Fotos do site GNT (Coleção Verão 2010 masculino – SPFW)
O estilista Alexandre Herchcovitch com 15 anos de carreira leva em suas costas uma história de sucesso, carregando em seu nome a imagem de um dos principais estilistas do mercado brasileiro conhecido internacionalmente.
Começou a despertar olhares da cena fashion já em seu desfile de formatura na Faculdade Santa Marcelina e a criar e vender seu nome na cena underground de São Paulo.
Hoje faz parte da holding InBrands (grupo que administra as marcas Ellus, 2nd Floor e Isabela Capeto) além de assinar o estilo da Rosa Chá, continua na direção criativa das marcas que vendeu para a holding . No mercado acadêmico é diretor criativo do curso de Moda do Senac entre outras palestras e trabalhos que fecha com diversas instituições. No entretenimento da noite de São Paulo conta ainda com um projeto na casa noturna Glória, intitulado Alelux, dividindo as pickups com seu grande amigo e Dj Jhonny Luxo e o clã da Érika Palomino.
Em seu desfile da coleção masculina verão 2010 para SPFW, o estilista mostra mais uma vez seu talento.
A TNG encerrou o terceiro dia da Fashion Rio, sob o comando de Regina Guerreiro, jornalista e editora de moda que assumiu a equipe de estilo da marca.
Com Juliana Paes e Rodrigo Lambardi abrindo e fechando o desfile, a TNG reforça sua estratégia de marketing, usando mais uma vez celebridades para vender sua imagem, pois Juliana e Rodrigo são os protagonistas da novela da Rede Globo, Caminho das Índias.
Imagem do site Fashion Rio
Imagem do site Fashion Rio
Imagem do site Fashion Rio
História da Marca
“Em 1984 foi criada a primeira loja TNG, em São Paulo. Com o slogan “saia do comum”, a marca tng, surgiu com a proposta de mudar a idéia de que o guarda-roupa masculino precisa ser sóbrio e austero para ser elegante. Após 15 anos de mercado e conceitualmente consolidada surgiu uma nova necessidade e desafio: a tng passou a comercializar a linha feminina em suas principais lojas. Desde o verão 2003, a tng participa de todas as edições do Fashion Rio e dos principais desfiles de moda do país…”
Saiba mais da história da marca , lojas e outras informações no site TNG.
A grife trouxe uma coleção com fortes influências do safári e do tribal, traduzidos em estampas e até nas lavagens dos jeans, ponto forte da marca.
Veja análises dos desfiles por alguns dos principais sites de moda:
Erika Palomino
” Nestes tempos em que curadoria e olhar são metade do caminho andado, sua presença garante tanto o apelo fashion quanto a pegada comercial, da qual Regina Guerreiro e a própria marca não abrem mão. Daí a presença dos astros da novela da Globo vestindo alguns looks. Tanto faz. Foi no jeans e no básico em neutros e étnicos africanos que a TNG marcou território. ”
Por Erika Palomino.
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Imagem o site Erika Palomino
Chic
” O cliente vai continuar a achar belas calças, bermudas, boas jaquetas e coletes em novas cores, que vão dos beges e areias aos coloridos suaves – como os corais, verdes e azuis. Estampas tropicais com folhagens e animais aparecem na camisaria masculina e em peças femininas, como macacões e pareôs dando movimento e variedade à coleção.”
Imagem do site Chic
Imagem do site Chic
Imagem do site Chic
Imagem do site Chic
Imagem do site Chic
Imagem do site Chic
Lilian Pacce por Sylvain Justum
“De positivo, o primeiro bloco de alma safari, em que jaquetas e calças de linho amassado soam mais apropriadas ao momento comfort da moda global. Onças, folhagens e outras piscadelas ao universo selvagem das florestas funcionam bem na parte mais utilitária da apresentação. O mix da TNG bebe ainda no esporte, essência do streetwear, com bermudinhas ciclistas, zíperes e cordões…”
Por Lilian Pacce.
Imagem do site Lilian Pacce
Imagem do site Lilian Pacce
Imagem do site Lilian Pacce
Imagem do site Lilian Pacce
Jan Taminiau : Spring 2009 Fashion Show
Alguns estilistas renomados estão inovando na maneira de apresentar suas coleções dispensando todo o frenesi de um desfile ao vivo – eles lançam suas coleções em shows online. De Anna Wintour a um fashionista no interior de São Paulo, todos têm o direito de assistir do melhor lugar.
