1ª capa da revista Vogue
Recentemente, a revista Vogue francesa convocou seus leitores e colecionadores a ajudarem restabelecer o acervo original de algumas edições perdidas datadas no período da 2ª Guerra Mundial.
Por curiosidade, encontrei um site que possuí quase todas as capas digitalizadas, incluindo as primeiras edições.
É um acervo digital bastante interessante, que mostra a evolução do projeto gráfico da revista e como os movimentos artísticos eram forte influência na criação das ilustrações. A estética Art Nouveau foi forte nos primórdios da Vogue e importante para a História da Moda.
Como já dizia a canção, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”, você é empreendedora e participativa. Destaca-se na área das comunicações e tem grande facilidade para decifrar as mensagens não verbais, tanto que se destacou no Desafio LG, na hora de decodificar as palavras que estavam sendo transmitidas pelo Carlos através de mímica.
Como Jornalista, corre atrás das notícias e hoje elabora os conteúdos e franqueia notícias e informações acerca de seus clientes.
Generosa e confiante, está desbravando a vida em São Paulo, com toda garra e confiança.
Em seu livro “A Arte de fazer um Jornal Diário” o autor, Ricardo Noblat, compara esse veículo de comunicação a uma espécie de ata do cotidiano. De fato, são vocês, jornalistas, que vão buscar diariamente as notícias, para registrar tudo que acontece e assim oferecer essa ata às pessoas de todos os cantos do planeta. Ao mesmo tempo, sutilmente, formando opiniões, indicando roteiros e fortalecendo lideranças.
A história do jornalismo conta que as revistas dedicadas ao público feminino nasceram “sob o signo da literatura”. Nos primeiros tempos de folhetins, quase todas eram gazetas literárias que prescreviam a moda, e entre a moda e literatura, duas faíscas para a fantasia, a imprensa feminina brasileira desfilava.
“Muitas vezes nascidos por causa da moda em vestuário, os veículos femininos impregnaram-se da febre do novo, que é fundamental no sistema da moda e que passou a contaminar todos os outros conteúdos publicitários a seu lado. A moda impulsiona a imprensa feminina e é por ela impulsionada”, diz Dulcília Buitoni no livreto referência Imprensa Feminina (Ática, 1986). Se a revista feminina do século passado priorizou a literatura, o tricô jornalístico de moda contemporâneo mescla o viés do jornalista, a literatura e todas as partículas sócio-culturais em torno do universo da moda.
Entretanto, a espécie “jornalismo de moda” é ainda considerada jovem, pois só recentemente foram criados prêmios, cursos de especialização e seminários de moda – apesar da maturidade na trajetória das bíblias Vogue, Harper’s Bazaar e Elle; é, ainda, recente a especialidade das revistas exclusivas de moda. Presentemente, a moda pode ser reportada em editorial, crônica, entrevista, matérias-perfis ou de desfiles, resenhas de livros e exposições, edições especiais, cadernos culturais. O texto de moda na imprensa contemporânea incorpora novas facetas, apesar de que, “convencionalmente, é um relato sobre roupas e acessórios, e que também mistura em suas páginas conteúdos e editorias com material publicitário. Raramente os textos de moda fazem jus à sua afiliação com ‘jornalismo’”, critica Buitoni.
Webbie Tookay, da agência Elite, faz desfiles virtuais e se tornou garota-propaganda da Nokia
Leia também: O surgimento das CYBER GIRLS – Onde tudo começou e a mulher real – Parte 2/4.
Do Ciborgue ao Virtual / Parte 4-4
Por Goretti Pedroso
Palavras Chaves: mulher virtual, franksteinização feminina
Este trabalho tem o objetivo de falar sobre o surgimento das CYBER GIRLS, assim como dissertar sobre as novas teorias em relação ao feminino, trazendo à tona a origem da virtualização da mulher nos meios de comunicação, pois não é de hoje que o mundo virtual tenta imitar o real com personagens que simulam um ser humano.
Prepare-se para esta realidade, pois uma dessas garotas pode ser sua!
Imagem do livro Fabulous Frock
Um livro lançado esta semana em Londres, na Inglaterra, reúne fotos dos vestidos que fizeram a história da moda no último século, informou a BBC Brasil.
Fabulous Frocks (Vestidos Fabulosos, em tradução literal) é dividido em capítulos temáticos e revela os diferentes estilos relacionados à peça do vestuário feminino – dos modelos mais clássicos, como o preto básico de Coco Chanel, aos que mudaram os padrões da moda, como o trapézio.
O livro foi produzido pela escritora Sarah Gristwood e pela jornalista e estilista de moda Jane Eastoe e o enfoque foi a história e a contribuição de cada peça apresentada para a história da moda.
Foto da capa do livro – BBC
Trecho da sinopse traduzida
“A década de Coco Chanel deu às mulheres as calças e o look masculino, mas todos os sonhos de mulher ainda são vestir um glorioso e glamoroso vestido pelo menos uma vez, quer se trate de Hollywood sobre um tapete vermelho, ou apenas no seu dia de casamento. “Fabulous Frock” é um livro incendiário da imaginação fashionista”.
Leia a matéria completa no G1.
Por Edgard Almeida
A eterna busca pelo novo no universo da moda é algo que está além do que se vê nas passarelas e em grandes marcas. Buscar algo que transforme este mundo talvez seja o mote do discurso atual, pois é fato, que hoje em dia, a moda meio que se tornou um lugar comum no sentido negativo, mas não pejorativo, pois se percebe que por muitas vezes o exagero e o extravagante sejam os únicos métodos de se atingir tal feito, o de chamar a atenção.
Conceito? Autoria? Pode até ser, mas moda também é vestir-se. E cá venhamos, vestir-se bem e confortavelmente. Não adianta nada um grande estilista ser criativo e não podermos usar suas criações, por ‘N’ motivos, como volume, peso, espaço, diâmetro, cores, e que não prejudique o nosso bolso, por que não? Novamente, tais vestimentas conceituais passarão por crivos financeiros e serão reduzidos ao que seja comercial, sendo relidos em novas peças mais “wearables” ou usáveis. O mundo é ágil e ele exige que a pessoa seja mais ágil ainda.