Artigos publicados na Tag ‘Comportamento Empreendedor’

A liderança e o mundo da idéias. E quem as executa?

Publicado em 02 Jul 2009 at 6:14pm

Refletindo sobre um fenômeno nada novo que reúne uma função muito básica do ser humano – a idéia – me dei conta que fico muito incomodado com os excessos de quem as produz e as expectativas envolvidas no processo de suas produções.

O termo idéia pode, como em Platão, designar realidades objetivas, inteligíveis, eternas, imutáveis e transcendentes. Pode também ser definida sob a luz da psicanálise como toda a espécie de representação mental, pensamento, imagem, lembrança, opinião, projeto, intenção, invenção, imaginação, descoberta, ou simplesmente representação intelectual de um objeto.

Na filosofia, o ideal se refere a uma idéia e não a uma realidade empírica. A teoria das idéias, de Platão, é, por vezes, inapropriadamente chamada de idealismo. Na verdade, deve ser considerado um “realismo das idéias”, já que para Platão, as idéias constituem uma realidade autônoma – “o mundo inteligível” – existente por si mesma, independente de nosso conhecimento ou pensamento.

Sem precisar ser muito erudito ou acadêmico a idéia nos reporta a algo pensado, novo, criativo: – Tive uma idéia! Logo se constrói toda uma argumentação para dar sustentação aquela idéia que se transforma em uma opinião defendida e, consequentemente num projeto a ser  executado.

Somos sempre estimulados a ter idéias no sentido de demonstrar nossa criatividade e versatilidade na resolução de problemas. Embora não sejam muitos os que de fato nos apresentam uma idéia original. Podemos citar Darwin e a teoria da evolução; Lavoisier e a criação da química moderna e conservação da matéria; Adam Smith considerado o pai da economia moderna; Freud e a psicanálise; Einstein e a teoria da relatividade; Bill Gates e a Microsoft e Steve Jobs co-fundador e reinventor da Apple Inc.

Freud criador da Psicanálise

Não precisamos nem mesmo ler suas obras para compreender que cada um dos citados foram trabalhadores árduos, obsessivos em suas pesquisas e a partir de suas idéias realizaram feitos para toda humanidade. Tais feitos os tornaram grandes líderes cujos seguidores se estendem de gerações em gerações.
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Foi Mal

Publicado em 05 Jun 2009 at 9:59pm

Uns documentos importantes desaparecem. Foram enviados para mim por motoboy. Chegaram à portaria da empresa no final da tarde e… Ninguém sabe, ninguém viu. O comprovante de recebimento está lá, assinado. E o dono da assinatura me procura para dizer que recebeu e colocou na caixa de entrada. Dali pra frente não se responsabiliza mais.

- Não fui eu.

Busco o responsável pela área de trânsito de documentos que, todo solícito, se propõe a procurar. Algumas horas depois ele telefona sugerindo que eu tire segunda via… Ninguém sabe, ninguém viu. E argumenta:

- Seu Luciano, não fui eu.

Protestei, indignado. E recebi a resposta definitiva:

 - Foi mal…

Então o piscineiro faz seu trabalho semanal lá em casa. E vai embora largando um registro aberto. Inunda a casa de máquinas. O motor vai pro brejo. Protestei, e a resposta foi imediata:

 - Não fui eu.

Diante da impossibilidade de sustentar inocência, a frase definitiva:

- Foi mal…

No estacionamento, o manobrista me entrega o carro com um lindo risco na lateral.

 - Já estava assim. Não fui eu.

Chamo o gerente, que dá a resposta definitiva:

 - Foi mal…

Eu pensei em dar aqui um exemplo de companhia aérea, mas nem precisa, né?

- Foi mal. Foi mal. Foi mal…

 Pois é. Essa é a grande encrenca da prestação de serviços. Você só sabe se o serviço é bom depois que recebe. Não dá pra ver antes, pra cheirar, experimentar, saber que peso tem, de que tamanho é…

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Epicentro – Idéias que valem a pena espalhar e uma dose de otimismo em temos de turbulência econômica

Publicado em 24 Mar 2009 at 7:26pm

Epicentro – Idéias que valem a pena espalhar

Falar de crise é fácil. Fazer alguma coisa para mudar a situação, isso sim faz a diferença e não é nada fácil!

