Artigos publicados na Tag ‘Fotografia’

Sesssão de fotos da Rainha da Inglaterra por Annie Leibovitz

Publicado em 01 Jun 2009 at 8:12am



A Beleza das Ondas

Publicado em 28 May 2009 at 5:25pm

Esta matéria saiu em vários sites, mas a beleza das ondas e do trabalho desenvolvido por Clark Little vale a pena o registro.

Um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas

Clark Little, de 39 anos, começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal, no Havaí.

Há dois anos, ele vive do dinheiro que ganha com a venda das fotos.

“O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço”, disse Little. “Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação.”

Arremessado

O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo. As ondas que ele encara variam entre 90 cm e 4,5 m.

Saiba mais no site BBC Brasil.

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Editorial inspirado em Mark Ryden

Publicado em 29 Jan 2009 at 7:00pm

Por Teté Almeida

A discussão entre os termos “moda”, “fotografia e “arte” geram sempre muita polêmica e não caberia aqui, mas que esse editorial daria bons quadros numa galeria não tenho dúvidas, “Sórdida” foi publicado em recente edição da revista argentina Catalogue.

O editorial foi todo inspirado em Mark Ryden, americano que é um dos mais respeitados artistas da atualidade no gênero “surrealismo-pop”, se por acaso você ainda não o conhece poderá ver um pouco de sua obra no vídeo abaixo:

Paintings by Mark Ryden

Toda idéia e direção de arte vieram de Jimena Nahon que nos falou um pouco do seu trabalho:

“Sim, claro, esse editorial foi inspirado em Mark Ryden, um tributo a ele em certo sentido, mas ao invés de utilizar sua técnica que é o de arte 3D, fizemos com foto e retoque digital.  A idéia foi justamente essa, re-interpretar este artista com outra técnica, dando um tom mais hiper-realista semelhante a morfologia surrealista”.

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Entrevista com o fotógrafo de moda argentino Gustavo Di Mario

Publicado em 27 Oct 2008 at 12:33pm

Por Teté Almeida

Quando o assunto é fotografia de moda, geralmente se pensa em produções em larga escala, entretanto, o argentino Gustavo Di Mario produz com muita simplicidade imagens com grande forca de expressão, quase sempre um encontro do fotógrafo e o ser fotografado.

Gustavo já realizou trabalhos de publicidade para marcas como Adidas, Mastercard, Nissan entre outros. Colabora em editoriais nas principias revistas de moda argentinas e também em revistas internacionais como Nylon, Vogue, ELLE, Arena Homme Plus…

Em 2007, lançou seu primeiro livro de fotos – o “Potrero” – que entra no mundo do futebol amador argentino. Nos próximos meses será lançado “Gauchos” retratando típicos homens do campo, da região de Buenos Aires. Estes trabalhos são um belo convite a cultura argentina através de sua poética lente.

Segue uma entrevista exclusiva para que você conheça um pouco mais acerca deste original fotógrafo e seu trabalho.

1- Como foi o seu início na fotografia?

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Desenhos da infância viram releituras fotográficas

Publicado em 24 Oct 2008 at 4:53pm

Princes Twins

Já pensou se aqueles desenhos que você fazia na pré-escola virassem realidade? Esse fotógrafo coreano pensou. Yeondoo Jung realizou um levantamento de desenhos infantis e tentou reproduzir o imaginário das crianças com o máximo de exatidão possível.

Percebe-se aí a preocupação em trazer a figura desenhada para a realidade e os detalhes como formas, cores, fisionomias, posição de objetos, podem tentar explicar como a criança está visualizando aquela imagem mental.

Muito interessante esse trabalho, pois muitas áreas do conhecimento podem ser estimuladas como a psicanálise e a semiótica de forma artística.

Veja o conjuto da obra feito para a exposição Wonderland de 2005

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Revista Cruzeiro e o resgate da memória brasileira do século XX

Publicado em 15 Sep 2008 at 5:26pm

O Cruzeiro foi a principal revista ilustrada brasileira do século XX. Começou a ser publicada em 10 de novembro de 1928 pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand.

