Coven mergulha no processo de tecelagem – Fashion Rio Inverno 2011

- Continue depois da Publicidade -

Com forte influência de Coco Chanel, a Coven fez um mergulho no processo de tecelagem e mostrou um trabalho de exploração de fios e tecidos, dando menos atenção à forma. Para compor as peças os fios mais utilizados foram lurex, flamé, bouclé e chenille.

A predominância na cartela de cores era do preto e do branco, mas tons mais vivos de azul, vermelho, rosa e verde também apareceram. O grande destaque vai para o xadrez e também as franjas, que estavam presentes em vários looks. Algumas peças tiveram um toque de étnico.

As modelagens apareceram ajustadas ao corpo e com comprimento na altura dos joelhos. As calças, que também foram feitas em jeans, ficaram com a barra acima do tornozelo. O destaque vai para os blazers estilo tweed e as jaquetas em animal print.

- Continue depois da Publicidade -

- Continue depois da Publicidade -

- Continue depois da Publicidade -

Você também pode gostar!

Fotos: Osvaldo F

Veja a cobertura completa do Fashion Rio Inverno 2011

A mineira Liliane Queiroz teve seu primeiro contato com linhas e fios em 1987, quando cursava arquitetura na UFMG. Com forte talento para misturar cores e criar texturas, a estilista começou a desenvolver roupas de forma artesanal. Com o tempo a Coven passou a apostar em tecnologias de ponta e se transformou em sinônimo de tricô de qualidade.

Além do mais, as roupas by Coven são facilmente reconhecidas, pois apresentam malhas trabalhadas de maneiras inovadoras. Sabe qual é o significado do nome da marca? Convenção de bruxas. E o motivo é simples: para Liliane, elas trazem sorte. Ao que tudo indica, para a Coven também.

Informações da Revista Estilo

- Continue depois da Publicidade -

você pode gostar também

“Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar sua experiência. Ao utilizar nossos serviços, você concorda.” Tudo bem Mais detalhes