Filme o Último Samurai
Você nunca se sentiu em vão, buscando algo que sabe que nunca encontrará, mas ainda assim jamais ousou desistir?
“Observe esta flor, é perfeita! Podemos passar a vida inteira atrás de uma dessas e mesmo que nunca a encontremos, nossas vidas não terão sido em vão”. Com esta belíssima explanação, Mestre Katsumoto tenta, nas entrelinhas ensinar o capitão Nathan Algren, a personagem de Tom Cruise, no filme o Último Samurai, sobre a incessante busca da perfeição realizada por ele e sua classe de samurais, que muito embora possuíssem a percepção de que a perfeição,fosse teoricamente ilusória, mutante e inatingível, sentiam que valia a pena investir o tempo de uma vida para ir atrás de algo que não encontrarão, mas que ao menos, aproximar-se-ão.
É na busca pela essência da perfeição que encontramos a nós mesmos.
Fábio Euk.
É impossível de expressar com palavras, a sensação que se tem quando fazemos de tudo para atingirmos o inatingível, a sensação da busca nos faz dormir o sono dos anjos por tentar acordar todas as nossas possibilidades latentes.
Na outra ponta, como conseqüência da lapidação e aprimoramento que se sucede a uma boa incorporação da cultura yôgi na vida de um praticante, a exímia seleção de praticamente tudo (alimentação, comportamento, vestuário, atitudes etc) que envolve a existência do aprendiz o torna exigente com relação ao que o cerca e o faz buscar a excelência em tudo que realiza e, isso meu querido leitor, pode ser um pesado fardo a ser sustentado, se não compreendermos as invisíveis linhas que sustentam o entendimento do todo.
Explico: se tudo o que você faz para si e para os outros, seja no trabalho, relacionamentos e afins, possuir um alto grau de exigência e a tentativa do alcance da perfeição dos samurais, é natural que você espere isso dos outros em reciprocidade também e, é justamente neste ponto que jaz a dificuldade, caso não estejamos atentos. Trocando em miúdos, não devemos esperar reconhecimento ou reciprocidade das outras pessoas e nem mesmo a mesma atitude ou reação que seriam do nosso feitio, pois somos diferentes dentro de nossas igualdades ontológicas.
Por vezes, quando damos o nosso melhor, não aceitamos como contrapartida algo que ouse não se aproximar disto, como por exemplo, o amor que ofertamos aos nossos cônjuges: se não sentimos o retorno com mesma intensidade, esperneamos. O truque é oferecer porque sentimos vontade, queremos e gostamos, tendo a ciência de que nem sempre, ou melhor, quase nunca, seremos correspondidos com igual devoção. Simples assim!
Quando se tenta ir atrás de algo sublime e perfeito, lastreando nossos caminhos para que isso realmente aconteça, costumamos não aceitar nada que não seja semelhante por parte dos demais.
Filme o Último Samurai
No entanto, apesar disso, podemos esperar o mínimo “recomendável” daqueles que se relacionam conosco, de alguma forma. Quando se trata de família, amigos, parceiros amorosos, não é demais esperar respeito, confiança, zelo etc.
De prestadores de serviços como professores de Yôga, arquitetos, marceneiros, engenheiros, diretores de arte, corretores, da companhia de gás, luz, das lojas que nos atendem diariamente… não deve-se esperar perfeição, como citado acima, mas o tradicional que foi estudado por eles e para o que foram preparados ou se predispuseram a fazer, em outras palavras, o que fazem todos os dias. Porém, lhe imploro: se você conhece algum prestador de serviço do qual podemos esperar as qualidades acima e, isso se estende a todas as etapas de um bom trabalho executado: excelência, cumprimento do estabelecido em contrato (tipo do trabalho, prazo, preços), comprometimento mínimo, bom atendimento, pós-venda, mínimo de qualidade, ou seja, o básico que não farão do prestador um virtuose em sua área, mas alguém que será recomendado a posteriori, por favor, me indique!
E que fique claro que isso independe de classe social, tipo do serviço prestado ou formação cultural. Há, neste ponto, uma curiosidade, muitos daqueles que tiveram oportunidade de formação acadêmica, ficam presos àquilo que aprenderam à época de seus estudos, aplicam e ensinam aquele material pelo resto de suas carreiras, quando, na maioria das profissões, tudo e todos vão se reciclando com o passar dos tempos.
