Webbie Tookay, da agência Elite, faz desfiles virtuais e se tornou garota-propaganda da Nokia
Leia também: O surgimento das CYBER GIRLS – Onde tudo começou e a mulher real – Parte 2/4.
Do Ciborgue ao Virtual / Parte 4-4
Por Goretti Pedroso
Palavras Chaves: mulher virtual, franksteinização feminina
Este trabalho tem o objetivo de falar sobre o surgimento das CYBER GIRLS, assim como dissertar sobre as novas teorias em relação ao feminino, trazendo à tona a origem da virtualização da mulher nos meios de comunicação, pois não é de hoje que o mundo virtual tenta imitar o real com personagens que simulam um ser humano.
Prepare-se para esta realidade, pois uma dessas garotas pode ser sua!
Quem quiser saber o que anda rolando na moda no Second Life, não pode deixar de conferir o Jc Report – New Life in Second Life .
O Second Life não tem nada a ver com o que eu imaginava quando falei de ciberespaço. Aquilo é o que as personagens em meus primeiros romances chamariam de um ‘constructo’ – antes de existir realidade virtual, é como eu a chamava. Então, imaginei constructos onde as pessoas se apresentariam na forma de avatares. Outra coisa que imaginei, em Idoru, foi um grupo de adolescentes que viviam vidas virtuais, escondidas em sites corporativos abandonados que elas modificaram a seu bel prazer. Estas são as coisas, em minha ficção, parecidas com o Second Life. Não cheguei nem perto. Eu nunca poderia imaginar uma empresa que cria um mundo virtual no qual compras e mercado imobiliário são as duas atividades mais populares. Me parece convencional demais para dar boa ficção-científica. .
Trecho de Spook Country, novo romance de William Gibson, que cunhou o termo ciberespaço, no seu livro Neuromancer, best-seller de princípios dos anos 1980.
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