Karl Lagerfeld
O vestido tomara-que-caia vem aparecendo bastante nos looks das celebridades e também nos desfiles internacionais. O tomara-que-caia é um clássico da moda e será uma das estrelas do próximo verão.
De uma forma bem feminina, o estilo traz sensualidade e pode ser usado como vestido de festa ou no dia-a-dia. Ele reapareceu de forma descontraída e continua como símbolo de elegância.
Saiba um pouco da história do tomara-que-caia
“Embora seja uma variação dos corseletes do século 15, o tomara-que-caia como conhecemos hoje surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda.
Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. “Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara-que-caia afina a cintura e mantém a postura reta”, explica Fran Scheck, modelista a Escola Sigbol Fashion, de São Paulo. Atualmente, ele é o modelo preferido das noivas e das atrizes de cinema em noites de gala.” (Veja matéria completa no site Manequim – Editora Abril)
Rita Hayworth foi a primeira a utilizar o tomara-que-caia em 1946, no filme Gilda
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O registro mais antigo do uso de máscaras no Carnevale di Venezia data do ano de 1268 – é um antigo regulamento proibindo o “jogo dos ovos” (imagino que os mascarados jogavam ovos uns nos outros!).
A partir do século 14, várias outras leis foram promulgadas visando a deter o “declínio moral” dos venezianos, que aproveitavam o anonimato das máscaras para praticar todo tipo de ato imoral! Como jogar mascarado para fugir dos credores, usar armas e até mesmo entrar nos conventos vestidos de mulher para atacar as pobres freirinhas. A bandalheira era tão grande que em 1608 uma lei declarou o uso de máscaras uma ameaça à República Sereníssima!
Hoje a coisa está mais tranquila (imagino!) e os venezianos aproveitam os dias de carnaval para exibir as máscaras e fantasias mais exuberantes que se pode imaginar.
Visite o Flickr para ver fotos do Carnaval de Veneza tiradas por turistas de todo o mundo ou veja um slideshow.
Origem do Carnal de Veneza
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O que é quipá?
A quipá (em hebraico, kipá, “cúpula”, “abóbada” ou “arco”) ou yarmulke (em iídiche, do polonês jarmulka, que significa “boina”), é um pequeno chapéu em forma de circunferência, semelhante ao solidéu, utilizada pelos judeus tanto como símbolo da religião como símbolo de “temor a Deus”.
Máquina de fiar, que acelerou a fabricação de tecidos no início da Revolução Industrial – Imagem do site iG Educação.
A manufatura das roupas, nas sociedades industriais do século XIX, desenvolveu-se de duas maneiras diferentes. Havia uma procura de costureiras por encomenda, de costuras delicadas e sob medida, que só podiam ser feitas à mão, e ao mesmo tempo, começava a produção em massa do vestuário industrializado padronizado, tanto nos modelos como nas medidas.
O aparecimento das fábricas de roupas reforçou a divisão entre as empresas que usavam maquinário e recrutavam mão de obra semiqualificada, e os velhos artesãos. No comércio tradicional dos alfaiates, cada peça de roupa era feita separadamente por um só trabalhador; isto era conhecido como método da peça única.
Os alfaiates haviam estado entre os primeiros artesãos independentes e tinham estabelecido as suas corporações nas cidades medievais. Eram organizações de patrões, que trabalhavam normalmente com as suas famílias, um ou dois trabalhadores experientes, contratados por dia, e alguns aprendizes.
Lançado desde o século XIX, o escarpim é um sapato fechado, com salto baixo ou médio e uma linha que se afina em direção ao bico.
Derivado da palavra scarpa que em italiano significa sapato, e assim sendo no diminutivo scarpino, ele é muito usado desde o seu lançamento, embora a cada década a moda dite o tipo e a altura do salto.
O responsável pela novidade (salto agulha + bico fino) nos anos 50, foi o estilista Roger Vivier, que durante dez anos (1953-1963) trabalhou como desenhista na Maison Dior. Vivier concebeu alguns dos sapatos de maior influência e originalidade da época. Transformou mules do século XVIII em sapatos toalete, em sapatilhas e em botas para o dia.
