Crocs e Ugg boots
Achei que a sandália Croc era coisa de verão, e nenhum outro sapato, absolutamente nenhum outro, seria capaz de substituí-los no inverno! Pois bem, no inverno na Europa existem as Ugg boots, o nome é Ugg, porém elas são ‘uggly’ (ugly = feias) mesmo!
| CROC’s | UGG’s | |
| História | Criado em 2002 nos Estados Unidos como sandálias para SPA foi lançado na Flórida em uma exposição de barcos. Virou fenômeno a partir de 2003 em muitos países. | Australiana e originalmente fabricada com lã de ovelha, nos anos 30 eram usadas por fazendeiros, e, nos anos 60 por surfistas. Ao passar dos anos se tornou um sapato comum para usar em casa durante o inverno na Austrália. |
| Futuro | Novos modelos e misturas com Uggs | Aposta em bolsas e acessórios |
| Em comum | Conforto / Pouca importância com visual | Conforto / Pouca importância com visual |
| Preço | No Brasil, as originais a partir de R$50,00 | Nas ruas de Londres por 5 libras (R$16,00)! |
Tanto os Crocs quanto as Uggs têm muito em comum, são grandes, chamam mais atenção que você, as cores nunca combinam muito bem com o que você está vestindo, e claro, são tão confortáveis que trabalham como uma abdução, depois que você experimenta uma vez já começa achar ruim com todos aqueles que criticam e viram quase uma religião…
Se não bastassem as Crocs e as Uggs agora elas juntaram e procriaram, seus filhos se chamam Snuggs e Cruggs, vamos esperar que isso não faça tanto sucesso assim!
“As criações desenvolvidas por Hussein Chalayan, entre 1994 a 2009, são o tema da nova exposição no Design Museum em Londres. Capaz de reunir conceitos abstratos, questões políticas e ainda interrogações sobre a eterna questão de reciclar na moda, esta mostra apresenta peças vanguardistas mas não menos vestíveis.
No atual mundo da moda há poucos desfiles que apresentam, para além de inovadoras peças de vestuário, um conceito vanguardista. Hussein Chalayan é um dos raros exemplos de artistas que consegue fazer uma apresentação que pode ser considerada como uma síntese de vários fatores sociais, políticos e económicos, conjugando-a com vestuário vanguardista mas, nem por isso, menos usável. «É um percursor no mundo da moda, um pequeno gênio que nos deslumbra com as suas apresentações e desfiles. Isto porque, os seus espetáculos são daquelas ocasiões cada vez mais raras em que a moda ainda consegue assombrar e causar uma sensação visceral no público», explica Sarah Mower, jornalista do site Style.com, quando questionada sobre a arte de Chalayan.”
Transformer dress
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Não estou falando de bolsa de valores, pois os investidores ainda estão chocados com essa crise financeira internacional sem precedentes. O tema é o mesmo apresentado pelo Edgard na matéria Bolsas Masculinas, onde ele apresenta as bolsas como utilitário dos homens modernos, metrossexuais e aqueles de atitudes, como alguns se apresentaram dentre os vários comentários.
Andando pelas ruas de Londres no mês passado, constatamos que as bolsas caíram no gosto popular e a adesão ultrapassa as fronteiras européias. Não há dúvidas que compramos as nossas e pudemos testemunhar como é um utilitário importante, principalmente para quem passa o dia inteiro fora de casa ou do hotel. Além de ser muito mais estilosa do que as mochilas de costas, as bolsas posicionam seus usuários na vanguarda do mundo da moda. Eu não resisti e tirei muitas fotos nas ruas, dos usuários de todas as idades e segmentos de mercado.
Jogador de futebol Cristiano Ronaldo usando bolsas
O que se vê pelas ruas de Londres
A moda masculina me pareceu mais interessante que a feminina. Não é à tôa que a Inglaterra é a terra dos dândis…
Para mais fotos, visite o álbum de fotos Londres 2008 – Street Fashion
Tim Walker, Hannelore Knuts, ‘What’s in Vogue?’ London 2005 (Italian Vogue)
É verão em Londres e as galerias de fotografia estão todas dando o máximo de si para a moda. A capital inglesa abre a exposição “Fashion in The Mirror: Self-Reflextion in Fashion Photography” até o dia 14 de setembro na cidade da cultura, onde fotógrafos de moda mostram a profissão com outro ângulo – a fotografia atrás da fotografia. Dentre eles estão Richard Avedon, Terence Donovan, Nick Knight, Helmut Newton, Juergen Teller, Mario Testino, Steven Klein e Jonathan de Villiers.
Norman Parkinson, no Queen, 1962
São fotos que datam desde a década de 1950 até os dias de hoje, em que 21 fotógrafos renomados, mostram os artifícios que usaram para produzir aquela foto publicada ora em campanhas publicitárias, ora em editoriais de revistas. A grande sacada dessa exposição é a de “destruir”, através desses “truques” usados, a perfeição da imagem que a fotografia de moda nos remete, revelando os segredos da indústria da moda, que diluíram as suas ilusões de glamour e questionaram o conceito de beleza perfeita, criando imagens que expõem a teatralidade deste mundo fascinante.
Jonathan de Villiers, para L’Officiel (Paris), 2003
Segundo Steven Klein, “existe um desejo inerente de vincular fotografia como forma de pintura. Minha referência é a pintura e eu sinto que não há conexão entre os dois. A sensação é a de que a câmara sempre esteve presa a um pecado, produzindo uma arte bastarda, que de alguma forma, temos sempre que ligar ao passado, a fim de dar-lhe credenciais. Eu não quero essas credenciais, não quero essa fotografia. Não tenho necessidade de pedir desculpas por fotografar. Meus arquivos existem apenas para razões comerciais, senão o meu trabalho seria descartável. E aí reside a contradição, porque eu sou uma pessoa privada e não um exibicionista. Eu sou uma pessoa que vive para o futuro e não para o passado. Estou em pé atrás de uma câmara, a fim de que eu possa estender-me na frente dela”.
Estas dicotomias, o comercial como meio de expressão de arte, e arte como meio de expressão comercial é que deixam intrigados todos os amantes de fotografia, principalmente os de fotografia de moda.
Foto: PRShots
É impossível definir Londres em uma única forma, há tanto para ver e fazer, que é difícil não amá-la, pois existe uma Londres para cada um, além de uma Londres que encanta muitos e inspira outros, a da moda!
Andando de loja em loja, descobri a PRIMARK – loja gigante com roupas legais e excelente preço – a maioria das roupas, bolsas e acessórios custa entre £1 a £10, ou o seja, o equivalente em reais entre R$3,60 a R$36,00!
A loja tem mais de 170 filiais na Inglaterra, Irlanda e Espanha e o slogan da marca é “Look Good, Pay Less” traduzindo é algo como “Aparente Bem, Pague Menos”, e nessa modalidade eles acumulam mais de 17 prêmios no mundo da moda, que os parabenizam pelo custo-benefício. Continue