FENDI – Do grupo LVMH
A marca não é o que vemos na superfície do produto, embalagens ou rótulos. A marca não está visível na atmosfera das lojas ou nos atributos do produtos da empresa. A marca é muito mais o que está dentro e transcende a própria estrutura tangível e física dos produtos. Ela é percebida e sentida nos diversos pontos de contato construídos estrategicamente para que possamos vivenciá-las.
Os produtos e marcas de excelência precisam carregar uma aura de autenticidade maior que quaisquer outros. Precisam ter ligação com uma tradição e um lugar de origem e estabelecerem uma ligação com uma época específica, precisam irradiar confiabilidade, serem exclusivas e originais no design e na fabricação e entusiasmarem e gerarem uma experiência única de emoção pessoal, como afirma David Lewis.
BMW X4 em busca da experiência única
Muitas marcas do mercado premium ou de luxe são marcas produto, como no caso das champagnes ou então marcas corporativas como é o caso da LVMH, mas a grande maioria das marcas da indústria do luxo hoje, são as marcas guarda-chuvas (‘umbrella brands’): marcas que servem para todas as linhas ou todos os produtos de uma ou mais linhas, ou mesmo mais de uma marca guarda-chuva, com posicionamentos diferentes e para públicos distintos.
O mundo mudou. O acesso a informação globalizou o mercado.
Manter uma marca em destaque nesta aldeia global, cada vez mais conectada, requerer muita genialidade das áreas de marketing.
Patrick Hanlon, experiente profissional da área, que já trabalhou com inúmeras marcas de sucesso como Pepsi e IBM, desenvolveu um estudo em seu livro Primal Branding – O Segredo das Marcas desejadas, focando sete itens formadores do código primordial como o grande segredo das marcas desejadas.
Estes sete fatores, apresentados por Hanlon, consistem em posicionamentos de mercado que as marcas devem atingir para cativar seus consumidores e tornar-se objeto de desejo.
Analisando estes sete itens formadores do código primordial na Louis Vuitton, objetiva-se desvendar alguns mistérios desta marca e justificar sua hegemonia nos dias atuais.
A Louis Vuitton foi criada no século XIX e é considerada uma das mais famosas marcas no segmento de malas e bolsas. Ela passou por vários processos de inovação, mantendo em suas origens e no seu poderoso logotipo LV os pilares de sucesso mundial.
Como transformar um objeto tão singelo como uma sacola de viagem num objeto de desejo e fascinação?
A Louis Vuitton sabe.
Um pouco da história da Louis Vuitton
Segundo Hanlon (2007, p. 18), uma marca, para atingir a excelência, deve traduzir um código primordial, composto de sete fatores. São eles: a história da criação, a crença, os ícones, os rituais, os pagãos, as palavras sagradas e o líder. Vamos discorrer sobre a marca Louis Vuitton, identificando sob a ótica de Hanlon, os fatores que compõe este código de sucesso. No que concerne ao primeiro deles, a história da criação, talvez a Louis Vuitton seja um dos melhores exemplos: alia a precisão e o cuidado artesanal, aprimorado durante quase dois séculos à fantasia primordial quase mítica de ter sido criado para atender as necessidades da realeza.
Em 1854, foi fundada a Maison Louis Vuitton, no coração da capital francesa. Seu fundador, Luis Vuitton, habilidoso, filho de pai carpinteiro, esmerou-se em construir baús e bagagens, que na época eram indispensáveis para as viagens das famílias mais ricas. As habilidades de Louis chegaram aos ouvidos de Napoleão III, último Imperador e primeiro Presidente da República da França, que o nomeou como maleiro oficial da imperatriz Eugénie. Seus produtos eram diferenciados e totalmente artesanais, os quais despertavam inveja e inspiravam imitadores. Criou um formato de baú diferenciado que facilitava o empilhamento tanto em navios como em trens. Este foi o primeiro produto manufaturado a levar uma assinatura externa, “marque L. Vuitton“.
Fernanda Ribeiro herdou de sua mãe o talento na cozinha. Filha de suíça estudou mestrado na universidade de Urbino na Itália e se especializou em Arte e Educação – conhecimento que aplica na criação de seus produtos em seu ateliê.
E foi no coração da Vila Madalena – celeiro artístico na cidade de São Paulo – que ela começou a produzir sua arte: deliciosas bolachinhas, ricamente decoradas. De massa leve, crocante e muito saborosa, as bolachas são confeitadas com temas e cores diversas.
Com criatividade de sobra, Fernanda acentua ainda mais a expressão “comer com os olhos” – suas bolachas são tão encantadoras que foi convidada a fazê-las para um dos eventos que recepcionou a Rainha Beatrix da Holanda, quando visitou o Brasil em 2002.
