O que o vento não leva…

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tempo_abre.jpgVivemos de fato num mundo com excesso de informação, pressionados pela falta de tempo e por um ambiente impregnado pela cultura do “video-clip”: imagens rápidas, muitas sensações (cor, barulho, transpiração) mas com muito pouco espaço para a reflexão e a individualidade.

Tudo parece construído de forma a nos levar a seguir a manada, a consumir a moda do momento para logo em seguida descartá-la e correr atrás da última novidade. O oposto de um Woody Allen ou de um bom filme europeu, com planos longos, diálogos cuidados e música intimista…

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Por Marcos Cavalcanti

Matéria completa no site O Globo Online.

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