Diane Von Furstenberg
“Desde a Idade Média, os leggings são empregados como proteção contra o frio. Foram usados por crianças jovens desde meados do século XIX até o início do século XX. Na década de 80, surgiram como peça de moda, principalmente em Londres.” (Enciclopédia da Moda – Georgina O´Hara).
Os leggings vêm com tudo e já estão desbancando a calça saruel, presente em várias vitrines.
Por aqui a pergunta é: ” Tendência antecipada ou nunca saiu de moda para as brasileiras”?
Dsquared2
Veja mais imagens:
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Christian Lacroix
Anos 90? Sim, também. Mas os anos 80 ainda permearam pelas passarelas nos desfiles das coleções de Inverno 2010.
A década de 90 foi sem dúvida a era da indústria têxtil high-tech (alta tecnologia). A praticidade das roupas, misturava-se com a moda do oriente (o “excesso de pano”) , a alta costura passava por uma grande reestruturação financeira, afinal o prêt-à-porter ganhava o mundo. As maisons de alta costura que sobreviveram á crise, dedicaram-se a outros mercados, como os dos acessórios e dos cosméticos.
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Benetton – catálogo Spring/Summer Collection 2009
As tendências para o Verão 2009/2010 no seguimento beachwear (moda praia) trazem a releitura dos anos 30, 50, 60 e 70. O engana-mamãe aparece novamente, será que dessa vez emplaca? Os biquínis aparecem com laços, babadinhos, frente-única e tomara-que-caia.
Os tecidos são hi-tech. As saídas de praia vêm em forma de mini-jackets, overcoats, camisas e kaftans.
Nas estampas destaque para: bichos, folhagens, florais, marmorizados, psicodélicos, listras, pois (bolas), vichy, motivos tribais e cashimir.
A monocromia (somente uma cor) e bloco de cores são predominantes. A novidade fica por conta das bandagens que cá pra nós, acho que a brasileira que adora um bronzeado, não vai querer ficar cheia de “tirinhas” pelo corpo, além das alças do biquíni, que aliás, já estão sendo abolidas devido à prática do topless.
As faixas, lenços e chapéus (estilo bohemio) e óculos grandes dão um charme a mais e complementam a atmosfera retrô. “Gentem”, falta muito para 21 de dezembro?
Benetton – Catálogo Spring Summer Collection/2009
Diesel
Hit dos anos 60, o vestido tubinho foi criado e eternizado por Cristobal Balenciaga, incomparável na criação e no domínio das técnicas de corte e costura. Ele era considerado por Christian Dior “o mestre de todos nós”.
O tubinho está associado com elegância, sofisticação e feminilidade. Entrando e saindo das tendências, sendo reinventado e ganhando novos ares, passa por estéticas românticas, modernas, pops, clubbers, ou o que mais a criatividade permitir.
Acompanhe agora fotos e dicas de marcas, estilistas e maneiras de se usar um tubinho, clássico da moda e indispensável no seu guarda roupa.
Os vestidos aparecem lisos e clássicos, trabalhados em recortes e superfícies, o que vale é a ousadia de misturar diferentes tecidos e formas , dando vida às peças.
fotos do site net-a-poter
Zac Posen
Preen
Vivienne Westwood
Vivienne Westwood
Vivienne Westwood
Rebecca Taylor
Michael Kors
Herve Leger
Diane VonFurstenberg
Marc Jacobs
Alice Olivia
T – Bags
Alexander McQueen
Alexander McQueen
Os estampados podem gritar ou não, sejam cores chapadas, envernizadas ou metalizadas. É bacana misturar diferentes temas em uma única estampa. As vezes, muita informação promove riqueza no design, mas tem que ser bem trabalhada, claro!
Priscilla Daroult
Philip Lim
Philip Lim
Narciso Rodriguez
McQ
MAJE
Marcas Brasileiras
fotos do site Erika Palomino
Priscilla Darolt
Cori
Cori
Iódice / Neon
Neon
Neon
Emanuel Ungaro
O verão não seria completo e alegre se não fosse a presença das estampas! E apesar do grande volume de peças monocromáticas, elas apareceram em várias coleções. São florais, patch, motivos étnicos, bolas gigantes, bichos, geométricos, caleidoscópio, marmorizados, folhagens e pinceladas artísticas sempre acompanhadas de muitas cores e brilho. A estamparia localizada traz motivos indianos, flores, bichos, rostos, desenho animado e naive art.
Emanuel Ungaro
Nanette Lepore
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Desde julho passado vejo uma leve tendência retrô nas roupas e acessórios, principalmente nos óculos. Em 2008, no Montreux Jazz Festival fui ao show do The Ting Tings e havia uma multidão de garotas com os óculos coloridos, mesmo estilo que a banda usa, achei que imediatamente viraria moda, porém demorou exatamente onze meses. Aliás, já percebi que na Europa entre o começo de uma tendência até a moda oficialmente atingir as ruas, existe uma espera de mais ou menos um ano.