Nos anos 20, após a Primeira Guerra Mundial, a indústria de aviões, que primava pela construção de aeronaves modernas e capazes de alcançar altitudes impressionantes para a época, crescia de forma constante. Os pilotos eram prejudicados pela claridade excessiva do sol sobre as nuvens e sofriam distorções visuais.
A força aérea dos Estados Unidos encomendou a Baush & Lomb (empresa ótica americana fundada em 1849), lentes especiais para combater os danos criados pelos raios UV. Foram cerca de dez anos de pesquisas, mas finalmente foram criadas as lentes verdes de cristal especial capaz de refletir e bloquear um alto nível de luz solar, além de proteger contra os raios ultravioletas e infravermelhos.
Inspiração para o Inverno 2009
Os anos 80 serão um dos principais temas do Inverno 2009, que tem o século XX como fonte de pesquisa. O fenômeno japonês na moda também estará em alta e há uma enorme busca por formas arquitetônicas inovadoras nas modelagens das roupas.
Passando pelos anos 20,30,40,50 e 60, os anos 80, trazem no geral a maior fonte de inspiração para as coleções. Também pudera, essa foi uma década de contrastes e o luxo foi o principal ideal de consumo para uma sociedade desenfreada.
No panorama político, Ronald Reagan assumia a presidência dos Estados Unidos e Margaret Thatcher, a Dama de Ferro, entrava em cena. O mundo ocidental voltava a ser conservador em oposição aos 60’s e 70’s, rebeldes que rejeitaram a riqueza e o poder através da cultura hippie.
Na moda, os punks já haviam se estabelecido e os looks mohicanos, apareciam em quase todas as coleções. Porém, na Inglaterra, pátria dos punks, eles perderam o lugar nas passarelas para a febre romântica de piratas, provocada por Vivienne Westwood. Astros da música como Boy George e Prince exibiam seus blazers de veludo e trajes de fantasia em shows apoteóticos.
Só no pós-guerra, particularmente em 1949 surgiria o prêt-à-porter para libertar as confecções de sua “má imagem”, associada ao dia-a-dia e não ao prestigiado traje de gala. Prêt-à-porter criado pelo estilista francês J. C. Weill se traduz por “pronto para vestir” na língua portuguesa e deriva da fórmula americana do ready to wear.
Moda Prèt-à-porter divulgada em revistas
Ao vir ao mundo na moda e conquistar domínios citadinos, o prêt-à-porter abalou a arquitetura da soberana “moda de cem anos” e transformou a lógica da produção industrial de moda. Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), um novo estado de demanda de mercado se ampliou a todos os estratos da sociedade e conduziria à “ democratização última dos gostos da moda trazida pelos ideais individualistas, pela multiplicação das revistas femininas e pelo cinema, mas também pela vontade de viver no presente estimulada pela nova cultura hedonista de massa cultura do bem-estar, do lazer e da felicidade imediata. A era do prêt-à-porter coincide com a emergência de uma sociedade cada vez mais voltada para o presente euforizada pelo novo e pelo consumo”, nas palavras de Gilles Lipovetsky.
Em 1937 a Revista Vogue perguntou a vários designers como seria a moda nos anos 2000.
Seguem alguns dos looks imaginados por eles.
Será que acertaram?
1930s Futuristic Fashion Predictions
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Leia também Zíper: já tem cem anos e status de detalhe fashion – Parte 2/3 e Como é feito um Zíper? Parte 3/3.
O ZÍPER nasceu com a função de substituir os cadarços dos sapatos, mas logo passou a inovador e lançador de moda. Ajustou as cinturas no lugar, casou com o jeans e invadiu os salões do prêt-à-porter.