Arrisco dizer que é por estas e outras que quase não temos nutricionistas que entendem claramente uma opção vegetariana, pois os demais engessaram o escopo do curso da faculdade na qual se formaram, por vezes, há décadas e não atualizaram-se com as “novas” descobertas, limitando-se ao obsoleto e saudoso diploma pendurado nas já descascadas tintas das paredes das lembranças.
Portanto, se você é como eu, um buscador da excelência em tudo que faz, não espere isso de todos que cruzem o seu caminho, mas exija sim, o “aceitável”, pois do contrário, não há evolução e assim, ficaremos sem uma das grandes dádivas que foi oferecida ao homem.
Fábio Euksuzian
Diretor da Uni-Yôga Vila Olímpia
Presidente da Associação dos Profissionais de Yôga da Vila Olímpia
www.universoyoga.org.br
(11) 3845-5933
fabio.euk@uni-yoga.org
O aforismo acima corresponde a uma citação do sábio Srí Maharaj Patáñjali, provavelmente datada do século III a.C. e publicada no Yôga Sútra, opúsculo de sua autoria composto por 195 sútras, aforismos carregados de significados herméticos que condensados em poucas palavras tornam-se blindados aos olhos de um leigo, e por isso mesmo, se faz necessário um mínimo de bagagem metafísica para a compreensão desta ancestral linguagem cifrada.
A sentença do título faz parte do primeiro capítulo da obra, que explica o caminho para se atingir a iluminação, no Yôga chamado de samádhi. O sútra VI descreve os cinco tipos de instabilidade, sendo um deles, o conhecimento baseado na memória. Quando li este livro pela primeira vez, há cerca de uma década, confesso que não entendi porque a memória seria um obstáculo instável à evolução do ser humano, visto que sem ela provavelmente não estaríamos aqui, afinal, em um passado remoto, nossos ancestrais aprenderam pela observação e memorizaram lições de sobrevivência, como por exemplo: fazer fogo, construir cabanas, plantar e, praticamente tudo que envolvia e envolve o desenvolvimento de uma civilização. Vejamos as crianças: não são espelhos dos pais porque memorizam tudo o que eles fazem? Assim como os meus alunos são reflexos de mim, pois assimilam gestos, ações e atitudes do professor. Por exemplo, se nós não tivéssemos memória, como estaria eu escrevendo este artigo?
Conto aqui uma história que presenciei em um Festival Internacional de Yôga, reforçando a retórica da importância da memória: um grupo de alunos e instrutores estava encaminhando-se para alguma vivencia que estaria prestes a acontecer. Ao passar pelo estacionamento, vimos um passarinho aproximar-se do espelho retrovisor de um carro. Ao avistar seu próprio reflexo, achou que se tratava de outro pássaro a querer invadir seu território e a partir de então, iniciou uma guerra contra o espelho. Por vezes se chocava contra ele e em outras, bicava-o insistentemente. Obviamente se machucou e tão logo percebeu que não era outro pássaro, deu meia volta no ar como se fosse embora, mas, em seguida, novamente se viu no espelho, repetindo todo o processo. Mestre DeRose que acompanhou aquela pitoresca cena que não durou mais que alguns segundos, disse aos que estavam presentes: “Assim somos nós, presos dentro de nossos paradigmas”, bem, dizem por aí que passarinho possui memória de três segundos…
No entanto, a dualidade que existe em praticamente tudo, também está presente na memória como ferramenta de evolução. Ela é fator gerador de outro obstáculo apontado por Patáñjali no capítulo II (trilha da prática), sútra III: o excessivo apego à vida. Em minha opinião, este apego não esconde somente o temor da morte, mas também o receio de perder as sensações de todas as experiências vividas dentro da viagem a que chamamos de vida. Por meio da memória, nos apegamos àquilo que já não existe mais, mas tão somente nas vagas brumas nostálgicas de nossas carcomidas lembranças. Será que é por isso que hoje temos o sucesso das linhas retrôs em variados tipos de publicidade, relançamentos de filmes, peças de teatro que um dia foram boas, o assustador popularismo do botox e tudo o mais que nos fará tentar vivenciar algo que as primaveras levaram?