Montreux Jazz Festival 2008 – The Ting Tings
Agora surgiu o Sliimy, cantor e compositor francês que foi descoberto no final de 2008 através do MySpace pelo blogueiro Perez Hilton . Sliimy além de fazer sucesso com suas músicas, também é famoso e copiado no seu estilo, sua silhueta andrógena, suas roupas retrô e seus óculos chamam atenção. Continue
Prada
A Grécia continua a nos inspirar muito. Na literatura, filosofia, arte, mitologia, jogos olímpicos e no culto ao corpo. Na moda, estamos vivendo um momento de consolidação da tecnologia, criação e diversidade de estilos. Há sempre um movimento e um contra-movimento que impulsionam as novas tendências.
Temos sido testemunhas que as passarelas, vitrines, revistas de moda, lugares glamorosos e calçadas dos centros fashion de todo o mundo apresentam um mix de estilos, cores, formas que confundem a todos que querem identificar a nova ordem na moda. Cores escuras, branco e preto de um lado e cores cítricas de outro; listrado, xadrez, bolas e figuras geométricas; laços, babados, drapeados e rendas; da cintura anos 50 (new look) até as cores e estilos dos anos 80. Ao me deparar com todas estas informações, nas coleções das principais marcas apresentadas em NY, concluí que vivemos um resumo da pujança da moda. Sinto como se tivéssemos no auge, no momento máximo de investimento financeiro, tecnológico, de estilo e criatividade.
Prada
Neste momento, uma grande solução é voltar para as origens da cultural ocidental e se inspirar não mais nos humanos, mas nos deuses. A estilista francesa Madame Grès (1903 – 1993) teve sempre sua inspiração nas deusas gregas e sua produção da década de 50 poderia se confundir com algumas peças encontradas no contemporâneo. A Prada, que sempre mostrou sua superioridade através da originalidade nas coleções, como se estivesse na contramão das tendências, apostou nas inspirações das deusas gregas e foi seguida por outros grandes estilistas apresentados na matéria da Leo que fala sobre a homenagem ao clássico.
Madame Grès (1903 – 1993)
Versace
Por Leonize Maurílio
O tema Deusa Grega é uma homenagem ao clássico. Seus vestidos diáfanos, traduzidos em modelos como o tomara-que-caia e vestidos de um ombro só, têm um toque de sensualidade e fluidez, sem esquecer a beleza de uma elegância clássica.
Os vestidos desse estilo deverão ser muito vistos em festas que exijam um pouco mais de sofisticação e devem ser combinados com acessórios que não chamem mais atenção do que o próprio vestido.
Os modelos longos ficam ainda mais elegantes quando possuem drapeados e detalhes com brilho (como broches por exemplo). Já os mais curtos são mais ajustados ao corpo e ficam mais atraentes em mulheres com o corpo em forma.
Salvatore Ferragamo
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Victoria Beckham is seen shopping on April 7, 2009 in Milan, Italy
Ombreiras, quem diria, voltaram! Remodeladas e com shape mais sequinho estão presentes em muitos desfiles. Coletes já vinham no feminino e agora também estão fortes no masculino.
O estilo Michael Jackson tem tido presença marcante em várias marcas. As cores cítricas como laranja e verde limão também aparecem bastante.
Pelo visto não vai ter jeito, os anos 80 estão de volta… Bem que a Leonize Maurílio vem falando para ficar de olho nessa década!
Karl Lagerfeld
O vestido tomara-que-caia vem aparecendo bastante nos looks das celebridades e também nos desfiles internacionais. O tomara-que-caia é um clássico da moda e será uma das estrelas do próximo verão.
De uma forma bem feminina, o estilo traz sensualidade e pode ser usado como vestido de festa ou no dia-a-dia. Ele reapareceu de forma descontraída e continua como símbolo de elegância.
Saiba um pouco da história do tomara-que-caia
“Embora seja uma variação dos corseletes do século 15, o tomara-que-caia como conhecemos hoje surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda.
Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. “Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara-que-caia afina a cintura e mantém a postura reta”, explica Fran Scheck, modelista a Escola Sigbol Fashion, de São Paulo. Atualmente, ele é o modelo preferido das noivas e das atrizes de cinema em noites de gala.” (Veja matéria completa no site Manequim – Editora Abril)
Rita Hayworth foi a primeira a utilizar o tomara-que-caia em 1946, no filme Gilda
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DKNY
As torções e amarrações nas roupas devem marcar o Verão 2010. Além de serem utilizadas tanto em vestidos quanto em blusas, a tendência vem para dar um toque diferenciado de beleza e estilo nas mulheres.
