Quem são os consumidores do futuro? Saiba como preparar sua marca para conquistá-los

Descubra os perfis dos consumidores do futuro e estratégias para conquistar estas pessoas com produtos, serviços e experiências de compras.

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Não foram só as tendências de moda que sofreram uma reviravolta nos últimos meses, mas o perfil dos consumidores do futuro também mudou com o novo coronavírus.

Esse artigo nasceu das inquietações e discussões sobre o futuro do consumo, com nossa apoiadora Vanessa Cainelli, idealizadora da marca VistaMiv. Uma vez que a rotina, os sentimentos e as escolhas de quem compra se transformou mais em quatro meses do que em anos e anos por causa do isolamento social. E se por um lado com o “novo normal” muitos negócios tiveram que fechar as portas, na contramão estão empresas que mudaram a forma de pensar para conquistar estes consumidores do futuro.

Dessa forma, no estudo “Consumidor do futuro 2022”, a diretora geral da WGSN, Carla Buzasi, afirma que a pandemia foi o maior propulsor global de mudanças dos últimos tempos, resultando em novos hábitos de consumo e em um novo cenário para a indústria. Especialmente nesta nova década com a sociedade totalmente conectada. “E, mesmo enquanto nos apoiamos na conectividade digital para sobreviver a este momento de turbulência, é o nosso anseio por conexão humana que moldará as nossas vidas a partir de agora”, escreveu.

Veja também: A Moda do amanhã – 10 caminhos para pensar a trajetória da Moda de agora em diante.

Consumidores do futuro

Para quem não sabe, a Worth Global Style Net pode ser considerada a autoridade global em tendências de consumo e design.  Nesta pesquisa, os experts  da WGSN apontam uma análise de sentimentos que permeiam o mindset das pessoas e que interferem diretamente nas tendências de consumo em um futuro nada distante. Veja quais são:

Otimismo radical

Mesmo com tantas tragédias em 2020 e o negativismo que só cresce para o início de 2021, ainda há muita gente com esperança no futuro. De acordo com o WGSN, em 2022 um otimismo radical tomará conta dos consumidores, que vão priorizar sensações positivas e alegrias – e valorizar o que é verdadeiro.

Resiliência equitativa

Eventualmente, a capacidade de se adaptar às adversidades será um ponto chave no período pós-pandemia. Em 2022, os consumidores buscarão a aceitação emocional, assumindo os próprios sentimentos de maneira autêntica e genuína.

Dessincronização social

Com a pandemia, a rotina das pessoas mudou. Assim, houve uma dessincronização social. A tendência é que em 2022 esse cenário fique mais visível, com indivíduos realizando ações diferentes, em horários diferentes. E, consequentemente, isso acarreta uma falta de interação entre as pessoas que leva a comportamentos de fragmentação das comunidades.

Medo

Nem é preciso dizer que o medo faz parte de um mundo de incertezas. Medo de perder o trabalho, medo de ficar doente, medo de perder um ente querido, medo do futuro. Este sentimento deverá acompanhar os consumidores durante anos a fio.

Quem são os consumidores do futuro?

“Agora com essa nova fase (imposta) mundialmente, os sentimentos polares serão necessários para se criar espaços  mais segmentados de tipos de pessoas e coisas, ou seja,  uma sociedade fragmentada onde cada um poderá escolher, sem regras impostas, onde quer estar”, acredita Vanessa Cainelli, da marca @vistamiv.

De acordo com dois reports publicados pelo WGSN nos meses de julho e agosto, são seis os perfis de consumidores do futuro em 2021 e 2022:

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Confira ainda: Moda do futuro, como a tecnologia está mudando o universo fashion?

Guardiões da empatia

Na contramão dos haters estão estas pessoas solidárias, generosas e que valorizam umas as outras. Para falar com este público não basta ter o melhor produto ou um marketing lacrador: é preciso investir em estratégias para colocar as pessoas acima do lucro.

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Compressionalistas

Pessoas cansadas, ansiosas e estressadas, que querem resolver tudo na hora =- e precisam de marcas que ajudam a organizar suas vidas. Uma maneira de engajá-los é apostar em e-commerce simples e organizado.

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Criadores de mercado

São os empreendedores criativos que buscam seu próprio lugar ao sol. Investir em cocriação e collabs pode ser boas alternativas para engajar este consumidor.

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Estabilizadores

Grupo formado principalmente por millennials e geração X. Indivíduos que estão começando a deixar de lado o culto à produtividade e passando a aceitar a vida de forma mais simples. Para atingir este público, é necessário apostar em serviços e experiências que inspiram tranquilidade e good feelings.

Consumidores do futuro: comunitários

Pessoas que valorizam a comunidade ao redor e querem fincar raízes, estabelecendo limites entre a vida pessoal e profissional Estes indivíduos podem ser engajados com investimentos em negócios locais, resgatando boas histórias.

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Fotos: Reprodução/Pixabay

Novos otimistas

Indivíduos que buscam a felicidade acima de tudo e exigem a representação de todos. Nada de estereótipos de raça, cultura ou beleza. E, como abordam pessoas de divers idade – de jovens aos mais velhos, as marcas precisam abraças o poder do coletivo para atingir este público, com produtos e serviços que casem com este estilo de vida otimista.

 

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