A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimento

A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimento

Porque às blusas “ciganinhas” viraram moda?

Um dos conceitos da Moda é o estudo do novo na cultura. Só que o novo não sai do nada, geralmente olhamos para o passado e fazemos uma releitura de certo movimento, ou elemento, evocando seu espírito em um novo contexto, com novas formas, novos materiais, nova tecnologia. Mas nunca, nada volta igual!

Assim a moda é marcada por um  ir e vir de movimentos e tendências, registrados pela História da Moda e da Arte que ajudam na composição do futuro, junto com as descobertas científicas, tecnológicas e filosóficas que vão compondo o chamado ” espírito do tempo”.

Os criadores costumam estar “antenados”, mesmo que de forma intuitiva,  ao que vem acontecendo de novo na sociedade e  tentam ajustar suas criações às direções  do consumo e do desejo que vão compor ao longo dos anos cores, formas e estilo de vida de cada época.

Para exemplificar este movimento escolhemos a tendência dos nômades digitais e o estilo gypsy.

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Sandália da marca Melissa do Verão 2015 evocando o estilo Gypsy e suas inspirações

A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimentoVida cigana retratada pela BBC em 1969 – Estilo Gypsy

Nômades Digitais e Viajantes

Para os próximos anos, entre as principais macro-tendências, estão os Nômades Digitais e os Viajantes  e  por sua influência, entre outros motivos,  estilos como o Étnico, Folk, Boho, Tribal e o Gypsy vem sendo resgatados.

Estas tendências vêm sendo trabalhadas na moda há algum tempo, como podemos ver em matérias e desfiles de 2012 e 2013. Entretanto, os movimentos são como ondas que vão se manifestando aos poucos e demoram, às vezes alguns anos, para se propagarem inteiramente. Entenda agora a relação entre o Neonomadismo e a volta do Estilo Cigano:

De onde vem o movimento dos Nômades Digitais

Nomandismo Digital é um comportamento humano emergente que surgiu como uma nova maneira de viver, de pensar, de agir, com base na evolução e no desenvolvimento dos meios tecnológicos, produzindo um mundo caracterizado pela dissolução do conceito de fronteira e interconectividade global.

Traduzindo, cada vez mais, um número muito grande de pessoas, pode trabalhar de onde quiser desde que possuam ferramentas como um computador e internet. Geralmente profissionais associados a informação, como fotógrafos, tradutores de livros, blogueiros etc.

A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimentoOs nômades digitais são aqueles que tem profissões em que podem trabalhar de qualquer lugar do mundo, desde que tenham ferramentas, como um computador e internet. Este estilo de vida está só começando e vai mudar toda nossa concepção de trabalho.

Surge como um novo movimento nômade, resultante  de uma série de inovações científicas e tecnológicas que passou a convergir, em um novo paradigma baseado nas tecnologias da informação e da comunicação, resultando em uma sociedade denominada de Sociedade da Informação ou Sociedade do Conhecimento (knowledge society) que é caracterizada pela  informação, como meio de criação de conhecimento, desempenhando um papel fundamental na produção de riqueza e na contribuição para o bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos.

Veja o manifesto do Nomandismo Digital produzido pelo site Hypeness mostrando como essa transição está sendo feita, com dados, ideias e dicas para quem pretende adotar esse estilo. Vale a pena conferir!

Agora vamos voltar as origens do termo. O nomadismo é a prática dos povos nômades ou seja, que não têm uma habitação fixa, que vivem permanentemente mudando de lugar. Usualmente são os povos do tipo caçadores-coletores ou pastores, mudando-se a fim de buscar novas pastagens para o gado, quando se esgota aquela em que estavam.

Os nômades não se dedicam à agricultura e frequentemente ignoram fronteiras nacionais na sua busca por melhores pastagens. A Bíblia é a história de um povo nômade, os Hebreus.

No entanto, para Piere Lévy, somos não exatamente Nômades, pois os nômades não tinham nem terras, nem cidades. Segundo ele , somos Móveis: passando de uma cidade à outra, de um bairro a outro da megalópole mundial. Vivemos em casas que são como navios em pleno mar, conectados com todas as redes da grande aldeia global.

