Stéphanie Frappart, árbitra francesa: mulher na Copa do Mundo.
·

A Copa do Mundo afirma a potencialidade da mulher

Jogos com a arbitragem toda feminina reforçam a potencialidade da mulher além do campo, como a jogadora Marta

Compartilhe

Não mais que de repente, fomos apresentados a um panorama diverso nesta edição da Copa: uma comissão de arbitragem feminina composta pela árbitra francesa, Stéphanie Frappart, a assistente brasileira, Neuza Back, e a mexicana Karen Medina, que exerceram lindamente o seu papel. 

Narradora de jogo também mulher, assim como comentarista, que vêm demonstrando um profundo conhecimento do futebol e fazem comentários adequados e inteligentes. 

Participação feminina na Copa do Mundo 2022

Neuza Back será bandeirinha na Copa do Mundo.
Neuza Back é assistente de arbitragem na Copa do Mundo 2022. Fonte: Instagram @neuzaback

Não houve um aviso prévio de que seria assim, dando a quem torce pelo reconhecimento do potencial feminino uma grata surpresa. 

Está sendo uma ação afirmativa absolutamente eficaz de que a mulher pode ser o que ela quiser. 

Melhor dito: o que ela se prepara adequadamente para ser, estudando e absorvendo com afinco tudo que seja pertinente à sua escolha, a fim de ter toda a competência necessária para exercer aquela profissão ou trabalho com que têm afinidade, talento e o que gosta de fazer. 

Histórico da mulher no futebol

Antes já vínhamos assistindo ao futebol feminino e ao sucesso da brasileira Marta, que para o futebol das mulheres está tendo o mesmo papel que teve Pelé para o masculino. 

Suas brilhantes carreiras demonstram não só o dom natural e o talento para fazer gols, mas também a responsabilidade, compromisso e dedicação com que as desempenharam. 

Pelé, que no momento encontra-se enfermo, vem sendo homenageado merecidamente durante a Copa, pois todos sentimos o quanto ele é importante, não só para o Brasil, mas para o futebol mundial. 

Que as lições de feminismo dadas por esta Copa sejam captadas por todas as meninas e jovens que anseiam por uma realização na vida. 

E que todos nós, mulheres e homens, possamos seguir os exemplos de compromisso e competência que a Copa nos transmite.

Ilustração e revisão de Diana Diniz.

Compartilhe

Notícias em Alta

Últimas Notícias