“Venha rápido, estou degustando as estrelas!” – Dizia Dom Pérignon no momento em que descobriu o Champagne.
O Champagne é o único vinho que todos, sem exceção, param para sentí-lo antes de degustá-lo. É um sentimento único sentir as bolhas alcançarem a pele antes de descobrir seu sabor. Impossível encontrar outro vinho que tenha imagem tão alegre e festiva, afinal, na vitória merecemos! Napoleão Bonaparte usava o Champagne da mesma forma que garotas tristes usam o sorvete, ele dizia “Bebo também Champagne quando perco, para me consolar.”
O nome ‘Champagne’ deriva do latim ‘campus’/'campania’ que quer dizer ‘campo’. Do latim surgiu a palavra no velho francês ‘Champaign’, e finalmente evoluiu para a palavra ‘Champagne’.
Região de Champagne
Champagne é uma região da França, portanto o vinho espumante só contém a nominação ‘Champagne’ se ele provém dessa região no nordeste do país, que aliás foi primordial para sua criação.
O primeiro grande evento de moda do ano, o Fashion-Rio, acontecerá entre os dias 11 a 16 de janeiro, na Marina da Glória, e trará um tema aproximadamente igual ao do seu primo mais velho (SPFW), que é a questão do hibridismo cultural brasileiro.
Enquanto os paulistas celebram a brasilidade de modo geral, representada pelo ícone Carmem Miranda, fica a cargo dos cariocas trabalharem o tema “Caleidoscópio Cultural Brasileiro”, através daquele que, talvez, seja um dos cartões postais mais marcantes da cidade: o bairro e os arcos da Lapa.
O evento trouxe a Lapa para o mundo da moda, porque o bairro permite a convivência de diversos estilos e linguagens, traduzindo o tema proposto desta edição.
Em carta aberta ao público, o Fashion-Rio fala sobre o motivo da escolha da Lapa como representante do tema desta 14º edição.
“O Rio não é somente o principal cartão postal brasileiro. Ele é, também, a nossa capital artística e a que melhor traduz as diversas influências culturais que o Brasil sofreu.
Gucci -Folclore Russo D&G – Trajes da Mongólia
Um dos temas mais comentados do Inverno 2009 é o Folk (folclore). Várias grifes usaram e abusaram das diversas referências dos países do leste do continente europeu. A Rússia foi a mais reverenciada pelos designers, que deram às passarelas um colorido especial, contrapondo à austeridade do Inverno 2009. Vamos conhecer um pouco mais sobre o Leste Europeu?
No imaginário comum ocidental bem como na maioria das fontes ocidentais, o Leste Europeu é quase sinônimo do termo “países europeus pós-comunistas” (a única diferença é que atualmente ninguém considera o território da antiga Alemanha Oriental parte do Leste Europeu).
Existem tentativas de transformar o Leste Europeu num termo puramente geográfico, diminuindo ou liquidando por completo a sua conotação histórica. É por isso que algumas fontes incluem nessa região a Grécia, e também às vezes o Chipre e a parte européia da Turquia (países que nunca adaptaram o regime comunista).
A partir do dia 18 de agosto será aberta ao público a exposição “Virtude e Aparência – A Caminho do Moderno” que reúne obras de Botticelli, Andréa Mantegna, Pietro Perugino, Bellini, Rafael, Tintoretto, El Greco, Bosch e Dornicke, entre outros. A exposição terá um conjunto de 46 obras do século XIII ao XVIII. A mostra estará disposta em quatro grupos: “Pré-Renascença”, “Primeiro momento moderno”, “Mais drama, mais ação” e “À superfície das coisas”.
Esta será a terceira das quatro exposições temáticas do acervo do Masp, considerada uma das mais preciosas coleções do mundo. Assim como nas duas exposições temáticas já abertas, a mostra “Virtude e Aparência – A Caminho do Moderno” permitirá ao público ter uma visão compreensiva, com textos explicativos, sobre obras específicas da exposição.
Na abertura das Olimpíadas da Grécia, há quatro anos, todas as apresentações artísticas nos pareciam universais, ao contrário da maravilhosa cultura chinesa, que está sendo mostrada, de forma exclusiva, magistralmente, agora, nesse momento em que se iniciarão as presentes Olimpíadas.
Tudo que foi visto há quatro anos na Grécia parecia familiar a quem tem o conhecimento, mesmo pouco, da nossa cultura ocidental, que foi profundamente influenciada pelos gregos, na filosofia, artes plásticas, artes cênicas, mitologia e, desse modo, tem um cunho universal para o homem do Ocidente. A Medicina, a Geografia, a Matemática, o senso estético e de beleza, inclusive o que se considera o ideal da beleza física humana – aí estão a Vênus de Milo, a Vitória de Samotrácia e tantas estátuas gregas masculinas que subsistem em nosso inconsciente coletivo como o símbolo do belo, da perfeição das formas físicas humanas.
Mas agora, não: a cultura, os mitos, o ideal de beleza são os do outro lado do mundo – que, como bem diz o nome “Cidade Proibida”, estiveram como que ocultos, velados, proibidos aos nossos olhos ocidentais. É uma outra faceta do humano que se desenrola ante nossos olhos maravilhados, como se desenrolou nas telas da televisão de todo o mundo o pergaminho há poucos minutos apresentado pelos chineses, representando a invenção do papel e da impressão de caracteres.
Agora, homens se transformam em luzes ambulantes; há pouco, fadinhas da cultura chinesa sobrevoaram a cena, no estádio em que é apresentada ao mundo a tradição chinesa. Nada há que conheçamos aqui no Ocidente, nada toca as nossas lembranças ou inconsciente coletivo e isso é maravilhoso: é a outra face do humano, o seu rosto oriental, que se abre, como um pergaminho, onde, no cenário que a abertura das Olimpíadas nos apresenta, bailarinos evocam a invenção da aquarela, pintando, enquanto dançam, um quadro típico chinês; crianças, depois, também pintam em aquarela e esse imenso pergaminho desenrolado no palco da abertura dos jogos, talvez seja o único elemento comum à nossa cultura originada na Grécia, só que representa o papel.
Marilyn Monroe usava cinco gotas do perfume Nº 5 da Chanel
Usar roupas de grifes famosas é o sonho de muita gente, principalmente dos amantes da moda. Mas, o que fazer quando isso está fora da nossa realidade? A solução pode estar nos Perfumes…
Estudiosos afirmam que comprar um perfume de grife pode ser uma saída para quem não pode comprar a roupa do seu estilista favorito e acredite – a sensação de estar usando a roupa é quase a mesma!