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Somos Móveis: passando de uma cidade à outra, de um bairro a outro da megalópole mundial

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Passamos de uma cidade à outra, de um bairro a outro na grande aldeia global, sempre conectados entre si, sempre movimentando, então referências de movimento como rodas e trailers também são revisitadas

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Para entender melhor

A história da humanidade passa pelos seguintes períodos: o das mãos, o das ferramentas, o das máquinas e o dos aparelhos eletrônicos.

Na Primeira Revolução Industrial, o homem substitui a mão pela ferramenta, neste período ele era nômade.

A Segunda Revolução Industrial, em que substituiu a ferramenta pela máquina, ocorreu a pouco mais de duzentos. Quando se trata de ferramenta, o homem é a constante e a ferramenta, a variável: o alfaiate senta-se no meio da oficina e, quando quebra uma agulha, a substitui por outra. No caso da máquina, é ela a constante e o homem a variável: a máquina encontra-se lá, no meio da oficina, e se, um homem envelhece ou fica doente, o proprietário da máquina o substitui por outro.

O homem pré-histórico, não fixava lugares para a fabricação, produzia em qualquer lugar. Com a invenção das máquinas essa arquitetura teve que mudar, pois, já que a máquina deve estar situada no meio,  dura mais e tem maior valor que o homem, fazem surgir agrupamentos significativos de máquinas em grandes centros urbanos. Em rede, conectadas entre si, se unem formando parques industriais e cidades como São Paulo.

Já com a Terceira Revolução Industrial, aquela que implica a substituição de máquinas por aparelhos eletrônicos, muda-se completamente este paradigma.

A primeira vista, quando pensamos  sobre a revolução dos aparelhos eletrônicos, é como se estivéssemos retornando à fase de fabricação anterior às ferramentas. Exatamente como o homem primitivo, que sem mediação alguma apreendia a natureza em suas mãos e, graças a elas, podia fabricar algo, em qualquer hora e lugar.

Esse será nosso futuro, apoiado por tecnologias como a impressora 3D que começa a se formar diante de nossos olhos. É como se estivéssemos na pré-história desse novo período que vem surgindo. Por isso tudo é tribal, a música é primitiva e voltamos aos tempos das imagens já que o nosso vocabulários ainda não consegue dar nomes a todos estes fenômenos que vem se instalando velozmente, então buscamos no passado as referências para nominá-lo.

Entenda melhor este movimento aqui e também na matéria: Sociedade da Informação e a relação entre o homem e suas fábricas em uma Reflexão de Vilém Flusser, no livro O Mundo Codificado.

Veja mais sobre macrotendências e as mudanças em nossa sociedade aqui:

 

Viajantes

Na Moda, todos estes fenômenos que vem ocorrendo no novo milênio, em consequência da globalização e do fácil acesso ao transporte (principalmente por conta do crescimento das companhias aéreas e preços mais acessíveis das passagens), foi denominado de Viajantes: indivíduos com residência fixa e emprego, que devido ao excesso de informação e/ou viagens constantes, acabam por absorver elementos de diversas culturas no seu cotidiano.

A mistura de estilos étnicos é a característica mais marcante deste novo Viajante, estampas indianas, chapéu de Cowboy, calça saruel, turbantes, lenços, peles, acessórios, bordados, sobreposições e muitas cores. O resultado é um visual de andarilho, onde o que mais chama atenção é a história contada por trás de cada peça escolhida.

Há também um fortalecimento de temas como Étnico, Folk, Boho, Tribal e Boêmio, em que tudo vem junto e misturado. Esta tendência pode refletir duas linhas de pensamento:

  • Inserção de elementos de outras culturas em seu estilo de vida;
  • Como também a simplicidade de reflexões do tipo: em um mundo globalizado, quem não sabe quem é, também não sabe para onde vai.

O fato é que tudo que envolve etnia estará muito forte para as próximas estações.

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Indivíduos que fazem da viagem um estilo de vida. Quem não sabe quem é também não sabe para onde vai…

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Desfiles do Fall/ Winter 2015 que serão referência para nosso Inverno 2016. Dsquared² nas duas primeiras imagens e Dries Van Noten na terceira. A mistura de estilos étnicos é a característica mais marcante deste novo Viajante, estampas indianas, chapéu de Cowboy, calça saruel, turbantes, lenços, peles, acessórios, bordados, sobreposições e muitas cores. O resultado é um visual de andarilho, onde o que mais chama atenção é a história contada por trás de cada peça escolhida.

