Garrafa rara de 1911
“Nós tivemos um vida bem simples – porém entendíamos e tínhamos o que era essencial – banho quente, champanhe gelado, novas ervilhas e velho conhaque.” Winston Churchill
Leia também: !!Bubbles – Conheça a história do Champagne
A garrafa de Champagne não é muito diferente de uma garrafa de vinho, é preciso conhecer alguns códigos básicos para decifrá-la. Códigos que nem sempre são óbvios, porém aprendendo uma vez, será possível comprar um produto de qualidade, e é sempre bom entender aquilo que se compra.
Alguns códigos como o AOC irão facilitar na hora de comprar a maioria dos produtos franceses e não somente vinhos.
AOC – Appellation d’órigine contrôlée (termo de controle de origem)
É um certificado francês para certificar o local geográfico que provém cada produto, como queijo, manteiga, vinhos e claro, o Champagne. Todos os produtos seguem normas de qualidade restritas. É proibido produzir e vender um produto de uma região geográfica controlada pela AOC, se ele não segue os critérios AOC. Se o produto possui esse certificado, ele passou por vários requisitos de qualidade.
Champagne AOC
A Champagne AOC foi aprovada em 1927 e estende-se por 150 km de norte a sul, e 115 km de leste a oeste, contém cinco áreas vinícolas. Existem mais de cem casas de Champagne e 19 mil produtores pequenos de vinho, para obterem a mistura de vinhos e manter um estilo específico. Como no caso do Moët et Chandon com seu Brut Imperal Cuvée, que utiliza mais de 100 crus diferentes para atingir o sabor desejado. Algumas empresas possuem suas próprias vinhas, como a Louis Roederer e Bollinger. Outros, inclusive grandes marcas, compram a matéria-prima e não possuem muitos vinhedos.
Champanhe, CHAMPAGNE!
Tem coisa mais feia que código de barras? Agora olha o que os japoneses fizeram com os deles!
A responsável pela revolução dos códigos de barra é a empresa japonesa D-Barcode, que achou uma nova utilidade para elas. Ficou muito mais agradável comprar, embora a maioria das empresas ainda mantenha os códigos de barra originais.
Idéia genial!
Outro dia escrevi sobre a agradável experiência de trazer a atmosfera do almoço de sexta-feira para as quartas-feiras (thanks god it’s Wednesday!). Hoje decidi partilhar uma outra experiência que me fez refletir sobre a frustração de almoçar sozinho mesmo na companhia de alguém.
Uma amiga me ligou e me convidou para almoçar e seu entusiasmo me contagiou. Era uma quarta-feira e eu estava disposto a repetir meu “happy Wednesday”.
Minha amiga insistiu muito para que eu fosse, dizendo que gostaria de me apresentar pessoas incríveis, animadas, que tinham tudo a ver comigo. Eu larguei tudo o que estava fazendo e fui ao grande encontro. Quando cheguei ao local pensei ter errado o restaurante, pois não os localizei no primeiro momento. Era um restaurante japonês com grandes divisórias entre as mesas que eram super, hiper baixas e todos nós, sentados quase no chão, com as pernas cruzadas ou entrelaçadas.
Não parecia um ambiente muito animado, pois estavam em silêncio, mas cheguei com tamanha empolgação que pensei ter interrompido a concentração. Cumprimentei minha amiga e me apresentei aos demais. Não precisei perguntar qual era o assunto, pois não me pareceu ter alguma coisa relevante ou escrachada em discussão.
Eu juro que ia ficar bem caladinha no meu canto. Mas a coisa anda tão fora de controle, que eu preciso me manifestar. É o seguinte, mulherada: ambiente de trabalho não é lugar pra ser sexy (pra não dizer vulgar).
Tudo bem que você é gatinha/gatona, que tá com o corpitcho super em dia, gastou horrores na lipo, colocou silicone etc. Acredite: dá pra ser linda e sensual sem ter que usar produções que ficariam melhores na praia (de nudismo?). Mesmo porque, se você for mesmo gatinha/gatona e seu layout tá tão ótimo, qualquer roupa bacana vai cair bem, por mais que tenha mangas, golas e um comprimento no mínimo na altura do joelho.
Sou mega a favor da liberdade de expressão e da diversidade. Supertolero cabelos estranhos – no corte, arrumação ou cor. Tatto à mostra? Acho o máximo – desde que o desenho não seja ridículo, porque, neste caso, sorry, mas vou ter que rir.
Mas tem certas coisas que simplesmente não podem ser usadas num ambiente profissional. Não importa onde você trabalhe: numa firrrrma (corporativona, mas casual e descolada) ou numa agência (supermodernete e “criativa”). Lembre-se: você está tra-ba-lhan-do. Claro, existem exceções. Tipo: se você é hostess de alguma balada; vendedora de loja e precisa usar os looks da estação ou, ainda, se você é daquela “profissão mais antiga do mundo”. Fora isso, por favor, mantenha a compostura.
O almoço corporativo tem um propósito comercial e formal. A companhia é variada e nem sempre você a conhece. Tendo em vista que você não somente representa sua corporação, mas também sua imagem como executivo, é importante que esteja impecavelmente vestido, digo ao menos adequado para a ocasião e para o lugar. Nestas ocasiões, o mais importante é seu cliente e a negociação em questão, mesmo que seja um almoço para reforçar seu relacionamento ou para prospectar futuras oportunidades, é interessante observar algumas dicas que deveriam ser incluídas na etiqueta para uma boa negociação.