Neste patamar das ações que trazem resultado foi o Epicentro, evento organizado pela BizRevolution em parceria com a IT Mídia.

Nos moldes do TED, movimento organizado na Califórnia desde 1984 com a intenção de propagar novas idéias, o Epicentro, veio para “ iniciar algo que seja fantástico, que reúna pessoas fantásticas, com idéias fantásticas”, define Fabio Seixas.

Neste primeiro encontro realizado no dia 19 de março, foram 16 palestrantes e mais de 1500 inscritos. O Evento foi transmitido ao vivo para todo Brasil, levando alternativas, soluções e questionamentos. O empreendedorismo e tecnologia foram pontos altos do evento.

Para mim o resultado foi:

- Energia frente ao pessimismo da crise
- Network
- Novas idéias – que geram novas idéias
- Empreendedorismo como arma em tempos bicudos
- E muita criatividade e foco nas soluções

Saiba mais sobre o Epicentro

“EPICENTRO é o ponto da superfície terrestre onde se registra a intensidade máxima de um movimento sísmico. A partir do EPICENTRO, as ondas de mudanças se espalham para outras regiões abalando todas as estruturas de diferentes maneiras.

A partir do dia 19 de Março, EPICENTRO ganhou um novo significado. EPICENTRO é o nome do evento criado pela BIZREVOLUTION em parceria com a IT Midia que irá reunir uma série de mentes brilhantes de diferentes segmentos de mercado para trocar idéias que valem a pena espalhar.

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Perdendo tudo, o que resta?

Publicado em 06 Mar 2009 at 5:55pm

Um milhão, um bilhão ou um trilhão é exatamente a mesma coisa para alguém que não tem nem dez por cento disso para perder. Para estas pessoas a crise financeira é apenas algo que “dizem” que existe, mas que não se sabe exatamente o que é.

As histórias de perdas e ganhos sempre existiram e nas mais variadas formas. Ganha-se por trabalho, competência, sorte, talento, acaso, herança… Perde-se também de muitas maneiras, desastres naturais, com um banco que quebra, um sócio inescrupuloso que lesa a empresa, uma crise… Nem sempre a ética está envolvida nos ganhos e ganhar independe dela. Já as perdas estão intimamente relacionadas à falta desta mesma ética e, invariavelmente da falta de legitimidade, não há como escapar disso.

A relação que compõe o ganho é sempre associada ao talento. Já a relação das perdas, qualquer coisa que se use para explicar, é apenas uma justificativa, uma explicação que, no fim, vai dizer que aquilo que se ganhou, não era para ser seu. Esta afirmação levará a uma reflexão de legitimidade: onde será que eu errei? Não fiz por onde merecer? Entretanto, quando o ganho é merecido, por sua natureza de recompensa, muitas vezes acaba não levando à reflexão do que se fez para merecê-lo…

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Em Pequim, fomos pequineses?

Publicado em 25 Aug 2008 at 4:28pm

Em Pequim o Brasil faturou três medalinhas de ouro, a Austrália 14, a Alemanha 16. Eu acredito que 25 medalhas de ouro é um número totalmente possível para um país de esportistas como o nosso. Totalmente possível, se você levar em conta que as favelas do Brasil estão cheias de jovens sem qualquer perspectiva de vida, e que poderiam facilmente se engajar de corpo e alma em programas esportivos. Sem falar de todos os outros bem nascidos, que igualmente tem potencial para fazer qualquer coisa.

O Brasil terminou Pequim 2008 atrás do Quênia, de Belarus (que país é esse????), Jamaica, Romênia e Etiópia, é mole? Etiópia!!!!!! Os caras não tem nem comida na Etiópia e conseguem ganhar mais medalhas que um país cheio de laranja, soja e milho.

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Logística – Para empresas que trabalham com material em estoque

Publicado em 10 Jun 2008 at 10:43am

Como aumentar a lucratividade?

Nos nossos negócios uma das grandes dificuldades é a mão de obra, ainda mais sendo especializada. Encontrar bons funcionários – motivados, comprometidos e bem treinados – tem sido desde sempre motivo de queixas para qualquer empresário. Ao se contratar um novato quanto tempo se sentirá seguro até que ele possa se apresentar no balcão e fazer uma venda segura? Ainda não é este o assunto do título, mas a uma boa parte da solução disso pode estar na logística.

