Arte e Cultura

Cosplay - Da fantasia para a realidade

Cosplay – Da fantasia para a realidade

Publicado em 25 Jun 2009 at 6:19pm

O Cosplay surgiu nos Estados Unidos como resultado de uma mistura das palavras em inglês costume (traje/fantasia) e play/roleplay (brincadeira, interpretação). É um hobby que consiste em apoiar a cultura pop, com fantasias de personagens dos quadrinhos e desenhos animados japoneses principalmente, e também filmes, livros e séries da televisão. As pessoas, além de se fantasiarem, interpretam os personagens imitando suas falas e poses.

Segundo o site Cosplay Brasil, maior comunidade brasileira de praticantes e simpatizantes do hobby, “a história do Cosplay está intimamente ligada à história das convenções de ficção científica nos Estados Unidos. O primeiro exemplo moderno dessa prática ocorreu em 1939, durante a 1ª World Science Fiction Convention, ou Worldcon, em New York, quando um jovem de 22 anos chamado Forrest J. Ackerman, e sua amiga Myrtle R. Douglas compareceram ao evento como os únicos fantasiados entre um público de 185 pessoas. Ackerman, que anos mais tarde se tornaria um dos nomes mais influentes no campo da ficção científica, usava um rústico traje de piloto espacial e Myrtle estava caracterizada com um vestido inspirado no filme clássico de 1936 “Things to Come”.”


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Marvel comemora 70 anos - Saiba mais sobre esta incrível editora de história em quadrinhos

Marvel comemora 70 anos – Saiba mais sobre esta incrível editora de história em quadrinhos

Publicado em 15 Jun 2009 at 6:50pm

A Marvel é uma editora norte americana de história em quadrinhos, considerada uma das maiores e mais importantes empresas deste gênero no mundo.  Foi a responsável pela criação de alguns dos mais populares super-heróis e personagens das histórias em quadrinhos como o Quarteto Fantástico, Homem Aranha e O Incrível Hulk.

Fundada nos anos 30 por Martin Goodman, a Marvel inicialmente foi chamada de Timely Comics.  A primeira publicação da revista Marvel Comics ocorreu em 1939, trazendo na edição o super-herói Tocha Humana. Na década seguinte a então Timely trouxe às suas páginas o famoso Capitão América.


Tocha Humana
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!! Bubbles – Entenda o rótulo e a garrafa do seu Champagne

!! Bubbles – Entenda o rótulo e a garrafa do seu Champagne

Publicado em 09 Jun 2009 at 8:02pm

Garrafa rara de 1911

“Nós tivemos um vida bem simples – porém entendíamos e tínhamos o que era essencial – banho quente, champanhe gelado, novas ervilhas e velho conhaque.” Winston Churchill

Leia também: !!Bubbles – Conheça a história do Champagne

A garrafa de Champagne não é muito diferente de uma garrafa de vinho, é preciso conhecer alguns códigos básicos para decifrá-la. Códigos que nem sempre são óbvios, porém aprendendo uma vez, será possível comprar um produto de qualidade, e é sempre bom entender aquilo que se compra.

Alguns códigos como o AOC irão facilitar na hora de comprar a maioria dos produtos franceses e não somente vinhos.

AOC – Appellation d’órigine contrôlée (termo de controle de origem)

É um certificado francês para certificar o local geográfico que provém cada produto, como queijo, manteiga, vinhos e claro, o Champagne. Todos os produtos seguem normas de qualidade restritas. É proibido produzir e vender um produto de uma região geográfica controlada pela AOC, se ele não segue os critérios AOC. Se o produto possui esse certificado, ele passou por vários requisitos de qualidade.

Champagne AOC

A Champagne AOC foi aprovada em 1927 e estende-se por 150 km de norte a sul, e 115 km de leste a oeste, contém cinco áreas vinícolas. Existem mais de cem casas de Champagne e 19 mil produtores pequenos de vinho, para obterem a mistura de vinhos e manter um estilo específico. Como no caso do Moët et Chandon com seu Brut Imperal Cuvée, que utiliza mais de 100 crus diferentes para atingir o sabor desejado. Algumas empresas possuem suas próprias vinhas, como a Louis Roederer e Bollinger. Outros, inclusive grandes marcas, compram a matéria-prima e não possuem muitos vinhedos.

Champanhe, CHAMPAGNE!

