Estava assistindo o clip da nova música do Black Eyed Peas, I Gotta Feeling, quando me deparei com merchandisings do novo HP Mini em versão “menina” (aquele com com capa de flores desenhada pela estilista Vivienne Tam) e de um telefone celular Nokia N97. A parte do celular é ainda mais interessante, porque mostra como o aparelho funciona, com teclado deslizante e tudo!
Com a diminuição das vendas de CDs, os artistas tem que descobrir novas fontes de renda; para continuar exibindo vídeos de graça, o Youtube tem que arranjar um jeito de se viabilizar economicamente e com o excesso de informação a que todos nós estamos submetidos, as empresas tem apresentar seus produtos de formas mais criativas. É a nova economia!
Clique para ver o videoclip I Gotta Feeling.
Saiba mais sobre o Nokia N97.
O Instituto de Pós-Graduação – IPOG realizará em Goiânia o MBA Gestão em Negócios e Varejo de Moda, sob a coordenação da Prof. Queila Ferraz, estudiosa de História da Moda, consultora de design e gestão industrial para confecção e Professora de História da Indumentária e Tecnologia da Confecção em diversos cursos superiores e de pós-graduação.
Os objetivos do curso são:
Alguns dos colaboradores do Fashion Bubbles estarão entre os professores: Edgard Almeida, Alessandra Gimenez e Sérgio Lage, além da coordenadora, Queila Ferraz.
Visite o site do IPOG para mais informações!
Olhar o mundo a partir da moda, uma das propostas do Fashion Bubbles, nos faz perceber as nuances da comunicação de toda a cadeia produtiva da moda e a dinâmica da nossa vida do ponto de vista sócio, político, econômico e cultural.
Não há dúvidas de que a crise financeira internacional influenciou todos os setores da moda, desde os produtores agrícolas que enfrentaram grandes dificuldades para financiar suas produções, até os comerciantes profundamente afetados pela redução abrupta no consumo. As marcas internacionais de luxo também foram afetadas pela flutuação cambial e políticas fiscais de altos impostos e proteção de mercado, dando espaço para que as marcas nacionais pudessem mostrar que são uma alternativa.
O mercado brasileiro, embora muito afetado pelos efeitos da crise, se mostrou resiliente e bem estabelecido. O mesmo não podemos dizer do mercado Argentino, onde a mudança do perfil dos turistas e consumidores locais motivaram grandes marcas a abandonar o país e outras a fecharem suas portas por não ser mais sustentável. Emporio Armani, após oito anos de presença na Argentina, decidiu abandonar o mercado e a Zara declara não ser mais efetivo os custos de importação de roupas do Uruguay, enfrentando sérios problemas em consequencia das políticas governamentais.
A SPFW – São Paulo Fashion Week – este ano teve investimento recorde de USD 10 milhões e abriu suas atividades na quarta-feira dia 17 como se a crise financeira internacional não existisse ou tivesse chegado ao seu final. Seus principais patrocinadores (Natura, Tam, Melissa, Havaianas, etc.) ajudaram muito para que o evento em São Paulo – maior centro de negócios e vanguarda da América Latina – despistassem a crise. Entretanto, nas passarelas, os estilistas traduziram como estamos vivendo e percebendo o mundo atual, com muita criatividade.
O mundo estava relaxado, colorido e o dinheiro circulava em grandes volumes e em altíssima velocidade. Na moda não era diferente – tudo podia do ponto de vista estético e de investimento: babados, listras, xadrez, bolas, sobreposição, cores variadas do preto/branco aos cítricos, muitos tecidos soltos relaxados e esvoaçantes representando a leveza de se ter dinheiro, glamour e estilo. Japonismo, anos 20, 30, 50 (new-look), 60 e anos 80. As passarelas não apresentavam desfiles, mas shows de toda a natureza e personalidades se passando por modelos.
Nos últimos desfiles, percebemos que as cinturas foram apertadas e o caimento está mais comportado. As cores sóbrias revelam o humor pós-crise e o toque de alfaiataria (paletós masculinos) em cores de “comodity” (sacos de café) apresentados por Reinaldo Lourenço e Cori e o linho artesanal e coletes sobrepostos por Maria Bonita, demonstram que é preciso voltar ao trabalho e recuperar toda uma trajetória que a moda brasileira percorreu para atingir a maioridade.
Não basta cobri o corpo e protegê-lo das intempéries do mundo, a proposta da moda é comunicação, status, tendência, criatividade e capacidade de gerar negócios e gerar trabalhos para muita gente que também tem o compromisso de fazer a economia girar.