Quem diria que dos antigos livros suíços de receita surgiria uma idéia tão gostosa…
Um mimo para as mães mais fofas do mundo!
Como a própria Fernanda diz, o ingrediente principal da cozinha é o amor. Depois vem a farinha, a manteiga, o leite, os ovos…
Bisou,
Sofia
(Sofia é quem convida para os eventos da Coquelux e também escreve histórias e curiosidades sobre as marcas e os criadores no espaço dentro do site, intitulado “O Clube”, que funciona como um blog.)
Os leitores e leitoras do Fashion Bubbles poderão se cadastrar na Coquelux pelo link: www.coquelux.com/convite/fashionbubbles.
Esta é uma oportunidade especial que o Fashion Bubbles oferece a seu público pois a Coquelux é um site fechado.
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Para a coleção Drops Navy a estilista Juliana Jabour revisita o náutico, suas cores e temas. Estampas exclusivas e uma cartela multicolorida que inclui os tons de acqua, coral, marinho, marfim e preto, completam a atmosfera marítima.
Reafirmando o DNA da marca, Juliana aposta em modelagens amplas, confortáveis, cheias de volumes, blusados, drapeados, franzidos e balonês – conferindo um visual leve e elegante às peças.
A malharia continua em super evidência, com muitos recortes, assimetria e detalhes localizados. O hit da coleção fica por conta da estampa de barquinhos geométricos coloridos… Muito fofos!
Em Juliana Jabour Gold, vestidos de tafetá e georgette garantem glamour para aquela produção mais do que especial.
Elegância, conforto e muita bossa em todas as ocasiões.
Bisou,
Sofia
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Hoje em dia, muito se fala sobre responsabilidade ambiental, mas pouco se faz…
Pensando na contribuição para a sustentabilidade do planeta, Roni Hirsch da Conozco Oficina de Design surgiu com a idéia oposta ao uso de materiais e produtos descartáveis que contribuem para o esgotamento dos recursos naturais e de outras matérias primas.
Atual, de linguagem e estética própria, a proposta da Conozco alia eco-design e muita sofisticação. Os produtos são feitos com materiais reaproveitáveis: vidro e madeira de demolição – tudo com uma estética fina e criativa. Estampas e grafismos foférrimos alegram exclusivas peças orgânicas e funcionais – copos de vidro, com desenhos divertidos; bancos, mesas, caxepôs, luminárias e cabideiros, com aplicação de estampas coloridas – mostram a variedade de objetos que podem ser feitos utilizando madeira reaproveitada com design e acabamentos super modernos.
Qualidade e bom gosto, em peças estilosas e que de quebra ainda contribuem para a preservação do planeta.
Bisou,
Sofia
Por Sofia
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È incrível o poder que os aromas exercem sobre o cérebro humano. Em segundos, perfume e aromas são capazes de nos transportar a lugares distantes e lembranças queridas. Nossa memória olfativa é poderosa e quando entramos num ambiente suavemente perfumado é impossível não perceber : que cheiro bom! Eles são capazes de levantar o astral e até alterar nosso estado de espírito.
Justamente por sermos tão perceptivos a questões sensoriais que estímulos positivos nos fazem tão bem…
E foi pensando em reforçar essas agradáveis sensações de prazer que a ERAH desenvolveu sua linha de produtos: difusores de aromas, extratos de perfumes, vaporizadores – para ambientes – e água perfumada, para roupas – feitos com extratos concentrados das mais puras matérias-prima
Para encantar sua mãe, seis maravilhosas fragrâncias cuidadosamente combinadas e equilibradas – Laranja e Canela, Lichia, Flor de Lótus, Lavanda e Limão, Chá Branco e Lima da Pérsia – para harmonizar ambientes, celebrar encontros, criar novos vínculos e gerar novas deliciosas lembranças e sensações.
Proporcione a ela estas novas experiências aromáticas provocando uma re-descoberta do mundo das emoções olfativas…
Bisou,
Sofia
Por Sofia
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Leia também: Ecletismo e Hibridismo entre MODA e DESIGN – Transposição estética entre Moda e Design – Parte 2/3 e Ecletismo e Hibridismo entre MODA e DESIGN – Transposição funcional entre Moda e Design – Parte 3/3
Por Queila Ferraz e Kleber Monteiro
Existem diferentes formas de convergência entre objetos de moda vestuário e produtos de design onde os processos de criação de moda são contaminados pelos padrões do design de produto. É possível se estabelecer um contraponto, demonstrando que se trata de uma via de mão dupla: ambos influenciam-se mutuamente, porém aqui queremos mostrar a influência exercida pela moda e suas manifestações no campo do design.
