Leia também A História do Perfume e a Moda – parte 1.
O casamento do perfume com a moda aconteceu por volta de 1920 e através desta união, estilistas famosos proporcionaram ás mulheres à possibilidade de com uma roupa e um bom perfume, levarem adiante o poder de afirmarem sua própria identidade ou simplesmente seduzir e conquistar. Exemplos desses estilistas não faltam: Valentino, Armani, Dolce e Gabbana, Dior, Yves Saint-Laurent, Kenzo, Emanuel Ungaro, Oscar de La Renta, Rochas, Lanvin, Chanel e o norte americano Calvin Klein.
Com o advento da química orgânica começaram a surgir fragrâncias como as que conhecemos hoje, a exemplo da famosa, pioneira e histórica Psychè e La Damme Blanche, de Coty. Desde 1900, após a revolução da indústria da moda, que ditava tendências, e com a revolução da indústria química, alguns perfumes começaram a marcar épocas. Como foi o caso do Chanel número 5 (rosas, jasmim e aldeídos), que surgiu juntamente com o Arpergè de Lanvin e o Shalimar de Guerlain. A cada novo produto, a indústria se encarregava de vinculá-lo ao poder da sedução e ao “glamour”, tornando-os verdadeiros ícones de tais desejos femininos.
Marilyn Monroe usava cinco gotas do perfume Nº 5 da Chanel
Usar roupas de grifes famosas é o sonho de muita gente, principalmente dos amantes da moda. Mas, o que fazer quando isso está fora da nossa realidade? A solução pode estar nos Perfumes…
Estudiosos afirmam que comprar um perfume de grife pode ser uma saída para quem não pode comprar a roupa do seu estilista favorito e acredite – a sensação de estar usando a roupa é quase a mesma!