O Teatro nasceu das religiões ou as religiões nasceram do Teatro?

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Jean Louis Barrault foi um célebre ator francês conhecido no Brasil através do cinema.

Foi o mímico Baptiste no filme Boulevard do Crime.

Dirigiu durante anos a Commedie Française do Teatro Nacional da França. Ele esteve com a Commedie em São Paulo em 1954, apresentando Cristóvão Colombo de Paul Claudel e O Processo de Franz Kafka em uma adaptação de André Gide.

Em sua autobiografia, Barrault nos conta de sua amizade com Antonin Artaud, esse gênio profético do teatro, já em seus últimos anos – diariamente drogado porque estava enfermo e não estava enfermo por estar drogado. Quem hoje se droga para ter o gênio de Artaud comete um contra-senso.

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Entre o que Barrault ouviu de Artaud há testemunhos terríveis. Artaud declarou:

– A tragédia no palco já não me basta. Vou transportá-la para minha vida.
Muitas vezes pediu que Barrault, um genial mímico, o imitasse. E vendo a imitação que o ator fazia dele, gritava:

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– Roubaram minha personalidade, Roubaram minha personalidade.

Leia matéria completa no Blog do Cyro Del Nero

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