O holandês JANTAMINIAU , por exemplo, lançou na semana passada em seu site, uma fantástica foto-animação em 360º, com sua coleção intitulada “Check, Check Mate!”. Inspirado no folclore do seu país, o filme foi uma co-produção do estilista com a revista Iconique e os fotógrafos Petrovsky & Ramone .
Jan Taminiau : Spring 2009 Fashion Show
JANTAMINIAU: Check, Check Mate! / Jan Taminiau
D&G
As listras são estampas gráficas e é uma das padronagens mais utilizadas no mundo. No Antigo Testamento, elas já eram citadas, mas teve grande destaque a partir dos Séculos XII e XIII, alcançando seu apogeu nos Séculos XV e XVI.
No início, o listrado era associado a uma linguagem negativa, porque era usado em uniformes; principalmente uniformes de presidiários que eram listras horizontais em preto e branco. Além disso, personagens diabólicas, carrascos, feiticeiras e perturbadores da ordem em geral, eram representados graficamente com vestimentas listradas.
Na Idade Média, o listrado era conhecido como “pano do diabo” (O Pano do Diabo, de Michel Pastoreau), pois o simbolismo associado a esse padrão de estampa e das pessoas que a usavam, afastava dela as pessoas ditas do bem que poderiam ser contaminadas.
Em outro momento da história, o padrão ganhou a conotação de inferioridade na escala social, caracterizando o preconceito social. Empregados domésticos, arrumadeiras, porteiros, lanterninhas de cinema, músicos de rua, etc, usavam trajes listrados com estampas geralmente bicolores finas ou médias.
Em sua trajetória histórica, por volta do Século XVIII, o listrado alcançou a conotação de elegância, patriotismo e exotismo, e já era usado em uniformes: colegiais, roupas infantis, trajes de festa, looks românticos, bandeiras, estandartes, etc.
Colagem comemorativa dos 10 anos da Casa de Criadores
A Casa dos Criadores já tem nomes consagrados entre seus lançadores, porém, aqui vamos ampliar nosso olhar para o novo.
O Fashion Bubbles tem um compromisso com os estudantes de moda que, durante todo o ano, nos procuram para resolver suas dúvidas, entre elas, como ter acesso à Casa Dos Criadores e quais as maneiras de se introduzirem neste universo dos novos talentos.
Neste ano, a Casa lançou um novo projeto, o Ponto Zero, que, em parceria com a ABIT, apresentou as coleções de alunos das quatro maiores escolas de São Paulo, Santa Marcelina, Senac, Anhembi Morumbi e Belas Artes.
Desfile André Phergon
Entre os alunos que apresentaram suas coleções, estava um ex aluno meu, Ivano de Paula, desfilando pela Belas Artes. Não é o primeiro aluno que tem apresentando seu trabalho na Casa: André Phergon apresentou neste evento sua sexta coleção.
André Phergon
Elie Saab é um estilista libanês. Um dos nomes mais importantes da alta costura no Oriente Médio, Elie Saab já vestia as princesas de Beirute desde 1982, aos dezoito anos de idade. Em 1997, tornou-se o primeiro da Camera Nazionale della Moda, na Itália.
Em 1998 inaugurou seu ateliê de prêt-à-porter na cidade de Milão, trazendo a sensualidade das mil e uma noites para a moda européia. Desde 2003 o estilista faz parte da Chambre Sindicale de la Houtre Couture (Camara Sindical da Alta Custura de Paris).
Neste final de semana, aconteceu um dos desfiles de moda mais aguardado do ano – o Victoria’s Secret Fashion Show 2008/2009, em que cerca das 30 mais belas topmodels do mundo esbanjaram simpatia, desenvoltura e grande apelo sensual – marca registrada da grife.
A grande expectativa da noite foi ver a top brasileira Adriana Lima desfilar o sutiã Black Diamond Fantasy Miracle Bra, avaliado em 5 milhões de dólares, desenhado pelo joalheiro Martin Katz, que estará a venda no catálogo da marca.
