A versão brasileira do BlackBerry
A marca líder em smartphones decidiu: vai fabricar seus produtos no Brasil. Assim quer se aproximar do consumidor final e enfrentar o iPhone.
Leia matéria completa na Isto É Dinheiro.
Moda Paris: Adidas, Brooke Shields, Chanel Cruise Collection 2010, Carla Bruni-Sarkozy..
Brooke Shields linda ao 43 anos. A Chanel desvendou sua Cruise Collection 2010 na sexta-feira em Veneza. Cabelos à la garçon. Vão pegar. Rendas, lamées e um luxo contido. A crise arrefece e Lagerfeld começa a soltar a mão novamente. Leia tudo e veja mais fotos no Moda Paris.
O Cruzeiro da Chanel leva seu charme para a charmosa Veneza
Karl decidiu mostrar sua coleção 2010 em Veneza. Inspirado pela alta sociedade veneziana dos anos 30, a coleção é ultra-elegante. Leia esta matéria completa e veja todas as fotos no Comunidade Moda.
Depois de Yves Saint Laureant, foi a vez de Karl Lagerfeld criar modas comemorativas. O estilista alemão mostra uma moeda de 5 euros que foi desenhada por ele para comemorar os 125 anos da grife francesa Gabrielle “Coco” Chanel. Ela é avaliada em 5,900 euros e foram criadas dez mil moedas em ouro.
Leia matéria O grande estilista Yves Saint Laurent morre aos 71 anos que também fala sobre moedas comemorativas.
Por Diego Carvalho
Leia também A História do Perfume e a Moda – parte 1.
O casamento do perfume com a moda aconteceu por volta de 1920 e através desta união, estilistas famosos proporcionaram ás mulheres à possibilidade de com uma roupa e um bom perfume, levarem adiante o poder de afirmarem sua própria identidade ou simplesmente seduzir e conquistar. Exemplos desses estilistas não faltam: Valentino, Armani, Dolce e Gabbana, Dior, Yves Saint-Laurent, Kenzo, Emanuel Ungaro, Oscar de La Renta, Rochas, Lanvin, Chanel e o norte americano Calvin Klein.
Com o advento da química orgânica começaram a surgir fragrâncias como as que conhecemos hoje, a exemplo da famosa, pioneira e histórica Psychè e La Damme Blanche, de Coty. Desde 1900, após a revolução da indústria da moda, que ditava tendências, e com a revolução da indústria química, alguns perfumes começaram a marcar épocas. Como foi o caso do Chanel número 5 (rosas, jasmim e aldeídos), que surgiu juntamente com o Arpergè de Lanvin e o Shalimar de Guerlain. A cada novo produto, a indústria se encarregava de vinculá-lo ao poder da sedução e ao “glamour”, tornando-os verdadeiros ícones de tais desejos femininos.
Marilyn Monroe usava cinco gotas do perfume Nº 5 da Chanel
Usar roupas de grifes famosas é o sonho de muita gente, principalmente dos amantes da moda. Mas, o que fazer quando isso está fora da nossa realidade? A solução pode estar nos Perfumes…
Estudiosos afirmam que comprar um perfume de grife pode ser uma saída para quem não pode comprar a roupa do seu estilista favorito e acredite – a sensação de estar usando a roupa é quase a mesma!
Ainda nos anos 1930, uma mulher de calças podia ser presa por se passar por travesti. Mesmo nos anos 1950, embora as calças-toureiro bem justas fossem populares como roupa informal, seu uso não era considerado aceitável no trabalho ou em ocasiões mais formais.
Em seu ótimo livro sobre o desenvolvimento da roupa moderna, Sex and Suits ( Sexo e as Roupas: a Evolução do Traje Moderno), Anne Hollander descreve a relação entre estilos de vestir masculino e feminino como essencialmente idealista: “As roupas masculinas e femininas ilustram como as pessoas desejam que sejam as relações entre os sexos”. Numa época em que os papéis dos sexos são impermeáveis, homens e mulheres se vestem de modo muito diferente. O cavalheiro vitoriano de sobrecasaca nunca seria confundido com sua mulher de cintura de vespa e sua saia em forma de sino.
Entretanto, cem anos depois, quando o movimento de liberação da mulher estava alcançando um nível de massa crítico, o estilo unissex estava no auge e costureiros como Pierre Cardin e André Courrèges criavam ternos tanto para ele quanto para ela. Rudi Gernreich, sempre um incentivador da moda envelope, deu um passo à frente ao fazer com que modelos masculinos e femininos vestidos identicamente raspassem as cabeças.
A camisa branca é uma peça central do estilo americano, tanto quanto o blue jeans. Mulheres pelo mundo todo usam camisas brancas, é verdade, mas é o porte dessa peça que a torna tão essencialmente americana.
A camisa branca fala de uma energia de mangas arregaçadas, de uma atitude direta que não tem tempo para detalhes complicados nem frescuras que não sejam funcionais. Sua cor nada prática lhe dá um ar aristocrático, enquanto o fato de ser acessível e estar à mão a torna uma favorita do povo. Representa o melhor dos mundos para os consumidores de todas as faixas de renda – e o que pode ser mais americano do que isso?
Em 1967 Roland Barthes, sociólogo e filósofo francês escreveu um artigo intitulado O Duelo Chanel – Courrèges para a revista Marie Claire francesa. Barthes sempre se interessou pela linguagem visual, sua contribuição para a moda foi muito importante, pois elevou o assunto ao interesse acadêmico..
O texto é uma reflexão através do olhar de Barthes, nos anos 60, sobre estes dois estilistas que fizeram história. Segundo ele, Coco Chanel deveria ser encontrada nos livros, entre os autores da literatura clássica. “Chanel não escreve com papel e tinta, mas com tecidos, formas e cores. Chanel acumula todos os valores da ordem clássica como razão, naturalidade, permanência, prazer em agradar em não surpreender”.
Uma referência clara à arte Clássica (civilização grega e romana). Podemos dizer que ele define a marca Chanel como tudo que não sai de moda, que continua sendo de boa qualidade, mantém os seus valores, é tradicional, sóbria e tem tendência em agradar a todos.