Já tentou reatar um namoro anos depois, quando já não mais sentia grande coisa pelo outro, mas porque em algum dia do já amarelado tempo de sua memória, aquilo foi muito bom e lhe proporcionou prazer pelos momentos felizes vividos juntos? Pois é como reconstruir um vaso quebrado, nunca mais será o mesmo! Creio que seja por isso que quando envelhecemos vamos perdendo a memória, talvez seja uma forma da natureza nos poupar o sofrimento da lembrança; uma forma de nos desapegarmos daquilo que um dia fomos e nunca mais seremos. A memória nos traga para túneis tingidos de sépia que nos conduzem a passeios no trem das saudades, por vezes felizes, outros nem tanto, mas sempre saudades.
“Hoje joguei tanta coisa fora, cartas e fotografias, gente que foi embora…”, foi com este refrão dos velhos Paralamas na cabeça que recentemente fiz minha mudança de residência em Sampa. Ah, nossa castigada memória emocional ainda nos faz palpitar o coração. Quantas coisas temos que deixar para trás a descansar em algum acinzentado banco de praça, até serem desintegradas lentamente pelas ventanias das novas gerações. Caetano diria que saudades até que é bom, melhor que caminhar vazio… e eu digo sempre, que devemos aprender com o passado, sem se apegar a ele, aplicar o que aprendemos nos fundos do presente e prepararmo-nos para a colheita de um futuro próspero.
Mas se a memória causa este sofrimento, o que fazer? Ser um desmemoriado? Mais uma vez, temos que aprender a canalizar a situação em nosso favor, ou seja, emancipação da escravidão mental. Recentemente, estava com um grande amigo que perdera a mãe e a irmã de Câncer em um ridículo intervalo de quatro anos, em um café de calçada qualquer da cidade de São Paulo, e ele, ainda meio atônito, balbuciou: viver é um ato de heroísmo! Achei aquilo muito bonito e completei: cara, já se deu conta de que nossas vidas se resumem agora a este exato e absoluto instante? Tudo o que fomos, vivenciamos, sentimos, experimentamos, conhecemos, não fazem a mínima importância nesta fração congelada do tempo. Nossas vidas são exatamente isso que neste momento enxergamos e sentimos, eu e você; nunca houve o amanhã ou o ontem. Tudo o que chamamos de passado e projeções de futuro se assemelham a desconexos flashs de um alternativo filme B, meio sem pé nem cabeça, encontrados na mais profunda penumbra do sótão de uma casa com sete janelas. Ele consentiu com um leve movimento de cabeça.
Por intermédio da memória, ficamos presos em nossos próprios paradigmas e atrelados a um passado que por vezes temos a esquisita impressão que não aconteceu, como dizia Cazuza em sua sutil e letal poesia: parece que, aquele amor que tive e senti um dia, quando o reencontro, nunca existiu.
Mas nem tudo são espinhos, eis um dos lados bons da memória: aqueles que ignoram a ética e destroem a confiança neles depositada pelo anseio do tilintar dos trinta dinheiros, haverão de se lembrar de que se é falha a lei dos homens, não o é a dos juízes do karma absoluto, afinal, não somos só nós que temos memória.
Por Fábio Euksuzian
Fábio Euksuzian
Diretor da Uni-Yôga Vila Olímpia
Presidente da Associação dos Profissionais de Yôga da Vila Olímpia
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Fernanda Ribeiro herdou de sua mãe o talento na cozinha. Filha de suíça estudou mestrado na universidade de Urbino na Itália e se especializou em Arte e Educação – conhecimento que aplica na criação de seus produtos em seu ateliê.
E foi no coração da Vila Madalena – celeiro artístico na cidade de São Paulo – que ela começou a produzir sua arte: deliciosas bolachinhas, ricamente decoradas. De massa leve, crocante e muito saborosa, as bolachas são confeitadas com temas e cores diversas.
Com criatividade de sobra, Fernanda acentua ainda mais a expressão “comer com os olhos” – suas bolachas são tão encantadoras que foi convidada a fazê-las para um dos eventos que recepcionou a Rainha Beatrix da Holanda, quando visitou o Brasil em 2002.
Quem diria que dos antigos livros suíços de receita surgiria uma idéia tão gostosa…
Um mimo para as mães mais fofas do mundo!