Não basta olhar a partir da moda, é preciso apreender esta linguagem cultural e assim entender não só o momento, mas estar com o olhar atento para frente e assim poder se preparar para um futuro que pode ser recriado, mas grande parte dele já está descrito pelos visionários que contribuem muito, mas também impõem suas impressões no que comer, beber, vestir e até em como viver.
Por Carlos Alberto Silva
Vamos ver se você adivinha: um jovem estudante tem uma idéia ainda durante os anos de faculdade. Um professor vê na idéia viabilidade comercial e aconselha o garoto a patenteá-la, o que ele faz. O garoto sai da escola e monta sua pequena empresa “de garagem”. Em dois anos o negócio cresce e consegue investidores. E dali pra frente o crescimento é vertiginoso, transformando a empresa num negócio bilionário.
Steve Jobs com o MacIntosh? Bill Gates com o Windows? Os meninos do Google? Ou do Facebook? Pois deixe-me surpreender você: a história que contei é do estadunidense Clarence Spicer que inventou a tecnologia da junta universal que revolucionou os sistemas de transmissão de força dos automóveis e caminhões produzidos nos EUA. O ano? 1903… A pequena empresa fundada por Clarence transformou-se na gigante Dana, a multinacional na qual trabalhei por 26 anos.
Ótima matéria do site Portugal Têxtil
A Indústria Têxtil e do Vestuário brasileira, com um mercado interno de 200 milhões de consumidores e um PIB em crescimento constante, mesmo no atual período de crise internacional está claramente virada para “dentro”. Mas será que quer continuar assim?
Apesar de possuir objetivos de exportação ambiciosos, através do programa de promoção Texbrasil, muitas das empresas da Indústria Têxtil e do Vestuário (ITV) brasileira estão mais profundamente centradas no mercado interno, cativadas pelos 200 milhões de consumidores e pelo crescimento econômico do país. Mesmo as empresas estrangeiras estão a apostar neste mercado.
Com um volume de negócios de 43 mil milhões de dólares em 2008, a ITV do Brasil é a sexta maior do mundo. Trata-se de uma indústria diversificada, que emprega cerca de 1,7 milhões de pessoas e ostenta fortes pólos industriais e de moda, em diversos Estados do país. Além disso, de acordo com o estudo da Werner, sobre a comparação dos custos de trabalho de 2008, o custo médio por hora de um trabalhador têxtil brasileiro é de apenas 3,41 dólares, ou seja, uma fração de 20% do registado nos EUA.
Algumas das empresas têxteis do Brasil, como a Coteminas (têxteis-lar) e a Vicunha (denim), são reconhecidas internacionalmente. E, no que se refere à roupa de banho, lingerie, jeans e vestuário infantil, o Brasil é reconhecido como um líder criativo de moda.
A federação brasileira de têxteis e vestuário (Abit) e a agência de promoção da exportação e do investimento (Apex-Brasil) estão incumbidas da execução da estratégia de exportação do sector através do programa de promoção Texbrasil.
Este programa surge enquadrado numa economia emergente que a OCDE (Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento) prevê que possa ser a única, entre as 34 principais economias mundiais, que poderá evitar a recessão em 2009. O crescimento do PIB brasileiro para este ano está estimado em 1,5% e surge após vários anos em que foi registrado um aumento de 5%.
A versão brasileira do BlackBerry
A marca líder em smartphones decidiu: vai fabricar seus produtos no Brasil. Assim quer se aproximar do consumidor final e enfrentar o iPhone.
Leia matéria completa na Isto É Dinheiro.
Moda Paris: Adidas, Brooke Shields, Chanel Cruise Collection 2010, Carla Bruni-Sarkozy..
Brooke Shields linda ao 43 anos. A Chanel desvendou sua Cruise Collection 2010 na sexta-feira em Veneza. Cabelos à la garçon. Vão pegar. Rendas, lamées e um luxo contido. A crise arrefece e Lagerfeld começa a soltar a mão novamente. Leia tudo e veja mais fotos no Moda Paris.
O Cruzeiro da Chanel leva seu charme para a charmosa Veneza
Karl decidiu mostrar sua coleção 2010 em Veneza. Inspirado pela alta sociedade veneziana dos anos 30, a coleção é ultra-elegante. Leia esta matéria completa e veja todas as fotos no Comunidade Moda.