Estes novos objetos não são simplesmente a soma de outros dois, mas sim uma terceira coisa, algo totalmente novo.
A hibridação, como nos esclarece Néstor Canclini, é um processo no qual “estruturas ou práticas discretas, que existiam de forma separada, se combinam para gerar novas estruturas, objetos e práticas.”
É neste contexto de contaminações, justaposições, transferências e fusões entre objetos pertencentes a universos distintos, que se incluem as criações híbridas, conhecidas anteriormente, como pertencentes ao universo estilístico do ecletismo.
Galerie de Glasse – Palácio de Versailles/França, considerado o extremo do luxo de sua época
Você já parou para pensar o que é luxo? Para Mademoiselle Chanel ”o luxo não é o contrário da pobreza, mas, sim, da vulgaridade”.
De acordo com o psicanalista Jorge Forbes, luxo pode ser definido como algo além da necessidade que não é por isso menos fundamental. Segundo ele, o que se percebe atualmente é a atração pelo luxo dos sentidos, do prazer e da sensibilidade sentido na intimidade por cada indivíduo e não o luxo exterior, da exibição e da opulência que visa simplesmente demonstrar status. (fonte: site Consumidor Moderno)
Mas tem uma palavra que predomina quando esse é o assunto: exclusividade.
Para entender melhor a questão do luxo o jornal Folha de S. Paulo publicou duas matérias interessantes sobre o assunto.
Recém lançada na 14º Prêmio de Maquiagem Avon, o Portal da Maquiagem já está dando o que falar. O site foi elaborado para as pessoas que amam moda, cultura e, claro, beleza. É um espaço exclusivo para quem quer se interar das novidades e tendências do mercado beauty.
O objetivo do Portal da Maquiagem é manter uma plataforma aberta para os usuários e leitores de forma que possam visualizar os trabalhos dos membros da comunidade, tendo a possibilidade de indicar a página do profissional para o outro leitor, com o objetivo de aperfeiçoando profissional e troca cultural.
Qualquer usuário / leitor poderá ter acesso ao site para adquirir as informações postadas pela empresa e também por colaboradores. Lembrando que, o conteúdo postado é de responsabilidade do usuário.
Monica Belucci / rosto Rouge Dior
O mundo da moda está em alvoroço. A Dior extendeu as submissões de vagas para profissonais de moda em ascenção nas áreas de Fotografia, Arte e Ilustração nos Estados Unidos e Canadá.
Segundo o maior site de relacionamento de Moda, a IQONS, explica que quem quiser participar da próxima audição da Dior Diva VIP, segmento da Dior que está promovendo o evento, devem ser membros participamentes da IQONS, e que tenham mais de 7 anos de experiência profissional. Esse pré-requisito já é o suficiente para participar.
Vitrine Louis Vuitton
Vitrines são mundos dentro de outros. Como a Terra, possuem suas fases de rotações e translações. Modificam-se periodicamente, pois são organismos “vivos”, metaforicamente dizendo. Possuem ciclos: nascem, se desenvolvem e, por fim, morrem, abrindo espaço para uma nova formulação surgir. Fênix de si mesmas.
Geradora de sonhos, vontades, desejos, status, e muitos conflitos pessoais sempre mantém um vínculo com o espectador-comprador, através da sedução, dizendo sutilmente: “Você pode ter. Você pode ser”. E tudo aparenta ser belo, magnífico, nos sentimos bem, com nossos egos massageados, pois o diálogo é esse – “você pode”.
“The taste for refinement in the arts (luxury) creates a community of cult consumers, of both sexes who flock into cities, love to receive and communicate knowledge, to show their wit or their breedin,, their taste in conversation or living, in clothes or furniture”
David Brooks – Bobos in Paradise.
Este é o padrão de consumo dos bourgeouis bohémes, baseado no princípio da livre disposição de si, apoiado numa base de consumo multiface, em que se recriam diferentes modelos para diferentes grupos, com objetivos e estilos particulares e exclusivos.
Estes novos modelos e estilos de consumo revelam uma nova ordem de emoções e sensações pessoais: um convite ao imaginário, ao deleite dos cinco sentidos – ‘festa privada dos sentidos’, experiência psicológica – a procura pelo vivido e pelo ‘aqui e agora’: a saúde, o corpo, a beleza, o emocional e a auto-estima. Parecer jovem e belo, curtindo a vida intensamente. Aqui, o indivíduo é sua medida, pontua Roux.
O consumo de luxo é este sinônimo de realização das aspirações do burguês médio: ambição de se viver bem, com classe e bom gosto. O consumo é fonte de auto-realização. A publicidade e o marketing celebram o discurso simulacional dos prazeres físicos e sensoriais de uma vida mais sensualista e de um compromisso com a beleza e a felicidade.