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Os viajantes e andarilhos contemporâneos

A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimentoTraduzindo esse espírito, referências de movimento, aparecem das mais variadas formas

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Vitrine de Milão do Spring 2015, a roda não para de girar, também uma referência a todo esse Movimento. Veja na matéria: Fotos de Vitrines de Milão Spring 2015 – Anos 70, Bordados 3D e muito mais

E onde entra a tendência do Estilo Gypsy (Cigano)?

Você deve estar se perguntando…

Com o advento das novas tecnologias e novas formas de trabalho, surgiu,  ou melhor está ressurgindo uma espécie de novo viajante, expresso na tendência do Neonomandismo e você é um estilista e quer vestir essa nova tribo, onde vai buscar inspiração? Qual a primeira pergunta que irá fazer? Que tal começar por:

  • Quem eram os povos nômades?
  • Existem ainda hoje povos nômades?
  • Quem são os viajantes contemporâneos?

Nestas respostas,  é  que você vai buscar inspiração!

Os povos nômades na atualidade se encontram espalhados em todos os continentes. Vamos encontrá-los nos desertos da África como os tuaregue, no Sahara, também na Etiópia, no Sudão, os beduínos do deserto do Negev em Israel. Na Finlândia ou na Mongólia os nômades vão sobrevivendo, apesar dos limites que a natureza os coloca e o governo destes países. E finalmente, o mais conhecido deles, os ciganos, que circulam tanto na Ásia, Europa como nas Américas.

Todos esses exemplos podem servir de inspiração, mas geralmente aquele com maior riqueza estética, vai ser escolhido, caso dos ciganos novamente.

É assim que determinado movimento, como o estilo Gypsy acaba retornando, pois vira ponto de partida na construção da identidade de um novo movimento ou uma nova tribo!

Junta-se a isso as tecnologias e novas formas de produção e conhecimento e pronto, vemos o novo se formando!

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Desfile de Jean Paul Gaultier Spring 2015 que traz referências do Gypsy  misturadas, ao  jeans,  um dos tecidos  mais usados em nosso época, e como não poderia deixar de ser – os aparelhos eletrônicos, que financiam toda essa mudança de paradigma

Blusa Estilo Gypsy, às ciganinhas – Como era e como volta

As blusas “ciganinhas” viraram uma verdadeira febre, mas além de ser uma referência nômade, elas também podem traduzir um outro aspecto da nossa sociedade: o empoderamento feminino.

Extremamente femininas, geralmente aparecem com babados que também são uma referência de movimento, e, principalmente, deixam os ombros à mostra. Geralmente os ombros simbolizam tudo que carregamos de responsabilidade. Eles já apareceram inflados com enormes ombreiras nos anos 80, quando as mulheres começaram a competir com os homens no mercado de trabalho, agora, eles retornam fortes e desnudos, trazendo uma metáfora de mulheres mais seguras e vitoriosas em seus cargos.

Ombros à mostra aparecem como a nova sensação, eles viraram a nova zona erógena: como se traduzissem a beleza destas mulheres poderosas e femininas, que conseguiram abarcar de forma confortável e bela, o peso de suas responsabilidades e agora os exibem como troféu.

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A blusa ciganinha e os ombro à mostra – Uma sensação do verão!

A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimentoAqui um breve histórico em fotos da Blusas do estilo Gypsy (Ciganas): primeiro início do século quando era usada somente pelos ciganos. Nos anos 70 quando a tendência foi revisitada pelo movimento hippie. Depois nos anos 90, no figurino da personagem Babalu da novela Quatro por Quatro da Rede Globo, que virou febre no Brasil. E finalmente  resgatada  por Emilio Pucci, em sua coleção Spring Sumer 2012-13 e nos looks das blogueiras e na passarela de Jean Paul Gaultier Spring 2015 que será referência para o Brasil  no  verão 2016.  Na foto a modelo tira uma selfie fazendo biquinho, deixando o momento ainda mais atual

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A marca Johanna Ortiz no site Moda Operandi, aposta nas blusas de estilo gypsy em modelagem super contemporânea para o spring 2015 que será referência para nosso verão 2016

Entendendo o estilo Gypsy

O blog Acorda, bonita preparou um especial bem completo sobre o retorno dessa tendência. A grosso modo, na língua inglesa, Gypsy significa Cigano – membro tradicional de grupos itinerantes os quais se originaram no norte da Índia (nota: há controvérsias) e agora vive principalmente no sul e sudoeste da Ásia, Europa e América do Norte.