Um colega se queixa do seu sócio. A parte que ele devia ser responsável não se desenvolve, fornecedores e colaboradores reclamam. O pró-labore fica aquém da necessidade dos sócios. Com tantos pequenos problemas para resolver não se encontra uma forma, nem tempo para a captação de novos clientes. A queixa começou com a ineficiência do sócio, mas foi aumentando até que o sócio ruim ficou culpado até pela inadimplência e os preços desonestos que a concorrência anda praticando…
Para ele ficou mais evidente a incompetência do sócio depois de frequentar cursos de liderança, logística, marketing… Mas, vamos começar do início. Como se costuma começar uma sociedade, principalmente nas pequenas empresas? Um tem um projeto, o outro tem o dinheiro. E como se decide as posições na empresa? Um é articulado e falante, portanto, fica com a parte comercial, o outro é contido e limitado, fica com a administração das contas e do pessoal.
Não, não vamos começar dizendo que escolhas assim são erradas, afinal, procuramos sócios porque por algum motivo, não dá para fazer sozinho. Encontramos além do investimento, qualidades no outro que complementam nossos próprios talentos. E o projeto (o sonho, a necessidade, o plano, a urgência, a única saída ou do que quiser chamar) tem que sai, planejado ou não, tem que iniciar de um ponto qualquer que seja ele. E iniciar por si só já é um grande passo, muitas vezes ficar ponderando acaba levando a lugar nenhum.
Como escolher o sócio?
Muitas vezes percebo que tudo o que se espera de um parceiro como sócio é que ele seja honesto. No meu entender esta é a menor das qualidades – mas, é também, qualidade básica – sem isso não dá para pensar adiante. A honestidade – qualidade pequena e básica para o negócio - é uma via de mão dupla e você pode estar desejando a honestidade da parte do futuro sócio da seguinte forma: “não quero que me passe para trás”. Este é um recado comum que também repassamos aos colaboradores quando dizemos “nesta empresa prezamos a honestidade”. Observando bem, verá que estamos enviando um recado a todos pedindo encarecidamente “não me ofenda”.
A melhor mensagem de honestidade é o exemplo. Resolver as questões que se apresentam prontamente, honrar compromissos… São os detalhes que revelam as entrelinhas, tirar proveito financeiro numa compra de origem duvidosa, faltar com a palavra, enganar o fisco, esquivar-se do cliente frente uma questão de garantia, etc. Coisas comuns revelam SUA honestidade perante o pedido de honestidade do outro.
Um site de moda da França pretende deixar que os clientes paguem o que quiserem por 10 mil artigos durante uma promoção que ficará em vigor por quatro dias e que a empresa descreveu como “fórmula antirrecessão”.
O site www.brandalley.fr vai oferecer roupas, sapatos, bolsas e outros acessórios entre 6 e 10 de maio a um preço base de 1 euro (1,34 dólar), deixando os compradores pagar mais se quiserem. Cada cliente poderá comprar no máximo dois itens.
Leia o artigo completo no Estadão Online.
Tendências Masculinas – Tênis e Sapatênis
As novidades em sapatos masculinos. Falo sapatos porque o tênis ou sapatênis se tornou a única peça com um pouco da dinâmica da moda e um pouco da vontade do homem comprar moda por impulso. As formas mudaram, o bico ficou mais larco e mais redondo e a inspiração foi o tênis de basquete. Vamos chamar esta tendência de botatênis? Leia matéria completa e veja todas as imagens no COMUNIDADE MODA.
Lily dá adeus ao Brasil – Ponto Frio à venda
Saiba os motivos que levaram a bilionária brasileira a colocar o Ponto Frio à venda e quem são os candidatos a ficar com a segunda maior rede varejista do País. Na Isto É Dinheiro.
São Paulo Fashion Week divulga data e tema da próxima temporada
Continue
COMO GANHAR MILHÕES COM O CELULAR
Uma nova geração de empresários enxerga nos aparelhos móveis a chance de lucrar como fizeram os pioneiros da internet. Saiba como você pode surfar nessa onda
IDEIAS QUE VALEM MILHÕES
Toda vez que um cliente que possui celular com bluetooth ligado entra num dos restaurantes de Sérgio Arno, ele recebe receitas exclusivas do chef de casas como La Vecchia Cucina, Alimentari e La Pasta Gialla. O sistema foi desenvolvido pela Pocket Midia, empresa que atua no mercado de mobile marketing.
