex-namorados.
No meu primeiro namoro, assim, mais sério, eu tinha acabado de voltar a morar em São Paulo e tava louca para comer fondue, afinal, fazia frio de verdade. Comentei com o ex que precisava comprar uma panela – de fondue, óbvio. Dia 12, a Luíza, que trabalhava em casa, entra no meu quarto dizendo “chegou isso aqui pra você”. Eu abro a caixa e… Dito e feito: era uma panela de fondue que vinha com receita e tudo! Achei fofo, mas, honestamente, não era bem o que esperava ganhar no meu primeiro Dia dos Namorados de verdade. Aí pensei: podia ser pior – podia ser um liquidificador!
Numa das Páscoas que passamos juntos, esse ex investiu num superovo da Kopenhagen. Só que eu morava no mesmo prédio que um grande político da época e os seguranças revistaram o presente. Conclusão: o superovo carésimo chegou em minhas mãos aberto e todo quebrado.
Veja fotos de vitrines decoradas para o dia dos namorados e muito material visual para você ter inpiração e deixar suas vitrines, cartões, chocolates entre os mais bonitos!
Seguem imagens de várias partes do mundo com os mais belos motivos para arrasar nesse dia dos namorados.
Veja todas as fotos no Moda Revenda e aqui.