Foi importante na introdução de novos meios gráficos e visuais na imprensa brasileira, citando entre suas inovações o fotojornalismo e a inauguração das duplas repórter-fotógrafo, a mais famosa sendo formada por David Nasser e Jean Manzon que, nos anos 40 e 50, fizeram reportagens de grande repercussão.

O site Memória Viva, especializado em biografias de pessoas famosas da recente História do Brasil, inaugurou uma nova fase de existência com o lançamento da edição on line da revista O Cruzeiro. Continue

Extra! Extra! Dior e IQONS abrem vagas para lançar novos talentos em leilão

Publicado em 01 Aug 2008 at 2:13pm

Monica Belucci / rosto Rouge Dior

O mundo da moda está em alvoroço. A Dior extendeu as submissões de vagas para profissonais de moda em ascenção nas áreas de Fotografia, Arte e Ilustração nos Estados Unidos e Canadá.

Segundo o maior site de relacionamento de Moda, a IQONS, explica que quem quiser participar da próxima audição da Dior Diva VIP, segmento da Dior que está promovendo o evento, devem ser membros participamentes da IQONS, e que tenham mais de 7 anos de experiência profissional. Esse pré-requisito já é o suficiente para participar.

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ócio-pop – um blog sobre o nada e alguma coisa de cultura pop.

Publicado em 04 Jan 2008 at 3:51pm

O ócio-pop é um ótimo blog, recheado de matérias interessantes sobre música, moda, arte, games incríveis, fotografia, internet, propaganda e muito mais.

No blog você ainda encontra dicas e links para sites e outros blogs igualmente bacanas.

Fica a dica deste blog de visual clean, belas imagens e ótimo conteúdo!

Só para deixar um gostinho, veja alguns posts:

50 homens estilosos

A revista GQ publicou uma lista bem legal com os 50 homens mais estilosos dos últimos 50 anos. Para aqueles que não abrem mão de se vestir bem, a matéria é uma ótima fonte de inspiração, e conta com as personalidades masculinas mais estilosas do cinema, da música, da moda, da tevê a da literatura e do esporte.

Propagandas Controversas

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Moderatrix Cariri – uma fotografia de moda com caráter documental

Publicado em 18 Dec 2007 at 5:11pm

 

O  fotógrafo Dada Petrole que desenvolveu o projeto Moderatrix Cariri obteve uma grande vitória. Dada teve a honra de ver seu projeto condecorado como um dos melhores trabalhos de Design dos países de língua alemã no ano de 2007.  Esse prêmio é o Oscar do Design entre os países Alemanha, Suiça e Áustria. 

O Moderatrix foi o único trabalho premiado em fotografia entre os 619 concorrentes nessa categoria (no geral 2.000) e ficou ao lado de grandes outros trabalhos em diversas mídias.  A fotografia e a concepção do “Moderatrix Cariri”  não só foram nomeados, como também, condecorados!

As fotos estão expostas em Berlim, vão pra Munique, depois Hamburgo e Colônia.  Em abril será publicado o livro Sushi 2007, com o néctar dos melhores trabalhos realizados nos três países, os vencedores do ADC 2007, depois disso irão ser expostos também em outros países.  ”

Dada dedica e compartilha essa vitória, pois, é também “uma vitória do Cariri, do Nordeste e do nosso Brasil!” Comenta o autor.

As fotos são belíssimas e podem ser vistas no site da GEO.de.

Parabéns Dada!!!! Realmente é um belo trabalho, nós do Fashion Bubbles lhe desejamos todo o sucesso  nessa jornada que une moda e  cultura brasileira! 

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Mídia Impressa – Revista Feminina / Parte 2

Publicado em 10 Dec 2007 at 2:22pm

 

 

 

 

 

 

Qualquer estudo sobre mídia deve partir da importância delegada a seus diferentes veículos, na função de refletir os diálogos existentes dentro do tecido social, avaliando sua capacidade de conduzir verdades, tecer comentários e construir imagens que toquem o coração.

