Melissa é a celebração e a democratização do design.
A marca brasileira que atua no mercado há quase três décadas, é reconhecida em todo o mundo pelo seu trabalho inovador com o plástico, buscando e recriando tendência.
Nos últimos anos, a Melissa convidou grandes nomes, nacionais e internacionais, para desenvolver seus produtos. Entre os parceiros da marca estão o designer egípcio Karim Rashid, os irmãos Campana e os stylists britânicos J. Maskrey e Judy Blame. Em 2008, duas mulheres extraordinárias se juntam à lista. A estilista britânica Vivienne Westwood e a arquiteta iraquiana Zaha Hadid.
Para o verão 2009 a Melissa lança sua nova coleção – a Melissa Secret Gardens. O Oriente dita os rumos da coleção que vem com uma cartela de cores marcantes como o amarelo, rosa, verde e violeta. Laços e palmilhas estampadas fazem parte dos detalhes que compõem modelos ousados, românticos, ora com ares retro e ora vanguarda.
Modelo de calçado em miniatura de Zaha Hadid
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Recém lançada na 14º Prêmio de Maquiagem Avon, o Portal da Maquiagem já está dando o que falar. O site foi elaborado para as pessoas que amam moda, cultura e, claro, beleza. É um espaço exclusivo para quem quer se interar das novidades e tendências do mercado beauty.
O objetivo do Portal da Maquiagem é manter uma plataforma aberta para os usuários e leitores de forma que possam visualizar os trabalhos dos membros da comunidade, tendo a possibilidade de indicar a página do profissional para o outro leitor, com o objetivo de aperfeiçoando profissional e troca cultural.
Qualquer usuário / leitor poderá ter acesso ao site para adquirir as informações postadas pela empresa e também por colaboradores. Lembrando que, o conteúdo postado é de responsabilidade do usuário.
O conhecimento visual do mundo através de imagens se tornou moda através do advento da fotografia, que trouxe com ela as marcas de um mundo de imagens que imaginam o mundo, representando e transcodificando processos vivenciais em cenários e cenas, dando ênfase a idéias de um universo substituto. Flusser lembra que (2002:10) como toda imagem é também mágica, seu observador tende a projetar essa magia sobre seu mundo.
Estudar o que pertence à foto, ao sujeito, ao fotógrafo e ao espectador são os caminhos que se apresentam para os estudos teóricos hoje.
Para Barthes a fotografia pertence ao campo teórico da “historia dos olhares” e sua regra parte de dois elementos básicos.
O primeiro é a extensão de um campo familiar ao saber, à cultura do espectador. Este campo que remete sempre a uma informação clássica e gera um interesse geral cuja emoção passa pelo revezamento judicioso de uma cultura moral e política, produzindo um afeto de participação cultural nos gestos, cenários e figuras.
Quanto às imagens publicitárias, dividimos em dois grupos, as fotografias publicitárias que comentam sobre novos produtos, orientando sobre sua função, indicando onde e como usar, onde comprar, quanto pagar, informando os diferentes fabricantes e fornecedores no comércio de varejo, ou seja, quem fabrica, quem vende e quanto pode custar.
Chamo esse tipo de imagem, de publicidade pedagógica, lembrando que sua função enquanto imagem é parte integrante de estrutura da mídia impressa, que tanto informa quanto induz ao consumo. Sua informação diversificada está associada à diversidade do público leitor da revista, que é diverso na condição social, no poder de consumo e na possibilidade de aquisição dos diferentes produtos informados, devido ao descompasso entre a circulação da mídia e a distribuição das marcas anunciadas em todo o território nacional, e é construída também para oferecer variedade de combinação de produto acompanhada de variedade de preço.
Foto: Cláudio Cammarota
“Cada sociedade tem seu regime de verdade,
sua“política geral” da verdade:
Isto é,
os tipos de discursos que ela aceita e faz funcionar como verdadeiros;
os mecanismos e instâncias que possibilitam distinguir entre afirmações verdadeiras
e falsas,
o meio pelo qual cada valor é sancionado…”
Michel Foucault em Rabinow 1984:73
a) Fotografia e Mídia – Imagem e o Objeto do Desejo
Os estudos contemporâneos sobre imagens fotográficas deparam inicialmente com a enorme dificuldade em definir o que é a fotografia, de estabelecer a que classe de objetos pertence e, de distinguir dentro da comunidade das imagens, uma tipologia que a classifique através de seus dispositivos técnicos, forma de representação e diversidade de uso.
Desde o seu surgimento, a fotografia tem sido entendida primeiramente, como testemunho da verdade que, através de fragmentos visuais da realidade informa sobre as múltiplas atividades do homem e da sua ação sobre a natureza, e por tanto, é passível de ser base de análise de qualquer uma das ciências humanas.