MyHood: plataforma faz criadores lucrarem com vídeos virais

Cansado de ver vídeos bombarem sem retorno? Descubra como a MyHood está mudando isso e ajudando criadores a ganharem até R$ 10 mil por mês!

Fonte: Instagram @myhoodbr

Você já se perguntou quantas vezes viu um vídeo bombar nas redes sociais e o criador não ganhou absolutamente nada com isso? Pois é, essa realidade frustrante é mais comum do que imaginamos, mas a MyHood está mudando esse cenário. A internet virou um faroeste digital onde qualquer um pega o conteúdo alheio e sai por aí usando como se fosse seu.

Foi exatamente essa injustiça que incomodou os irmãos Alexandre e Felipe Salvatore, de São Paulo, a ponto de criarem uma solução que está transformando o jogo. A startup nasceu com uma missão clara: transformar a internet em um lugar onde quem cria, de fato, lucra. “A internet não é terra de ninguém. A gente criou uma solução para proteger o vídeo e colocar dinheiro no bolso de quem criou”, explica Felipe, direto ao ponto.

Como a My Hood funciona?

A MyHood opera como uma vitrine inteligente de vídeos virais. O processo é simples: criadores de conteúdo cadastram seus materiais na plataforma, e empresas – desde portais de notícias até grandes marcas – podem licenciar esses vídeos com total segurança jurídica.

Fonte: Facebook @MyHoodBR

O diferencial está na tecnologia por trás da operação. A startup utiliza inteligência artificial para identificar, em tempo real, quais vídeos têm potencial de viralizar. O algoritmo analisa engajamento e relevância jornalística, funcionando como um radar de oportunidades.

“Temos mais de 7 mil produtores cadastrados. Alguns fazem vídeos do dia a dia, outros usam drones para capturar imagens aéreas de pontos turísticos”, conta Alexandre, mostrando a diversidade do catálogo.

Mas não é só tecnologia que rola por lá. Uma equipe humana verifica a autoria e veracidade de cada vídeo, garantindo que não role nenhuma roubada.

Modelo de negócios e precificação

O modelo de negócios da MyHood é baseado em assinatura, com valores que variam conforme o tamanho da empresa cliente:

  • Empresas com menos de 100 mil seguidores pagam a partir de R$ 399 por mês;
  • Grandes redes com mais de 25 milhões de seguidores podem desembolsar até R$ 15 mil mensais.

Essa estrutura escalonada permite que desde pequenos veículos até gigantes da mídia tenham acesso ao conteúdo licenciado.

Cases de sucesso dos criadores

Os resultados práticos falam por si só. A criadora Mariza Chisthiane é um exemplo perfeito de como a plataforma funciona. Depois que um vídeo seu viralizou, ela decidiu testar a MyHood.

“No começo fiquei com receio, mas depois entendi como funcionava. Hoje envio praticamente todos os meus vídeos. Já cheguei a ganhar entre R$ 6 mil e R$ 10 mil por mês”, revela.

Fonte: Instagram @myhoodbr

Eduardo Soncini representa outro perfil interessante. Empresário que começou a filmar com drone por hobby, ele descobriu na plataforma uma fonte extra de renda e visibilidade. As páginas que usaram meus vídeos deram os créditos certinho. Isso me ajudou a ganhar mais seguidores”, explica.

Proteção jurídica e impacto social

A questão legal não é brincadeira. A advogada Karin Pfannemuller, especialista em direitos digitais, reforça a importância da iniciativa: “Muitos criadores não sabem que têm direitos. Ter uma plataforma que oriente e proteja é essencial, porque o uso indevido de conteúdo é crime no Brasil.”

Além do aspecto comercial, a MyHood já protagonizou histórias emocionantes. Um caso marcante envolveu um vídeo de um cachorro recusando comida que viralizou e acabou ajudando a reencontrar um animal desaparecido há cinco meses. “A dona viu o vídeo em um portal e reconheceu o cachorro. Foi um final feliz”, contam os irmãos.

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Crescimento e perspectivas futuras

Os números da MyHood impressionam. Em 2024, a empresa faturou cerca de R$ 1 milhão. Para 2025, a meta é ambiciosa: multiplicar esse faturamento por cinco. A expectativa é encerrar o ano com 25 mil criadores cadastrados e 4 mil páginas assinantes.

Conclusão

A MyHood prova que é possível criar um ecossistema justo na internet. “Estamos mirando alto. Nosso objetivo é garantir que quem cria conteúdo receba por isso — com segurança e reconhecimento”, concluem os fundadores, estabelecendo um novo padrão para a monetização de conteúdo viral.

Enfim, o Fashion Bubbles te convida a ler também Como monitorar o celular do meu filho com respeito e confiança. Ou então, confira mais novidades do mundo da tecnologia em nossa categoria.

Laila Lopes: 26 anos, mineira (atualmente morando na região serrana do RJ) e amante de seus bichos: 2 cachorros e muitos peixinhos. Redatora digital há 4 anos, com mais de 2000 artigos publicados na internet

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