Uma das reclamações constantes por parte dos clientes é a demora no atendimento, alguns ironicamente dizem se sentir invisíveis. O balconista ocupado não diz “já te atendo” ou “um minutinho, por favor”, simplesmente some para o fundo da loja para separar pedidos e os clientes se amontoam no balcão, todos preocupados se serão atendidos na seqüência de chegada. E como saber em que seqüência se chegou? Basta isso para a ansiedade tomar conta e se tornar agressividade, pois sempre há um espertinho querendo tirar vantagem do caos e ser atendido na frente. É claro que você pode adotar soluções como senhas, ou auxiliares que separam os pedidos no estoque para manter os vendedores “colados” no balcão. Para isso a armazenagem pode ser, também, parte da solução desta questão. Calma! Já vou chegar lá.

Muitas empresas também sofrem com a falta de espaço e o espaço custa caro. Nas instalações das prateleiras os maiores custos estão nas bandejas (onde se apóiam os produtos), quantas vezes você tem bandejas de 40 centímetros de profundidade e armazena material pequeno deixando metade, ou mais, da bandeja ociosa? Em outros casos a altura de uma bandeja para outra é de 40 centímetros e o material armazenado é de 15 centímetros, ficando espaço vazio entre uma bandeja e outra.

Um cálculo simples:

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Tipos de consumidores e empresários sob a ótica do empreendedorismo (Parte 2)

Publicado em 15 May 2008 at 11:34am

Continuaremos a falar sobre os consumidores e empresários, mas sob a ótica do empreendedorismo.

No artigo anterior, comentamos sobre os tipos de clientes, mas do lado empreendedor é para pensar: porque será que eles entrariam em sua loja? Porque eles escolheriam o produto que você desenvolve? Você como consumidor já parou para pensar mais profundamente porque entra, lembra ou freqüenta determinado estabelecimento?

Aparentemente podemos ir a qualquer lugar. Mas entre um e outro supermercado você acaba desenvolvendo, por um em especial, uma preferência. E esta predileção pode partir de inúmeros quesitos: a proximidade, a disposição, o preço, a aparência, o serviço, o atendimento…

Outras vezes os lugares são escolhidos por serem opções práticas: apesar do preço ser um empecilho, você vai porque tem certeza que encontrará o que procura. Em outra situação, apesar de ser longe, você pode preferir determinado estabelecimento porque lá eles entregam o produto instalado. Tal local não tem estacionamento fácil, mas tem produtos com a sofisticação que procura…

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Os segredos das empresas que têm faturamentos espetaculares

Publicado em 24 Apr 2008 at 12:29pm

Para algumas empre­sas, a multiplicação de cifrões é coisa corriqueira, do dia-a-dia. Encontrando nichos de mercado inéditos, estrutu­rando finanças de maneira inteligente ou conquistando o consumidor de um jeito todo especial, elas, em mui­to pouco tempo, deixaram de ter problemas de caixa. Pelo contrário, a tentação de se deslumbrar com a far­tura de dinheiro virou um desafio constante.

São casos como ó do site Camiseteria.com. Fundado há pouco menos de três anos, com um capital inicial de R$ 6 mil, o empreendi­mento deve fechar o ano com faturamento de R$ 1,5 milhão. À empresa — que recebe sugestões de estam­pas de camisetas pela inter­net, promove votações online e fabrica aquelas com maior ibope — começou produzindo 200 unidades por mês. Hoje, já são duas mil, conta o sócio Fábio Sei­xas, que vem sendo sonda­do pelo Instituto Endeavor, que apoia iniciativas e empreendedoras e criativas.

— O melhor é que nem precisamos aumentar a equipe de maneira significa­tiva para dar conta dos pedidos. No iní­cio, eram três sócios e um funcionário. Atualmente, são dois sócios e cinco empregados — diz Seixas, acrescentando que a empresa equilibrou débitos e cré­ditos com três meses de vida.

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Força Interior e Desmotivação

Publicado em 11 Oct 2007 at 11:57am

Há algo que está sempre presente, que não precisa ser invocado, que é pleno na sua existência. Alguns chamam de força interior, mas o que é esta “força”?