Podem ser encontradas de maneiras mais trabalhadas ou em simples laços, sendo vistas em roupas para festas e eventos que mereçam uma produção mais sofisticada ou em roupas descoladas para encontros casuais.
Valentino
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Emanuel Ungaro
Um dos hits mais fortes para o Verão 2010 são as peças de um ombro só. Modelos assim podem ser encontrados em vestidos clássicos ou modernos, dando um toque especial de beleza e elegância.
“A modelagem não é nova, mas está no auge nesta estação. Peças de um ombro só, como blusas e vestidos, estão nos tapetes vermelhos e nas passarelas nacionais e internacionais.
Sensual, a forma é usada desde a época da estilista francesa Madeleine Vionnet (1876-1975), que nos anos 1930 já apostava em drapeados e no colo à mostra, com forte inspiração grega. Depois, ganhou versão mais esportiva nos anos 1980, com os colantes de um ombro só.” (Veja matéria completa no Terra.)
BCBG Max Azria
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As principais tendências que constatamos em um window-shopping básico pelas principais lojas da Madison Avenue, NY, para a primavera do Hemisfério Norte são: silhueta marcadamente Anos 50 (New Look), muito Romantismo e Feminilidade (babados, laços), Anos 80 (Cores Cítricas), Cores “Pálidas”.
Veja as fotos a seguir (clique nas imagens para vê-las ampliadas):
Anos 50 – New Look
Carolina Hererra
Oscar de la Renta – Romantismo
Imagem do site Moda Paris
Como escreveu a Manuela Casali no site Portais da Moda, as tendências para a moda masculina raramente recebem transformações radicais, sempre agregando elementos mais clássicos e tradicionais. E não haverá grandes surpresas para o inverno 2010.
Uma tendência forte que percebi nos desfiles internacionais é a grande influência dos anos 80 e 90 também no masculino, que o diga o estilo Michael Jackson que tem tido presença marcante em várias marcas formadoras de opinião.
Os looks em preto total também continuam em alta. Coletes, bolsas e echarpes fazem a diferença deixando o visual muito mais estiloso (e não são sinônimos de feminilidade).
O site Moda Paris da Ana Clara Garmendia traz muitos looks do inverno, tanto em desfiles, como em fotos de homens nas ruas de Paris. Vale a pena conferir!
D&G Fall/Winter 2009/10 men’s collections during Milan Fashion Week
Gucci
O macaquinho é a versão curta e feminina do macacão. A sua produção em tecidos mais leves e mais soltos no corpo o torna muito confortável. Esses fatores permitem ainda usá-lo durante o dia em eventos informais, calçando sandálias baixas ou tênis, e a noite, em algum evento que exija um pouco mais de produção, com salto alto.
O exagero em acessórios não combina com este estilo de roupa, já que o macacão e o macaquinho são estilos bem marcantes de roupa e podem ter sua beleza e conforto prejudicados por extravagâncias em acessórios grandes ou chamativos.
DKNY
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Descubra nos filmes dos anos 80 a moda que está de volta
Se você acompanha as notícias de moda já sabe que ombreiras, calças baggy, cintura alta, leggings, polainas, paletós masculinos para as mulheres e várias outras referências dos anos 1980 estão de volta. Mas ,caso você não tenha vivido naquela época, uma boa dica é fazer uma viagem pelo tempo por meio do cinema para ver exatamente como o mundo se vestia naquela década.
Leia matéria completa no Terra Moda.
10 anos
“Na biografia de Agatha Christie, que li quando tinha uns 10 anos, ela disse para uma repórter, “O quê é preciso para ser uma grande escritora? Minha cara, pela minha experiência, eu precisei de 10 anos para escrever um livro que eu considero soberbo”.
Muitos anos se passaram. Uns dez anos atrás, lendo uma entrevista de Stephen King para uma revista gringa, eu escuto: “São necessários 10 anos para uma pessoa normal se transformar em um escritor que mereça ser lido por milhares de pessoas. Escreva todos os dias durante 10 anos da sua vida e provavelmente você será um escritor relevante”.”
10 anos. De novo.
Leia matéria completa no site da BizRevolution.
Santa Mistura
Design + Fashion + Ilustração + Links Fantásticos = Vale a pena conhecer!
Gucci / Preen
Por Leonize Maurílio
Veja também: Temas para o Verão 2010 – 1/5, Antiqué – Temas Verão 2010 – 2/5, Fashion Arts – Temas Verão 2010 – 3/5 e Ethnic – Temas Verão 2010 – 4/5.
