Apesar das tendências apontarem para um retorno triunfante das cores, a maquiagem ainda é território livre para criar, desafiar, imaginar e demarcar o próprio estilo.
Os desfiles das semanas de moda são balanças para o que será tendência e alvo de observações e anotações sobre a make up do momento, mas quando cada estilista expõe uma nova proposta, as páginas das revistas se tornam um mix de variedades e idéias.
Na hora de arregaçar as mangas e seduzir a nova geração, a alta costura se amedronta; é hora, então, da maquiagem entrar em ação. Se afastando de seus padrões pré-concebidos para jogar com novas cartas, a maquiagem pode desfilar pelo terreno dos tons neutros absolutos, passando pelas cores fluidas e terminando em um gótico chique.
A maquiagem é uma das mais antigas formas de ornamento do próprio corpo. Motivos religiosos, sedução, demonstração de status e posição social ou simplesmente, por pura diversão, pintar o rosto e até partes do corpo tem sido feito a milhares de anos.
O registro mais antigo do uso de produtos de maquiagem foi no Egito, onde as mulheres maquiavam os olhos de verde escuro logo abaixo da pálpebra de baixo e, com kohl, escureciam os cílios e as pálpebras superiores. Judeus e romanos também eram fãs do kohl… Na Renascença italiana, pós especiais eram usados para cobrir o rosto – um deles, a Acqua Toffana, era feito de arsênico! Aliás, não faltaram outros venenos na história da maquiagem: muitos produtos utilizavam mercúrio, chumbo e ervas venenosas. O resultado imediato devia ser fantástico, mas a longo prazo surgiam estragos na pele, dores e até a morte.
Com o passar dos tempos, a maquiagem se tornou um trabalho profissional e com o avanço de novas tecnologias industriais, a maquilagem ganhou uma gama de novas cores, texturas, cheiros, e virou um item indispensável a todas as mulheres de hoje.
Ediorial de Maquiagem
D’Angelo tem trabalhado como Make-up Artist por mais de 17 anos.
Seu trabalho tem sido mostrado em editoriais de moda, desfiles, propagandas, comerciais e na indústria filmográfica norte americana.
Trabalhando há duas décadas, o trabalho de D’Angelo foi apresentado em Nova Iorque, Los Angeles, São Francisco e principais mercados europeus.