Será o entusiasmo, a motivação, o otimismo, a capacidade de gerir pessoas, de persuasão? Tudo isso existe, sem dúvida e são suas “armas” na luta contra algo que pode ser ainda mais notório (ainda que tentemos esconder até de nós mesmos), o que será?

Entre as pessoas que assinam o Fashion Bubbles estão comerciantes, lojistas, pessoas voltadas para a moda de uma forma comercial ou até mesmo como fonte de pesquisas para seus trabalhos e é especialmente para estes que estou escrevendo.

“Nos negócios, assim como na vida, os resultados são derivados exclusivamente de nossos atos e de nossa postura.”

Esta afirmação lhe parece correta? Então porque será que temos a enorme tendência de envolver “outros” como responsáveis pelos nossos infortúnios? Será que é só para nos eximir da culpa?

Não há quem escape, e volta e meia nós nos pegamos responsabilizando o governo pelo mau exemplo ou o tempo frio, a chuva, a poluição, a falta de dinheiro… Sempre há um culpado que não seja eu. As vezes vai lhe parecer um gesto inocente que só faz parte de um desabafo.

O ruim é começar a acreditar nestas desculpas que são, sem dúvida nenhuma, verdadeiras. Muitas vezes o desabafo começa a se tornar tão constante que passamos a acreditar que estas verdades são imutáveis e que já não depende  de nós para o negócio progredir.

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Iniciando um negócio

Publicado em 21 Jun 2007 at 1:44pm

Acabei de sair da faculdade e agora?Há quem tenha visão clara do que quer. Outros nem tanto. São muitas as opções e dentre elas há quem pense em ser dono do próprio negócio. Quando se pensa nisso geralmente se vislumbra um mar de vantagens como: não ter um horário rígido, não ter cobranças, estabelecer o próprio ganho, não ter que ouvir desaforos, estar numa posição de poder, etc. Tudo isso é verdadeiro?

Você começaria um negócio se pensasse: Vou trabalhar muito mais do que as quarenta e poucas horas semanais? Acredite, optando por esta escolha, você vai! Dormirá planejando e acordará cansado.

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Comportamento Empreendedor

Publicado em 17 May 2007 at 7:26am

A vida de duas “plaquinhas”

Por Vinícius Moura

Tudo começou com duas placas que se conheceram no jardim da infância. Naquela idade eram absolutamente iguais em seus tamanhos, formas e objetivos, possuíam também os mesmos conteúdos. Indicavam “Vá para aquele lado, o nome de uma rua, vende-se…” eram placas manuscritas, providas de nenhuma sofisticação e fixadas num mastro por pregos.

E como o tempo passa – inclusive para as placas…Em plena puberdade estas plaquinhas começaram a perceber que o ideal de uma placa era mesmo – até então – somente informar. Os antepassados das placas haviam vivido e informado por toda vida, era portanto, muito difícil sequer formular uma pergunta acerca do porquê de mudar esta realidade.

A vida devia seguir como sempre seguiu, mas um certo incômodo começou a transformar uma delas. E exatamente assim, movida por um desejo incomum de se tornar diferente, um incômodo que não a deixava em paz ela se tornou a primeira plaquinha empreededora da história. E se tornar diferente foi seu primeiro desafio.

Percebeu rapidamente que ser diferente é também atrair preconceitos e espalhar estranheza por onde quer que ela fosse. Mas decidida que era, compartilhou seu sonho com a amiga, esperava que ela talvez lhe tivesse alguma estratégia (ou incentivo) para seu plano. Não tinha. Ser o primeiro, ela também percebeu, é desbravar um caminho que ainda não existe. Apesar do entrave, não as impediu de serem amigas e de seguirem vida afora informando até que pelo menos uma idéia criativa surgisse. Continue

A Moda Empreendedora – 1

Publicado em 01 Feb 2007 at 5:01pm

Nas tardes de domingo o Blog filosofa. E foi numa dessas conversas que saiu o assunto:

Como é possível que algumas pessoas possam dificultar tanto nosso dia-a-dia e rotinas fáceis serem transformadas em verdadeiros desafios? Por exemplo, o caixa que te vê com um item na mão, você visivelmente apressado, dinheiro exato e trocado e ele faz questão de não tomar conhecimento e te deixa esperando enquanto o supervisor foi trocar notas por moedas ou passar o cartão de crédito de outro cliente no balcão. Ele pode te facilitar, mas prefere dizer “Aqui eu mando e você espere sua vez”.

