A mudança do padrão de beleza feminino ao longo da história

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A mudança do padrão de beleza feminino ao longo da história.

Não é difícil ao ver as fotos antigas das nossas mães e avós pensar: “Meu Deus! Mas que cabelo é esse???”! Mas elas juram que “arrasavam” na época e era super tendência. A questão é que o padrão de beleza feminino mudou, aliás, está em constante mudança e nunca mudou tão rápido como agora!

O que era maravilhoso ontem, hoje é cafona e talvez amanhã seja lindo outra vez. O interessante é pensarmos no quanto somos reféns de um padrão tão inconstante e se o que fazemos hoje com nossos corpos e rostos – nunca houve tanta cirurgia plástica na história!- nos deixará satisfeitas no futuro. Há alguns anos um peito turbinado era mais do que necessário e muita gente aderiu ao silicone, hoje o bumbum é que está em alta e cada vez há mais procedimentos estéticos voltados para o derrière (alô Kardashians!!). Só Deus sabe o que o futuro dirá, mas e se forem seios miúdos? Voltaremos a sala cirúrgica para remover as próteses??

*Nada contra cirurgias plásticas, desde que seja feita para você e não um padrão de estética momentâneo.

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Um vídeo super interessante, produzido pelo site Buzzfeed, mostra como os padrões de beleza feminino foram mudando ao longo de 3000 anos, onde hora as curvas eram veneradas, hora o corpo esquelético era pré-requisito.

Egito antigo (1292 a.C. a 1069 a.C.)

As mulheres deveriam ter cabelos longos, rosto simétrico e um corpo magro e alto com cintura e ombros estreitos.

Grécia antiga (500 a.C. a 300 a.C.)

Pele branca, seios fartos, coxas grossas e cintura larga configuravam o padrão da época.

Dinastia Han – China (206 a.C. a 220 d.C.)

A sociedade esperava que as mulheres tivessem olhos grandes, pés pequenos, cintura fina, cabelo longo e bem escuro, dentes brancos e pele pálida.

Renascença italiana (1400 a 1700)

Um corpo arredondado, com quadris largos e seios grandes, era sinônimo de beleza. O padrão ainda impunha pele branca, cabelo loiro e testa grande.

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Era vitoriana (1837 a 1901)

A sociedade obrigava as mulheres a vestirem corsets apertados para afinar a cintura o máximo possível. Elas também usavam o cabelo longo como símbolo de feminilidade.

Anos Loucos (década de 1920)

O visual mais desejado era andrógino: sem curvas, com seios pequenos e cabelo curto.

Era do Ouro de Hollywood (1930 – 1950)

Estrelas como Marylin Monroe, com corpo curvilíneo e cintura fininha, eram objeto de desejo.

Década de 1960

O jogo se inverte e a modelo Twiggy passa a ser o padrão da vez: magra, alta, sem curvas e com aparência adolescente.

Era das supermodelos (1980)

A top Cindy Crawford era a representação da beleza daquele tempo com seu corpo alto, magro, atlético e torneado.

Década de 1990

O corpo extremamente magro e quase andrógino de Kate Moss era o que as mulheres desejavam.

Século XXI

Corpo magro, mas saudável, seios e bumbum grandes, mas barriga chapada. Este é o padrão regente.

Via M de Mulher

Por Carol Carneiro

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