Como a própria Fernanda diz, o ingrediente principal da cozinha é o amor. Depois vem a farinha, a manteiga, o leite, os ovos…
Bisou,
Sofia
(Sofia é quem convida para os eventos da Coquelux e também escreve histórias e curiosidades sobre as marcas e os criadores no espaço dentro do site, intitulado “O Clube”, que funciona como um blog.)
Os leitores e leitoras do Fashion Bubbles poderão se cadastrar na Coquelux pelo link: www.coquelux.com/convite/fashionbubbles.
Esta é uma oportunidade especial que o Fashion Bubbles oferece a seu público pois a Coquelux é um site fechado.
Sobre a Coquelux
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Hoje em dia, muito se fala sobre responsabilidade ambiental, mas pouco se faz…
Pensando na contribuição para a sustentabilidade do planeta, Roni Hirsch da Conozco Oficina de Design surgiu com a idéia oposta ao uso de materiais e produtos descartáveis que contribuem para o esgotamento dos recursos naturais e de outras matérias primas.
Atual, de linguagem e estética própria, a proposta da Conozco alia eco-design e muita sofisticação. Os produtos são feitos com materiais reaproveitáveis: vidro e madeira de demolição – tudo com uma estética fina e criativa. Estampas e grafismos foférrimos alegram exclusivas peças orgânicas e funcionais – copos de vidro, com desenhos divertidos; bancos, mesas, caxepôs, luminárias e cabideiros, com aplicação de estampas coloridas – mostram a variedade de objetos que podem ser feitos utilizando madeira reaproveitada com design e acabamentos super modernos.
Qualidade e bom gosto, em peças estilosas e que de quebra ainda contribuem para a preservação do planeta.
Bisou,
Sofia
Por Sofia
(Sofia é quem convida para os eventos da Coquelux e também escreve histórias e curiosidades sobre as marcas e os criadores no espaço dentro do site, intitulado “O Clube”, que funciona como um blog.)
Coquelux + Fashion Bubbles
Os leitores e leitoras do Fashion Bubbles poderão se cadastrar na Coquelux pelo link: www.coquelux.com/convite/fashionbubbles.
Esta é uma oportunidade especial que o Fashion Bubbles oferece a seu público pois a Coquelux é um site fechado.
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Por Fábio Euksuzian
Faço parte, juntamente com outros diretores de escolas credenciadas, do Conselho da Uni-Yôga, maior instituição de Yôga técnico do mundo. Recentemente, uma destas reuniões aconteceu em um belo restaurante situado no bairro dos Jardins em São Paulo; quase ao final do encontro, já nos descontos das sobremesas, um comentário sobre uma situação ocorrida em alguma escola, abriu terreno para uma saudável divergência de opiniões e pontos de vista sobre a velha, mas nem por isso menos necessária e quase sempre controversa, relação entre a prática e a teoria do conceito de hierarquia, pedra essencial de grande parte das filosofias orientais.
Alguns caprichados minutos foram usados para que pudéssemos “esgrimar” vernáculos para obtenção de um consenso sobre o tema, o que obviamente não foi possível, visto que contávamos com dez cabeças pensantes sulcadas com as mais diferentes formas de vislumbrar a filosofia que professamos (Yôga antigo). Deixamos o restaurante sem voto majoritário e como infelizmente e quase sempre, o trânsito de São Paulo nos dá tempo de sobra para as mais variadas reflexões; pensei, filosofei e meditei com meus botões durante o trajeto de volta, pois não entendia como algo tão intrinsicamente ligado ao Yôga pudesse gerar dúvidas nas mentes de seus próprios professores. Algumas lombadas e semáforos adiante, tudo se esclareceu! Percebi que estávamos debatendo assuntos diferentes, mas que naturalmente são costumeiramente confundidos, pois é tênue a linha imaginária que os separa. Estamos falando de liderança e hierarquia.
Em minha opinião, liderança é um direito conquistado, geralmente gerado sem intenção do feito; brota de forma pura e absoluta, ou então, em situações de extrema necessidade. Há pessoas que nascem com o dom da liderança, outras a desenvolvem. Por sua vez, hierarquia é um direito de fato, normalmente conquistado por méritos, antiguidade ou até em alguns casos, herdada.
