Um dos maiores patrocinadores de programas de TV do Brasil, Sidney OIiveira foi preso durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). De acordo com as informações do G1, tal operação foi executada para desarticular um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda.
Dessa forma, junto com o fundador da Ultrafarma, outras duas pessoas foram presas. Uma dela é o diretor estatutário do grupo Fast Shop, Mario Otávio Gomes. Vem entender melhor o caso que deixou muita gente boquiaberta.
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O que aconteceu com Sidney OIiveira?
Famoso por patrocinar diversas atrações em programas de TV, Sidney OIiveira também não poupa esforços para ter grandes artistas em comerciais de seus produtos. Dessa forma, a Ultrafarma já teve como garotos-propaganda personalidades como: Celso Portiolli, Marília Gabriela, Lima Duarte, Fulvio Stefanini e Sabrina Sato.
Agora, o empresário de 71 anos está preso em SP. Segundo as investigações, Sidney integrava um esquema e corrupção envolvendo auditores fiscais tributários do Departamento de Fiscalização da Secretaria da Fazenda e SP. De acordo com o UOL e o G1, Sidney foi preso em uma casa no bairro Santa Isabel, na capital paulista.
De maneira idêntica, Artur Gomes da Silva Neto também foi preso nessa operação realizada pelo Ministério Público. Ele é Fiscal da Secretaria da Fazenda de São Paulo, com posto alto. Segundo as apurações era ele que facilitava os pedidos de créditos tributários.
Como resultado, Artur é apontado de receber mais de R$ 1 bilhão em propina por uma empresa registrada no nome da mãe dele. Isso porque ele era o principal operador do esquema, segundo as investigações.
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Mais sobre a prisão do Dono da Ultrafarma
De acordo com a matéria do G1, na casa de um dos investigados foi encontrado dinheiro vivo e pacotes de esmeralda. Segundo o GEDEC – Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos – que conduz a investigação, o fiscal manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas.
Dessa forma, o pagamento de propina acontecia através de recebimentos feitos na empresa que está em nome de sua mãe. A investigação ainda está em curso e as prisões são temporárias. Assim sendo, os agentes cumprem diversos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais dos alvos e nas sedes das empresas investigadas.
Tal operação é fruto de meses de trabalho de investigações com análises de documentos, quebras de sigilo e interceptações autorizadas pela Justiça. Como resultado, os investigados podem responder por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Por fim, os empresários envolvidos ainda não se manifestaram sobre o ocorrido.