O linho, quem diria, está de volta!
A fibra que foi descoberta há mais de 8.000 a.C, conforme registros históricos, teve seu uso constatado até em construções de moradias pré-históricas.
Não se tem a data exata de quando a fibra do linho começou a ser tecido pelo homem, mas há registros que comprovam o seu cultivo desde 2.500 a.C., pelos egípcios – as múmias egípcias eram enroladas em tecido de puro linho e tinha o significado de luz e pureza – a tumba do faraó Ramessés II; morto em 1.213 a.C; foi descoberta em 1.881 d. C, e o linho que envolvia a múmia estava em perfeito estado de conservação – após 3.000 anos. Além da sua existência, isso comprova a resistência da fibra em relação a ação do tempo.Há também, menções sobre o tecido no Antigo Testamento – “a túnica de Cristo era de linho sem costuras”.
O Linum Usitatissimum (nome científico) é uma planta herbácea que chega a atingir um metro de altura. É composto basicamente de uma substância fibrosa da qual são extraídas as fibras longas para a fabricação de tecidos e da superfície lenhosa.
Muito mais forte e resistente que a fibra de algodão, o linho tem alto poder absorção e tingimento, porém baixo poder de resiliência – amassa com facilidade.
Conheçam o Pequeno Museu da Tecelagem no endereço:
www.pequenomuseudatecelagem.blogspot.com
Nosso informativo, o Jornal Nó Cego nº 40, já está online no link
http://www.grupos.com.br/blog/pequenomuseudatecelagem/
Nesta edição trazemos:
- A Teia Oxidada
- Como pegar os vídeos do youtube
- Seção site do mês: Elementos Argentinos
- O Mito de Aracne
- Tecelã Margarete Depner será nome de Rua em Curitiba – Artesanato Brasileiro ganha Prêmio na Alemanha
- Ensinamento Samurai
Por Queila Ferraz