Como nosso assunto era Yôga, sabemos que dentro do rigoroso conceito hierárquico oriental, o neófito não questiona aquele que está acima, simplesmente obedece. Encontra-se isso nas artes marciais, no Yôga, na outrora poderosa instituição dos samurais e mesmo dentro de conglomerados comerciais do Japão, China, Índia etc. O antigo sistema de castas indiano é um bom exemplo de como a hierarquia é utilizada pelos povos acima citados. Elaborado por volta do século X a.C. e que hoje, de acordo com a legislação local deveria estar extinto, é dividido em quatro castas: soberanos, guerreiros, mercadores e os que vulgarmente dizendo, fazem de tudo. Uma vez sendo hereditário de castas superiores, o indiano terá seu grau hierárquico preservado, sem ter realmente nada feito para conquistá-la. O hindu, em sua maioria, entende que o fato da pessoa ter nascido naquela divisão respectiva possui origens kármicas, em outras palavras, ele tem de passar por aquilo, como um pagamento de quitação atrasada.
Por Fábio Euksuzian
Nem todos sabem, mas todo esse samba no pé que assola nosso país nessa época do ano, crava suas controversas origens na mais remota antiguidade, em um antigo festival que celebrava as épocas de colheita às margens do Nilo; reverência ao Deus Saturno em Roma ou culto às qualidades de Dionísio na Grécia…bem, o que se sabe é que passados alguns séculos, a festa começou a ser “organizada” pela Igreja Católica e a dar início à famosa Quaresma – quarenta dias de abstinência de carne, com objetivo de amenizar os pecados e que se encerraria somente no domingo de Páscoa.
Com o passar do tempo, o festival tornou-se uma barafunda total. Para que se tenha um vislumbre da inversão de valores, o termo carnaval provém do latim carna vale, que significa carne adeus e a celebração em si, dentre outras coisas, serviria como uma grande e disfarçada manifestação artística contra os governos atuais; tanto é que o termo folia, maciçamente utilizado em época carnavalesca, vem do francês folie, termo que significa loucura, aludindo aos participantes da festa que fingiam-se de loucos para não serem detectados pelos guardas governamentais. Pena que toda essa simbologia faz parte do passado. Há tempos que os papéis se inverteram: Carnaval hoje é sinônimo de tudo, menos de reflexão, seja ela alimentar ou social.
Responda a pergunta “Por que eu quero uma Smartbox® neste Natal?” e concorra a uma SmartBox que seja a sua cara. Clique aqui para participar.
Com a chegada do período natalino, a Smartbox® aumenta sua presença no mercado nacional, graças ao crescimento da sua rede de distribuidores. Esta aposta traduz-se na presença física em 32 pontos de venda. Após o lançamento nas lojas Fnac e Livrarias Curitiba, a Smartbox® chega agora às Mega Stores da Livraria Saraiva.
Para a primeira edição nacional, a gama Smartbox® está dividida em três universos diferentes: Aventura, Bem-Estar e Hotelaria. E estarão disponíveis no mercado sete Smartbox®: Aventura, Sem Limite, Zen & Spa, Escapada Pitoresca, Hotéis de Charme, Escapada Gourmet e Sonhos & Delícias. Com preços que variam entre R$49 para a Aventura e R$599 para a Sonhos & Delícias.
Para quem gostou da novidade, nós da Smartbox® juntos com a equipe do site Fashion Bubbles, estamos dando um super presente de Natal: uma S Smartbox® Zen & Spa ou Escapada Pitoresca. Basta responder a pergunta “Por que eu quero uma Smartbox® nesse Natal?”. O vencedor da melhor resposta receberá em casa uma das caixas para viver experiências inesquecíveis. O concurso vai só até o dia 20 de dezembro, então acesse o formulário e participe. O resultado será divulgado no dia 22 de dezembro no site Fashion Bubbles.
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Campanha válida até 21/12/2008. Conheça o vencedor!
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Começou o concurso que oferece emoções!
A Smartbox® chegou ao Brasil esse mês para mudar o significado da palavra “presente”. Quantas vezes você já ficou pensando que presente dar a um familiar ou um amigo? Hoje, o gesto de oferecer ou receber um presente virou um hábito comum. Do vestido para a sua namorada ao brinde promocional que recebe com a revista de domingo, o objeto físico deixou de ser significativo. As pessoas querem algo para realmente recordar, e quem presenteia, procura oferecer algo de verdadeiramente diferente!
