Quando pautei “Calça e Short Sarouel”*, me vi diante de um desafio – a luta entre: Cenoura x Sarouel. Como fazer uma produção rica e ao mesmo tempo uma divulgação de qualidade sem perder o foco, mantendo-se firme no ponto de equilíbrio? Pensei logo em fechar com uma keyword, “Cotidiano”, e ponderar uma peça que pesa mais para o conceitual.
Idéias a mil, caneta e bloco na mão sempre, celular no bolso (risos) e revista de moda, fizeram desse ensaio uma gostosa experiência que nos sacia de boas doses de moda, alegria e satisfação em fazer o que se AMA.
Quer trocar mais idéias, dar opiniões, fazer sugestões e críticas? Fique a vontade para me mandar comentários. Ok?!
Beijos, até o próximo editorial. Aguarde!!!
Por Lidia De Giuseppe para o primeiro Editorial do Fashion Bubbles.
ÓCULOS ONÇA DA BOTSWANA (R$89,00), BOINA BRANCA COM FLOR DA ACCESSORIZE (R$ 90,00), MINI XALE EM LÃ CREME DA LEVI’S (R$159,00), BLUSA BRANCA DA DROPS DE ANIS (R$45,00), PULSEIRA BRANCA (R$54,00) E PULSEIRA DE ONÇA (PREÇO SOB CONSULTA) AMBAS DA FISZPAN, BERMUDA SAROUEL JEANS BRANCA DA BOTSWANA (R$129,00), SAPATO PLATAFORMA XADREZ DA DRESS TO (R$175,00).
BOINA MARROM DA VIA MIA (R$39,00), GOLA TRICÔ CINZA DA NICA KESSLER (R$159,00), BLUSA BRANCA DA DROPS DE ANIS (R$45,00), CINTO PRETO DA BOTSWANA (R$89,00), SHORT SAROUEL ILHÓS DA DRESS TO (R$165,00), PULSEIRA COM PINGENTE DA LEELOO (R$48,00).
Ache outros vídeos como este em My Fashion Bubbles
Por Mônica Lidizzia
O Designer de “objet”, Finch trabalha com agências, fotógrafos, produtores de moda e de cinema.
Parte de sua coleção aparece nesses “cliques”.
Deles, podemos não só usufruir da estética, como também da dialética.
Ensaiar sobre o elo (ou a abismo) entre a imagem e o pensamento.
Do que é compreendido pela íris e/ou pelo cérebro como… belo.
Será a volúpia (ou a inocência) revelada através da tela (ela mais oculta ou descortina)?
Será (ele, o belo) o conjunto (harmônico ou caótico) de cores, texturas e formas?
Aquilo que brilha ou o que não reluz?
O que é mesmo a moda?
Tradução material da beleza “per se”?
A altura do salto do sapato, a largura da “pata” da calça, o lugar da cintura, o tamanho do “bra”, o tom do cabelo que combina com a estação, as estampas, a monocromia, a alfaiataria, a “desconstrução”, o “shape” do corpo, as tatuagens nele…
Do que é feita a moda?
Da arte criativa ou do que é disponibilizado pela mídia?
Ou da composição da imagem, algo chamado de atitude?
Atitude… termo que carrega uma significância discutível, quase inexplicável, mas amplamente reconhecível, simplesmente através do … olhar!
Seria mesmo, essa tal de “atitude”, atemporal?
Resposta 1. Não, depende diretamente do momento. É, com toda a pompa e glória, o que se nos descortina, o contemporâneo.
Resposta 2: Sim. Chanel (1883-1971), por exemplo, tinha… “personalidade”.
Tornou-se, no jargão da moda, um clássico.
O conceito de estilo situa-se além fronteira da definição de “moda”: requer um toque de classe.
Como estes retratos primorosos, exemplos de sutil sedução.
Por Mônica Lidizzia
Mônica Lidizzia é economista pós-graduada em Adm.Financeira que decidiu estudar a moda por diletantismo, e … encantou-se pelo assunto! Cursou “Trends Forecastings” e “Consultoria de Estilo”. Descobriu que, mais do que consumo, moda é comportamento, resultado do inconsciente coletivo. É pesquisadora de tendências. Atualmente, escreve também nos sites “Auto- Serra” e “My Fashion Bubbles”. E AMA bicho desde pequenininha!
Conheça o dbstudio, o blog da Mônica Lidizzia.
Por Teté Almeida
A discussão entre os termos “moda”, “fotografia e “arte” geram sempre muita polêmica e não caberia aqui, mas que esse editorial daria bons quadros numa galeria não tenho dúvidas, “Sórdida” foi publicado em recente edição da revista argentina Catalogue.
O editorial foi todo inspirado em Mark Ryden, americano que é um dos mais respeitados artistas da atualidade no gênero “surrealismo-pop”, se por acaso você ainda não o conhece poderá ver um pouco de sua obra no vídeo abaixo:
Paintings by Mark Ryden
Toda idéia e direção de arte vieram de Jimena Nahon que nos falou um pouco do seu trabalho:
“Sim, claro, esse editorial foi inspirado em Mark Ryden, um tributo a ele em certo sentido, mas ao invés de utilizar sua técnica que é o de arte 3D, fizemos com foto e retoque digital. A idéia foi justamente essa, re-interpretar este artista com outra técnica, dando um tom mais hiper-realista semelhante a morfologia surrealista”.
Elas adoram os cortes perfeitos e estruturados e de parecer – sem transparecer – fashion.
A atitude revela o desejo de uma luminosidade constante, seja no brilho das lantejoulas, seja na luz própria que carregam.
Uma paixão incessante pelas peles, pela seda e pelo preto revela o chic e o sexy nas ultimas medidas, que apenas a feminilidade tão delicada das parisienses poderia sustentar. E o adorável vestido preto deixa à mostra as pernas… que parecem não terem fim!
Nos últimos 16 anos, a quantidade de informação produzida sobre o meio ambiente desde a ECO-92 no Rio de Janeiro (Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – CNUMAD), se tornou algo indispensável nos veículos de comunicação de massa. O seu objetivo principal era buscar meios de conciliar o desenvolvimento sócio-econômico com a conservação e proteção dos ecossistemas da Terra.
Nunca se falou tanto em responsabilidade sócio ambiental como se fala nos dias atuais. Afinal, somos nós os responsáveis por informar a sociedade das coisas que acontecem no mundo e que, indiscutivelmente, afetam a todos nós.
Vemos que os editoriais dos telejornais, matérias de revistas, programa de TV e de Rádio estão abrindo um leque de informações sobre o meio ambiente e as conseqüências da intervenção do Homem no meio em que vive.