Se o corpo é a imagem da sociedade, que sociedade está representada nos corpos dos brasileiros?
Organizadora Mirian Goldenberg, O Corpo Como Capital reúne o trabalho de oito antropólogos que analisam a especificidade da construção social do corpo na cultura brasileira. Os autores realizaram entrevistas e observação participante em locais estratégicos para refletir sobre o corpo: a praia de Ipanema, academias de musculação, casas de swing, estúdios de tatuagem, academias de dança de salão e escolas municipais. Os temas escolhidos são fascinantes:
Uma revista de moda mas não só, acadêmica mas nem tanto
A editora Estação das Letras e Cores lançou dia 20 de fevereiro o segundo número da revista dObra uma proposta inovadora no mercado editorial de moda. A revista, por definição “de moda mas não só, acadêmica mas nem tanto”, surge para disseminar estudos e reflexões construídos por profissionais e pesquisadores que articulam e analisam a contemporaneidade, privilegiando a compreensão da dimensão cultural, social e econômica do universo da moda.
O objetivo é contribuir para a difusão e consolidação da cultura de moda no Brasil. A publicação aborda moda, design, arte e consumo e suas interfaces com múltiplas áreas do conhecimento como a Antropologia, a Comunicação, a História, o Marketing, a Sociologia, entre outras.
dObra tem periodicidade quadrimestral e é comercializada em livrarias, lojas e em bancas de jornais especializadas de todo o país.
Algumas fotos do lançamento da oDbra
Kathia Castilho (centro) é professora do Mestrado em Design da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, e diretora da Editora Estação das Letras. É doutora e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.
Tula Fyskatoris ( a esquerda de blusa branca) é pesquisadora em moda e atualmente dedica seus estudos a história do varejo de moda com destaque para a cidade de São Paulo. É mestre em História pela PUC-SP e doutoranda no mesmo programa.