No caso da mídia impressa e, mais especificamente, da revista feminina, é importante deixar claro o seguinte: os estudos que se debruçam sobre ela precisam apontar para o fato de que ela conduz, juntamente com a mídia televisiva, toda a área de informação direcionada à mulher.

A televisão é o grande meio de informação da cultura contemporânea. Já a revista atua como comentarista que, construindo o imaginário do leitor, acaba por estabelecer um eficiente dialogo social que é, primeiramente, civilizador.
Sua eficiência como mídia se deve ao fato de ela ter, na base da recepção, uma relação de consumo que envolve cumplicidade e liberdade de escolha. Tal relação supõr, para além da informação e do comentário, também sentimentos e afeto.

A revista é uma mídia que tem agregada consigo uma grande variedade de produtos. Mas o que a define melhor, enquanto produto, é a sua relação com o receptor, que é de confiabilidade, segurança, cumplicidade e simpatia. Todas elas devem ser como uma amiga íntima e particular. A revista dorme no mesmo quarto, vai junto ao banheiro, à escola, e viaja junto com a leitora, no transporte coletivo. Uma revista se tem, se lê, se coleciona ou se joga fora, mas jamais se empresta. Paira sobre ela o fetiche da posse, porque, em geral, ela contém “segredos ou informações não datadas de mim”, que poderão ser úteis, um dia.

É diferente das demais mídias: não compramos, não pagamos, não carregamos e não guardamos o que não nos interessa, o que não contêm um pedaço de nós. Com ela, pode-se estabelecer uma relação de companheirismo que, muitas vezes, vira objeto de coleção; e a sua história passa também a ser parte da história de quem a lê.

A revista tem um formato idealizado para que ela possa estar junto da leitora, quando esta o desejar, ou quando precisar. É construída para ser “um objeto de desejo” da leitora. A crítica teórica considera, e aceita, que ela é objeto de desejo, sim, porém de desejos obscuros, visto que a revista tem sua estrutura formal e cultural organizada para atuar na construção do ideário e do imaginário coletivo e, portanto, é totalmente capaz de manipular, através de seus comentários, a formação dos modos de ver e de ser de quem a lê. Essa é a grande questão colocada por Werneck Sodré, quando ele diz que (1966:2):

A história da imprensa é a própria história do desenvolvimento da sociedade capitalista. O controle dos meios de difusão de idéias e de informações que se verifica ao longo do desenvolvimento da imprensa é reflexo da sociedade capitalista e o traço que comprova esta ligação dialética se constata na influência que a difusão impressa exerce sobre o comportamento das massas e dos indivíduos.

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Mídia Impressa – a Imagem Texto da Revista de Moda / Parte 1

Publicado em 26 Nov 2007 at 11:45pm

O traje elegante, como fenômeno popular de massa e como atividade de lazer de direito próprio, foi influenciado pelas outras atividades de lazer da idade da máquina: o esporte, a música, o cinema e a televisão, que produziram novas maneiras de vestir.O jornalismo, a publicidade e a fotografia agiram como eixos da comunicação de massas, que ligou a moda à consciência popular.
Elisabeth Wilson, Enfeitada de Sonhos,(1989:202)

Moda e Urbanidade

Moda é o fenômeno pelo qual se manifesta a presença do novo na cultura. A palavra moda vem de moderno, aquilo que nunca foi visto antes. Esse novo tem dois caminhos, o novo que confirma o presente como nova ordem social, e o novo que repudia essa ordem, propondo novos cenários de vida, com um universo de imagens capaz de orientar e encaminhar os diferentes modos sociais de ser e estar.

A moda nasceu dentro de uma cultura urbana, tendo como função original diferenciar o homem do burgo de seu antecessor, o senhor do castelo. Portanto, na sua base, estão a condição burguesa e a demarcadora de diferenciação social. Por isso, carrega desde seu início, o discurso da transformação, que se faz sempre por meio de sinais de pertencimento e repúdio.