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Ron Mueck, o escultor hiper-realista

Ron Mueck, o escultor hiper-realista

Publicado em 04 Jun 2009 at 4:21pm


Para quem pensa que esculturas dos famosos museus de cera como Grevin ou Madame Tussauds são realistas, é porque ainda não viu as esculturas de Ron Mueck. Ele veio para mostrar algo mais impressionante.

Mueck é um escultor australiano hiper-realista que trabalha em Londres. Sua carreira começou fazendo personagens esculpidos para programas infantis. Quando começou, ele fazia personagens bem detalhados, porém eram apenas detalhes para certos tipos de ângulos com a câmera, sempre escondendo os outros lados da escultura cheios de armações.

Porém Ron Mueck queria uma arte hiper-realista, que fosse perfeita de todos ângulos, e isso foi possível em 1996, com a colaboração da sua sogra, a pintora portuguesa, Paula Rego, que além de ajudar com a parte artística, também o apresentou a pessoas que pudessem investir em sua arte.

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Idéias de cartões de visitas criativos e sua história

Idéias de cartões de visitas criativos e sua história

Publicado em 01 Jun 2009 at 5:57pm

Tanto os chineses quanto os franceses afirmam que criaram o cartão de visitas. Os chineses dizem que criaram no século XV, porém os registros estão na França no século XVI.

De acordo com os fatos registrados, os cartões de visita  surgiram na França, durante o reinado do monarca absolutista Luís XIV, Le Roi Soleil (o rei do sol).

Os cartões de visita ou visite biletes (sim, era bilete em francês com apenas 1 L), tinham o tamanho de uma carta de baralho, aliás, os cartões mais antigos vieram das cartas de baralho, os visitantes escreviam informações nas cartas. Os primeiros cartões eram utilizados para apresentar pessoas físicas da alta sociedade.

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!!Bubbles - Conheça a história do Champagne

!!Bubbles – Conheça a história do Champagne

Publicado em 26 May 2009 at 7:17pm

“Venha rápido, estou degustando as estrelas!” – Dizia Dom Pérignon no momento em que descobriu o Champagne.

O Champagne é o único vinho que todos, sem exceção, param para sentí-lo antes de degustá-lo. É um sentimento único sentir as bolhas alcançarem a pele antes de descobrir seu sabor. Impossível encontrar outro vinho que tenha imagem tão alegre e festiva, afinal, na vitória merecemos! Napoleão Bonaparte usava o Champagne da mesma forma que garotas tristes usam o sorvete, ele dizia “Bebo também Champagne quando perco, para me consolar.”

O nome ‘Champagne’ deriva do latim ‘campus’/'campania’ que quer dizer ‘campo’. Do latim surgiu a  palavra no velho francês ‘Champaign’, e finalmente evoluiu para a palavra ‘Champagne’.

Região de Champagne

Champagne é uma região da França, portanto o vinho espumante só contém a nominação ‘Champagne’ se ele provém dessa região no nordeste do país, que aliás foi primordial para sua criação.

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1ª capa da New Yorker feita no iPhone

1ª capa da New Yorker feita no iPhone

Publicado em 25 May 2009 at 11:57pm

Foram mais ou menos sessenta minutos, nos arredores de Times Square, em Nova Iorque. Jorge Colombo, ilustrador da The New Yorker, com um iPhone em mãos, desenhou a primeira capa de revista a partir do aplicativo ‘Brushes’.

A história é contada no site da The New Yorker. Cada pincelada virtual foi captada pelo aplicativo complementar Brushes Viewer, que grava em vídeo o processo de criação na tela sensível ao toque do gadget.

Fonte: INFO Plantão

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Videoclipe X Nilton Travesso ou A Travessura de um Sofisma Niltoniano

Videoclipe X Nilton Travesso ou A Travessura de um Sofisma Niltoniano

Publicado em 25 May 2009 at 8:51pm

“Não há coisa mais engraçada do que quando alguém lhe dá um tiro, e erra”.

Winston Churchill (1874-1965)

VIDEOCLIPE

Substantivo masculino

- Curta-metragem em filme ou vídeo que ilustra uma música e/ou apresenta o trabalho de um artista.

Dicionário Houaiss

E podemos dizer muito mais. Videoclipe é um segundo conteúdo que cria o environment ou o comentário visual do número musical; cenografia elucidativa ou colaboradora para a riqueza e compreensão do sentido da obra musical.