CELULAR QUE TRADUZ IDIOMAS
No início de março, um funcionário contratado pela Navita, empresa especializada na criação de dispositivos para BlackBerry, recebeu uma ligação telefônica de um italiano. O sujeito, que estava em seu país, tinha dúvidas sobre o funcionamento de um programa de tradução que a Navita desenvolveu para o smartphone fabricado pela canadense Research in Motion (RIM). O episódio ilustra como uma pequena empresa pode, de uma hora para outra, se tornar global ao fazer um aplicativo de sucesso. O software da Nativa, chamado de BBTranslator, traduz palavras e frases em seis idiomas diferentes. Desde que foi lançado, em fevereiro, o tradutor foi baixado por cinco mil usuários de BlackBerry – os pedidos vieram de dezenas de países. “Por enquanto, qualquer um que possua o aparelho pode baixar o programa de graça”, diz Roberto Dariva, um dos fundadores da Navita.
Leia matéria completa na Isto É Dinheiro.
(Via Mercado Competitivo)
Epicentro – Idéias que valem a pena espalhar
Falar de crise é fácil. Fazer alguma coisa para mudar a situação, isso sim faz a diferença e não é nada fácil!
Neste patamar das ações que trazem resultado foi o Epicentro, evento organizado pela BizRevolution em parceria com a IT Mídia.
Nos moldes do TED, movimento organizado na Califórnia desde 1984 com a intenção de propagar novas idéias, o Epicentro, veio para “ iniciar algo que seja fantástico, que reúna pessoas fantásticas, com idéias fantásticas”, define Fabio Seixas.
Neste primeiro encontro realizado no dia 19 de março, foram 16 palestrantes e mais de 1500 inscritos. O Evento foi transmitido ao vivo para todo Brasil, levando alternativas, soluções e questionamentos. O empreendedorismo e tecnologia foram pontos altos do evento.
Para mim o resultado foi:
- Energia frente ao pessimismo da crise
- Network
- Novas idéias – que geram novas idéias
- Empreendedorismo como arma em tempos bicudos
- E muita criatividade e foco nas soluções
Saiba mais sobre o Epicentro
“EPICENTRO é o ponto da superfície terrestre onde se registra a intensidade máxima de um movimento sísmico. A partir do EPICENTRO, as ondas de mudanças se espalham para outras regiões abalando todas as estruturas de diferentes maneiras.
A partir do dia 19 de Março, EPICENTRO ganhou um novo significado. EPICENTRO é o nome do evento criado pela BIZREVOLUTION em parceria com a IT Midia que irá reunir uma série de mentes brilhantes de diferentes segmentos de mercado para trocar idéias que valem a pena espalhar.
Por Regina Di Marco
Numa promoção do Instituto Italiano de Comércio Exterior – ICE, entidade governamental ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, da Associação Nacional dos Calçadistas Italianos – ANCI e da SMI-EMI (Sistema Moda Itália e Ente Moda Itália), 17 empresas italianas de calçados e sete (07) de vestuário participam da 36ª Couromoda, que acontece de 12 a 15 de janeiro, no Anhembi, em São Paulo.
Para expor a excelência dos produtos italianos o espaço do Pavilhão Italiano estará dividido entre ANCI e SMI-EMI (Sistema Moda Italia e Ente Moda Itália) testemunho da forte parceria entre as principais associações empresariais dos setores de calçados e vestuário que difundem o selo “Made in Italy”.
Iniciativa da Associação Nacional dos Calçadistas Italianos – ANCI , 17 empresas de calçados de prestígio internacional (Alberto Gozzi, Aldo Bruè, Ballin, Bruno Magli, Calzaturificio Star, Franco Ballin, Fratelli Rossetti, Gianmarco Lorenzi, Iris, Luciano Padovan, Pakerson e Consorzio Vigevano Export (con Brunate, Caimar, Pepè, Renato Cenedella, Speroni, Sultana) apresentam suas coleções. A proposta é oferecer aos expositores italianos a possibilidade de maior aproximação com o mercado brasileiro que representa, por suas dimensões e perspectivas de crescimento, um dos mais importantes mercados do mundo.
Numa promoção do Instituto Italiano de Comércio Exterior – ICE, entidade governamental ligada ao Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, e da Associação Nacional dos Calçadistas Italianos – ANCI, 17 empresas italianas participam da 36ª Couromoda, que acontece de 12 a 15 de janeiro, no Anhembi, em São Paulo.