Em 1970 foi realizada a primeira maratona de Nova Iorque, onde 300 membros integravam a tranquila organização dos road-runners. Diferente das demais práticas esportivas como o tênis, golfe, natação e até mesmo da caminhada, a corrida podia ser praticada com naturalidade no asfalto e em meio ao concreto das grandes metrópoles.
Nascia assim o traje esportivo do cidadão moderno. Tudo era possível: looks severos; natural (que podia ser usado da manhã à noite); festivo (brilhante e enfeitado ou com acessórios diferenciados).
Alexander Wang / Emílio Pucci
Anna Sui / Gucci
Veja também:
Temas para o Verão 2010 – 1/5, Antiqué – Temas Verão 2010 – 2/5 e Fashion Arts – Temas Verão 2010 – 3/5 e Modern Woman – Temas Verão 2010 – 5/5
Uma viagem cultural ao redor do mundo. África, Ásia , Índia, Japão, Turquia, Marrocos, Grécia e México foram alguns dos países que serviram como fontes de inspiração. A fusão de todas essas culturas resultou um grande e fabuloso show de estampas, modelagens e principalmente uma maravilhosa linha de calçados e acessórios. Exuberância – esse é o lema. Estampas de folhagens, tribais, bichos, obis, turbantes, botas westerns e franjas compõem looks inusitados.
Outros temas para esse verão são:
Modern Woman – modernidade e urbanidade com referências esportivas;
Fashion Arts – arquitetura e futurismo;
Antique – retrô com influências dos anos 20 a 60.
Diane von Fustemberg / Hermes
Louis Vuitton / Miu Miu
Por Ângela Rodrigues
Tenho pensado e escrito muito sobre a pós-modernidade porque penso que estamos passando por um momento de reumanização e ressignificação que contempla vários aspectos de nossa existência individual e social e isso muito me interessa.
Moda, decoração, gastronomia, comportamento são, a meu ver, algumas das áreas que nos ajudam a decodificar muito mais que apenas práticas sociais e estéticas. Design de interiores e decoração de ambientes privados, democratização de requintes antes elitizados e o encontro do indivíduo com uma moralidade em construção são micro-realidades a partir das quais podemos decodificar tendências, e, a partir delas, termos uma visão mais apurada de aspectos importantes da contemporaneidade.
Ninguém discute a importância que as grandes narrativas tiveram na elucidação de aspectos importantes da existência humana e extra-humana nas mais variadas áreas. Galileu, Darwin, Marx, Freud, para citarmos apenas as que colocaram o homem no seu devido lugar, cunharam conceitos, estruturaram teorias, ideologias basilares para a compreensão inclusive dos eternos paradoxos sócio-econômico-culturais da sociedade. Mas penso que não podemos eternizá-los como referências de análise em detrimento de novas formas de abordagens capazes de darem conta de novidades impensadas em momentos anteriores.
Alguns já se precipitaram em afirmar que tendência é um termo inapropriado para dar conta da contemporaneidade. Nada mais equivocado ou no mínimo, discutível.
O termo tendência pode ser interpretado sob duas perspectivas: uma reducionista e a meu ver equivocada que se refere ao curtíssimo prazo, a sazonalidades, e a aspectos comuns no que tange à moda entendida aqui como o novo que se manifesta no vestuário, na decoração e em grande parte de nossas produções estético-funcionais.
Entendido dessa forma reduz-se o conceito a quase nada e, um dos principais estratagemas para se captar as expectativas de uma época se perde por visões que tendem a confundir tendência com interesses mercadológicos e sugestões tendenciosas de “criadores” de necessidades planejadas.
Em seu sentido mais amplo, conceituo tendência como o espírito do tempo (assim como Dário Caldas), como algo que transcende a realidade instituída e se cristaliza em necessidades e desejos ressignificados pelas novas produções sociais.
Entendo tendência como o amálgama de micros desejos e necessidades consubstanciadas em um macro que se pulveriza nas mais diversas manifestações humanas.
Lanvin / Sophia Kokosalaki
Veja também: Temas para o Verão 2010 1/5, Antiqué -Temas Verão 2010 – 2/5 e Ethnic – Temas Verão 2010 – 4/5 e Modern Woman – Temas Verão 2010 – 5/5
Por Leonize Maurílio
Com grande influência do Art Decó, o tema Fashion Arts traz a arquitetura como principal fonte de inspiração. Inovação de detalhes e formas caracterizam a constante busca de modelagens inovadoras e a ligação com o futuro é fundamental. As estruturações de mangas e ombros são bem exploradas e os motivos geométricos e as linhas retas marcam presença.
Outros temas para este verão são :
Modern Woman – modernidade e urbanidade com referências esportivas;
Ethnic – multiplicidade cultural;
Antique – retrô com influências dos anos 20 a 60.
Versace / Balenciaga
Calvin Klein / Calvin Klein