Corinthians x Santo André terá apresentação de cheerleaders
No esporte, as cheerleaders, conhecidas no Brasil como animadoras de torcida, também chamadas de garotas de torcida ou líderes de torcida, e em Portugal como “chefes de claque”, consiste no uso organizado de música, dança e ginástica para fazer com que os torcedores animem as suas equipes nas partidas. Os espetáculos de animação são muito freqüentes, sobre tudo, em esportes de equipe, como o basquetebol e o futebol americano.
Apesar da pouca divulgação no Brasil, a animação de torcida é um esporte muito praticado nos E.U.A. e o número de praticantes vem crescendo em vários países como, Austrália, China, Colômbia, França, Alemanha, Japão, Canadá, Holanda e Nova Zelândia.
Muito mais disseminado entre as mulheres, o esporte junta elementos de ginástica artística e dança, o que dá as praticantes um corpo escultural. Mas no Brasil, essa cultura pode estar a um passo de se tornar realidade.
O grupo ‘Cheerleaders Brasil’ fará sua estréia na Série B do Campeonato Brasileiro neste sábado, na partida entre Corinthians e Santo André, que acontece no estádio do Pacaembu, às 16 horas, pela 30ª rodada da competição nacional.
Três listras, dois irmãos, uma briga. No início da década de 1920, os irmãos Adi e Rudolf Dassler inovaram ao criar uma fábrica de calçados destinados exclusivamente à prática de esportes.
As dificuldades e traições mútuas vividas durante a Segunda Guerra na Alemanha acirraram a briga pelo controle da sociedade e levaram a uma separação drástica: nasciam a Adidas e a Puma, e o mundo dos esportes nunca mais seria o mesmo.
Invasão de Campo revela negociações escusas, casos surpreendentes (muitos dos quais apresentados pela primeira vez) e exemplos de lealdade e superação, bem como de tino empresarial. Expõe os bastidores de uma rede que envolve grandes jogadas de marketing, concorrentes de peso como Nike e Reebok, tramas políticas, cifras multibilionárias, inovações técnicas e celebridades internacionais – no processo de globalização do esporte. Uma leitura surpreendente, capaz de tirar o fôlego até dos melhores atletas.
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Quatro horas após o início da festividade, às 13 horas no Brasil, chegou o ponto mais alto da abertura das Olimpíadas de Pequim: o acendimento da pira olímpica: um atleta saiu correndo com a tocha, acendendo a tocha de outro, que repetiu o gesto, sendo vários os atletas a percorrerem, assim, o palco do estádio Ninho de Pássaro, até chegar a uma pequena plataforma, sendo então a tocha conduzida por uma mulher, que subiu os degraus e acendeu a tocha de outro atleta, que já a esperava.
Ele então levantou vôo (foi içado) até uma projeção do pergaminho, que ia se desenrolando e que ele dava a impressão de percorrer, em vôo, mas movimentando os pés como se corresse no ar.
Você sabe o quê é que faz Isaac Newton (físico e matemático), materiais de EVA, estudos de biomecânica andarem de mão dadas? Não? Se você olhar para baixo, mais precisamente para os seus pés, você achou a resposta.
O ato de caminhar ou correr, se tornou, além de um exercício físico saudável, um exercício científico técnico em busca da melhor maneira de se poder exercitar o corpo com o menor impacto físico possível, permitindo maior rendimento na execução motora e menos gastos no bolso com idas ao fisioterapeuta e a farmácia mais próxima.
O avanço da medicina e a demanda por novas tecnologias fez com que até o nosso caminhar sofresse uma atualização. Empresas de calçados como Nike, New Balance, Asics e Adidas tem investido milhões de dólares em pesquisa para o desenvolvimento de novos modelos que atinjam as necessidades das pessoas que praticam exercícios físicos. Só no Brasil, são 4 milhões de esportistas amadores, segundo VEJA.
A Nike do Brasil, por exemplo, arrisca fazer uma previsão com base em seu próprio crescimento: a empresa acredita que o número de corredores esteja crescendo na base de 30% ao ano, segundo o canal TVBahia. Sua categoria de tênis é a maior em volume de produção (tendo representado, no ano passado, 49% do total produzido – o que representa um crescimento de 37% em relação à 2003). Outra empresa que também acredita nesse ritmo de crescimento é a Mizuno, que produz, por mês, cerca de 100 mil pares de tênis (39% deles para serem usados em corridas).