Nas corporações a coisa também funciona assim, algumas pessoas enobrecem sua porção de poder mandando porque você não pode mandar, o chefe sabe porque você não pode saber, alguém poderoso têm todas as soluções porque você não pode atrever-se a pensar, e por aí vai… Alguém pode, simplesmente, porque você não pode. E isso não é por falta de méritos, por pouco conhecimento ou poucas habilidades. No caso das empresas, alguém acima tem o poder e é por isso que você não pode.

O mais interessante sobre este “poder” ou “pequeno poder” melhor dizendo, é que ele faz parte do cotidiano de todos nós e não há que não tenha sido vítima de um porteiro ou um policial. Mas, não há quem também não tenha feito alguém de vítima seja no trabalho, em casa ou no trânsito – acelerando para não permitir a ultrapassagem, mesmo você estando sem pressa alguma. Portanto, muitas vezes somos vítimas, mas não somos de forma alguma inocentes.

O poder é algo tão curioso que no filme “O Diabo Veste Prada”, nós como expectadores vamos “odiando” a poderosa Miranda, e vamos nos afeiçoando à dedicada, singela e competente assistente. No decorrer do filme vemos ela abandonar o namorado, os amigos, a vida simples, e, se for possível chamar de amigos, os amigos do trabalho. Mas, para nós expectadores educados a sermos sensibilizados apenas pelos fracos e oprimidos tomamos um choque, ao reparar que as escolhas que ela faz por mais singelas e bem intencionadas levam exatamente ao mesmo poder que ela repudiava. Esta é a armadilha nossa de cada dia.

A idéia do texto também não é passar a imagem de que a busca pelo poder é algo ruim. Longe disso. O poder, diferente da imagem depreciativa que muitas vezes passa, exerce grande influência sobre os associativistas e realizadores a alcançarem resultados muito melhores.

Mas o poder também pode se dividir em duas vertentes. O poder pela realização, que é a conquista do respeito, da autoridade e da posição social ou empresarial provindo dos resultados alcançados, de grandes desafios superados. O poder pelo brilho, que é conquistado porque é “filho do dono”, ou porque uma vez tendo chegado ao poder não se consegue mais viver sem ele, os objetivos que o fizeram chegar lá já foram esquecidos e agora é apenas a busca por mais poder sem nenhum bem comum. Um exemplo seria citar alguns de nossos políticos. Em muitos cursos de liderança, gestão de pessoas e vendas, somos submetidos a testes psicológicos que indicam como o sujeito é motivado e nem todo mundo é motivado pela mesma coisa: alguns são pela realização – bater metas é seu grande objetivo, outros são associativistas motivados pelas pessoas, pelo convívio no grupo e um terceiro grupo é motivado pelo poder, gosta de estar em posição de destaque. Concluo assim que o “pequeno poder” é vazio e muitas vezes destituído de autoridade e se baseia no desejo de poder pelo poder, enquanto o “verdadeiro poder” é um funil para poucos, uma mola propulsora do progresso e da evolução. Para o “pequeno poder” olhando de baixo, a oração é sempre a mesma: se algum dia estiver nesta posição… Já o verdadeiro poder é dividir o conhecimento, vislumbrar possibilidades inimagináveis, é fazer a equipe acreditar que todos podem, é multiplicar a riqueza porque há sempre um grande numero de pessoas direta e indiretamente ligadas aos processos da construção.

Por Vinicius Moura

Um projeto de moda, um projeto de vida

Publicado em 08 Sep 2006 at 7:10pm

Todo projeto é como a história da vida. As mulheres e principalmente as mães podem nos dizer a trajetória da concepção, gestação e geração de um bebê. Os projetos não são diferentes, alguns deles são planejados e outros vêm por um acaso. Enquanto, uns são resultado da união de sócios em sintonia outros são a razão para a discórdia.