Foi criado pelo americano Witcom Jadson em 1891. Exibido em 1893 na Exposição Colombiana de Chicago, foi batizado como The 0riginal. A partir desta exposição, o advogado Louis WIalker solicita a seu inventor a construção de uma máquina que possa industrializar a invenção e surge assim a primeira fabrica de zíper, a Universal Fastern. Seu primeiro uso na indústria se deu em malas, porta níqueis e porta fumo. Em 1921, foi finalmente batizado como ZÍPPER pela empresa B. F. Godrich.
1)No canto superior esquerdo, Whitcomb L. Judson , que inventou, em 1891, o primeiro protótipo de fecho com ‘dentadura incluída’. No canto inferior direito, o sueco Gideon Sundback que pegou a idéia, em 1913, e melhorou-a significativamente . ( Do blog Socialíssimo)
2)Demostração de um Zíper se fechando. ( Wikipédia)
A primeira participação deste utilitário na indústria do vestuário acontece durante a I Guerra Mundial, quando os uniformes dos soldados, norte americanos são confeccionados com zíper nas calças.
Levi Strauss, nasceu na Baviera francesa e chegou aos Estados Unidos em junho de 1847, em plena era do ouro. Foi trabalhar para os seus irmãos mais velhos, vendendo tecidos e objetos domésticos em Kentucky. Dois anos depois, partiu para a Corrida do Ouro, na Califórnia. Começou a confeccionar calças para os mineiros com um tecido de lona marrom; usado pra fazer barracas e cobrir carroças; já que eles precisavam de tecidos bem resistentes.
Em 1850, contratou um alfaiate e transformou a sua lona em macacões, que foram vendidos rapidamente. Mais tarde abriu uma pequena confecção de calças em San Francisco. E quando Levi trocou a lona pelo “tecido de Nimes”, mais resistente e durável, tingiu-o com índigo que foi batizado pelos americanos de denim (corruptela da expressão – de Nimes), passaram a chamar a calça de Levi’s blue denim ou blue jeans.
Na década de 1860, o alfaiate Jacob Davis associou-se a Levi para patentear um modelo com rebites de cobre nos pontos de maior tensão, á fim de reforçar os bolsos que se rasgavam facilmente. O número 501 marcava o lote de tecido das primeiras calças jeans de que o mundo teve notícia. Por isso, o modelo foi chamado de Levi’s 501. Strauss morreu em 1902, mas a empresa continua sendo administrada pela família.
Ainda nos anos 1930, uma mulher de calças podia ser presa por se passar por travesti. Mesmo nos anos 1950, embora as calças-toureiro bem justas fossem populares como roupa informal, seu uso não era considerado aceitável no trabalho ou em ocasiões mais formais.
Em seu ótimo livro sobre o desenvolvimento da roupa moderna, Sex and Suits ( Sexo e as Roupas: a Evolução do Traje Moderno), Anne Hollander descreve a relação entre estilos de vestir masculino e feminino como essencialmente idealista: “As roupas masculinas e femininas ilustram como as pessoas desejam que sejam as relações entre os sexos”. Numa época em que os papéis dos sexos são impermeáveis, homens e mulheres se vestem de modo muito diferente. O cavalheiro vitoriano de sobrecasaca nunca seria confundido com sua mulher de cintura de vespa e sua saia em forma de sino.
Entretanto, cem anos depois, quando o movimento de liberação da mulher estava alcançando um nível de massa crítico, o estilo unissex estava no auge e costureiros como Pierre Cardin e André Courrèges criavam ternos tanto para ele quanto para ela. Rudi Gernreich, sempre um incentivador da moda envelope, deu um passo à frente ao fazer com que modelos masculinos e femininos vestidos identicamente raspassem as cabeças.
Aqui, proponho uma breve reflexão sobre o mercado de moda de vanguarda, como propulsor do fenômeno da moda e gerador de um grande número de pequenos negócios que movimentam o setor do streetwear e seus estilos subversivos de moda.
Leia também: O que é a História da Moda – Parte 1/2.