Ela é uma das linguagens do corpo, mas nunca houve nela uma fala universal. É feita de dialetos e, como as línguas neolatinas, tem um tronco comum, porém permite diferentes confluências grupais. Uma confluência não exclui a outra, enquanto margem do mesmo rio. Por essa razão, quando se fala em moda, deve-se falar no plural. As modas são sempre culturais e comportamentais e, com diferentes aparências, representam o espírito do mesmo tempo.

Os sinais que confirmam a ordem social presente apontam para o apropriação e a perpetuação da tradição: são as modas dos patrícios, os donos do território, os habitantes que se sentem seguros dentro de um determinado contexto social e cultural.

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Imagens fotográficas: História da Cultura – Parte 4

Publicado em 19 Sep 2007 at 12:56pm

Com a possibilidade de simulação analógica do real através da construção de imagens que remetem a temas facilmente reconhecíveis por um simples olhar, desenvolve-se uma estética particular de representação multiplicada do mundo pela fotografia, que no início do século XX, já havia cumprido seu papel revolucionário em termos de disseminação maciça de imagens, que segundo Kossoy devem ser entendidas como (2003:136): realidades fragmentarias, selecionadas segundo a visão do mundo de seus autores e editores. Registros de realidades parciais, não raro deformantes em relação ao contexto mais amplo, e que em função disto estabeleceram conceitos e preconceitos no imaginário coletivo.

Diz ainda que para se estudar a estética fotográfica contemporânea (2003: 137) bastaria apenas mencionar, dentre o abrangente leque de aplicações da fotografia no mundo atual, a produção profissional e comercial incessantemente exercida e absorvida pelos meios de comunicação e informação, que, a partir do momento em que a fotografia permitiu sua reprodução na página impressa dos jornais, das revistas e das inúmeras publicações ilustradas, passaram a transmitir as imagens encomendadas dos fatos da história cotidiana do século XX, proporcionando o nascimento do fotojornalismo, porém, não raro, moldando – em função da manipulação das imagens/textos – a opinião pública segundo interesse e ideologias determinados, o mesmo ocorrendo com a exploração da imagem fotográfica fixa quando veiculada pelo cinema e pelos noticiários de TV.
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Imagens fotográficas: História dos Olhares – Parte 3

Publicado em 12 Sep 2007 at 1:12pm

O conhecimento visual do mundo através de imagens se tornou moda através do advento da fotografia, que trouxe com ela as marcas de um mundo de imagens que imaginam o mundo, representando e transcodificando processos vivenciais em cenários e cenas, dando ênfase a idéias de um universo substituto. Flusser lembra que (2002:10) como toda imagem é também mágica, seu observador tende a projetar essa magia sobre seu mundo.

Estudar o que pertence à foto, ao sujeito, ao fotógrafo e ao espectador são os caminhos que se apresentam para os estudos teóricos hoje.

Para Barthes a fotografia pertence ao campo teórico da “historia dos olhares” e sua regra parte de dois elementos básicos.

O primeiro é a extensão de um campo familiar ao saber, à cultura do espectador. Este campo que remete sempre a uma informação clássica e gera um interesse geral cuja emoção passa pelo revezamento judicioso de uma cultura moral e política, produzindo um afeto de participação cultural nos gestos, cenários e figuras.

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Imagens Fotográficas: Fotografia Publicitária- Parte 2

Publicado em 30 Aug 2007 at 11:49am

Quanto às imagens publicitárias, dividimos em dois grupos, as fotografias publicitárias que comentam sobre novos produtos, orientando sobre sua função, indicando onde e como usar, onde comprar, quanto pagar, informando os diferentes fabricantes e fornecedores no comércio de varejo, ou seja, quem fabrica, quem vende e quanto pode custar.

Chamo esse tipo de imagem, de publicidade pedagógica, lembrando que sua função enquanto imagem é parte integrante de estrutura da mídia impressa, que tanto informa quanto induz ao consumo. Sua informação diversificada está associada à diversidade do público leitor da revista, que é diverso na condição social, no poder de consumo e na possibilidade de aquisição dos diferentes produtos informados, devido ao descompasso entre a circulação da mídia e a distribuição das marcas anunciadas em todo o território nacional, e é construída também para oferecer variedade de combinação de produto acompanhada de variedade de preço.