Além disso, a EMI- Ente Moda Itália organiza pela primeira vez sua participação na Couromoda 2009 onde sete empresas italianas de prêt-à-porter apresentam suas coleções no Pavilhão Italiano. A EMI – Ente Moda Itália foi criada em 1983, por iniciativa do Centro de Moda e Sistema da Itália, que promove e difunde o “Made in Italy” no exterior por meio da participação das empresas associadas em feiras internacionais de moda.
Moda Made in Italy – MARLYS
O Pavilhão Italiano conta com 200 metros quadrados, onde as empresas participantes buscam parcerias com indústrias nacionais para produzir seus produtos no Brasil e América Latina. Eles trazem o selo “Made in Italy”, de alto valor agregado e com preço final médio e alto.
A história da butique Daslu, símbolo máximo do mercado de luxo no Brasil, pode ser dividida em duas etapas: uma antes e outra depois da Operação Narciso, conduzida há três anos pela Polícia Federal. A operação, que resultou na detenção da dona da Daslu, Eliana Tranchesi, e de seu irmão, Antonio Carlos Piva de Albuquerque, foi uma tragédia para a empresa. Muitas clientes, assustadas com as investigações, sumiram dos salões da loja por algum tempo. E sem poder importar um alfinete sequer por 13 meses, as vendas minguaram, caindo de 240 milhões de reais em 2005 para 160 milhões em 2006, uma perda de mais de 30% na receita.
A batida policial aconteceu no momento mais inoportuno possível para a Daslu: exatamente quando o negócio se preparava para seu maior salto. Havia apenas um mês, a loja tinha se instalado em um gigantesco prédio em estilo neoclássico avaliado em 270 milhões de reais. Com 700 funcionários e quase 60 000 metros quadrados de área construída, abarrotados com o que existe de mais sofisticado e caro no mundo, a nova loja chegou a ser chamada pelo jornal New York Times de “um oásis de indulgência em meio à pobreza brasileira”. Pois a ação da Polícia Federal transformou o oásis para sempre. E não foram poucos os que acharam que Eliana e sua criação jamais se recuperariam.(…)
Segundo a Daslu – que não divulga seus balanços -, o faturamento no ano passado, de 250 milhões de reais, superou o de 2005, quando se deu a tragédia. E neste ano promete ser ainda melhor. Se tudo continuar da mesma forma, 2008 pode registrar o maior faturamento da história da loja: 320 milhões de reais. Muitos fatores foram importantes para a recuperação da receita, mas o maior empurrãozinho veio da inauguração do segundo ponto-de-venda da marca, localizado no Shopping Cidade Jardim, novo centro de luxo de São Paulo. A estimativa é que a nova loja feche o ano com 45 milhões de reais em vendas.
Leia o artigo completo na Exame.
Entre os diversos objetivos do chamado “mix” de comunicação, a criação, reforço ou mudança de atitudes e padrões comportamentais precisa ser estrategicamente elaborado. Hoje a comunicação precisa desenvolver conteúdos relevantes e criar histórias e valores que preencham de sentido a vida dos consumidores.
O mix de comunicação é a ferramenta ideal para construção de uma percepção favorável e aceitação de novos estilos de vida hábitos de consumo. Ela pode conscientizar as mulheres a serem mais independentes, incentivar homens a cuidar mais da aparência, motivar jovens a aderir a uma nova tendência, criar atitudes e valores favoráveis a temas, até então, polêmicos e de difícil compreensão, sensibilizar as pessoas a cuidar com responsabilidade do meio ambiente.
Comunicação muda atitudes e atitudes transformam comportamentos. Todo mundo hoje sabe da importância de uma vida saudável, muitos consumidores passaram a modificar seus hábitos de higiene, acreditar em novas filosofias e estilos de vida.
“No meio desta crise mundial, acredito ser importante nos informarmos sobre o que andam falando do nosso setor, o que afeta positiva ou negativamente. O texto é um pouco longo, mas vale a pena ler para ficarmos preparados para o mercado.” (Robson Alves)
UseFashion ouviu mais de 700 profissionais de moda em pesquisa sobre os efeitos da crise global.
Por Lisie Venegas e Thomas Hartmann
Ciente da importância da atual conjuntura, a UseFashion, referência nacional no que diz respeito a informação estratégica de moda, ouviu profissionais do setor em uma pesquisa inédita no país. Vale lembrar que a crise financeira global iniciada nos Estados Unidos pauta as principais capas de revistas e telejornais, mas seus efeitos no mercado de bens não-duráveis, que inclui a moda, ainda não estão claros.