I – APARÊNCIAS SUBVERSIVAS
Estudar a Moda está na moda. Vivemos um período da história da humanidade que exalta a sociedade de consumo, a cultura do desperdício e a contínua rotação de produto, o que da origem à corrida para evidenciar indivíduos singulares e as comunidades que os constituem, ou seja, ser diferente junto com seus iguais.
Para Dorfles, num período histórico no qual privilégios de casta, de condição e de classe pareciam se atenuar, surge a necessidade de distinção entre os vários segmentos que compõem a sociedade e os indivíduos que dela participam. Para ele é espantoso que (1989): enquanto assistimos a consolidação de conquistas derivadas das contestações juvenis, cujo objetivo é eliminar e infringir privilégios e tabus burgueses, verificamos que estas novas formas de revolta são levadas a se deixar dominar pela moda,… isto porque a cultura dos objetos se edifica sobre este fenômeno e este, por sua vez, é parte da cultura das aparências.
Tal fato tem sido visível em hábitos, costumes e particularmente no vestuário como forma de virtualidade revolucionária. Esta expressão é usada por Bruno du Rosselle (1980) para definir a maior qualidade da moda como fenômeno, ou seja, o gosto pelo novo como atitude revolucionária, sendo, portanto, possível de ser entendida como uma linguagem de vanguarda.
Imagem do Blog Missixty
Leis Suntuárias
Na era medieval os Éditos Suntuários serviam para impedir as classes pobres de se vestirem como os nobres, visando monopolizar o poder e difilcultar, para não dizer impedir, a mobilidade entre as classes sociais e principalmente enfatizar uma hirerquia das condições.
Sobre as Leis Suntuárias na História
“A partir de 200 a.C, surgem as primeiras leis suntuárias, trazendo leis que regulamentavam a vida das pessoas, restringindo, por exemplo, o número de convidados que se poderia ter em um banquete, ou a quantidade de ouro que podiam possuir. Essas regras visavam, sobretudo proteger os interesses hierárquicos da pirâmide social, visto que essas leis só valiam para aqueles que podiam ameaçar as classes altas.
Também no Cristianismo, o luxo era considerado pecado, visto que os prazeres sensoriais levavam ao sexo.
Ainda no período da Idade Média, iniciada em 476 d.C, as leis suntuárias permaneciam, agora já espalhadas pela Europa, restringindo o uso de determinados objetos, com a clara intenção de preservar a alta hierarquia.” (Do blog Sara Bolseira)
Leia também Um Histórico da Moda.
A camisa branca é uma peça central do estilo americano, tanto quanto o blue jeans. Mulheres pelo mundo todo usam camisas brancas, é verdade, mas é o porte dessa peça que a torna tão essencialmente americana.
A camisa branca fala de uma energia de mangas arregaçadas, de uma atitude direta que não tem tempo para detalhes complicados nem frescuras que não sejam funcionais. Sua cor nada prática lhe dá um ar aristocrático, enquanto o fato de ser acessível e estar à mão a torna uma favorita do povo. Representa o melhor dos mundos para os consumidores de todas as faixas de renda – e o que pode ser mais americano do que isso?
Produzidas em edições limitadas e objeto de desejo de muitos colecionadores, as Barbies Collectibles (”Barbies de coleção”) deixam de lado o papel de brinquedo ou objeto de desejo para contar a história da indumentária na exposição “Barbie na Moda”, no Shopping SP Market, em São Paulo. Na mostra, que vai até 1º de junho, as bonecas vestem roupas usadas em diversas épocas, desde o Renascimento até momentos contemporâneos.
Segundo o curador da mostra e proprietário da coleção, Carlos Keffer, o objetivo é “levar ao grande público as principais transformações de costumes que ocorreram do Período Clássico até os dias de hoje”.
Exposição Barbie na Moda
Data: de 16 de maio até 1º de junho
Horário: das 10h às 22h
Local: Praça de Interligação do Shopping SP Market
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 22.540 – São Paulo
Informações: www.shoppingspmarket.com.br ou (11) 5682-3666
Leia o artigo completo no site da Artemoda.