Ao contrário do número musical simplesmente – em cinema ou televisão – o videoclipe não é apenas o registro da performance do artista, mas um trabalho criativo elucidando, comentando, corroborando, ampliando e enaltecendo as qualidades do mesmo. Criando mesmo uma obra paralela na direção do mesmo sentido da criação musical. E rica, dependendo da cultura empregada, condizente com o número musical ou como uma ampliação do seu sentido.

Cyro del Nero

Foi a Direção do Fantástico -programa com o qual eu já colaborava como seu Diretor de Arte nos anos 70 – quem colocava em minhas mãos artistas para que eu criasse números musicais e a partir da minha criação do GITA com Raul Seixas, não mais “números musicais”, mas o que ainda não tinha nome em nosso vocabulário: o videoclipe.

Paulo Coelho, o letrista do GITA,  sabe disso – e me disse há pouco tempo, cumprimentando-me pelo ineditismo e pelo grande sucesso do GITA e  da estréia de um gênero no Brasil –  que o videoclipe criado por mim, premiou e elevou o talento da dupla que ele fazia com Raul.

Do dia para a noite nasceu o videoclipe no Brasil e o uso de uma erudição visual inexistente até então.

Raul Seixas – GITA – (Completo)

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Quiet Nights é o disco novo de Diana Krall

Quiet Nights é o disco novo de Diana Krall

Publicado em 14 May 2009 at 9:09pm

Edie, essa é para você!

A Diana Krall lançou novo disco, o Quiet Nights.

“Os músicos são os de sempre. A produção, assinada por Tommy LiPuma, é irrepreensível. Os arranjos são do mítico Claus Ogerman.”

Confira entrevista da Revista Máxima:

Obrigada pela amabilidade. Então, o disco novo é uma carta de amor que quer sussurrar ao ouvido do seu marido e dos seus filhos..
Acho que significa apenas que estou feliz. O que a letra de diz é: “Quero a vida sempre assim/Com você perto de mim/Até o apagar da velha chama.” Fala sobre encontrar a felicidade, estar satisfeito.

Posso perguntar-lhe sobre o momento em que encontrou a felicidade? Sobre essa mudança.
Sou o tipo de pessoa que está triste-feliz-triste-feliz… Porque tudo na vida me toca muito. Mas sinto-me feliz, como pessoa, como artista, como mãe. Este álbum revela a mudança que se deu em mim por ter sido mãe.

Pensei que a mudança tinha sido com The Girl In The Other Room, o primeiro álbum que gravou depois do casamento com Elvis Costello.
Aconteceram várias coisas muito intensas nesse mesmo período. Perdi a minha mãe. Depois, o casamento. Não foi um clique, foi uma coisa gradual – este sentimento de paz com quem sou e aquilo que faço.

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Galeria Berenice Arvani expõe

Galeria Berenice Arvani expõe “Anos 50 – 50 Obras”

Publicado em 11 May 2009 at 5:13pm


Judith Lauand, Sem Título, anos 1950 (guache s papel, 12 x 10 cm)

Os anos 50 repassados

A Galeria Berenice Arvani apresenta a exposição Anos 50 – 50 Obras de 12 de maio, às 19h, a 26 de junho. Trata-se de uma seleção de trabalhos, pesquisada e reunida durante um ano pelo jornalista Celso Fioravante, que homenageia os 50 anos de exibições históricas em São Paulo e no Rio de Janeiro. A mostra reúne considerável conjunto de obras inéditas ou raras na trajetória da arte brasileira. Outro aspecto da exposição é repassar a produção do período sem se ater exclusivamente ao concretismo e ao neoconcretismo, preponderantes quando se pensa na arte dos anos 50. A vertente expressionista, os flertes com a figuração e outras experiências estéticas exercitadas naquele período também estão presentes. Um dos objetivos explorados pela mostra é buscar uma visão alternativa em torno do período.

A mostra conta com a participação de 25 artistas cujas produções tiveram grande desenvolvimento na década de 50.  A exibição reúne óleos sobre tela, papel e Eucatex, aquarelas, guaches, pasteis, nanquins, estudos e uma técnica experimental, colagem sob calor e pressão, realizada por Ivan Serpa (1923-1973). O caráter museológico da exposição é voltado ainda para o resgate de artistas pouco vistos, mas de grande qualidade estética e rigor técnico. Na relação estão, por exemplo, Alberto Teixeira, Thomaz Perina, Maria Helena Motta Paes (1937-2005), atuantes em Campinas, e a alemã Gisela Eichbaum (1920-1996), em São Paulo.


Maria Helena Motta Paes, Perenidade, 1958 (óleo s tela, 50 x 61cm)
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