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Pela sua natureza nômade, é difícil de estabelecer as origens e localizações geográficas exatas destes grupos itinerantes alcunhados de Gypsies, ciganos, travellers, viajantes, peregrinos, entre outros. Para simplificar o debate, podemos dizer que há dois “macro-grupos” de Gypsies: Os ciganos “ao pé da letra” e os peregrinos irlandeses.

Ambos possuem estilo de vida nômade, mas são oriundos de grupos étnicos distintos. Existe um grande debate acerca de suas histórias, historiadores alegam que o povo cigano possui raízes na Índia, tenho migrado para a Europa no século 13. Já os viajantes irlandeses fazem jus à sua alcunha, ou seja, são primordialmente de origem irlandesa.

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O estilo caracteriza-se principalmente por  indumentárias coloridas com joias opulentas, saias fluídas e cachecóis vibrantes que possuem retratação milenar. O brinco de argola e acessórios com balangandãs que lembram moedas também são ícones deste do estilo cigano.

O uso de camadas, bolsas transpassadas e rasteirinhas de tiras também compões o estilo Gypsy.

Peças chaves: Lenços coloridos, tecidos com aplicação de pedrarias ou bordados e muitos acessórios de diferentes materiais.

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Veja fotos do New Age Gypsy aqui.

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Inspiração

Nas passarelas internacionais muitas marcas apresentaram um caldeirão de estilos em seus desfiles, misturando referências do Étnico, Boho, Gypsy, Folk, andarilhos e viajantes.

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Etro Spring /Summer 2015 RTW que se inspirou no Boho e serve de referência para os Viajantes

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Etro com Boho e Dolce & Gabbana – Spring /Summer 2015 – Estilo Gypsy

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Yves Saint Laurent Menswear SS 2015 Paris

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A tendência dos Nômades Digitais e o Estilo Gypsy (cigano): Como era e como volta e as raízes do movimentoInspiração para 2016 – Estilo Gypsy

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 Viajantes – Inspiração para 2016 – mistura de estilos étnicos é a característica mais marcante deste novo Viajante. O resultado é um visual de andarilho, onde o que mais chama atenção é a história contada por trás de cada peça escolhida – Estilo Gypsy

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O bacana é trazer este espírito para as peças contemporâneas – Estilo Gypsy

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Pesquise e busque inspiração no estilo Gypsy

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Traduza todos essas informações de forma contemporânea – Emilio Pucci Spring 2015 – Estilo Gypsy

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Mistura de estilos étnicos, mix de estampas

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Veja também Os Jeans do Verão 2016 – Tendências – Estilo Gypsy

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Blogueiras usando blusa Gypsy

Mais fotos do estilo Gybsy

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Por Denise Pitta

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O Fashion Bubbles possui cerca de 10 mil artigos, aqui as matérias geralmente aparecem aleatoriamente, aproveite para relembrar o que foi moda em outros anos, conhecer outros artigos ou ver a evolução do próprio site que começou em 2006 como um Blog.

Publicação: 1 de fevereiro de 2015

AUTOR

Denise Pitta é digital Influencer e é editora do Fashion Bubbles. Estilista, formada em Moda e Artes Plásticas, atuou em diversas confecções e teve marca própria de lingeries, a Lility. Começou o blog em 2006 e está entre as primeiras blogueiras brasileiras da moda. Também desenvolve pesquisas sobre História e Identidade Brasileira na Moda e Psicologia Analítica. É apaixonada por filosofia, física quântica, psicanálise e política. Siga Denise no Instagram: @denisepitta e @fashionbubblesoficial

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