Veja os dados da pesquisa aqui.
Quase metade dos entrevistados concluiu que a crise já impactou negativamente seu negócio (368 respostas). Em grande parte, isso acontece devido à redução na oferta de crédito, segundo 38% da amostra. A perspectiva para o futuro, contudo, é promissora.
Enquanto que 345 respondentes ressaltaram que a projeção para os próximos dois anos não foi alterada, 121 afirmaram que o cenário pós-crise é melhor que o que tinham antes. Apenas 282 pessoas, 38% da amostra, consideraram que a crise piorou o cenário para seus negócios em 2009/2010.
Oportunidades e ameaças
A marca CR7 – nome em homenagem ao jogador e ao número que normalmente ostenta na camisa – é uma loja de vestuário com as últimas tendências da moda. Ela se prepara para comercializar roupas dos grandes criadores italianos, além de outras marcas ibéricas com grande implantação no mercado.
Depois de ter inaugurado em 2006 sua primeira loja CR7 na sua cidade natal, Funchal, na ilha da Madeira, agora é a vez de Lisboa. A inauguração do espaço, que fica no Parque das Nações, contou com a presença da família de Cristiano.
A loja faz a linha minimalista e oferece tudo o que um metrossexual que se identifique com o estilo de Cristiano precisa para ficar parecido com o ídolo: cintos com imensas fivelas cravejadas de diamante, jeans com bolsos e aplicações de couro, sapatos mocassim com monograma CR, entre outros itens, todos sempre com muitos monogramas.
A irmã mais nova do jogador, Kátia Aveiro, disse que é mais uma realização pessoal e familiar e adiantou uma possível expansão da marca com uma terceira loja, que seria administrada por outra irmã, completando o ciclo familiar, pois a irmã mais velha, Telma, já cuida da primeira na Ilha da Madeira, Portugal.
A moda utiliza dos meios de comunicação (editoriais e campanhas) para gerar consumo
A intervenção da comunicação no desenvolvimento da opinião pública e no comportamento social é um fato do cotidiano atual. Mas mudar atitudes ainda parece ser um desafio dispendioso e infrutífero para muitos profissionais de publicidade e marketing, que diversas vezes naufragam sem atingir suas metas, traídos pelas tradições e costumes arraigados, que nem as mais criativas e caras estratégias de comunicação conseguem superar.
Atitudes são avaliações próprias duradouras – favoráveis ou desfavoráveis –, sentimentos e opiniões em relação a algum objeto ou informação. Por serem desenvolvidas ao longo do tempo, através das experiências individuais e contatos de grupo, seriam altamente resistentes a mudanças.
Se você ainda não entendeu direito o que provocou essa crise, não se desespere – você não é o único/a! Eu não sou economista, portanto o que segue é a minha visão pessoal dos fatos.
Tendemos a super-valorizar as nossas expectativas. Quando as coisas vão bem, esperamos que elas irão ainda melhor. E foi isso que vinha acontecendo nos últimos dez ou quinze anos, quando praticamente desde os anos 1970 o Brasil não experimentava tamanho crescimento econômico – resultado: otimismo ingênuo que inflam as bolhas especulativas. Quando as coisas começam a ir mal, esperamos que piorem – resultado: pânico, como o que vimos nas últimas semanas.
As bolhas especulativas, assim como os ciclos econômicos, fazem parte da essência do capitalismo, mas sua principal característica é que ninguém consegue prever com exatidão quando a bolha vai estourar, nem os bancos centrais conseguiram desenvolver ferramentas macroeconômicas para “esvaziar” a bolha, quando esta é detectada, sem que a mesma exploda sem causar tanto estrago. Continue
Se você assistiu o filme Sex and the City, com certeza vai se lembrar da Lousie – personagem de Jennifer Hudson - a simpática e eficiente assistente de Carrie Bradshaw, a famosa editora fictícia de moda da Vogue na trama.
Vai se lembrar, também, que toda semana ela aparecia com uma bolsa diferente – de marca, diga-se de passagem, até Carrie se convalescer e presentear sua fiel assistente com uma novíssima Louis Vuitton.
No filme, ela chega a dizer onde fez o “empréstimo” e a empresa responsável é a famosa Bag Borrow and Steal, que trabalha com quase 40 marcas de bolsas, 28 grifes de jóias e 10 marcas de óculos escuros, o que soma mais de 3 mil peças à disposição das clientes.
As famosas bolsas usadas por Louise (Jeniffer Hudson)