Lility – a marca

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Começar é sempre difícil, nunca sabemos ao certo por onde iniciar. Na minha cabeça é sempre um emaranhado de idéias e desejos. E é difícil dar forma a uma idéia. E mais difícil ainda é iniciar obedecendo todas as exigências dos padrões. Por isso os padrões que esperem…

Modelo usando Lility em evento do Cabaré da Moda
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Lility

Em dezembro de 2004, finalmente minha formatura em moda, depois de quatro anos de intensa dedicação. Trabalhando e estagiando durante o dia, estudando a noite e fazendo trabalhos da faculdade nos fins de semana. Nesse período passei por cinco empresas diferentes o que me deu uma boa experiência na área. Sempre com a ajuda da família e muito pouco dinheiro, mas com a formatura, finalmente eu poderia conseguir um emprego melhor.

Quem sabe a empresa em que eu trabalhava há quase dois anos não me contrataria… Não contratou, disse que estava passando por reestruturação e não poderia ter mais um estilista. Uma desilusão, uma vez que eu tinha dado tudo de mim….

Viajei de férias com a minha família para Bueno Aires. Lá, por enorme coincidência eu encontrei uma amiga da faculdade que se formou comigo. Ela tinha saído do emprego dela que foi um horror e não queria mais ter chefe, iria montar seu próprio negócio e estava procurando uma sócia. Perguntou se eu não queria montar com ela uma marca de biquíni.

A decisão

Montar uma marca era a possibilidade de um dia ficar rica, coisa que não aconteceria nas empresas de moda. Mas seria algo em longo prazo e eu teria que agüentar mais um ou dois anos de pouquíssimo dinheiro e ainda precisando de ajuda da família, o que quer dizer, adeus planos de comprar um carro, roupas, ter um plano de saúde, faxineira, etc. Eu tinha 27 anos e estava com a vida financeira totalmente desorganizada, sonhava com a estabilidade. Montar empresa era adiar bastante esse sonho.

Mas em compensação era a realização de outro sonho…já pensou, virar empresária, ser dona de uma marca!!!!!!Era bom de mais. E se não desse certo? Teria perdido mais um ou dois anos de vida e me pesava o sentimento de que minha juventude estava passando e eu não a estava vivendo como desejei.

A sócia era perfeita, talvez a única da faculdade com quem eu faria um projeto desses. Minha madrinha me deu o dinheiro inicial, agora só faltava vencer o medo.
E se não desse certo? E se desse??

Resolvi que era melhor arriscar, pois nesta altura da vida eu não tinha muito o que perder, tinha apenas que adiar. E por outro lado se eu não tentasse, ficaria sempre com aquilo na cabeça, pois tive a oportunidade e não a agarrei. Aceitei, em fevereiro de 2005.

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