Todo o empreendimento precisa ser pensado e requer sofrer as demoras. No começo não se sabe o que é (menino ou menina) e como os bebês, não se pode garantir que vão nascer da maneira com que os pensamos. Nos primeiros meses nada parece acontecer, tanto nos projetos como nos bebes, de repente, a barriga fica maior e maior e começa a esperança de um grande projeto.

Durante a gestação é preciso estar preparado para os desconfortos, as demoras e o peso que se carrega. É momento de preparar o terreno para aquele que irá chegar e pensar no futuro. Qualquer exagero neste período poderá abortá-lo e não é bom realizar um projeto prematuro. Tudo tem seu tempo e o período de maturação é necessário.

Inspirei-me a escrever este texto pensando nos projetos que a Denise Pitta tem se envolvido. Temos acompanhado seu último empreendimento, do qual não posso dizer nada sobre, pois ainda não nasceu. Muita ansiedade e uma gestação bem tumultuada, entretanto, acho que ela já vem sentindo as contrações apesar dos vários alarmes falsos. Não há dúvidas do quanto temos aprendido com estes projetos.

A mensagem não é original, mas serve para acalentar aqueles que vêem apostando no seu talento e na arte de fazer acontecer um projeto de vida, mas que sofrem durante todo os processo sem perder a esperança de que ainda vale a pena acreditar.

Um projeto de moda, um projeto de vida!

Quando me lancei no sonho da Lility, fiz as contas e tudo parecia muito simples. Super poderosa, munida da força que ganhamos quando sentimos no fundo do coração que este é o caminho certo, pensei que seria difícil montar uma empresa, mas que estava preparada para enfrentar todas as dificuldades. Mesmo sabendo que no mundo da moda, uma média de 95% das empresas brasileiras fecham em seus primeiros anos, o pensamento recorrente é sempre o mesmo: “ Comigo será diferente!!!!!”

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Cuidando da cabeça dos outros – MMeilus Studio

Publicado em 01 Sep 2006 at 9:30pm

Cuidar da cabeça dos outros não é somente uma atividade de psicanalistas, psiquiatras, psicólogos e neurologista. O problema pode não estar na cabeça e sim preso a ela! Antes de dividir com vocês um ato de coragem e ousadia quero fazer uma pergunta a todos: O que faz um Doutor em genética e biotecnologia unir-se a um bacharel em direito e artes plásticas, investir todas as suas economias para mexer na cabeça dos outros? Sou testemunha de que ele não está trabalhando em nenhum projeto de melhoramento genético, mas sim na melhora do visual, imagem, estilo e auto-estima de seus clientes.

Marlos Meilus doutor em genética e professor universitário e Leandro Padilha, formado em direito e artes plásticas, decidiram abrir um salão de beleza contando com a ousadia e experiência de profissionais como Roberta Tancredi, Berenice Araújo e Gelson Figueiredo. A princípio parece uma loucura, mas foi mais do que o desejo de realizar seus sonhos. Este projeto se tornou realidade no dia 12 de Agosto com um coquetel impecável, ao qual fomos convidados. Lá, diante de amigos, clientes, fornecedores, eles reforçaram o compromisso de ser instrumentos na realização do desejo dos outros.

Os sócios e profissionais assimilaram a nova cultura do desejo e a nova ordem da estética e decidiram ter a coragem de empreender em algo que passa pela experiência deles mesmos. Todos queremos estar bem, bonitos e com a auto-estima em dia, desta forma não há dúvida que precisamos da ajuda de quem é profissional, tem carisma e é empático para ser capaz de traduzir nosso desejo inconsciente de ser feliz.

O projeto MMeilus Studio quer mostrar que quando confiamos nosso corpo a um profissional, a experiência pode ser completa. Tudo começa pela cabeça, com a lavagem, corte, tratamento, tintura, penteado e a experiência pode estender-se ao corpo com as massagens, drenagem linfáticas e não termina, pois o objetivo é deixar você pronta (o) para se jogar na fantasia de estar bem.

Quer melhorar a cabeça, dar um trato no corpo e sair com a alma lavada? Então, visite MMeilus Studio na Rua Pereira Leite n. 428-A, no bairro de Alto de Pinheiros, com amplo estacionamento, atende aos seus clientes de terça a sábado das 09h00 às 20h00, com horário agendado. O telefone é: 3481-0886.

Meninos, boa sorte!!

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