Comportamento Geração Z – Será que o futuro vai ser offline?

Comportamento Geração Z   Será que o futuro vai ser offline?

Imagens via Obvious Agency e LOCLE – Comportamento Geração Z

Compreender o comportamento das gerações é essencial para todas as indústrias. São esses modelos que ditam como elas vivem e consomem, servindo de termômetro para as abordagens de marketing e, principalmente, para a criação de produtos.

A Geração Z é a primeira 100% digital do mundo e um estudo recente revelou que, ao contrário do que pensávamos, esses jovens estão vivendo uma vida surpreendentemente analógica. Descubra mais:

Comportamento Geração Z – Como vivem os nativos digitais?

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Carinhosamente apelidade de Gen Z, esta deverá se tornar, em breve, a maior geração do planeta. Mais do que nunca, desvendar seu comportamento é primordial para os setores de consumo! Um estudo recente, comandado pelas empresas globais Student Affinity Network UNiDAYS e Ad Age Studio 30, revelou um panorama bastante interessante.

O estudo “Gen Z: Decodificando a geração digital” é baseado nas respostas de quase 23.000 estudantes universitários com idades entre 17 e 23 anos. Foi realizado nos EUA, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia. Se antes imaginávamos o futuro com carros espaciais e ambientes 100% online, parece que a realidade será bem diferente.

Apesar de terem crescido lado a lado com a internet, os nativos da Geração Z fazem algumas escolhas surpreendentemente tradicionais quando se trata do uso de tecnologia e hábitos de compra. Para se ter uma ideia, enquanto 98% possuem um smartphone, apenas 22% dos entrevistados o usam para fazer compras on-line. Além disso, muitos deles ainda preferem interagir com uma marca cara a cara, em um local de varejo.

Comportamento Geração Z   Será que o futuro vai ser offline?

A Obvious Agency tem um Instagram incrível e produz conteúdo de impacto visual para as novas gerações. Vale o follow!  – Comportamento Geração Z

“O ponto mais importante para os profissionais de marketing é que, embora a Gen Z pareça ser digital, eles ainda têm mais do que alguns hábitos analógicos”, explica Alex Gallagher, da UNiDAYS. “Por exemplo, por mais que a Gen Z adore navegar online, eles ainda gostam de fazer compras em lojas físicas. [Por isso] é fundamental que as marcas desenvolvam uma estratégia coesa, tanto online quanto offline, que atenda às suas preferências exclusivas.”

Para conferir o estudo completo (em inglês), clique aqui. Abaixo, selecionamos alguns dos principais pontos para ficar de olho:

Gen Z – Decodificando a Geração Digital

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Imagem via Petra F. Collins

Eles lêem livros impressos – A suposição de que a Geração Z é focada apenas em celulares, realidade virtual e mundo digitail só é parcialmente válida. Um total de 77% dos entrevistados prefere ler livros impressos.

Eles assistem televisão (e não apenas streaming) – Enquanto 61% dos entrevistados mudaram totalmente para os serviços de streaming. Um total de 28% ainda assina TV a cabo e 32% assiste a serviços de streaming em uma TV “antiquada”.

Eles usam notebooks – Péssima notícia para quem achava que os tablets seriam o futuro: apenas 44% dos estudantes possuem um, enquanto um total de 93% afirma possuir um notebook. Nos EUA, 41% dos alunos preferem assistir a serviços de streaming em um notebook e 60% prefere usar um computador ao fazer compras on-line. No caso de dúvidas referente aos produtos, 40% dos entrevistados prefere entrar em contato com as marcas por email.

Eles evitam a superexposição – Por incrível que pareça, a ideia de que esta geração narra todos os detalhes de suas vidas na internet não é inteiramente verdade. A maioria (59%) não confia no Facebook com seus dados pessoais. Do total, 78% permitem que alguns aplicativos tenham acesso aos dados, mas não permitem que todos acessem a sua localização geográfica.

Fontes: WGSN Blogs, Figaro Digital e PR Newswire

 

 

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Parece cena de filme de ficção, mas o robô costureiro já é uma realidade na indústria da moda. Avanços em robótica e inteligência artificial mostram que automatização dos trabalhos repetitivos é um futuro quase inevitável. Apesar do avanço das máquinas na execução de tarefas complexas, a sua superioridade em relação ao trabalho humano ainda é tema de debates acalorados. Compreensivelmente, a ascensão da costura automatizada levanta preocupações sobre o desemprego em massa. Entretanto, se esses trabalhadores forem sendo preparados pelos governos e empregadores para novos empregos de alta tecnologia o cenário pode ser outro e à transição inevitável para a automação pode ser mais suave e menos catastrófica em relação ao desemprego. Saiba mais lá no www.fashionbubbles.com. #inovacao #modaetecnologia #inteligênciaartificial #inteligenciaartificial #inovação #robô #indústriatextil #industriatextil #costureiras #costureiros #confecçoes #pensandoofuturo #ofuturonamoda #modaconsciente #conteudodemoda #modacomconteúdo #modacomconteudo #fashionbubbles #planejamento #planejamentonamoda #blogsdemoda #pensandomoda

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Publicação: 17 de setembro de 2018

AUTOR

Francieli Hess é formada em Design de Moda pela UDESC e já estudou Cultura e Progettazione della Moda em Florença. Trabalha como estilista freelancer em Florianópolis e é apaixonada por criação, história, branding e comunicação. Instagram: @fvhess

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