Quem nunca passou por situações embaraçosas em uma mesa de restaurante? Quem não coleciona histórias constrangedoras em almoço ou jantar com clientes ou mesmo em entrevistas, que viram piadas com o passar do tempo?
É difícil falar do assunto e muitas vezes apagamos de nossas mentes quando nos sentimos idiotas por não prever momentos como: sorrir com algo no dente, espirrar molho de tomate ou pesto na roupa, deixar alimentos caírem do prato, não saber se vale a pena usar as mão e pedir uma lavanda, pedir algo do cardápio que não conhece e não conseguir comer ou mesmo convidar um vegetariano para uma tradicional churrascaria. Há ainda a saia-justa de quem paga a conta sem precisar competir com seu cliente quem é mais paciente e resiste esperar até que o outro tome a iniciativa, mesmo que o restaurante já esteja vazio e a conversa rareando.
Tanto se fala sobre networking que as pessoas acabam exagerando. Imagine a seguinte situação: um estagiário tem amizade com todos os demais estagiários. Porém, ao ser efetivado, rompe completamente a relação com eles.
E quem nunca se deparou com um profissional que demonstrava grande admiração por seu superior direto, mas, ao ser transferido para outro departamento, esqueceu completamente dele, bem como das outras pessoas com quem trabalhou?
Situações como essas são bastante comuns, garante a diretora da consultoria de imagem RMML, Renata Mello. “Existe um jogo de interesse relacionado a cargos. Quando há interesse em jogo, geralmente, as pessoas se mostram pacientes e simpáticas. É até normal que isso aconteça, uma vez que, por trás dessa atitude, está o próprio emprego delas. O problema se dá quando não somos quem somos. Cedo ou tarde, nos entregamos e mostramos a verdadeira face”.
Exageros podem revelar informações desnecessárias
Algumas empresas têm adotado o sistema de estações de trabalho para que as pessoas sintam-se em um espaço razoavelmente particular, mas convivendo entre si.
E estes espaços tornam-se reveladores da personalidade de seu dono, pois a maneira como organiza e o decora, aponta sinais a respeito do profissional. É comum entrar num escritório desse tipo, com várias estações, e enxergar, de longe, alguns exageros. Ser autêntico é um ponto positivo, mas expor intimidades pode ser um pouco arriscado se você busca manter alguma privacidade no local que trabalha.
As dicas de Renata Mello, consultora de etiqueta corporativa, podem ajudar a não errar quando o assunto é espaço de trabalho elegante. “Quem trabalha o dia todo numa empresa gosta de personalizar seu espaço. Isso colabora para o bem-estar do funcionário. Porém esta personalização, com critério, pode deixar o local agradável, sem revelar informações desnecessárias a respeito da intimidade, vida pessoal ou preferências de seu dono”, esclarece.
Viajar de avião significa para alguns lazer, para outros, trabalho. Nesses dois grupos de pessoas têm aqueles que sentem medo e enfrentam a situação com dificuldade.
Seja qual for o motivo ou o espírito da sua viagem, algumas dicas podem ajudar a tornar a ocasião menos sofrível e colaborar para que você se saia bem em algumas ocasiões que sempre geram dúvidas.
No Avião…
“O que fazer quando…
…Não quero conversar com o meu vizinho de poltrona?”
Evite começar a conversa, saiba que uma simples pergunta já abre espaço para o outro dar continuidade ao bate-papo. Caso a conversa já esteja engatada, procure ler alguma coisa ou feche os olhos por um tempo. Se nada fizer seu companheiro de vôo parar de falar, seja sincero e diga que a conversa está ótima, mas que você quer descansar um pouco.
Agora, se você é quem costuma conversar durante o vôo perceba se a pessoa ao lado está à vontade. Na dúvida, pergunte se não quer descansar um pouco, questione se você não a está incomodando.
Com a virada do ano se aproximando várias pessoas querem mudar o uso tradicional da cor branca, mas têm dúvida se podem e como devem fazer.
Algumas perguntam: “posso usar as cores verde, amarelo, azul, vermelho ou rosa?” Como cada cor tem um significado especial, cada pessoa tem um motivo para usar determinada tonalidade nas festas de final de ano. Bom, afinal… “Que cor usar??”
A maioria das pessoas sabem que usar o Branco significa PAZ, o Rosa… AMOR, Vermelho… PAIXÃO, Verde…ESPERANÇA, Azul…HARMONIA & PROSPERIDADE e Amarelo…DINHEIRO.
Minha sugestão é a seguinte se você deseja tudo isso e não quer abandonar o famoso branco, segue uma dica:
Compre pedaços pequenos de fita de cetim, uma de cada cor, coloque num alfinete e prenda na sua roupa (não é necessário que fique aparente).
Natal com elegância
Nesta época muitas pessoas acabam confundindo as ocasiões e acham que o Natal é tão importante quanto o aniversário.
Querendo agradar todo mundo, muita gente se endivida pelos próximos 4 meses ou até mais, e esquecem que o mais importante desta época é celebrar a união familiar!
O mundo está tão capitalista que o costume de “trocar” presentes, virou “obrigação”, e o que deveria ser divertido passou a ser cansativo, e estressante, devido a o grande movimento nas ruas, estacionamentos lotados, lojas com poucos funcionários, demora no pagamento, falta de mercadoria, entre outros imprevistos.
Dicas para ser elegante nesta ocasião:
1. Jamais repasse algum presente do Natal do ano anterior que você não tenha gostado – se você confundir quem te deu, você pode acabar presenteando quem te deu o “presente mico”.