O desfile do “Fantasy Bra” é uma tradição da Victoria’s Secrets, geralmente mais caro a cada edição, devido a utilização de pedras preciosas em maior volume.
Segundo o site Huffington Post, “os temas apresentados no glamouroso espetáculo incluíram cores ousadas com desenhos geométricos influenciados a partir de 1920.
Maria Rosa von Horn
Elas trabalham, estudam, namoram, são alegres, vaidosas e tem orgulho de dizer sua idade. Numa sociedade que associa a Beleza à Juventude através de conceitos antiidades e ideais estereotipados, o Fifty Models surge como um grupo de mulheres na faixa etária dos 50 anos, criado em 2008, pela modelo Maria Rosa, com a proposta arrojada de divulgar e valorizar a maturidade como a melhor fase da vida.
Com modelos formadas em passarela, atuantes também na área de propaganda, publicidade, editoriais de moda e beleza, prestigia a mulher contemporânea em seu melhor estilo: bonita, elegante e muito feminina.
Os recentes trabalhos das modelos estão focados paras as telenovelas brasileiras. São contratadas paras grandes redes como Rede Globo, Bandeirantes, Record, TV Gazeta, e para filmes e desfiles.
Contam com as parcerias do World Model e Fábrica de Atores.
O projeto que teve o objetivo de estimular a pesquisa da cultura brasileira e da literatura como repertório e suporte para a criação e o desenvolvimento das coleções de moda aconteceu sob uma leve garoa típica paulistana e muitos olhares nas ruas de São Paulo.
Assim, de maneira surpreendente e encantadora, o Desfile performance Moda & Literatura traduziu os signos literários por meio do vestuário, proporcionando uma experiência sensorial inesquecível à população paulistana.
Segundo a idealizadora e organizadora do evento, Jô Souza “o desfile foi lindo. Com a chuva dramática lavando alma da Av. Paulista e limpando suas ruas para o nosso desfile. A passarela (cego é quem não vê!). Os balões no céu de São Paulo; a LIBERDADE. Os olhares curiosos, atentos, divertidos comentários. A chegada, o encontro sensível dentro da livraria cultura. Os livros silenciosos e parados manifestam simbólicos sentimentos”.
Seguem os looks desfilados pelas ruas de São Paulo até o Conjunto Nacional.
Machado de Assis: Dom Casmurro
No dia 6 de novembro, 5ª feira às 11hs40, o Conjunto Nacional em São Paulo, receberá o Desfile performance Moda & Literatura, organizado pelos alunos do curso de Moda da FMU, sob a direção e a coordenação da Profª Jô Souza, como parte da programação da 5ª Semana de Moda promovida pela Livraria Cultura.
Num experimento em que a moda é tratada como expressão de cultura, o desfile ultrapassa os limites das passarelas e invade as ruas de São Paulo. Sem perder de vista as possibilidades de mercado, estudantes e professores se nutrem na inesgotável fonte de inspiração da literatura para desenvolver 18 criações (looks) de grande impacto. Personagens como Dorian Gray, Macabéa e Chico Chicó desfilarão pelas principais avenidas próximas ao Conjunto Nacional, vestindo as criações que evocam o universo criativo de onde vieram.
O Desfile performance Moda & Literatura se inicia na Rua Minas Gerais, passa pelas avenidas Angélica, Consolação e Paulista, até chegar à Alameda Santos, em direção à entrada do Conjunto Nacional, se encerrando em frente às escadarias da Livraria Cultura.
O objetivo do projeto é estimular a pesquisa da cultura brasileira e da literatura como repertório e suporte para a criação e o desenvolvimento das coleções de moda. Assim, de maneira surpreendente e encantadora, o Desfile performance Moda & Literatura traduz os signos literários por meio do vestuário, proporcionando uma experiência sensorial inesquecível à população paulistana.
Ariano Suassuna: O Auto da Compadecida
Alguns Looks /Obras e escritores do desfile performance Moda & Literatura
Todos o admiram. Todos o querem. O democrata candidato à presidência Barak Obama caiu no gosto não só do povo americano. Com status de celebridade, o candidato à presidência da maior potência político-econômica do mundo tem tropa de artistas a favor, e não só em Hollywood, mas também no mundo fashion.