O pretinho básico é um conceito atraente, que tem arrastado gerações de mulheres para essa peça do guarda-roupa feminino. Todo mundo quando ouve essa expressão sabe do que se trata: um vestido que é simples o suficiente para aparecer sem esforço, mas elegante o bastante para que a mulher que o usa fique marcada como uma pessoa de bom gosto.
Com essa ambigüidade ele se torna uma das peças mais atraentes e indispensáveis para o público feminino. Ora sedutor ou sóbrio, ora ousado ou modesto, chique ou jovial, é uma das grandes armas em qualquer guarda-roupa.
É tentador atribuir o primeiro pretinho a Chanel, uma vez que ele representa tudo o que a estilista simboliza: modernidade, linhas praticamente aerodinâmicas e uma sensualidade tranqüila e confiante que nem mesmo os vários acessórios poderiam lhe conferir.
O preto é uma cor carregada de simbolismo – expressões como “coração negro”, “magia negra” e “chantagem” sugerem conotações obscuras. O preto é a cor do pecado e do sobrenatural. Mas é também a cor do ascetismo, usada pelos piedosos e pelos eruditos: padres, freiras, estudiosos, eremitas e advogados, todos eles, tradicionalmente, protegem-se enfarruscados em suas profundezas.
O linho, quem diria, está de volta!
A fibra que foi descoberta há mais de 8.000 a.C, conforme registros históricos, teve seu uso constatado até em construções de moradias pré-históricas.
Não se tem a data exata de quando a fibra do linho começou a ser tecido pelo homem, mas há registros que comprovam o seu cultivo desde 2.500 a.C., pelos egípcios – as múmias egípcias eram enroladas em tecido de puro linho e tinha o significado de luz e pureza – a tumba do faraó Ramessés II; morto em 1.213 a.C; foi descoberta em 1.881 d. C, e o linho que envolvia a múmia estava em perfeito estado de conservação – após 3.000 anos. Além da sua existência, isso comprova a resistência da fibra em relação a ação do tempo.Há também, menções sobre o tecido no Antigo Testamento – “a túnica de Cristo era de linho sem costuras”.
O Linum Usitatissimum (nome científico) é uma planta herbácea que chega a atingir um metro de altura. É composto basicamente de uma substância fibrosa da qual são extraídas as fibras longas para a fabricação de tecidos e da superfície lenhosa.
Muito mais forte e resistente que a fibra de algodão, o linho tem alto poder absorção e tingimento, porém baixo poder de resiliência – amassa com facilidade.
Por Alexandre Gijon
Estamparia Localizada
Processo de estamparia de pequenas partes localizadas em peças de roupa.
Aplicada em sua maioria na frente de camisetas, porém não se restringe somente a essa área. Pode ser localizada em pernas de calças, costas de blusas, casacos ou qualquer parte onde se deseja aplicar uma estampa.
Leia também: Tipos de tinta e efeitos para Silk-Screen (Parte 2/3) e Estamparia Corrida – Parte 3/3.
Processos:
Versão romântica do século XX, beats e existencialistas foram a primeira cultura jovem a mostrar no seu vestuário o luto por um estado de guerra em que não viam sentido e do qual não queriam participar.
Surgiu na América do Norte, dentro das comunidades estudantis da costa oeste durante os anos 50. Nasceu da tenção existente dentro do próprio tecido social, do protesto contra a opulência de uma sociedade que saíra da Segunda Guerra bombardeando Hiroshima e se preparava para investir contra a Coréia. Protestava contra condições da própria civilização americana, contra o “American Way of Life”.
Beat significa beato e denominava uma geração que se tornava jovem no pós-guerra. Largamente perturbada, protestava contra o progresso tecnológico que produzia bombas atômicas, propondo uma renovação cultural que se manifestou através do catolicismo de Thomas Merton e de um culto marcado pelo esoterismo e pela influência da religiões orientais.