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Imagens fotográficas: objeto que fala na fotografia de moda – Parte 1

Publicado em 06 Aug 2007 at 12:10pm

Foto: Cláudio Cammarota

“Cada sociedade tem seu regime de verdade,
sua“política geral” da verdade:
Isto é,
os tipos de discursos que ela aceita e faz funcionar como verdadeiros;
os mecanismos e instâncias que possibilitam distinguir entre afirmações verdadeiras
e falsas,
o meio pelo qual cada valor é sancionado…”
Michel Foucault em Rabinow 1984:73

a) Fotografia e Mídia – Imagem e o Objeto do Desejo

Os estudos contemporâneos sobre imagens fotográficas deparam inicialmente com a enorme dificuldade em definir o que é a fotografia, de estabelecer a que classe de objetos pertence e, de distinguir dentro da comunidade das imagens, uma tipologia que a classifique através de seus dispositivos técnicos, forma de representação e diversidade de uso.

Desde o seu surgimento, a fotografia tem sido entendida primeiramente, como testemunho da verdade que, através de fragmentos visuais da realidade informa sobre as múltiplas atividades do homem e da sua ação sobre a natureza, e por tanto, é passível de ser base de análise de qualquer uma das ciências humanas.

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Museum of Moderna Art – MoMA

Publicado em 28 Nov 2006 at 10:43am

Finalmente fui conhecer o novo prédio, inaugurado há dois anos (nas últimas vezes que estive em NY as filas estavam quilométricas, apesar do ingresso de $20). Realmente vale a visita. Projetado pelo arquiteto japonês YOSHIO TAMIGUCHI, com fachada em mármore negro, painéis de vidro cinza e branco, planos superpostos e muita luz entrando por clarabóias, janelões e paredes de vidro, integrando o museu com a cidade de New York, refúgio de onde se vê o perfil dos arranha céus.

(Clique aqui para ver as fotos)

O prédio foi projetado em função das obras que abriga e não o contrário, mas no entanto não virou um mero coadjuvante – é mais uma obra de arte. As paredes são brancas, o pé-direito alto e há detalhes de alumínio nos umbrais. É uma delícia andar pelos andares amplos e depois parar para um café, um drinque ou uma refeição em um dos cafés, bares ou restaurantes espalhados pelo prédio.

(Clique aqui para ver as fotos)

Fotos, fotos!

As pessoas podem fotografar à vontade – desde que sem flash. É uma delícia!

E depois podem publicar suas fotos no The iMoMA Project.

História do Museu

Durante a louca década de 20, três importantes patronos de arte, Miss Lillie P. Bliss, Mr. Cornelius J. Sullivan, and Mr. John D. Rockefeller II, perceberam que em Nova Iorque havia carência de uma reviravolta nas políticas de conservação dos museus e no traço arquitectural destes. Assim desencadeou-se uma instituição que se dedica-se exclusivamente à arte moderna. Quando o MoMA foi , em 1929, fundado, o seu director era Alfred H. Barr. Alfred não queria somente uma instituição que mostrásse a arte moderna aos nova-iorquinos. Queria dedicar algum espaço às pessoas, novos artistas, que se dedicaram à mudança do visual artístico no seu tempo.

À abertura deste museu o público respondeu prontamente: em dez anos o MoMA tornou-se o museu mais em voga e, todos os dias, centenas de pessoas acorriam ao museu a fim de ver as «boas novas» das vanguardas. Após confirmar tanto sucesso Alfred Barr decidiu então dividir o museu em vários departamentos, os quais seriam comandados por outros directores, desta feita, especializados para o departamente. Daí apareceram os departamentos de Filmes e Vídeos, Fotografia, Pintura e Escultura, Desenhos e Imagens e livros ilustrados.

(Leia o artigo completo na Wikipedia)

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