Se você ainda não entendeu direito o que provocou essa crise, não se desespere – você não é o único/a! Eu não sou economista, portanto o que segue é a minha visão pessoal dos fatos.
Tendemos a super-valorizar as nossas expectativas. Quando as coisas vão bem, esperamos que elas irão ainda melhor. E foi isso que vinha acontecendo nos últimos dez ou quinze anos, quando praticamente desde os anos 1970 o Brasil não experimentava tamanho crescimento econômico – resultado: otimismo ingênuo que inflam as bolhas especulativas. Quando as coisas começam a ir mal, esperamos que piorem – resultado: pânico, como o que vimos nas últimas semanas.
As bolhas especulativas, assim como os ciclos econômicos, fazem parte da essência do capitalismo, mas sua principal característica é que ninguém consegue prever com exatidão quando a bolha vai estourar, nem os bancos centrais conseguiram desenvolver ferramentas macroeconômicas para “esvaziar” a bolha, quando esta é detectada, sem que a mesma exploda sem causar tanto estrago. Continue
Homem enrolado em palha surge diante do prédio do Lehman Brothers em Tóquio. No Japão, a palha é tradicionalmente usada para envolver cadáveres ou para servir como cama para mendigos. (Fonte: UOL)
Se vc não sabe do que estamos falando, leia na Folha Online: Bolsas em NY têm maior queda desde o 11 de Setembro com quebra do Lehman.
Melissa é a celebração e a democratização do design.
A marca brasileira que atua no mercado há quase três décadas, é reconhecida em todo o mundo pelo seu trabalho inovador com o plástico, buscando e recriando tendência.
Nos últimos anos, a Melissa convidou grandes nomes, nacionais e internacionais, para desenvolver seus produtos. Entre os parceiros da marca estão o designer egípcio Karim Rashid, os irmãos Campana e os stylists britânicos J. Maskrey e Judy Blame. Em 2008, duas mulheres extraordinárias se juntam à lista. A estilista britânica Vivienne Westwood e a arquiteta iraquiana Zaha Hadid.
Para o verão 2009 a Melissa lança sua nova coleção – a Melissa Secret Gardens. O Oriente dita os rumos da coleção que vem com uma cartela de cores marcantes como o amarelo, rosa, verde e violeta. Laços e palmilhas estampadas fazem parte dos detalhes que compõem modelos ousados, românticos, ora com ares retro e ora vanguarda.
Modelo de calçado em miniatura de Zaha Hadid
Leia matéria completa no Moda Revenda
Imagens: “ecobags” banco de imagens grátis freefoto.com
Preservar o meio ambiente é atitude imprescindível para garantir um planeta saudável e rico em recursos naturais para o futuro. Somos parte da natureza e cuidar dela é tarefa de cada um, atitude que é semente para o comportamento coletivo.
Seguindo as tendências socioambientais, empresas de moda estão buscando alternativas na elaboração de seus produtos, como materias orgânicos, recicláveis, além de despertar a consciência das pessoas em seus lugares de trabalho e de lazer, para a responsabilidade de cada um para com o meio em que vive.
Esta ação social reduz a agreção do homem ao meio ambiente. Não é de hoje que lemos nos jornais e vemos nos noticiários assuntos que abordam o aquecimento global, o desmatamento de reservas florestais, o degelo das calotas polares no Ártico, El Niño, La Ninã, etc.
Um meio encontrado por uma cooperativa no sul do Brasil é a criação de sacolas ecológicas em detrimento das plásticas.
Nos últimos 16 anos, a quantidade de informação produzida sobre o meio ambiente desde a ECO-92 no Rio de Janeiro (Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – CNUMAD), se tornou algo indispensável nos veículos de comunicação de massa. O seu objetivo principal era buscar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra.
Nunca se falou tanto em responsabilidade sócio ambiental como se fala nos dias atuais. Afinal, somos nós os responsáveis por informar a sociedade das coisas que acontecem no mundo e que, indiscutivelmente, afetam a todos nós.
Vemos que os editoriais dos telejornais, matérias de revistas, programa de TV e de Rádio estão abrindo um leque de informações sobre o meio ambiente e as conseqüências da intervenção do Homem no meio em que vive.
A liderança mundial não se dá somente pela pujança econômica, mas pela superioridade intelectual, moral, política, cultural, tecnológica e científica. Isso não se constrói apenas enchendo contêineres com badulaques produzidos com mão-de-obra escrava e vendidos a preço de banana nas feiras de desconto do mundo
Japão, nos anos 70, Europa, nos 90, e, agora, China. Eles desbancariam os Estados Unidos. A verdade é que a hegemonia dos EUA não tem data para terminar
A história das decadências americanas está confinada aos best-sellers. Nos anos 70, o perigo vinha do outro lado do mundo e foi propagado pelo livro Japão, Como Número 1 – Lições para a América, de Ezra Vogel. Nos anos 90, o papel de anunciar o fim da hegemonia econômica nas livrarias ficou por conta do economista Lester Thurow com seu Cabeça a Cabeça, narrativa então levada a sério sobre como a Europa engoliria a economia americana, risco elevado pelo autor à mesma categoria da ameaça representada na Guerra Fria pela União Soviética. Mais recentemente, as notícias da decadência inevitável dos Estados Unidos saltaram para os jornais das páginas de outro best-seller, Colosso: Ascensão e Queda do Império Americano. Fala-se em mundo multipolar e aponta-se agora a China como a sucessora dos Estados Unidos na liderança do planeta.
Prevê-se que até 2020 o PIB chinês terá alcançado o americano. Isso pode vir mesmo a ocorrer, embora projeções sejam por natureza apenas a amplificação no tempo de uma realidade atual que pode ou não se materializar. A liderança mundial não se dá somente pela pujança econômica, mas pela superioridade intelectual, moral, política, cultural, tecnológica e científica. Isso não se constrói apenas enchendo contêineres com badulaques produzidos com mão-de-obra escrava e vendidos a preço de banana nas feiras de desconto do mundo.
O Valor do Amanhã do Eduardo Ginnetti é aquele tipo de livro que muda nossa percepção sobre a vida.
O Eddie leu e agora estou lendo. Muitas vezes em nossos diálogos percebo a influência clara do livro. Como por exemplo ficar do lado do crédito ou do débito e o que isso significa.
A história é sobre o juro, mas na vida em geral sempre nos deparamos com as questões: aproveitar agora e pagar depois? Ou investir e poupar no presente para ter maior segurança no futuro?
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