Beleza na Geração Z – O que os jovens esperam da indústria?

A beleza na Geração Z

 

Considerada como a primeira geração 100% digital do mundo, a Gen Z é é focada mais no “nós” do que no “eu” e esse detalhe é a chave para compreender a nova visão da beleza por seus nativos. Surpreendentemente analógicos, eles prezam por boas experiências offline e valorizam a inclusão. Por isso, são chamados pela WGSN de consumidores “Phygital” (mistura entre os termos physical + digital, ou seja, físico & digital)

1. Compras com propósito

 

Imagem via Glossier

 

 

Se, anteriormente, a sustentabilidade era uma “”, para essa geração ela se transformou em um estilo de vida. E não pense que só o discurso vale, afinal, eles esperam que as marcas operem de acordo com o que pregam e cobram cada vez mais transparência.

Esse levantamento, conduzido nos EUA, apontou que 73% das pessoas que investem em produtos de beleza e cuidados pessoais orgânicos fazem parte da , nascida a partir de 2001.

 

2. Inclusão radical: todos ou nada!

 

Imagem via: Glossier

 

Esqueça a generalização, a beleza na Geração Z valoriza a diversidade e o respeito a todas as suas formas. Estereótipos e discriminação não serão mais tolerados. Por isso é essencial que as marcas se posicionem e abracem tanto a fluidez de gênero quanto as comunidades multiculturais.

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Winnie Harlow via KKW Beauty

 

 

Marca de beleza com apenas 3 tons de base e corretivo? Pode esquecer. Vai se tornar obsoleta logo, logo.

 

3. Conhecimento é poder

 

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Esses jovens formam grandes comunidades digitais, que exigem cada vez mais autenticidade e transparência de todos os setores. Se antes as grandes marcas conseguiam escapar com suas práticas questionáveis, hoje elas estão sendo cada vez mais pressionadas para adotar políticas sustentáveis.

No futuro, a pressão deve aumentar ainda mais, já que a Geração Z será, em breve, será a maior força de consumo do mundo.

 

4. Da conveniência online para a experiência offline

 

Imagem via Duna Beleza Livre

 

 

Desde o Instagram, no oeste, ao Weibo e WeChat no leste, o Gen Z usa predominantemente aplicativos de compartilhamento de fotos.

Esses apps não servem apenas para alimentar o ego: eles os usam para educar e influenciar uns aos outros. Além de pesquisar, descobrir e, é claro, fazer transações. Isso significa que cada vez mais jovens usam as mídias para comprar e vender (desde peças novas até vendas ou trocas de artigos usados).

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5. Bem-estar no espaço digital

 

Imagem via Duna Beleza Livre

 

 

Seus nativos anseiam por momentos de calma, buscando consumir marcas que ofereçam apoio  neste mundo emocionalmente complexo. Por esse motivo, nas mídias sociais, apostar em conteúdos voltados para o bem-estar para aproximar o consumidor. Signos e terapias holísticas também ganhem destaque e ajudam a construir uma cultura de marca.

Via: WGSN Blogs

Francieli Hess: Francieli Hess é estilista, empresária e produtora de conteúdo especialista em SEO. Atualmente reside na Índia, onde dirige sua marca Hess e atua como consultora internacional de negócios de moda, com foco em inovação e sustentabilidade. Instagram: @francielihess Site: www.hessbyhess.com
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