É justamente para fugir do comum que a Smartbox® chega com uma idéia nova: presentear com uma experiência. Ela é composta por um guia de atividades (com estadias, tratamentos de bem-estar e esportes de aventura) e um vale, que é utilizado como forma de pagamento na realização da atividade.
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Saiba mais sobre a Smartbox
Quando ganhei minha primeira Smartbox pensei “como nunca criaram isso antes???” Uma Smartbox é um conceito diferenciado de presentear, o estilo de presente que se iguala ao famoso logotipo “tem coisas que o dinheiro não compra”, afinal os presentes de uma Smartbox estão mais ‘à la’ estilo experiências que produtos, coisas não tão fáceis de encontrar por aí e muito menos ainda para presentear.
O conceito nascido na França em 2003 já faz maior sucesso aqui na Europa! Cada país tem as suas caixas que funcionam por temas, você compra uma caixa temática, que no Brasil será a partir de R$49,00 o tema “Aventura” que dá direito ao seu presenteado escolher 1 entre 170 atividades como rafting, rapel, entre outras. E a mais cara de R$599,00 com o tema “Sonhos & Delícias” que contém 60 hotéis de luxo do Brasil para escolher e passar uma diária especial a 2 com direito a café da manhã, jantar, entre outras regalias.
O Brasil já começa com sete temas interessantes que acredito que irão aumentar com o tempo. É o que acontece na Europa, cada dia tem um tema novo. Na França já são mais de 37 temas, incluindo livros com opções de workshops e cursos de degustação.
Já pensou em morar num edifício dinâmico, que faz seus andares girarem em torno de seu eixo em 360º, 24hr por dia? Parece até uma idéia de filmes futurísticos, porém este tipo de construção poderá ser visto em Dubai, até 2010. Trata-se de um projeto audacioso chamado de Arquitetura Dinâmica, idealizado pelo arquiteto David Fisher, um italiano que tem grandes chances de mudar o futuro da engenharia mundial.
A primeira “Torre Dinâmica” do mundo será construída em Dubai. O edifício terá 80 andares totalizando 420 metros de altura e girará 360º em seu eixo central de maneira independente. A rotação completa de cada andar durará 90 minutos, tornando o movimento imperceptível aos residentes da torre, e seus apartamentos terão aproximadamente 124 metros quadrados.
Esta é uma dica não só para as mulheres modernas que ficam antenadas com os lançamentos do mercado e da moda, mas também para os homens que curtem um chopinho gelado!
A Asko HomePub é uma geladeira que vem com um reservatório destacável com capacidade para 5 litros de chope. A torneira fica na porta, o que evita o abre e fecha.
A capacidade da geladeira é de 218 litros na geladeira e 83 litros no congelador.
Os suecos são os inventores deste eletrodoméstico que vai conquistar muita gente! Já está sendo comercializado em alguns países da Europa e custa mais ou menos mil dólares!
Gastando mais com a casa e utilidades domésticas, com entretenimento e conforto no lar, setores importantes das classes médias buscam realçar suas diferenças na pirâmide social e cultural e ao mesmo tempo assumem que querem desfrutar, no seu escasso tempo livre, das experiências exclusivas, individualmente ou junto àquelas pessoas importantes para eles, transformando o prestígio em experiência emocional.
Não se trata de uma classe ociosa. Muito pelo contrário. Trabalham mais e sobram-lhes pouco tempo para a família e sua vida afetiva emocional. Por isso gastam mais com a residência, com lazeres, restaurantes e viagens, carros e aparelhos eletrônicos, vestuário, cuidados pessoais, embelezamento e rejuvenescimento. Eles estão preocupados em aumentar o tempo para se dedicar aos seus interesses individuais, se cuidar e se gratificar através do uso de produtos, serviços e conveniências. Os cuidados de si vão do rejuvenescimento físico às cirurgias plásticas de correção, da redução do stress através dos lazeres, aventuras e esportes radicais, apreciam viagens exóticas e flertar com o perigo, alguns buscam a meditação, terapias corporais ou cuidados espirituais.