Por exemplo, a moda italiana parece apoiar Barack Obama. Depois de Donatella Versace declarar seu apoio ao candidato democrata e a Vogue Itália fazer seu especial sobre os negros, Maurizio Modica e Pierfrancesco Gigliotti, os estilistas por trás da marca italiana Frankie Morello resolveram literalmente vestir a camisa em sua coleção de verão 2009.
Outro momento grande de Obama na moda foi ter seu rosto estampado em um vestido, que foi o ponto alto da apresentação da nova coleção do designer Jean Charles de Castelbajac, ocorrida em Atenas, na Grécia. As informações são da agência Reuters.
O estilista Alexandre Herchcovitch apresentou sua coleção para o Verão 2009, no segundo dia da semana de moda de Nova York, em desfile no Bryant Park.
No backstage, o clima era descontraído, de trabalho feito em família. Com casting quase inteiramente nacional, imprensa e amigos brasileiros passeando para lá e para cá, a impressão, muitas vezes, era de que se tratava de uma semana de moda no Brasil.
Leia matéria completa em Após desfilar no SPFW, Alexandre Herchcovitch leva seu verão a Nova York, de Fernanda Schimidt.
Fonte: Uol Estilo/Moda
Análise por Laird Borrelli-Persson / Style.com
Algumas pessoas quando assistem a desfiles de moda não entendem como um estilista pôde criar algo tão “ridículo”… Será que alguém vai sair pelas ruas usando “aquilo” ?! Calma minha gente, não é bem assim que funciona.
Os desfiles geralmente são conceituais. As tendências apresentadas nas passarelas – cabelos, maquiagens, calçados, acessórios e roupas – não devem ser seguidas a risca. Se você for às lojas, certamente encontrará peças comerciais que são feitas para serem usadas.
Mas… se você vir algo muito interessante e tiver coragem pra encarar, qual o problema, não é? Vai que “aquilo” combinou com o seu style. Nesse caso, só me cabe desejar boa sorte!
Os Desfiles Conceituais tem sua origem na Arte Conceitual que considera a idéia, isto é, o conceito por trás de uma obra artística, como sendo superior ao próprio resultado final. A aceitação desse conceito é tão importante que o resultado final dessa obra, algumas vezes, poderá até ser dispensado.
A idéia do desfile surge na segunda metade do século XIX, dentro do auge da alta-costura, com o costureiro Worth, que foi o primeiro a utilizar manequins vivas para apresentar seus modelos às clientes.
Já no início do século XX, com a indústria de moda ocupando seu espaço no mercado na Europa e nos Estados Unidos, os criadores de moda exibem desfiles para um público selecionado. A popularização dos desfiles aumenta à medida que aumenta o prestígio dos costureiros. Para Braga (2006) o cinema nos anos 30 teve o compromisso de criar novos sonhos e grandes atrizes, muitas vezes consideradas manequins por exercerem também essa função.
Os desfiles da alta-costura eram fechadíssimos, muitas vezes exclusivos para clientes especiais. Com a concorrência entre os costureiros, é adotado por cada um deles um estilo de manequim. E em 1950 surge a divisão entre “manequins de desfile” e “modelos fotográficas”, cada uma priorizando um aspecto.
Considerados frequentemente como verdadeiros espectáculos destinados a seduzir compradores e imprensa em breves minutos, os desfiles de moda exigem, todavia uma organização sem falhas que mobiliza dezenas de pessoas durante largas semanas.
Hoje em dia já não existe lugar para a improvisação, começa por explicar Olivier Massart, director da La Mode en Images (LMI), uma empresa de produção que organiza a maior parte dos 90 desfiles que se realizam durante a semana de moda de pronto-a-vestir em Paris.
Ainda que muitas marcas e criadores recorram a agências de produção para coordenar e colocar em cena as suas colecções, a verdade é que a organização de um desfile tem muito que se lhe diga, bem mais do que os quinze minutos aos quais o público tem direito. Isto porque, a preparação pode «ir de uma semana a três meses», sublinha Massart. «Às vezes a preparação começa exactamente no final do último desfile e prolonga-se até ao dia de apresentação do póximo, para que não falhe nenhum pormenor», afirma Alexandre de Betak, director da agência de produção Bureau Betak.